Questões de Concurso
Para agente de saneamento
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Texto CG3A1
Cientistas alertam que, com a atual taxa de aquecimento de 0,2 °C por década, é altamente provável que a meta de 1,5 °C do Acordo de Paris seja violada de forma permanente dentro da década de 2030. Um relatório da Organização Meteorológica Mundial prevê que a média de cinco anos entre 2024 e 2028 possa ultrapassar esse limite, chegando-se, em um único ano, a 1,9 °C acima do período pré-industrial.
Mesmo com a previsão de uma leve redução em 2025, devido ao fenômeno La Niña, especialistas afirmam que o planeta continua em uma trajetória de aquecimento preocupante. “Uma pequena queda não muda a clara trajetória ascendente em que estamos”, explicou Paulo Ceppi, cientista climático do Imperial College London.
O consenso científico é claro: ações imediatas e drásticas para reduzir emissões de carbono são necessárias. “O mundo não precisa inventar uma solução mágica para impedir que as coisas piorem em 2025” expressou Friederike Otto, cientista climática do Imperial College London. “Sabemos exatamente o que precisamos fazer para deixar de usar combustíveis fósseis.” Sem mudanças substanciais, os impactos climáticos devem se intensificar, colocando em risco ecossistemas e milhões de vidas humanas.
A quebra de recordes em 2024 é um sinal de que os limites climáticos globais estão mais próximos do que nunca, exigindo uma resposta global coordenada e ambiciosa para evitar um futuro ainda mais quente.
Bárbara Luz. 2024: o ano mais quente da história
ultrapassa limite crítico de 1,5 °C. 10/1/2025 (com adaptações)
No primeiro parágrafo do texto CG3A1, a expressão “esse limite” (segundo período) refere-se a
Texto CG3A1
Cientistas alertam que, com a atual taxa de aquecimento de 0,2 °C por década, é altamente provável que a meta de 1,5 °C do Acordo de Paris seja violada de forma permanente dentro da década de 2030. Um relatório da Organização Meteorológica Mundial prevê que a média de cinco anos entre 2024 e 2028 possa ultrapassar esse limite, chegando-se, em um único ano, a 1,9 °C acima do período pré-industrial.
Mesmo com a previsão de uma leve redução em 2025, devido ao fenômeno La Niña, especialistas afirmam que o planeta continua em uma trajetória de aquecimento preocupante. “Uma pequena queda não muda a clara trajetória ascendente em que estamos”, explicou Paulo Ceppi, cientista climático do Imperial College London.
O consenso científico é claro: ações imediatas e drásticas para reduzir emissões de carbono são necessárias. “O mundo não precisa inventar uma solução mágica para impedir que as coisas piorem em 2025” expressou Friederike Otto, cientista climática do Imperial College London. “Sabemos exatamente o que precisamos fazer para deixar de usar combustíveis fósseis.” Sem mudanças substanciais, os impactos climáticos devem se intensificar, colocando em risco ecossistemas e milhões de vidas humanas.
A quebra de recordes em 2024 é um sinal de que os limites climáticos globais estão mais próximos do que nunca, exigindo uma resposta global coordenada e ambiciosa para evitar um futuro ainda mais quente.
Bárbara Luz. 2024: o ano mais quente da história
ultrapassa limite crítico de 1,5 °C. 10/1/2025 (com adaptações)
A respeito das relações de concordância que envolvem os termos “imediatas”, “drásticas” e “necessárias” no primeiro período do terceiro parágrafo do texto CG3A1, é correto afirmar que
Texto CG3A1
Cientistas alertam que, com a atual taxa de aquecimento de 0,2 °C por década, é altamente provável que a meta de 1,5 °C do Acordo de Paris seja violada de forma permanente dentro da década de 2030. Um relatório da Organização Meteorológica Mundial prevê que a média de cinco anos entre 2024 e 2028 possa ultrapassar esse limite, chegando-se, em um único ano, a 1,9 °C acima do período pré-industrial.
Mesmo com a previsão de uma leve redução em 2025, devido ao fenômeno La Niña, especialistas afirmam que o planeta continua em uma trajetória de aquecimento preocupante. “Uma pequena queda não muda a clara trajetória ascendente em que estamos”, explicou Paulo Ceppi, cientista climático do Imperial College London.
O consenso científico é claro: ações imediatas e drásticas para reduzir emissões de carbono são necessárias. “O mundo não precisa inventar uma solução mágica para impedir que as coisas piorem em 2025” expressou Friederike Otto, cientista climática do Imperial College London. “Sabemos exatamente o que precisamos fazer para deixar de usar combustíveis fósseis.” Sem mudanças substanciais, os impactos climáticos devem se intensificar, colocando em risco ecossistemas e milhões de vidas humanas.
A quebra de recordes em 2024 é um sinal de que os limites climáticos globais estão mais próximos do que nunca, exigindo uma resposta global coordenada e ambiciosa para evitar um futuro ainda mais quente.
Bárbara Luz. 2024: o ano mais quente da história
ultrapassa limite crítico de 1,5 °C. 10/1/2025 (com adaptações)
Considerando-se as informações do texto CG3A1 acerca do processo de aquecimento global, é correto presumir que o ano de 2025 será
Texto CG3A1
Cientistas alertam que, com a atual taxa de aquecimento de 0,2 °C por década, é altamente provável que a meta de 1,5 °C do Acordo de Paris seja violada de forma permanente dentro da década de 2030. Um relatório da Organização Meteorológica Mundial prevê que a média de cinco anos entre 2024 e 2028 possa ultrapassar esse limite, chegando-se, em um único ano, a 1,9 °C acima do período pré-industrial.
Mesmo com a previsão de uma leve redução em 2025, devido ao fenômeno La Niña, especialistas afirmam que o planeta continua em uma trajetória de aquecimento preocupante. “Uma pequena queda não muda a clara trajetória ascendente em que estamos”, explicou Paulo Ceppi, cientista climático do Imperial College London.
O consenso científico é claro: ações imediatas e drásticas para reduzir emissões de carbono são necessárias. “O mundo não precisa inventar uma solução mágica para impedir que as coisas piorem em 2025” expressou Friederike Otto, cientista climática do Imperial College London. “Sabemos exatamente o que precisamos fazer para deixar de usar combustíveis fósseis.” Sem mudanças substanciais, os impactos climáticos devem se intensificar, colocando em risco ecossistemas e milhões de vidas humanas.
A quebra de recordes em 2024 é um sinal de que os limites climáticos globais estão mais próximos do que nunca, exigindo uma resposta global coordenada e ambiciosa para evitar um futuro ainda mais quente.
Bárbara Luz. 2024: o ano mais quente da história
ultrapassa limite crítico de 1,5 °C. 10/1/2025 (com adaptações)
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas acima.
I – As árvores urbanas aumentam a poluição do ar.
II – As árvores urbanas desempenham funções importantes para os cidadãos e o meio ambiente.
III – As árvores urbanas proporcionam sombra.
I – O trabalhador não poderá interromper suas atividades quando constatar uma situação de trabalho onde, a seu ver, envolva um risco grave e iminente para a sua vida e saúde, informando imediatamente ao seu superior hierárquico.
II – Cabe ao trabalhador submeter-se aos exames médicos previstos nas normas regulamentadoras.
III – Cabe ao empregador elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos trabalhadores.