Questões de Concurso
Para professor - ensino religioso
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''Os principais traços característicos deste movimento religioso podem ser estabelecidos como segue: os principais deuses do vedismo, como Indra e Varuna, cederam ante os deuses populares como Shiva e Vishunu-Krishna. Os Purunas (legendas), tais como o de Krishna, negando-se a reconhecer as festas de Indra, e narrando como protegeu os estábulos e o gado contra a fúria de Indra, ou como devastou o jardim de Indra e arrancou a árvore de pârijâta, sugerem esta mudança religiosa. Os Upanishades, que tradicionalmente têm sido considerados como a culminância do estilo de vidas e das ideias dos Vedas [...] já tinham substituído os deuses samhiticos pelo Absoluto super-pessoal ou por Brahman impessoal'' (PIAZZA, W. O. Religiões da humanidade. 2. ed. São Paulo: Loyola, 1991. p. 276).
O texto faz referência à divindades e a conceitos próprios:
Denominação religiosa que inclui em suas práticas e tradições a circuncisão e a celebração da cerimônia do Bar Mitzvah (para os meninos) e Bat Mitzvah (para as meninas).
O texto refere-se:
O Ensino Religioso, como toda área do conhecimento, possui uma prática docente própria, uma intencionalidade definida e um direcionamento. O caput do artigo 33 da nova LDB determina: ''O ensino religioso, de matricula __________, é parte integrante da formação básica __________ e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino __________, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de __________''.
As palavras que preenchem CORRETAMENTE as lacunas estão na alternativa:
Torah (''Lei'') é o nome dado ao conjunto formado pelos cinco primeiros livros do Tanakh (Bíblia Hebraica), que constituem o texto central do judaísmo. Os livros da Torah são nomeados com a primeira palavra que aparece em cada um deles. O primeiro dos cinco livros da Torah chama-se:
O Estado brasileiro é laico e, portanto, imparcial em relação às religiões. A laicidade do Estado não se confunde, porém, com ateísmo nem se contrapõe à religião. Talvez seja mais adequado chamar a República Federativa do Brasil de ''Estado plurirreligioso'', ao invés de ''Estado laico'', porque aceita todas as crenças religiosas, sem qualquer discriminação, inclusive a não crença. O artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal diz o seguinte: ''É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias''. A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais do ser humano, como afirma a Declaração Universal dos Direitos Humanos da qual somos signatários.
A partir desse texto, pode-se inferir que o Estado laico é:
A compreensão do ethos religioso em sociedades pluralistas – como a sociedade brasileira atual – implica a utilização de conceitos oriundos de diversos campos do saber humano (cognitivo, político, antropológico, sociológico, filosófico e outros). Relacione a primeira coluna à segunda, associando os conceitos com as suas respectivas descrições.
Primeira coluna
1. Tolerância.
2. Alteridade.
3. Sincretismo.
4. Secularização.
Segunda coluna
( ) Processo de diminuição da influência da religião no cotidiano da vida, associado à substituição gradual da explicação da realidade baseada no transcendente, por explicações de caráter imanente e imediato.
( ) Fusão de concepções religiosas diversas ou influência exercida por uma religião sobre a outra.
( ) Qualidade ou estado do que é outro ou do que é diferente.
( ) Estado de abertura e respeito ante o outro, com as suas diferenças, em vista da convivência pacífica.
A ordem CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Para alcançar os objetivos propostos ao Ensino Religioso, os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso (PCNER) estabelecem cinco eixos organizadores para os blocos de conteúdo, que orientam os conteúdos programáticos de cada ciclo ou série do ensino fundamental: 1) culturas e tradições religiosas (filosofia da tradição religiosa, história e tradição religiosa, sociologia e tradição religiosa e psicologia e tradição religiosa); 2) escrituras sagradas e/ou tradições orais (revelação, história das narrativas sagradas, contexto cultural e exegese); 3) teologias (divindades; verdades de fé e vida além da morte); 4) ritos (rituais, símbolos e espiritualidades) e 5) ethos (alteridade, valores e limites).
Observa-se assim que o objeto de estudo do Ensino Religioso é
Na Organização da Educação Nacional a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios atuam em regime de colaboração, coordenados e articulados pela União.
A alternativa que traz atribuições da União, dos Estados e dos Municípios, nesta sequência é:
Trecho para as questões 09 e 10.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, "parente é serpente"?
Considerando o aspecto que diz respeito às relações sintáticas, assinale a opção que apresenta uma afirmação INCORRETA em relação ao termo em destaque.
Leia o texto para responder às questões que seguem.
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, "parente é serpente"?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
Questão 05. A palavra que, textualmente, é utilizada como um recurso que sinaliza o encaminhamento de argumentações que se opõem quanto ao assunto tratado encontra-se destacada no trecho da opção:
a) A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação.
b) Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado ...
c) Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar,
d) É por isso que, onde há amor, há ódio, também.
e) Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar?
A palavra marcada na opção correta da questão anterior, classifica-se, do ponto de vista gramatical, como uma