Questões de Concurso Para cirurgião-dentista

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Q3439759 Odontologia
A dor é um sintoma muito comum a todas as áreas da saúde, incluindo a odontologia e suas subáreas, podendo ter várias etiologias, na maioria dos casos, em virtude de cáries e afecções periodontais. Sobre a ação analgésica dos anti-inflamatórios não esteroides (AINES) ou analgésicos não opioides, assinale a afirmativa correta. 
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Q3439758 Odontologia
Em certas situações clínicas, a contraindicação à remoção de um dente pode ser modificada pelo emprego de cuidados ou tratamentos adicionais. Trata-se de uma contraindicação absoluta à exodontia: 
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Q3439757 Odontologia
“O Bloqueio do Nervo Alveolar Inferior (BNAI) é o segundo bloqueio nervoso mais frequentemente utilizado e possivelmente a técnica de injeção mais importante em odontologia. Durante a técnica BNAI, se o osso for tocado menos da metade do comprimento de uma agulha odontológica longa, em um paciente adulto, a ponta da agulha está provavelmente muito _____________ ao ramo. Por outro lado, se o osso não for tocado, a ponta da agulha está localizada muito ____________.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Q3439756 Odontologia
O entendimento do tratamento da dor na odontologia requer conhecimento completo do quinto par de nervos cranianos. As fibras da raiz sensitiva do nervo trigêmeo possuem quantas divisões? 
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Q3439755 Odontologia
O fluoreto, forma iônica do elemento químico flúor (F), é o único agente terapêutico com forte evidência científica para controlar a cárie dentária, de forma que o uso de produtos fluoretados, tanto em nível individual quanto coletivo, tem sido considerado uma medida de grande impacto positivo na odontologia. Sobre o uso do flúor na prevenção da cárie, assinale a afirmativa correta.
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Q3439754 Odontologia
As técnicas radiográficas intraorais se caracterizam pelo emprego do filme dentro da cavidade oral do paciente no momento da obtenção das radiografias. A melhor técnica radiográfica intraoral para visualizar sialólitos no ducto de Wharton é a técnica 
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Q3439753 Odontologia
Um cisto é definido como uma cavidade patológica revestida por epitélio, muitas vezes, contendo líquido no seu interior ou material semissólido. Há uma grande variedade de cistos que podem se originar na boca. O cisto de desenvolvimento não odontogênico que ocorre na boca é o cisto 
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Q3439047 Saúde Pública
Em um município da Baixada Fluminense, a equipe de gestão em saúde está elaborando o Plano Municipal de Saúde com base em indicadores epidemiológicos, dados de mortalidade e informações sobre os procedimentos ambulatoriais realizados. Para isso, foram utilizados sistemas como SIM, SIA/SUS e e-SUS AB. Com base nesse contexto e nos sistemas de informação utilizados no SUS, assinale, a seguir, a principal função de um desses sistemas.
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Q3439046 Direito Administrativo
Durante uma reunião do Conselho Municipal de Saúde de Duque de Caxias, um conselheiro propôs deliberar sobre a contratação de novos servidores para o hospital municipal, alegando autonomia decisória do Conselho. Com base na Resolução CNS nº 453/2012, considerando a conduta adequada, é correto afirmar que o Conselho:
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Q3439045 Direito Sanitário
Durante uma capacitação sobre a organização dos sistemas de saúde no Brasil, um servidor afirma que a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) se deu por meio da Lei nº 8.080/1990, que estruturou, pela primeira vez, a assistência pública à saúde no país, sendo um marco inicial da garantia do direito à saúde para todos os cidadãos. Considerando os marcos históricos e normativos da organização da saúde pública no Brasil, assinale a afirmativa correta.
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Q3439044 Direito Administrativo
O município de Itaguaí, integrante do CISBAF, deseja ampliar o número de unidades de atendimento de média complexidade com recursos próprios. Para tanto, pretende firmar contrato diretamente com o Consórcio, que realizará a execução dos serviços. Considerando a legislação aplicável aos consórcios públicos, assinale a afirmativa correta.
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Q3439043 Direito Sanitário
Sobre as disposições do Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a Lei nº 8.080/1990, é correto afirmar que: 
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Q3439042 Noções de Informática
Considerando que João deseja calcular a média entre os valores contidos nas células B1 e B2 no Microsoft Excel 365 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), analise as afirmativas a seguir.

I. A fórmula =MÉDIA(B1:B2) pode ser utilizada para retornar a média aritmética entre os dois valores.
II. A fórmula =SOMA(B1:B2)/2 também retorna à média aritmética corretamente.
III. A fórmula =(B1+B2)/2 resulta na média aritmética dos valores de B1 e B2.
IV.A fórmula =MÉDIA(B1;B2) é válida e equivalente à média entre as células, embora o uso de dois-pontos (:) seja obrigatório para definir os intervalos de intervalos.

Está correto o que se afirma em 
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Q3439041 Noções de Informática
Se um programa no Windows travar e não responder, o atalho Ctrl + Shift + Esc servirá para: 
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Q3439040 Redes de Computadores
Em um ambiente corporativo moderno, a eficiência no acesso e na manipulação de recursos digitais é um pilar para a produtividade e a segurança das operações. Um profissional com nível superior, ao lidar com a arquitetura de sistemas e a navegação em plataformas on-line, frequentemente se depara com conceitos que regem a forma como os dados são localizados e transferidos na internet. Considerando o processo de acesso a recursos na internet, qual das seguintes alternativas descreve corretamente um elemento técnico e sua função essencial para a navegação e a interação com conteúdo on-line?
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Q3439039 Noções de Informática
Considere a tabela a seguir, elaborada no Microsoft Excel (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil): 

Imagem associada para resolução da questão


Para calcular em B4 a soma dos valores de B1 até B3, e em B5 a média, deve-se utilizar a seguinte fórmula: 
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Q3439038 Noções de Informática
Em um documento do Microsoft Word (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), para contar as palavras apenas de um trecho selecionado, torna-se necessário: 
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Q3439037 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade.” (9º§). Sobre a oração condicional, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3439036 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.” (4º§). Quanto à transitividade dos verbos destacados, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3439035 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Em relação à tipologia textual, é correto afirmar que o texto é: 
Alternativas
Respostas
2381: D
2382: C
2383: C
2384: B
2385: D
2386: A
2387: D
2388: C
2389: D
2390: B
2391: D
2392: D
2393: D
2394: D
2395: D
2396: B
2397: B
2398: D
2399: C
2400: D