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Q3635197 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Analise as orações abaixo:



1. Se queremos ser respeitados, devemos respeitar.


2. “(...) utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais (...)”.


3. “Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os diferentes”.


4. A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador.



Acerca das orações acima, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3635196 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Considere o seguinte período: 



Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. 



Acerca do período acima, analise as assertivas abaixo:



I. O vocábulo em destaque estabelece uma relação adversativa e pode ser substituída, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por: por conseguinte.


II. A forma verbal “utilizamos” indica a indeterminação do sujeito. Desse modo, o sujeito da oração é indeterminado.


III. a forma verbal “utilizamos” expressa uma ação passada que já foi concluída e, portanto, está no pretérito imperfeito do indicativo.



Assinale: 

Alternativas
Q3635195 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Considere as afirmações abaixo:



I. Em “ (...) “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem (...)” o termo em destaque exerce função anafórica.


II. Em “para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os diferentes” o termo em destaque classifica-se como pronome relativo.


III. Em “utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais (...)” o termo em destaque é conjunção integrante.



Assinale: 

Alternativas
Q3635194 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 
Assinale a alternativa que apresenta apenas vocábulos proparoxítonos. 
Alternativas
Q3635193 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 
O vocábulo “escamotear” (linha 24) pode ser substituído, sem prejuízo de coerência e correção gramatical do texto, por:
Alternativas
Q3635192 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Sobre o texto, considere as afirmações abaixo:



I. A denominação “os preconceitos nossos de cada dia” foi dada pelo historiador Jaime Pinsky para se referir a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos”.


II. Entende-se do texto que as formas condescendentes, para se referir às diferenças do outro, também se configuram ofensas, expressando os preconceitos nossos de cada dia.


III. Depreende-se do texto que o glossário, intitulado de politicamente correto, intenta suscitar debates e reflexões acerca da necessidade de respeitar a existência e interação de diferentes culturas.



Assinale: 

Alternativas
Q3612668 História e Geografia de Estados e Municípios
A formação do estado de Santa Catarina é um reflexo da complexidade da história do Brasil, e se deu com a contribuição de diversos povos. Qual, entre os aspectos históricos citados abaixo, contribuiu de forma significativa para a formação cultural e étnica do estado de Santa Catarina?
Alternativas
Q3612664 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais


Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.

A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos. 


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado.
Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais.

Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3612663 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais


Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.

A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos. 


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado.
Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade.

O sujeito da oração é: 
Alternativas
Q3612660 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais


Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.

A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos. 


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado.
Embora tenham usos farmacológicos legítimos, o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.

Assinale a opção cujo vocábulo representa sua classe gramatical.
Alternativas
Q3612657 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais


Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.

A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos. 


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado.
Os pró-fármacos são 'substâncias' que só conseguem causar efeito após serem 'decompostas' por enzimas do sistema digestivo.

Os vocábulos destacados exemplificam um caso de:
Alternativas
Q3612655 Secretariado
Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira, que correspondem a tipos de documentos.

Primeira coluna:
1.Edital.
2.Ofício.
3.Ata.

Segunda coluna:
(__)É como são feitas as comunicações administrativas entre autoridades ou entre autoridades e particulares, tendo como foco assuntos oficiais.
(__)Um relato fiel de fatos que ocorreram e decisões que foram feitas durante reuniões e assembleias,
(__)É um ato escrito oficial que inclui aviso, determinação ou citação. É publicado por uma autoridade competente, e divulgado na imprensa oficial e em outros órgãos, de modo a ser facilmente acessado por todos.
Fonte disponível em: < Documentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Sou Secretária (sousecretaria.com.br)>

Marque a alternativa, que cita a CORRETA associação entre as colunas:
Alternativas
Q3612654 Relações Públicas
Uma das coisas mais importantes e buscadas dentro das organizações empresariais é uma comunicação eficaz. Analise a seguir os principais motivos que tornam a comunicação eficaz tão relevante para as empresas:

I.Melhoria nos processos.
II.Aumento de conflitos.
III.Melhora do clima organizacional.
Fonte disponível em: < A importância da comunicação eficaz nas organizações - Portal (ibccoaching.com.br)>

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3612653 Arquivologia
Conforme suas características, forma e conteúdo, os documentos podem ser classificados segundo gênero e a natureza do assunto. De acordo com este contexto assinale a opção abaixo que corresponde a natureza do assunto.
Fonte: Paes, Marilena Leite − Arquivo Teoria e Prática − 3. Ed. − Rio de Janeiro − Editora: FGV − 2004.
Alternativas
Q3612652 Administração Pública
Avalie e faça a associação da segunda coluna, com a primeira, de acordo com os princípios da administração pública.

Primeira Coluna:
I.Legalidade
II.Impessoalidade
III.Moralidade

Segunda Coluna:
(__)Todas as ações da administração pública devem estar em conformidade com a legislação vigente.
(__)A atuação dos agentes públicos deve pautar-se por princípios éticos e morais.
(__)Os atos e decisões devem ser imparciais, sem discriminação ou preferências pessoais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q3612651 Arquivologia
Considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e ___________, visando a sua eliminação ou recolhimento para ____________. 

Marque a alternativa que corretamente completa as lacunas no excerto:
Alternativas
Q3612650 Ética na Administração Pública
Devem ser consideradas algumas regras básicas de comportamento profissional para o trato diário com o público interno, externo e os colegas de trabalho, avalie as asserções:

I.A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. ASSIM,
II.Os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.
Fonte: Lei nº1.171/1994.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3612649 Administração Geral
Observe a imagem a seguir e analise as afirmativas:

Q14.png (260×201)

Fonte: Chiavenato, Idalberto, Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações 7. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

I.O desenvolvimento de um ciclo permite definir quais as correções que deverão ser introduzidas no ciclo seguinte, e assim por diante.
II.Quando consideradas em um todo integrado, as funções administrativas formam o processo administrativo. Quando consideradas isoladamente, o planejamento, a direção, a organização e o controle constituem funções administrativas.
III.A organização é a função administrativa que determina antecipadamente quais são os objetivos a serem atingidos e como se deve fazer para alcançá-los.

Das assertivas dispostas, está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3612648 Administração Geral
Assinale a opção que preenche adequadamente a lacuna (X), do texto abaixo:

O principal objetivo da (X) é criar uma organização mais eficiente, com processos otimizados, que contribuam para a realização dos objetivos da organização. Busca estabelecer uma infraestrutura compatível com os propósitos da empresa, adotando algumas práticas, assim as organizações podem melhorar a qualidade do trabalho, reduzir os desperdícios, aumentar a produtividade e, em última análise, alcançar um melhor desempenho global. Ou seja, como consequência definir os métodos e processos de trabalho indispensáveis a efetividade gerencial.
Alternativas
Q3612647 Direito Administrativo
Administração direta e indireta são dois conceitos do Direito Administrativo que se referem à forma como são realizadas as atividades no âmbito da Administração Pública. Avalie as opções abaixo e assinale a que corresponde a Administração Pública Direta:
Fonte disponível em: < Administração direta e indireta: conheça as diferenças - Toda Política (todapolitica.com)> 
Alternativas
Respostas
13361: D
13362: E
13363: A
13364: C
13365: E
13366: D
13367: A
13368: D
13369: D
13370: A
13371: B
13372: C
13373: C
13374: C
13375: B
13376: A
13377: D
13378: C
13379: A
13380: C