Questões de Concurso Para assistente administrativo

Foram encontradas 41.312 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4036167 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio.
A alternativa que contém um termo formado por adjetivo e substantivo é, respectivame
Alternativas
Q4036166 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, "afundam" dezenas de centímetros por ano.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q4036165 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
 A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. 
Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4036164 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  

Outros locais iranianos, "como Pasárgada, Yazd e Isfahan", também estão em risco.

Sintaticamente, a expressão destacada na frase trata-se de:

Alternativas
Q4036162 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  

Cortes abruptos no consumo "afetariam" gravemente a agricultura.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:

Alternativas
Q3971714 Administração de Recursos Materiais
No trabalho do Assistente Administrativo, o procedimento pelo qual o material de consumo ou permanente é excluído de sistema de estoque, de cadastro patrimonial e de registros contábeis, é o que se denomina de: 
Alternativas
Q3971713 Legislação Federal

Com base na Lei de Acesso à Informação, analise a seguinte afirmação:


O Estado deve garantir o direito de acesso à informação de forma transparente e clara, utilizando linguagem de fácil compreensão.


Essa afirmação está:

Alternativas
Q3971712 Administração de Recursos Materiais
O inventário de bens é um processo fundamental na gestão patrimonial das organizações. Sabendo disso, em que consiste o inventário de bens?
Alternativas
Q3971711 Noções de Informática
Ao utilizar o Google Chrome, um Assistente Administrativo precisa salvar um site importante para consulta futura. Qual a opção mais adequada para realizar essa tarefa? 
Alternativas
Q3971710 Administração de Recursos Materiais
Uma das funções do Assistente Administrativo é manter o controle do estoque. Nesse sentido, ele observa os seguintes dados sobre o estoque de canetas:
• Estoque inicial: 500 unidades. • Entradas: 250 unidades. • Saídas: 400 unidades. • Valor unitário: R$ 2.50.

Com esses dados, qual o estoque final de canetas e о valor total do estoque de canetas no final do período?
Alternativas
Q3971709 Secretariado
Considerando as atribuições de um Assistente Administrativo ao redigir a ata de uma reunião, qual das alternativas a seguir apresenta a forma CORRETA de relatar as decisões tomadas? 
Alternativas
Q3971708 Atendimento ao Público
Analise as seguintes afirmativas a respeito do atendimento ao público pelo Assistente Administrativo quanto ao andamento de expedientes:

I O Assistente Administrativo deve adotar postura ética e profissional, tratando todos os cidadãos com respeito, independente da natureza do expediente solicitado.

II. Quando o processo solicitado estiver em tramitação, o Assistente Administrativo deve informar o status atual do expediente e, sempre que possível, orientar sobre os próximos passos do procedimento.



Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3971707 Secretariado
De acordo com as normas estabelecidas no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, qual das alternativas a seguir descreve corretamente um aspecto da formatação de documentos no padrão ofício?
Alternativas
Q3971706 Administração Geral
Uma das maiores contribuições de Joseph Juran foi o desenvolvimento da Trilogia da Qualidade, que auxilia na gestão e melhoria dos processos. A Trilogia é composta por três componentes essenciais, EXCЕТО:
Alternativas
Q3971705 Matemática
O Assistente Administrativo está verificando um empenho no valor de R$ 25.000,00 para uma despesa específica. Após revisão, foi identificado que o valor do empenho deveria ser reduzido em 12% devido a ajustes no orçamento. Qual será o valor final do empenho após essa redução? 
Alternativas
Q3971704 Administração Geral
O controle é considerado a última função no processo administrativo. Sua finalidade é assegurar, verificar e resguardar o alcance dos resultados. Para garantir a eficácia do processo de controle, quantos dos seguintes passos são importantes? I. Observação do desempenho; II. Estabelecer padrões ou critérios; III. Eliminação de feedback; IV. Definir metas inatingíveis.
Alternativas
Q3971703 Gerência de Projetos
Um Assistente Administrativo está envolvido no gerenciamento de riscos de um projeto e, nesse contexto, ele precisa adotar uma estratégia de transferência de riscos. Qual das seguintes ações caracteriza CORRETAMENTE a transferência de riscos?
Alternativas
Q3971702 Administração Geral
Com base nos conceitos de planejamento organizacional, analise as afirmativas a seguir:


I. O planejamento operacional é voltado para o cotidiano da organização, com decisões simples e de curto prazo, com pouco impacto estratégico.

II. O planejamento estratégico envolve decisões de longo prazo e efeitos duradouros, sendo difícil de alterar e com abrangência institucional.

III. O planejamento tático, localizado entre os níveis estratégico e operacional, trata de questões imediatas e de baixo impacto.


Está (ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3971701 Matemática
Durante a conferência de uma despesa, o Assistente Administrativo observa que a previsão inicial de gastos com material de escritório era de R$ 8.600,00. No entanto, devido a um aumento nos preços, foi necessário aumentar o valor em 15%. Qual o valor total da despesa após o reajuste?
Alternativas
Q3971700 Matemática
Um Assistente Administrativo está verificando a folha de pagamento de funcionários, e ele precisa calcular a base de cálculo para o desconto do INSS. O salário bruto de um funcionário é R$ 4.500.00. Sabendo que a alíquota do INSS é de 9%, qual é o valor que deve ser descontado do salário do funcionário?
Alternativas
Respostas
2541: C
2542: A
2543: A
2544: D
2545: B
2546: A
2547: C
2548: C
2549: A
2550: A
2551: B
2552: C
2553: D
2554: A
2555: B
2556: B
2557: C
2558: B
2559: A
2560: A