Questões de Concurso
Para auxiliar de ensino - alfabetização de jovens e adultos
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Em conformidade com a Lei nº 12.288/2010 - Estatuto da Igualdade Racial, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Nas datas comemorativas de caráter cívico, os órgãos responsáveis pela educação incentivarão a participação de intelectuais e representantes do movimento negro para debater com os estudantes suas vivências relativas ao tema em comemoração.
(_) Os órgãos federais, distritais e estaduais de fomento à pesquisa e à pós-graduação poderão criar incentivos a pesquisas e a programas de estudo voltados para temas referentes às relações étnicas, às questões pertinentes à população negra, exceto aos quilombos.
De acordo com a Lei nº 8.069/1990 - ECA, analisar os itens abaixo:
I. Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei, qualquer atentado, apenas por ação, e não por omissão, aos seus direitos fundamentais.
II. É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
I. O adicional de periculosidade e penosidade, serão, respectivamente, de cinquenta por cento.
II. Os adicionais de penosidade, insalubridade e periculosidade não são acumuláveis, cabendo ao servidor optar por um deles, quando for o caso.
III. O direito ao adicional de penosidade, insalubridade ou periculosidade, cessa com a alienação das condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão.
Está(ão) CORRETO(S):
O servidor tem direito a repouso remunerado, num dia de cada semana, preferencialmente aos sábados, bem como nos dias de feriados civis e religiosos (1ª parte). Perderá a remuneração do repouso o servidor que tiver faltado, sem motivo justificado, ao serviço durante a semana, mesmo que em apenas um turno (2ª parte).
A sentença está:
Em conformidade com a Lei Orgânica Municipal, compete privativamente ao prefeito, EXCETO:
Em conformidade com a Lei Orgânica Municipal, é vedado ao Município:
I. Contrair empréstimo externo sem prévia autorização do Senado Federal.
II. Permitir ou fazer uso de estabelecimento gráfico, jornal, estação de rádio, televisão, serviço de alto-falante ou qualquer outro meio de comunicação de sua propriedade para propaganda político-partidária ou fins estranhos à administração.
III. Instituir ou diminuir tributos.
Está(ão) CORRETO(S):
A respeito dos temas Administração Pública e Servidores Públicos, elencados na Constituição Federal, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.
( ) Como condição para a aquisição da estabilidade, é facultativa a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade.
( ) O prazo de validade do concurso público será de até três anos, prorrogável uma vez, por igual período.
Sobre as funcionalidades e serviços do Windows 10, analisar os itens abaixo:
I. Permite adicionar um evento ou lembrete ao calendário diretamente da barra de tarefas.
II. Permite usar a área de transferência baseada na nuvem para copiar e colar imagens e texto de um computador para outro.
III. Permite sincronizar automaticamente (backup automático) pastas especificadas com o OneDrive.
Está(ão) CORRETO(S):
A planilha abaixo está sendo editada no Microsoft Excel 2010 em sua configuração padrão.

A alternativa que possui a fórmula cujo valor resultante será 8 é:
I. A criptografia é um programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos.
II. Por meio do uso da criptografia, pode-se proteger dados sigilosos armazenados em um computador, como um arquivo de senhas, por exemplo.
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
( ) “Criança” é substantivo comum.
( ) “Padeiro” é substantivo primitivo.
( ) “Vingança” é substantivo concreto.
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)