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Q2732382 Português

Cachorro encurralado não salta



1 Com certeza você já ouviu gente reclamar que os estudantes de hoje são muito mimados, desfiando

2 frases como “No meu tempo, a gente podia zoar os amigos. Hoje tudo é bullying”. É assim mesmo: desde

3 a Idade da Pedra toda geração acha que seus descendentes pioraram. Consigo imaginar um neandertal

4 grunhindo: “Esses moleques de hoje não aguentam mais nada. No meu tempo, a gente não tinha fogueira

5 quentinha. Não havia essa história de bater pedrinha uma na outra – tinha que andar na floresta até achar

6 uma árvore atingida por um raio. Desse jeito, daqui a pouco nem pelo a humanidade vai ter”.

7 Todo termo que ganha popularidade perde seu significado original, e isso pode muito bem ter

8 acontecido com o bullying. Sim, não é toda zoeira que é bullying. Mas se nem toda brincadeira pode ser

9 condenada, isso não faz com que o bullying não exista. Existe, e há bastante tempo.

10 Em 1958, os britânicos resolveram acompanhar o desenvolvimento de todas as crianças nascidas

11 numa determinada semana daquele ano. Reuniram, assim, dados sobre quase 18 mil bebês, e passaram

12 a avaliá-los de tempos em tempos durante 50 anos. Descobriram que, já na década de 1960, era alta a

13 incidência de violência na escola – coisas mais graves do que uma piada ou brincadeira. Quase um terço

14 dos alunos passava por isso ocasionalmente, e 15% com frequência. É o povo da geração que diz: “Na

15 minha época, não existia esse negócio de bullying”. Imagina se existisse. Não é surpresa para ninguém

16 que, na vida adulta, as pessoas que passaram por tais problemas têm pior qualidade de vida e muito mais

17 chance de desenvolver depressão, por exemplo. O dobro de chance, para ser preciso.

18 Mais ou menos na mesma época, nos anos 1960, do outro lado do Atlântico, um pesquisador

19 chamado Martin Seligman, interessado nos mecanismos que levam à depressão, criava um experimento

20 que se tornaria clássico. Ele e seus colegas reuniram um grupo de cães e os colocaram em três tipos de

21 gaiolas diferentes. O grupo 1 ficava lá por um tempo e, depois, era retirado. A gaiola do grupo 2 tinha o

22 chão eletrificado, para dar choques inesperados. Contudo, diante dos cães havia uma alavanca que parava

23 os choques. E o desafortunado grupo 3 também estava num chão eletrificado, mas ele era pareado com a

24 gaiola do grupo 2. Ou seja, os cães deste grupo não tinham como parar os próprios choques. Eles recebiam

25 a mesma intensidade que seus parceiros do grupo 2 (pois, quando esses desligavam a eletricidade, todos

26 os choques cessavam), mas, como não sabiam dessa artimanha da alavanca, para eles tanto o início

27 quanto o fim pareciam aleatórios.

28 Uma vez condicionados dessa maneira, os cachorros foram transferidos para outra gaiola, dividida

29 em duas partes – um lado com chão eletrificado e outro não. Os dois lados eram separados por uma

30 barreira baixa; quando os cães dos grupos 1 e 2 eram colocados ali, rapidamente aprendiam a pular de

31 um lado para o outro para escapar dos choques. A maioria dos cães do grupo 3, por sua vez, nem pensava

32 em saltar. Haviam aprendido que não havia esperança, afinal. Seligman cunhou, então, o termo learned

33 helplessness, ou desamparo aprendido.

34 O que acontece no bullying (de verdade) é parecido com isso. As crianças sentem-se totalmente

35 cercadas, submetidas a situações muito hostis – que lhes parecem inevitáveis –, e com o tempo

36 desenvolvem a mesma sensação de desamparo. Para elas, é impossível fazer qualquer coisa para cessar

37 aquele sofrimento. Não é de estranhar que se tornem adultos deprimidos.

38 Se a história nos ensinou algo, é que há coisas que não aprendemos com a história. Não acho que

39 algum dia as gerações mais velhas deixarão de criticar as mais novas. Até aí, tudo bem. Mas, pelo menos

40 no que se refere ao bullying, não devemos menosprezar as queixas da garotada.


Daniel Barros – Revista Galileu, edição 319, fev. 2018.

As aspas, presentes em algumas partes do texto (linhas 2, 4 a 6 e 14 e 15), foram empregadas para

Alternativas
Q2732378 Português

Cachorro encurralado não salta



1 Com certeza você já ouviu gente reclamar que os estudantes de hoje são muito mimados, desfiando

2 frases como “No meu tempo, a gente podia zoar os amigos. Hoje tudo é bullying”. É assim mesmo: desde

3 a Idade da Pedra toda geração acha que seus descendentes pioraram. Consigo imaginar um neandertal

4 grunhindo: “Esses moleques de hoje não aguentam mais nada. No meu tempo, a gente não tinha fogueira

5 quentinha. Não havia essa história de bater pedrinha uma na outra – tinha que andar na floresta até achar

6 uma árvore atingida por um raio. Desse jeito, daqui a pouco nem pelo a humanidade vai ter”.

7 Todo termo que ganha popularidade perde seu significado original, e isso pode muito bem ter

8 acontecido com o bullying. Sim, não é toda zoeira que é bullying. Mas se nem toda brincadeira pode ser

9 condenada, isso não faz com que o bullying não exista. Existe, e há bastante tempo.

10 Em 1958, os britânicos resolveram acompanhar o desenvolvimento de todas as crianças nascidas

11 numa determinada semana daquele ano. Reuniram, assim, dados sobre quase 18 mil bebês, e passaram

12 a avaliá-los de tempos em tempos durante 50 anos. Descobriram que, já na década de 1960, era alta a

13 incidência de violência na escola – coisas mais graves do que uma piada ou brincadeira. Quase um terço

14 dos alunos passava por isso ocasionalmente, e 15% com frequência. É o povo da geração que diz: “Na

15 minha época, não existia esse negócio de bullying”. Imagina se existisse. Não é surpresa para ninguém

16 que, na vida adulta, as pessoas que passaram por tais problemas têm pior qualidade de vida e muito mais

17 chance de desenvolver depressão, por exemplo. O dobro de chance, para ser preciso.

18 Mais ou menos na mesma época, nos anos 1960, do outro lado do Atlântico, um pesquisador

19 chamado Martin Seligman, interessado nos mecanismos que levam à depressão, criava um experimento

20 que se tornaria clássico. Ele e seus colegas reuniram um grupo de cães e os colocaram em três tipos de

21 gaiolas diferentes. O grupo 1 ficava lá por um tempo e, depois, era retirado. A gaiola do grupo 2 tinha o

22 chão eletrificado, para dar choques inesperados. Contudo, diante dos cães havia uma alavanca que parava

23 os choques. E o desafortunado grupo 3 também estava num chão eletrificado, mas ele era pareado com a

24 gaiola do grupo 2. Ou seja, os cães deste grupo não tinham como parar os próprios choques. Eles recebiam

25 a mesma intensidade que seus parceiros do grupo 2 (pois, quando esses desligavam a eletricidade, todos

26 os choques cessavam), mas, como não sabiam dessa artimanha da alavanca, para eles tanto o início

27 quanto o fim pareciam aleatórios.

28 Uma vez condicionados dessa maneira, os cachorros foram transferidos para outra gaiola, dividida

29 em duas partes – um lado com chão eletrificado e outro não. Os dois lados eram separados por uma

30 barreira baixa; quando os cães dos grupos 1 e 2 eram colocados ali, rapidamente aprendiam a pular de

31 um lado para o outro para escapar dos choques. A maioria dos cães do grupo 3, por sua vez, nem pensava

32 em saltar. Haviam aprendido que não havia esperança, afinal. Seligman cunhou, então, o termo learned

33 helplessness, ou desamparo aprendido.

34 O que acontece no bullying (de verdade) é parecido com isso. As crianças sentem-se totalmente

35 cercadas, submetidas a situações muito hostis – que lhes parecem inevitáveis –, e com o tempo

36 desenvolvem a mesma sensação de desamparo. Para elas, é impossível fazer qualquer coisa para cessar

37 aquele sofrimento. Não é de estranhar que se tornem adultos deprimidos.

38 Se a história nos ensinou algo, é que há coisas que não aprendemos com a história. Não acho que

39 algum dia as gerações mais velhas deixarão de criticar as mais novas. Até aí, tudo bem. Mas, pelo menos

40 no que se refere ao bullying, não devemos menosprezar as queixas da garotada.


Daniel Barros – Revista Galileu, edição 319, fev. 2018.

Em relação à pesquisa feita pelos britânicos em 1958 pode-se afirmar que

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Q2732374 Português

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1 Com certeza você já ouviu gente reclamar que os estudantes de hoje são muito mimados, desfiando

2 frases como “No meu tempo, a gente podia zoar os amigos. Hoje tudo é bullying”. É assim mesmo: desde

3 a Idade da Pedra toda geração acha que seus descendentes pioraram. Consigo imaginar um neandertal

4 grunhindo: “Esses moleques de hoje não aguentam mais nada. No meu tempo, a gente não tinha fogueira

5 quentinha. Não havia essa história de bater pedrinha uma na outra – tinha que andar na floresta até achar

6 uma árvore atingida por um raio. Desse jeito, daqui a pouco nem pelo a humanidade vai ter”.

7 Todo termo que ganha popularidade perde seu significado original, e isso pode muito bem ter

8 acontecido com o bullying. Sim, não é toda zoeira que é bullying. Mas se nem toda brincadeira pode ser

9 condenada, isso não faz com que o bullying não exista. Existe, e há bastante tempo.

10 Em 1958, os britânicos resolveram acompanhar o desenvolvimento de todas as crianças nascidas

11 numa determinada semana daquele ano. Reuniram, assim, dados sobre quase 18 mil bebês, e passaram

12 a avaliá-los de tempos em tempos durante 50 anos. Descobriram que, já na década de 1960, era alta a

13 incidência de violência na escola – coisas mais graves do que uma piada ou brincadeira. Quase um terço

14 dos alunos passava por isso ocasionalmente, e 15% com frequência. É o povo da geração que diz: “Na

15 minha época, não existia esse negócio de bullying”. Imagina se existisse. Não é surpresa para ninguém

16 que, na vida adulta, as pessoas que passaram por tais problemas têm pior qualidade de vida e muito mais

17 chance de desenvolver depressão, por exemplo. O dobro de chance, para ser preciso.

18 Mais ou menos na mesma época, nos anos 1960, do outro lado do Atlântico, um pesquisador

19 chamado Martin Seligman, interessado nos mecanismos que levam à depressão, criava um experimento

20 que se tornaria clássico. Ele e seus colegas reuniram um grupo de cães e os colocaram em três tipos de

21 gaiolas diferentes. O grupo 1 ficava lá por um tempo e, depois, era retirado. A gaiola do grupo 2 tinha o

22 chão eletrificado, para dar choques inesperados. Contudo, diante dos cães havia uma alavanca que parava

23 os choques. E o desafortunado grupo 3 também estava num chão eletrificado, mas ele era pareado com a

24 gaiola do grupo 2. Ou seja, os cães deste grupo não tinham como parar os próprios choques. Eles recebiam

25 a mesma intensidade que seus parceiros do grupo 2 (pois, quando esses desligavam a eletricidade, todos

26 os choques cessavam), mas, como não sabiam dessa artimanha da alavanca, para eles tanto o início

27 quanto o fim pareciam aleatórios.

28 Uma vez condicionados dessa maneira, os cachorros foram transferidos para outra gaiola, dividida

29 em duas partes – um lado com chão eletrificado e outro não. Os dois lados eram separados por uma

30 barreira baixa; quando os cães dos grupos 1 e 2 eram colocados ali, rapidamente aprendiam a pular de

31 um lado para o outro para escapar dos choques. A maioria dos cães do grupo 3, por sua vez, nem pensava

32 em saltar. Haviam aprendido que não havia esperança, afinal. Seligman cunhou, então, o termo learned

33 helplessness, ou desamparo aprendido.

34 O que acontece no bullying (de verdade) é parecido com isso. As crianças sentem-se totalmente

35 cercadas, submetidas a situações muito hostis – que lhes parecem inevitáveis –, e com o tempo

36 desenvolvem a mesma sensação de desamparo. Para elas, é impossível fazer qualquer coisa para cessar

37 aquele sofrimento. Não é de estranhar que se tornem adultos deprimidos.

38 Se a história nos ensinou algo, é que há coisas que não aprendemos com a história. Não acho que

39 algum dia as gerações mais velhas deixarão de criticar as mais novas. Até aí, tudo bem. Mas, pelo menos

40 no que se refere ao bullying, não devemos menosprezar as queixas da garotada.


Daniel Barros – Revista Galileu, edição 319, fev. 2018.

A leitura do texto nos leva a concluir que o bullying é


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Q2732371 Português

Cachorro encurralado não salta



1 Com certeza você já ouviu gente reclamar que os estudantes de hoje são muito mimados, desfiando

2 frases como “No meu tempo, a gente podia zoar os amigos. Hoje tudo é bullying”. É assim mesmo: desde

3 a Idade da Pedra toda geração acha que seus descendentes pioraram. Consigo imaginar um neandertal

4 grunhindo: “Esses moleques de hoje não aguentam mais nada. No meu tempo, a gente não tinha fogueira

5 quentinha. Não havia essa história de bater pedrinha uma na outra – tinha que andar na floresta até achar

6 uma árvore atingida por um raio. Desse jeito, daqui a pouco nem pelo a humanidade vai ter”.

7 Todo termo que ganha popularidade perde seu significado original, e isso pode muito bem ter

8 acontecido com o bullying. Sim, não é toda zoeira que é bullying. Mas se nem toda brincadeira pode ser

9 condenada, isso não faz com que o bullying não exista. Existe, e há bastante tempo.

10 Em 1958, os britânicos resolveram acompanhar o desenvolvimento de todas as crianças nascidas

11 numa determinada semana daquele ano. Reuniram, assim, dados sobre quase 18 mil bebês, e passaram

12 a avaliá-los de tempos em tempos durante 50 anos. Descobriram que, já na década de 1960, era alta a

13 incidência de violência na escola – coisas mais graves do que uma piada ou brincadeira. Quase um terço

14 dos alunos passava por isso ocasionalmente, e 15% com frequência. É o povo da geração que diz: “Na

15 minha época, não existia esse negócio de bullying”. Imagina se existisse. Não é surpresa para ninguém

16 que, na vida adulta, as pessoas que passaram por tais problemas têm pior qualidade de vida e muito mais

17 chance de desenvolver depressão, por exemplo. O dobro de chance, para ser preciso.

18 Mais ou menos na mesma época, nos anos 1960, do outro lado do Atlântico, um pesquisador

19 chamado Martin Seligman, interessado nos mecanismos que levam à depressão, criava um experimento

20 que se tornaria clássico. Ele e seus colegas reuniram um grupo de cães e os colocaram em três tipos de

21 gaiolas diferentes. O grupo 1 ficava lá por um tempo e, depois, era retirado. A gaiola do grupo 2 tinha o

22 chão eletrificado, para dar choques inesperados. Contudo, diante dos cães havia uma alavanca que parava

23 os choques. E o desafortunado grupo 3 também estava num chão eletrificado, mas ele era pareado com a

24 gaiola do grupo 2. Ou seja, os cães deste grupo não tinham como parar os próprios choques. Eles recebiam

25 a mesma intensidade que seus parceiros do grupo 2 (pois, quando esses desligavam a eletricidade, todos

26 os choques cessavam), mas, como não sabiam dessa artimanha da alavanca, para eles tanto o início

27 quanto o fim pareciam aleatórios.

28 Uma vez condicionados dessa maneira, os cachorros foram transferidos para outra gaiola, dividida

29 em duas partes – um lado com chão eletrificado e outro não. Os dois lados eram separados por uma

30 barreira baixa; quando os cães dos grupos 1 e 2 eram colocados ali, rapidamente aprendiam a pular de

31 um lado para o outro para escapar dos choques. A maioria dos cães do grupo 3, por sua vez, nem pensava

32 em saltar. Haviam aprendido que não havia esperança, afinal. Seligman cunhou, então, o termo learned

33 helplessness, ou desamparo aprendido.

34 O que acontece no bullying (de verdade) é parecido com isso. As crianças sentem-se totalmente

35 cercadas, submetidas a situações muito hostis – que lhes parecem inevitáveis –, e com o tempo

36 desenvolvem a mesma sensação de desamparo. Para elas, é impossível fazer qualquer coisa para cessar

37 aquele sofrimento. Não é de estranhar que se tornem adultos deprimidos.

38 Se a história nos ensinou algo, é que há coisas que não aprendemos com a história. Não acho que

39 algum dia as gerações mais velhas deixarão de criticar as mais novas. Até aí, tudo bem. Mas, pelo menos

40 no que se refere ao bullying, não devemos menosprezar as queixas da garotada.


Daniel Barros – Revista Galileu, edição 319, fev. 2018.

O texto “Cachorro encurralado não salta” tem como tema central um assunto polêmico e de muito impacto para a sociedade atual. O assunto em questão é/são

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224870 Física
Um objeto de massa 0,50 kg é comprimido verticalmente sobre a superfície de uma mesa, com uma força de 6,0 N. Determine o valor da força de reação normal no objeto durante a aplicação dessa força. 
Obs.: Considere a aceleração da gravidade igual a 10 m/s². 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224812 Física
Duas resistências, R1 = 10 Ω e R2 = 15 Ω estão associadas em paralelo, estando seus polos ligados a uma bateria que estabelece no circuito uma diferença de potencial V = 12 V. Qual o valor da resistência equivalente da associação e a corrente que passa em R1? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224680 Física
Um aluno do curso de Licenciatura em Física, desconsiderando a resistência do ar e utilizando um dinamômetro, mede o peso de um determinado objeto, obtendo o valor de 0,5 N. Em um segundo momento, com o mesmo objeto, agora totalmente submerso na água e pendurado pelo dinamômetro, o aluno verifica que o valor do peso medido corresponde: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224660 Física
Determine a intensidade da força que deve ser aplicada para que um bola de massa igual a 500 g suba verticalmente com uma aceleração de 2,0 m/s². 
Obs.: Despreze a resistência do ar e considere a aceleração da gravidade igual a 10 m/s². 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224637 Física
A associação em série de dois capacitores com valores de 600µF e 400 µF equivale a um capacitor de: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224614 Física
Uma fonte de 12 V DC está ligada em série com dois resistores, um de 20 Ω e outro de 10 Ω. Qual o valor da corrente elétrica que circula no resistor de 10 Ω? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224527 Física
Um bloco de massa M1 encontra-se sobre uma mesa horizontal e lisa sendo puxado por um outro bloco de massa M2, que se encontra pendurado. Os blocos são ligados por um fio ideal que passa por uma polia também ideal.  Sabendo-se que as massas de M1 e de M2 são, respectivamente, iguais a 3,0 kg e 2,0 kg, calcule a aceleração com que esses blocos estão se movendo e a força de tração no fio. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1224523 Física
Um astronauta determinou o peso de uma rocha em um certo planeta, onde a aceleração da gravidade é de 20 m/s², encontrando o valor de 40 N. Qual seria, respectivamente, a massa e o peso dessa rocha na Terra? 
Obs.: Considere a aceleração da gravidade da Terra igual 10 m/s².
Alternativas
Q1371773 Física
Um professor conduziu um experimento no laboratório em que os estudantes colocavam um bloquinho de madeira sobre a superfície horizontal de uma placa de madeira (Figura a), cujo comprimento era medido com o uso de uma régua. Eles começavam a inclinar a placa de madeira e, no momento em que o bloco iniciava o movimento de descida, interrompiam o processo de inclinação, medindo a altura da extremidade da rampa formada (Figura b).
Imagem associada para resolução da questão

Com apenas estas duas medidas, os estudantes eram capazes de obter o valor aproximado
Alternativas
Q1371772 Física
Numa viagem a um país de inverno rigoroso, um turista se distrai abandonando blocos de pedra de uma certa altura e percebendo que os mesmos afundam em neve fofa. Um dos blocos, com massa de 5,0 kg, é abandonado de uma altura de 3,00 metros acima da superfície da neve e afunda 1,00 metro antes de parar.
Supondo a aceleração da gravidade local g = 10 m/s² e considerando a força de frenagem constante e que não há calor gerado na queda, é correto afirmar que a força exercida pela neve sobre o bloco vale
Alternativas
Q1371771 Física
Um estudante utilizou uma régua graduada em milímetros para obter a área da superfície de uma folha de papel. Medindo a altura e a largura da folha, ele obteve os valores 296,5 mm e 208,5 mm, respectivamente.
A forma correta de apresentar o resultado da área é
Alternativas
Q1371770 Física
Em um laboratório, um professor monta um aparato com um prisma de vidro em formato de hemisfério sobre um goniômetro. Com uma fonte de raio de luz monocromático, ele pretende produzir uma reflexão total. Ao incidir no hemisfério, o raio de luz se comporta como na figura a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

A fonte pode girar de quatro modos (I, II, III e IV) conforme a figura. A fonte pode estar na posição A ou B, isto é, o raio de luz pode vir de A para B ou de B para A. O giro da fonte não poderá alcançar o outro quadrante.
Para ocorrer a reflexão total, o raio de luz deve vir de
Alternativas
Q1371769 Física
Utilizando um barbante e um pequeno motor capaz de vibrar, um grupo de estudantes produziu no laboratório uma onda estacionária conforme o esquema a seguir. Verificaram que a frequência desta onda tinha o valor de 8,0 hz.
Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar que a onda estacionária com o maior comprimento de onda possível para este comprimento de barbante tem frequência de
Alternativas
Q1371768 Física
Numa aula de laboratório sobre algarismos significativos, precisão e acurácia, foram apresentados alguns experimentos para a obtenção do valor da aceleração da gravidade (g).
Por esses diferentes métodos, foram encontrados os valores:
I – 9,74 m/s² II – 9,982 m/s² III – 9,8 m/s² IV – 9,6540 m/s²
Para este conjunto de resultados e sabendo que a aceleração da gravidade no laboratório tinha um valor tabelado dado por (9,80665 ± 0,00005) m/s² , é correto afirmar que dentre os valores obtidos, o mais preciso e o mais acurado são, respectivamente,
Alternativas
Q1371767 Física
Em um experimento, foram utilizados uma fita métrica, um cronômetro e uma pequena esfera de chumbo. O objetivo era coletar dados que permitissem obter um valor aproximado da aceleração da gravidade (g) no laboratório. Após a coleta dos dados, a aceleração da gravidade foi obtida por meio do ajuste da reta traçada no gráfico da figura a seguir, na qual o coeficiente angular estava associado ao valor de g. Os pontos marcados no gráfico correspondem a valores obtidos a partir da coleta de dados.
Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar que a ordenada e a abscissa do gráfico correspondem respectivamente
Alternativas
Q1371766 Física
Um estilingue é usado para arremessar uma pedra de massa 200g verticalmente para cima. A aceleração da gravidade local é de 10,0 m/s² . O gráfico a seguir mostra a variação da intensidade da força do elástico do estilingue em função do tempo do disparo. A pedra é lançada a partir do repouso no instante t = 0 s e perde o contato com o elástico do estilingue no instante t = 1,0 s.
Imagem associada para resolução da questão

A velocidade da PEDRA é máxima no instante
Alternativas
Respostas
1141: B
1142: D
1143: C
1144: C
1145: B
1146: C
1147: B
1148: A
1149: A
1150: E
1151: D
1152: C
1153: A
1154: D
1155: A
1156: D
1157: C
1158: C
1159: B
1160: B