Questões de Concurso
Para engenheiro civil
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Redução de tarifas do acordo Mercosul-UE favorece café solúvel brasileiro
O café solúvel brasileiro deve ficar mais competitivo no mercado externo com a aplicação provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor nesta sexta-feira (01). A medida prevê, inicialmente, a redução de 1,8% na tarifa para embarques realizados a partir deste mês.
O diretor executivo Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel), Aguinaldo Lima, destacou que produto está entre os itens contemplados no acordo, mas deve seguir um cronograma específico de desgravação tarifária. "A alíquota está em 9% e começará a ser gradualmente eliminada ao longo de quatro anos, com previsão de zerar completamente a partir do quinto ano", informou.
Apesar do acordo em regime provisório, a entidade vê com otimismo a aplicação do acordo e avalia que o café solúvel brasileiro tende a ganhar competitividade no mercado internacional. A expectativa é de que a redução gradual das tarifas impulsione o volume exportado para a Europa e contribua para a manutenção da participação brasileira diante do avanço de concorrentes, como é o caso do Vietnã.
A associação ressalta que o Vietnã ampliou suas exportações para o bloco europeu após a entrada em vigor do acordo comercial que zerou as tarifas do produto em 2023, elevando a pressão competitiva sobre o Brasil. Ainda assim, Lima afirma que o café solúvel brasileiro tem condições para manter a liderança no mercado europeu.
Com relação as exportações, o bloco é o segundo principal destino do café solúvel brasileiro com cerca de 16 mil toneladas embarcadas por ano, o equivalente a aproximadamente 20% das exportações. Os Estados Unidos seguem na liderança com participação de 22%.
Para se ter uma ideia, há 15 ou 16 anos o Brasil vendia cerca de 30% a mais para a União Europeia do que comercializa hoje. A União Europeia é o nosso segundo maior cliente, enquanto os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar. Considerando países individualmente, Rússia e Argentina alternam a segunda posição, mas, de forma consolidada, a União Europeia aparece em segundo lugar, muito próxima dos Estados Unidos”, afirmou Lima.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/reducao-de-tarifas-do-acordo-mercosul-ue-favorececafe-soluvel-brasileiro/
Redução de tarifas do acordo Mercosul-UE favorece café solúvel brasileiro
O café solúvel brasileiro deve ficar mais competitivo no mercado externo com a aplicação provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor nesta sexta-feira (01). A medida prevê, inicialmente, a redução de 1,8% na tarifa para embarques realizados a partir deste mês.
O diretor executivo Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel), Aguinaldo Lima, destacou que produto está entre os itens contemplados no acordo, mas deve seguir um cronograma específico de desgravação tarifária. "A alíquota está em 9% e começará a ser gradualmente eliminada ao longo de quatro anos, com previsão de zerar completamente a partir do quinto ano", informou.
Apesar do acordo em regime provisório, a entidade vê com otimismo a aplicação do acordo e avalia que o café solúvel brasileiro tende a ganhar competitividade no mercado internacional. A expectativa é de que a redução gradual das tarifas impulsione o volume exportado para a Europa e contribua para a manutenção da participação brasileira diante do avanço de concorrentes, como é o caso do Vietnã.
A associação ressalta que o Vietnã ampliou suas exportações para o bloco europeu após a entrada em vigor do acordo comercial que zerou as tarifas do produto em 2023, elevando a pressão competitiva sobre o Brasil. Ainda assim, Lima afirma que o café solúvel brasileiro tem condições para manter a liderança no mercado europeu.
Com relação as exportações, o bloco é o segundo principal destino do café solúvel brasileiro com cerca de 16 mil toneladas embarcadas por ano, o equivalente a aproximadamente 20% das exportações. Os Estados Unidos seguem na liderança com participação de 22%.
Para se ter uma ideia, há 15 ou 16 anos o Brasil vendia cerca de 30% a mais para a União Europeia do que comercializa hoje. A União Europeia é o nosso segundo maior cliente, enquanto os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar. Considerando países individualmente, Rússia e Argentina alternam a segunda posição, mas, de forma consolidada, a União Europeia aparece em segundo lugar, muito próxima dos Estados Unidos”, afirmou Lima.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/reducao-de-tarifas-do-acordo-mercosul-ue-favorececafe-soluvel-brasileiro/
Redução de tarifas do acordo Mercosul-UE favorece café solúvel brasileiro
O café solúvel brasileiro deve ficar mais competitivo no mercado externo com a aplicação provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor nesta sexta-feira (01). A medida prevê, inicialmente, a redução de 1,8% na tarifa para embarques realizados a partir deste mês.
O diretor executivo Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel), Aguinaldo Lima, destacou que produto está entre os itens contemplados no acordo, mas deve seguir um cronograma específico de desgravação tarifária. "A alíquota está em 9% e começará a ser gradualmente eliminada ao longo de quatro anos, com previsão de zerar completamente a partir do quinto ano", informou.
Apesar do acordo em regime provisório, a entidade vê com otimismo a aplicação do acordo e avalia que o café solúvel brasileiro tende a ganhar competitividade no mercado internacional. A expectativa é de que a redução gradual das tarifas impulsione o volume exportado para a Europa e contribua para a manutenção da participação brasileira diante do avanço de concorrentes, como é o caso do Vietnã.
A associação ressalta que o Vietnã ampliou suas exportações para o bloco europeu após a entrada em vigor do acordo comercial que zerou as tarifas do produto em 2023, elevando a pressão competitiva sobre o Brasil. Ainda assim, Lima afirma que o café solúvel brasileiro tem condições para manter a liderança no mercado europeu.
Com relação as exportações, o bloco é o segundo principal destino do café solúvel brasileiro com cerca de 16 mil toneladas embarcadas por ano, o equivalente a aproximadamente 20% das exportações. Os Estados Unidos seguem na liderança com participação de 22%.
Para se ter uma ideia, há 15 ou 16 anos o Brasil vendia cerca de 30% a mais para a União Europeia do que comercializa hoje. A União Europeia é o nosso segundo maior cliente, enquanto os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar. Considerando países individualmente, Rússia e Argentina alternam a segunda posição, mas, de forma consolidada, a União Europeia aparece em segundo lugar, muito próxima dos Estados Unidos”, afirmou Lima.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/reducao-de-tarifas-do-acordo-mercosul-ue-favorececafe-soluvel-brasileiro/
Redução de tarifas do acordo Mercosul-UE favorece café solúvel brasileiro
O café solúvel brasileiro deve ficar mais competitivo no mercado externo com a aplicação provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor nesta sexta-feira (01). A medida prevê, inicialmente, a redução de 1,8% na tarifa para embarques realizados a partir deste mês.
O diretor executivo Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel), Aguinaldo Lima, destacou que produto está entre os itens contemplados no acordo, mas deve seguir um cronograma específico de desgravação tarifária. "A alíquota está em 9% e começará a ser gradualmente eliminada ao longo de quatro anos, com previsão de zerar completamente a partir do quinto ano", informou.
Apesar do acordo em regime provisório, a entidade vê com otimismo a aplicação do acordo e avalia que o café solúvel brasileiro tende a ganhar competitividade no mercado internacional. A expectativa é de que a redução gradual das tarifas impulsione o volume exportado para a Europa e contribua para a manutenção da participação brasileira diante do avanço de concorrentes, como é o caso do Vietnã.
A associação ressalta que o Vietnã ampliou suas exportações para o bloco europeu após a entrada em vigor do acordo comercial que zerou as tarifas do produto em 2023, elevando a pressão competitiva sobre o Brasil. Ainda assim, Lima afirma que o café solúvel brasileiro tem condições para manter a liderança no mercado europeu.
Com relação as exportações, o bloco é o segundo principal destino do café solúvel brasileiro com cerca de 16 mil toneladas embarcadas por ano, o equivalente a aproximadamente 20% das exportações. Os Estados Unidos seguem na liderança com participação de 22%.
Para se ter uma ideia, há 15 ou 16 anos o Brasil vendia cerca de 30% a mais para a União Europeia do que comercializa hoje. A União Europeia é o nosso segundo maior cliente, enquanto os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar. Considerando países individualmente, Rússia e Argentina alternam a segunda posição, mas, de forma consolidada, a União Europeia aparece em segundo lugar, muito próxima dos Estados Unidos”, afirmou Lima.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/reducao-de-tarifas-do-acordo-mercosul-ue-favorececafe-soluvel-brasileiro/
Dados:
Maçaranduba: Umidade = 12%; Kmod = 1,00 – coeficiente de modificação, ajusta as propriedades de resistência da madeira; fC0 = 600kgf/cm2 – resistência à compressão paralela às fibras; fT0 = 450kgf/cm2 – resistência à tração paralela às fibras;
Viga Biapoiada em Madeira de Maçaranduba: L = 8,00m – vão livre da viga, entre os apoios; q = 300kgf/m – carga distribuída, inclusive o peso próprio; b = 20,00cm – largura da seção da viga; h = 40,00cm – altura total da seção da viga;
Fórmulas: W = (b.h2)/6 – módulo de resistência da seção da viga (cm3); M = ((q.L2)/8).100 – momento fletor da seção (kgf.cm) σb = M/(Kmod . W) – tensão a que está submetida a seção (kgf/cm2);
CO2 + Ca(OH)2 → CaCO3 + H2O
Em relação ao processo de carbonatação, que deteriora as estruturas de concreto armado ao longo dos anos, tornando necessários reparos e manutenção, assinale a alternativa correta.
Dados do Problema:
Solo no estado natural: Areia muito argilosa rija: Φ = 25.o - ângulo de atrito interno; c = 0,05kgf/cm2 - coesão; γ₁ = γ₂ = 1.900kgf/m3 – peso específico do solo sobre e abaixo da fundação; b = 2,00m ou 200cm – lado da sapata quadrada; d = 0,60m – camada de solo sobre a sapata (reaterro); Nc = 20,5 – coeficiente de resistência pela coesão; Nd = 10,5 – coeficiente de resistência pela parcela de reaterro; Nb = 4,5 – coeficiente de resistência pela largura da sapata quadrada; νc = 1,40 – coeficiente de forma da fundação; νd = 1,40 – coeficiente de forma da fundação; νb = 0,70 – coeficiente de forma da fundação; P = 150.000kgf – carga incidente na sapata, incluindo o peso próprio; AS = 40.000cm2 – área de contato sapata solo;
Fórmulas:
Cálculo da tensão de ruptura estimada: σₒf = c.Nc.νc + (γ₁.d.Nd.νd)/10.000 + (γ₂.b.Nb.νb)/10.000 em (kgf/cm2); Cálculo da tensão de contato induzida sapata/solo: σP = (P/AS) (kgf/cm2)
Dados da Classificação:
- Classificação do tipo de ambiente: INDUSTRIAL; - Classe de agressividade ambiental: III; - Agressividade: Forte; - Risco de deterioração da estrutura: Grande.
Considerando os dados apresentados, marque a opção correta, em relação ao cobrimento nominal de elementos estruturais em concreto armado em contato com o solo:
Sobre essas condições, assinale a alternativa correta.
- O volume total dos resíduos a serem aterrados, volume total das valas a serem abertas e a área líquida do terreno para o aterro sanitário, considerando somente a locação das valas.
Dados:
Horizonte de projeto H = 10 anos; Taxa de crescimento populacional Tc = 0% aa (assumindo crescimento estagnado); Contribuição per capita C = 0,5kg/hab x dia; Densidade da massa de lixo aterrada D = 0,25ton/m3 ; Percentual de material de recobrimento R = 30 % População Local Pl = 32.000 habitantes
Fórmulas:
Produção diária: P = (Pl x C)/1.000 (ton/dia); Produção anual: PA = P x 365 (ton/ano); Produção total em 10 anos: P10A = 10 x PA (ton); Volume de Resíduos a serem aterrados: VR = (P10A/D) (m3); Volume Total das Valas a serem abertas: VT = 1,3 x VR (m3); Profundidade das Valas: H = 2,00m; Área líquida do aterro para acomodar as valas: AL = (VT/H) (m2); Área líquida em hectares: ALH = (AL/10.000) (ha).
Dados:
Materiais: AREIA MÉDIA – m3 - Coef.: 0,70 – R$ 80,00/m3 ; PEDRA DE MÃO – m3 - Coef.: 0,40 – R$ 110,00/m3 ; BRITA – m3 – Coef.: 0,60 – R$ 100,00/m3 ; CIMENTO PORTLAND – kg – Coef.: 200,00 – R$ 0,70;
Mão de obra: PEDREIRO – H – Coef.: 2,00 – R$ 25,00; SERVENTE – H – Coef.: 16,00 – R$ 10,00;
Equipamento: BETONEIRA ELÉTRICA 580L – H – 0,50 – R$ 24,00.