Foram encontradas 32.789 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3626970 Pedagogia
A divulgação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana trouxe aos profissionais de história, professores e pesquisadores, novos desafios. Nesse contexto, o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na escola deve:
Alternativas
Q3626969 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.
Em uma escola municipal, a equipe docente organizou um projeto interdisciplinar sobre a mobilidade urbana do bairro onde vivem. Os alunos mapearam pontos de risco no trajeto casa-escola, coletaram relatos da comunidade, estudaram dados sobre transporte público e propuseram alternativas de melhoria para a prefeitura. A avaliação proposta pela professora Beatriz considerou tanto a qualidade das propostas quanto a capacidade dos alunos de relacionar conhecimentos de diferentes áreas do currículo ao problema investigado.
Nesse contexto, podemos afirmar que a tendência pedagógica que fundamenta a prática da professora Beatriz é:
Alternativas
Q3626968 Pedagogia
Leia o fragmento de texto abaixo.

Durante o conselho de classe, a equipe pedagógica discute a situação de Marcos, estudante de 12 anos, que apresenta dificuldades de aprendizagem e comportamento agitado. Alguns professores defendem que a escola concentre esforços apenas em garantir a aprovação, já que o desenvolvimento emocional e social seria responsabilidade da família.

Nesse contexto, e considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente, o encaminhamento CORRETO é:
Alternativas
Q3626967 Pedagogia

Observe o gráfico a seguir, que apresenta dados fictícios sobre a distribuição de matrículas na Educação Básica em 2022:


Imagem associada para resolução da questão


Com base na LDB nº 9.394/1996 e nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais (Res. CNE/CEB nº 4/2010), é CORRETO afirmar que a (o): 

Alternativas
Q3626966 Português
Assinale a alternativa em que todas as regências estão de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3626965 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está adequada à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626964 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme o Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q3626963 Português
Assinale a alternativa em que todas as concordâncias atendem à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626962 Português
Leia:
“Havia ocorrido diversos protestos em frente à universidade, os quais resultaram em sanções que visaram punir aos estudantes envolvidos” e “É necessário medidas urgentes para conter os conflitos”.
Assinale a alternativa que apresenta a correção das falhas de concordância e regência, mantendo o sentido original.
Alternativas
Q3626961 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente: 
Alternativas
Q3626960 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
No segmento “A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos […] Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas…”, o pronome demonstrativo “Isso” retoma com mais precisão:
Alternativas
Q3626959 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Estrutura da comunicação e função. Considerando elementos do processo comunicativo e marcas linguísticas do texto, identifique a alternativa mais adequada.
Alternativas
Q3626958 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Marque a alternativa que aponta, de forma clara, o núcleo da crítica e a proposta correspondente apresentada no texto. 
Alternativas
Q3626957 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese e a organização do texto.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626401 Matemática
Uma empresa fabrica latas cilíndricas, conforme modelo ilustrado abaixo, e precisa calcular a área total da planificação para plotar todos os seus lados. Se a lata tem 10 cm de altura e 4 cm de raio, qual é a área total da planificação? (considere = 3,14)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626400 Pedagogia
As novas abordagens pedagógicas têm valorizado a interdisciplinaridade como forma de tornar o ensino mais significativo e contextualizado. No caso da Matemática, sua integração com áreas das Ciências da Natureza (como Física, Química e Biologia) e das Ciências Humanas (como Geografia e Economia) permite aos alunos compreenderem o uso prático dos conceitos matemáticos em diversos contextos reais.
Considerando essa perspectiva, qual das alternativas apresenta um exemplo adequado da interdisciplinaridade entre a Matemática e as Ciências da Natureza ou Humanas no ambiente escolar?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626399 Estatística
Heitor, gerente de uma loja de eletrônicos, analisou as vendas diárias ao longo de cinco dias úteis e obteve os seguintes resultados: R$10.000,00, R$12.000,00, R$8.000,00, R$10.000,00 e R$10.000,00. Para entender a variabilidade nas vendas, Heitor utilizou o cálculo de desvio padrão. De quanto é o desvio padrão aproximado das vendas diárias da loja?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626398 Matemática
Júlio está no ensino médio, mas se interessa muito por infectologia, então decidiu observar o crescimento de uma colônia de bactérias, que dobra de tamanho a cada hora. Se inicialmente havia 250 bactérias, quantas haverá após 5 horas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626397 Pedagogia
A modelagem matemática tem se consolidado como uma estratégia didática que aproxima o ensino da Matemática das situações concretas do cotidiano e de outras áreas do conhecimento. Seu uso pedagógico pode despertar o interesse dos alunos, contribuir para a formação crítica e ampliar o entendimento sobre fenômenos naturais e sociais.

Com base nessa abordagem, analise as afirmativas e responda a pergunta a seguir:

I.A modelagem matemática contribui para que o aluno compreenda como a Matemática pode ser aplicada em diversas situações da vida real, promovendo um aprendizado mais significativo.
II.Ao utilizar a modelagem matemática, o professor deve garantir que os alunos apliquem corretamente os algoritmos padronizados, ainda que isso limite a interpretação pessoal dos fenômenos.
III.A modelagem matemática, quando trabalhada de forma interdisciplinar, favorece o desenvolvimento de uma visão integrada do conhecimento, ultrapassando os limites tradicionais dos componentes curriculares.
IV.O uso da modelagem em sala de aula deve ser evitado com alunos que apresentam dificuldades em conteúdos básicos, pois a abordagem exige domínio prévio de fórmulas e técnicas avançadas.
V.A modelagem matemática pode estimular o pensamento investigativo e reflexivo, tornando o estudante protagonista na construção de soluções para problemas contextualizados.

Quais afirmativas estão corretas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626396 Matemática
O supervisor de um estacionamento, onde apenas carros e motocicletas são permitidos, contabilizou 50 veículos estacionados em um determinado dia. Sabendo que, somando todas as rodas, o número total é 160. Quantos carros havia no estacionamento naquele dia?
Alternativas
Respostas
5241: C
5242: D
5243: C
5244: B
5245: A
5246: A
5247: D
5248: B
5249: C
5250: D
5251: B
5252: C
5253: B
5254: D
5255: D
5256: D
5257: C
5258: B
5259: B
5260: A