Questões de Concurso Para contador

Foram encontradas 73.280 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3030556 Português

TEXTO II


RAPIDINHO


    Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.

    Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?

    Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.

    Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. 

    Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?


(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra: expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna. 1997. P. 47. Texto adaptado.).

Considere os vocábulos abaixo e marque a alternativa cujas palavras são acentuadas pelo mesmo processo de acentuação gráfica:
Alternativas
Q3030555 Português

TEXTO II


RAPIDINHO


    Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.

    Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?

    Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.

    Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. 

    Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?


(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra: expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna. 1997. P. 47. Texto adaptado.).

Analise o fragmento: “Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial?”. A palavra “exíguo” pode ser substituída, nesse contexto, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3030554 Português

TEXTO II


RAPIDINHO


    Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.

    Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?

    Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.

    Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. 

    Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?


(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra: expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna. 1997. P. 47. Texto adaptado.).

Considere o fragmento: “...por que não haveríamos de acelerar nossas ações?” . Marque a alternativa que apresenta o tempo e o modo verbal nos quais o verbo “haveríamos” está flexionado:
Alternativas
Q3030553 Português

TEXTO II


RAPIDINHO


    Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.

    Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?

    Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.

    Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. 

    Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?


(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra: expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna. 1997. P. 47. Texto adaptado.).

O texto “Rapidinho” enquadra-se no gênero artigo e sua tipologia textual de base é:
Alternativas
Q3030552 Português

TEXTO II


RAPIDINHO


    Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.

    Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?

    Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.

    Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. 

    Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?


(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra: expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna. 1997. P. 47. Texto adaptado.).

Considere a leitura integral do texto “Rapidinho” e analise as informações a seguir sobre a temática do texto:

I – Lutamos contra o tempo e precisamos adequar nossa vida aos novos tempos. II – Devemos estar atentos ao preço que pagamos por tanta rapidez. III – Vivenciamos a rapidez com que o tempo passa e o que ele causa nessa passagem. IV – Devemos ser pontuais, competitivos, rápidos, eficientes.

Marque a alternativa que apresenta as afirmações corretas: 
Alternativas
Q3030551 Português

TEXTO I


O ATENEU III


    [...] Entrei pela geografia como em casa minha. [...] Graças à destreza do Sanches, não havia incidente estudado da superfície terrestre que se me não colasse no cérebro como se fosse minha cabeça, por dentro, o que é por fora a esfera do mundo. A seu turno a gramática abria-se como um cofre de confeitos pela Páscoa. Cetim cor de céu e açúcar. Eu escolhia a bel-prazer os adjetivos, como amêndoas adocicadas pelas circunstâncias adverbiais da mais agradável variedade; os amáveis substantivos! Voavam-me à roda, próprios e apelativos, como criaturinhas de alfenim alado; a etimologia, a sintaxe, a prosódia, a ortografia, quatro graus de doçura da mesma gustação. Quando muito, as exceções e os verbos irregulares desgostavam-me a princípio; como esses feios confeitos crespos de chocolate: levados à boca saborosíssimos.


(POMPEIA,R. O Ateneu. 16.ed. São Paulo: Ática, 1996. p.20). 

No texto em estudo, o Autor faz referência a quatro ramos da gramática normativa: etimologia, sintaxe, prosódia e ortografia. Analise as afirmações sobre o conceito de cada um deles:

I – Etimologia – é o campo de estudo da linguística que trata da origem das palavras e da explicação do significado, através da análise dos elementos que as constituem. II – Sintaxe – é a parte da gramática que trata da ordem, da relação e da função das palavras que, ao se combinarem harmonicamente, formam frase, oração e período. III – Prosódia – trata da pronúncia correta das palavras bem como da acentuação tônica, ou seja, da posição adequada da sílaba tônica das palavras. IV – Ortografia – conjunto de regras estabelecidas pela gramática normativa que ensina a grafia correta das palavras, o uso de sinais gráficos que destacam vogais tônicas, abertas ou fechadas, processos fonológicos como crase, etc.

Marque a alternativa que apresenta as afirmações corretas:
Alternativas
Q3030550 Português

TEXTO I


O ATENEU III


    [...] Entrei pela geografia como em casa minha. [...] Graças à destreza do Sanches, não havia incidente estudado da superfície terrestre que se me não colasse no cérebro como se fosse minha cabeça, por dentro, o que é por fora a esfera do mundo. A seu turno a gramática abria-se como um cofre de confeitos pela Páscoa. Cetim cor de céu e açúcar. Eu escolhia a bel-prazer os adjetivos, como amêndoas adocicadas pelas circunstâncias adverbiais da mais agradável variedade; os amáveis substantivos! Voavam-me à roda, próprios e apelativos, como criaturinhas de alfenim alado; a etimologia, a sintaxe, a prosódia, a ortografia, quatro graus de doçura da mesma gustação. Quando muito, as exceções e os verbos irregulares desgostavam-me a princípio; como esses feios confeitos crespos de chocolate: levados à boca saborosíssimos.


(POMPEIA,R. O Ateneu. 16.ed. São Paulo: Ática, 1996. p.20). 

Considere os fragmentos do texto: “Entrei pela geografia como em minha casa”; “A seu turno a gramática abria-se como um cofre [...]”; “os amáveis substantivos! Voavam-me à roda, próprios e apelativos, como criaturinhas de alfenim alado”. O conectivo “como”, em todas essas ocorrências, apresenta a seguinte classificação:
Alternativas
Q3030549 Português

TEXTO I


O ATENEU III


    [...] Entrei pela geografia como em casa minha. [...] Graças à destreza do Sanches, não havia incidente estudado da superfície terrestre que se me não colasse no cérebro como se fosse minha cabeça, por dentro, o que é por fora a esfera do mundo. A seu turno a gramática abria-se como um cofre de confeitos pela Páscoa. Cetim cor de céu e açúcar. Eu escolhia a bel-prazer os adjetivos, como amêndoas adocicadas pelas circunstâncias adverbiais da mais agradável variedade; os amáveis substantivos! Voavam-me à roda, próprios e apelativos, como criaturinhas de alfenim alado; a etimologia, a sintaxe, a prosódia, a ortografia, quatro graus de doçura da mesma gustação. Quando muito, as exceções e os verbos irregulares desgostavam-me a princípio; como esses feios confeitos crespos de chocolate: levados à boca saborosíssimos.


(POMPEIA,R. O Ateneu. 16.ed. São Paulo: Ática, 1996. p.20). 

Considere a ênfase nos elementos de comunicação e marque a alternativa que apresenta as funções de linguagem predominantes nesse texto:
Alternativas
Q3030548 Português

TEXTO I


O ATENEU III


    [...] Entrei pela geografia como em casa minha. [...] Graças à destreza do Sanches, não havia incidente estudado da superfície terrestre que se me não colasse no cérebro como se fosse minha cabeça, por dentro, o que é por fora a esfera do mundo. A seu turno a gramática abria-se como um cofre de confeitos pela Páscoa. Cetim cor de céu e açúcar. Eu escolhia a bel-prazer os adjetivos, como amêndoas adocicadas pelas circunstâncias adverbiais da mais agradável variedade; os amáveis substantivos! Voavam-me à roda, próprios e apelativos, como criaturinhas de alfenim alado; a etimologia, a sintaxe, a prosódia, a ortografia, quatro graus de doçura da mesma gustação. Quando muito, as exceções e os verbos irregulares desgostavam-me a princípio; como esses feios confeitos crespos de chocolate: levados à boca saborosíssimos.


(POMPEIA,R. O Ateneu. 16.ed. São Paulo: Ática, 1996. p.20). 

Leia o fragmento do romance “O Ateneu” e analise as afirmações a seguir:



I – O romance “O Ateneu” é um repositório de referências, em geral negativas, ao colégio que tinha esse nome. As impressões do narrador, nesse trecho, referem-se às aulas de língua pátria, especificamente as de “gramática” e, interessantemente, denotam agrado e prazer.

II – Quando se fala de gramática da língua, o primeiro tema que surge é o das unidades que a compõem e das classes que se estabelecem. Nesse fragmento, estão as três primeiras classes que costumam aparecer, quando se explicita o campo da gramática.

III – Entram primeiro os adjetivos – sempre susceptíveis a referências mais avaliativas, mais conotadas. Depois entram os advérbios – sempre a serviço dos adjetivos e lembrados pela variedade dos elementos da classe. E, afinal, entram os substantivos, sempre dirigidos pela referência a criaturas.

IV – Outros temas vêm à mente do narrador, e, muito significativamente, surge como desagradável, mas saborosa a lida com as “irregularidades” no funcionamento linguístico: os verbos irregulares e as exceções.



Sobre as afirmativas, marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3030547 Contabilidade Pública
A receita e a despesa pública são elementos centrais da administração financeira do Estado. Sobre esses conceitos, analise as assertivas a seguir:
I. A receita pública pode ser classificada em receitas correntes e receitas de capital, sendo as correntes originadas principalmente de tributos, contribuições e outras receitas de caráter permanente. II. A despesa pública classifica-se em despesa corrente e despesa de capital, sendo a despesa corrente relacionada aos gastos que não contribuem para a formação ou aquisição de um bem de capital. III. As despesas correntes incluem as despesas de pessoal, juros e encargos da dívida, bem como os investimentos realizados em infraestrutura.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3030546 Contabilidade Pública
O endividamento público é uma ferramenta utilizada pelos governos para financiar suas atividades e investimentos. Em relação à dívida pública e seu controle, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3030545 Contabilidade Pública
Durante a execução orçamentária, a administração pública realiza o planejamento e a aplicação dos recursos de acordo com o orçamento aprovado. Considerando esse processo, qual das fases abaixo NÃO faz parte da execução orçamentária?
Alternativas
Q3030544 Contabilidade Geral
O exercício financeiro e os regimes contábeis são conceitos fundamentais na contabilidade pública. Com relação a esses conceitos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3030543 Contabilidade Pública
A contabilidade pública é fundamental para o controle e a transparência da gestão dos recursos públicos. Considerando o conceito e o campo de atuação da contabilidade pública, analise as afirmativas a seguir:

I. A contabilidade pública abrange o registro e o controle de todos os atos e fatos administrativos que afetam o patrimônio público, incluindo os orçamentos, balanços e demais demonstrações contábeis do setor público. II. O campo de atuação da contabilidade pública está restrito às entidades que fazem parte da administração direta, não incluindo autarquias, fundações públicas ou empresas estatais. III. A contabilidade pública utiliza o regime de caixa para registrar as receitas e o regime de competência para registrar as despesas.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3030542 Administração Financeira e Orçamentária
Os princípios orçamentários são normas fundamentais que regem a elaboração e a execução do orçamento público. Sobre os princípios orçamentários, o princípio da ________________ estabelece que o orçamento deve ser elaborado e executado para um período correspondente ao ano civil.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
Alternativas
Q3030541 Direito Tributário
A contabilidade tributária desempenha um papel essencial na gestão financeira das empresas, especialmente na apuração e controle dos tributos a serem pagos. Dentre as espécies de tributos previstos no ordenamento jurídico brasileiro, identifique a alternativa que descreve corretamente as características de cada espécie.
Alternativas
Q3030540 Contabilidade Geral
Na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), o que representa a última linha dessa demonstração, após todas as deduções e inclusões de receitas e despesas? 
Alternativas
Q3030539 Contabilidade Geral
O Balanço Patrimonial é uma das principais demonstrações contábeis e possui estrutura específica. Quais são os grupos que compõem o lado do Passivo no Balanço Patrimonial?
Alternativas
Q3030538 Contabilidade Geral
O método das partidas dobradas é fundamental para a contabilidade, uma vez que estabelece a relação entre débito e crédito em cada registro contábil. Qual das alternativas a seguir melhor descreve esse método?
Alternativas
Q3030537 Direito Administrativo
Segundo o Art. 94 da Lei 14.133/21, a divulgação no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) é condição indispensável para a eficácia do contrato e de seus aditamentos e deverá ocorrer no seguinte prazo, contado da data de sua assinatura, no caso de licitação:
Alternativas
Respostas
18141: D
18142: C
18143: B
18144: A
18145: D
18146: C
18147: B
18148: A
18149: D
18150: A
18151: B
18152: C
18153: A
18154: A
18155: D
18156: D
18157: C
18158: C
18159: A
18160: D