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Q2896274 Química

Ácido fluorídrico concentrado contém 45,0% ponderais de HF e tem uma densidade de 1,14 g/cm3. Calcule: molalidade (m) e molaridade (M) do HF.

Dados: Massa molecular de HF = 20 g/mol.

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Q2896272 Química

Qual é o pH da solução quando 49,00 mL de NaOH 0,100 mol/L é adicionado a 50,00 mL de HCl 0,100 mol/L?

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Q2896270 Química

Faça o balanceamento das seguintes equações determinando os coeficientes não fornecidos e assinale a sequência correta.

I. _Fe(s) + _O2(g) → _Fe2O3(s)

II. _C2H4(s) + _O2(g) → _CO2(g) + H 2O(g)

III. _Al(s) + _HCl(aq) → _AlCl3(aq) + _H2(g)

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Q2896268 Química

O butano é um alcano com quatro átomos de carbono.

Assinale a alternativa correta com a fórmula molecular do butano, seu nome e a fórmula molecular de um álcool derivado do butano.

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Q2896264 Química

Assinale a alternativa com as fórmulas mínimas para os compostos formados pelos seguintes íons:

I. Na+ e PO4 3 –;

II. Zn2+ e SO4 2 –;

III. Fe3+ e CO3 2 –.

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Q2896263 Química

Quais dos seguintes compostos pode ser classificado como iônico: N2O, Na2O, CaCl2, SF4?

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Q2896261 Química

Quantos prótons, nêutrons e elétrons existem em um átomo de 197Au?

Dados: o número atômico do ouro é 79

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Q2896260 Química

Pela teoria de ácido e bases, a definição de BRÖNSTED & LOWRY correta para ácido e base é:

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Q2896259 Química

Qual o pH e o pOH para uma solução preparada misturando 800 mL de água e 200 mL de NaOH 0,05 mol/L?

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Q2896258 Química

Qual a concentração das espécies H+ e OH, bem como os valores de pH e pOH de uma solução 0,01 mol/L de HCl?

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Q2896251 Química

Qual o volume necessário da solução contendo 500 mg/L de boro (solução estoque) para preparar 100 mL de solução contendo 10 mg/L de B?

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Q2896246 Química

Calcule o volume ocupado, a 20 °C, por 500 g de uma solução de ácido sulfúrico de densidade 1,84 g/cm3.

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Q2896244 Química
A partir dos valores de entalpias de formação contidos na tabela, calcule o calor de reação a seguir, a 25 °C e 100 kPa, e indique se a reação é endotérmica ou exotérmica:
  Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: DCTA Provas: VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Física de Plasmas | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Engenharia Civil | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Qualidade | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecatrônica | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Meteorologia | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Propulsão Hipersônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Engenharia de Telecomunicações | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Ensaios não Destrutivos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Qualidade | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Proteção Radiológica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Aerodinâmica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Eletrica - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Materiais | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Gerência de Projetos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Meteorologia | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Normalização Técnica |
Q2889198 Português
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Os versos do poema reescritos assumem versão correta quanto à colocação pronominal em:

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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: DCTA Provas: VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Física de Plasmas | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Engenharia Civil | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Qualidade | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecatrônica | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Meteorologia | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Propulsão Hipersônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Engenharia de Telecomunicações | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Ensaios não Destrutivos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Qualidade | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Proteção Radiológica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Aerodinâmica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Eletrica - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Materiais | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Gerência de Projetos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Meteorologia | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Normalização Técnica |
Q2889197 Português
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As expressões Antes que/Mas e se, em destaque no trecho da canção, indicam, respectivamente, no contexto, ideia de

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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: DCTA Provas: VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Física de Plasmas | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Engenharia Civil | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Qualidade | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecatrônica | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Meteorologia | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Propulsão Hipersônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Engenharia de Telecomunicações | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Ensaios não Destrutivos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Qualidade | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Proteção Radiológica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Aerodinâmica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Eletrica - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Materiais | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Gerência de Projetos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Meteorologia | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Normalização Técnica |
Q2889195 Português
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De acordo com a canção,

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Q2889190 Português
    O humor deve visar à crítica, não à graça, ensinou Chico Anysio, o humorista popular. E disse isso quando lhe solicitaram considerar o estado atual do riso brasileiro. Nos últimos anos de vida, o escritor contribuía para o cômico apenas em sua porção de ator, impedido pela televisão brasileira de produzir textos. E o que ele dizia sobre a risada ajuda a entender a acomodação de muitos humoristas contemporâneos. Porque, quando eles humilham aqueles julgados inferiores, os pobres, os analfabetos, os negros, os nordestinos, todos os oprimidos que parece fácil espezinhar, não funcionam bem como humoristas. O humor deve ser o oposto disto, uma restauração do que é justo, para a qual desancar aqueles em condições piores do que as suas não vale. Rimos, isso sim, do superior, do arrogante, daquele que rouba nosso lugar social.
     O curioso é perceber como o Brasil de muito tempo atrás sabia disso, e o ensinava por meio de uma imprensa ocupada em ferir a brutal desigualdade entre os seres e as classes. Ao percorrer o extenso volume da História da Caricatura Brasileira (Gala Edições), compreendemos que tal humor primitivo não praticava um rosário de ofensas pessoais. Naqueles dias, humor parecia ser apenas, e necessariamente, a virulência em relação aos modos opressivos do poder.
    A amplitude dessa obra é inédita. Saem da obscuridade os nomes que sucederam ao mais aclamado dos artistas a produzir arte naquele Brasil, Angelo Agostini. Corcundas magros, corcundas gordos, corcovas com cabeça de burro, todos esses seres compostos em aspecto polimórfico, com expressivo valor gráfico, eram os responsáveis por ilustrar a subserviência a estender- -se pela Corte Imperial. Contra a escravidão, o comodismo dos bem-postos e dos covardes imperialistas, esses artistas operavam seu espírito crítico em jornais de todos os cantos do País.

(Carta Capital.13.02.2013. Adaptado)

Assinale a alternativa que reescreve corretamente, de acordo com a modalidade-padrão, a frase – O humor deve visar à crítica, não à graça e deve ser o oposto da chacota.

Alternativas
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Q2889189 Português
    O humor deve visar à crítica, não à graça, ensinou Chico Anysio, o humorista popular. E disse isso quando lhe solicitaram considerar o estado atual do riso brasileiro. Nos últimos anos de vida, o escritor contribuía para o cômico apenas em sua porção de ator, impedido pela televisão brasileira de produzir textos. E o que ele dizia sobre a risada ajuda a entender a acomodação de muitos humoristas contemporâneos. Porque, quando eles humilham aqueles julgados inferiores, os pobres, os analfabetos, os negros, os nordestinos, todos os oprimidos que parece fácil espezinhar, não funcionam bem como humoristas. O humor deve ser o oposto disto, uma restauração do que é justo, para a qual desancar aqueles em condições piores do que as suas não vale. Rimos, isso sim, do superior, do arrogante, daquele que rouba nosso lugar social.
     O curioso é perceber como o Brasil de muito tempo atrás sabia disso, e o ensinava por meio de uma imprensa ocupada em ferir a brutal desigualdade entre os seres e as classes. Ao percorrer o extenso volume da História da Caricatura Brasileira (Gala Edições), compreendemos que tal humor primitivo não praticava um rosário de ofensas pessoais. Naqueles dias, humor parecia ser apenas, e necessariamente, a virulência em relação aos modos opressivos do poder.
    A amplitude dessa obra é inédita. Saem da obscuridade os nomes que sucederam ao mais aclamado dos artistas a produzir arte naquele Brasil, Angelo Agostini. Corcundas magros, corcundas gordos, corcovas com cabeça de burro, todos esses seres compostos em aspecto polimórfico, com expressivo valor gráfico, eram os responsáveis por ilustrar a subserviência a estender- -se pela Corte Imperial. Contra a escravidão, o comodismo dos bem-postos e dos covardes imperialistas, esses artistas operavam seu espírito crítico em jornais de todos os cantos do País.

(Carta Capital.13.02.2013. Adaptado)

No trecho – E o que ele dizia sobre a risada ajuda a entender a acomodação de muitos humoristas contemporâneos. Porque, quando eles humilham aqueles julgados inferiores, que parece fácil espezinhar, não funcionam bem como humoristas. – as expressões em destaque, estão correta e respectivamente substituídas, por

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Q2889188 Português
    O humor deve visar à crítica, não à graça, ensinou Chico Anysio, o humorista popular. E disse isso quando lhe solicitaram considerar o estado atual do riso brasileiro. Nos últimos anos de vida, o escritor contribuía para o cômico apenas em sua porção de ator, impedido pela televisão brasileira de produzir textos. E o que ele dizia sobre a risada ajuda a entender a acomodação de muitos humoristas contemporâneos. Porque, quando eles humilham aqueles julgados inferiores, os pobres, os analfabetos, os negros, os nordestinos, todos os oprimidos que parece fácil espezinhar, não funcionam bem como humoristas. O humor deve ser o oposto disto, uma restauração do que é justo, para a qual desancar aqueles em condições piores do que as suas não vale. Rimos, isso sim, do superior, do arrogante, daquele que rouba nosso lugar social.
     O curioso é perceber como o Brasil de muito tempo atrás sabia disso, e o ensinava por meio de uma imprensa ocupada em ferir a brutal desigualdade entre os seres e as classes. Ao percorrer o extenso volume da História da Caricatura Brasileira (Gala Edições), compreendemos que tal humor primitivo não praticava um rosário de ofensas pessoais. Naqueles dias, humor parecia ser apenas, e necessariamente, a virulência em relação aos modos opressivos do poder.
    A amplitude dessa obra é inédita. Saem da obscuridade os nomes que sucederam ao mais aclamado dos artistas a produzir arte naquele Brasil, Angelo Agostini. Corcundas magros, corcundas gordos, corcovas com cabeça de burro, todos esses seres compostos em aspecto polimórfico, com expressivo valor gráfico, eram os responsáveis por ilustrar a subserviência a estender- -se pela Corte Imperial. Contra a escravidão, o comodismo dos bem-postos e dos covardes imperialistas, esses artistas operavam seu espírito crítico em jornais de todos os cantos do País.

(Carta Capital.13.02.2013. Adaptado)

Segundo o texto, corcundas magros e gordos, corcovas com cabeça de burro

Alternativas
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Q2889185 Português
    O humor deve visar à crítica, não à graça, ensinou Chico Anysio, o humorista popular. E disse isso quando lhe solicitaram considerar o estado atual do riso brasileiro. Nos últimos anos de vida, o escritor contribuía para o cômico apenas em sua porção de ator, impedido pela televisão brasileira de produzir textos. E o que ele dizia sobre a risada ajuda a entender a acomodação de muitos humoristas contemporâneos. Porque, quando eles humilham aqueles julgados inferiores, os pobres, os analfabetos, os negros, os nordestinos, todos os oprimidos que parece fácil espezinhar, não funcionam bem como humoristas. O humor deve ser o oposto disto, uma restauração do que é justo, para a qual desancar aqueles em condições piores do que as suas não vale. Rimos, isso sim, do superior, do arrogante, daquele que rouba nosso lugar social.
     O curioso é perceber como o Brasil de muito tempo atrás sabia disso, e o ensinava por meio de uma imprensa ocupada em ferir a brutal desigualdade entre os seres e as classes. Ao percorrer o extenso volume da História da Caricatura Brasileira (Gala Edições), compreendemos que tal humor primitivo não praticava um rosário de ofensas pessoais. Naqueles dias, humor parecia ser apenas, e necessariamente, a virulência em relação aos modos opressivos do poder.
    A amplitude dessa obra é inédita. Saem da obscuridade os nomes que sucederam ao mais aclamado dos artistas a produzir arte naquele Brasil, Angelo Agostini. Corcundas magros, corcundas gordos, corcovas com cabeça de burro, todos esses seres compostos em aspecto polimórfico, com expressivo valor gráfico, eram os responsáveis por ilustrar a subserviência a estender- -se pela Corte Imperial. Contra a escravidão, o comodismo dos bem-postos e dos covardes imperialistas, esses artistas operavam seu espírito crítico em jornais de todos os cantos do País.

(Carta Capital.13.02.2013. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que os humoristas contemporâneos

Alternativas
Respostas
21: A
22: B
23: C
24: C
25: D
26: B
27: C
28: E
29: A
30: A
31: D
32: C
33: E
34: D
35: E
36: C
37: E
38: A
39: C
40: A