Questões de Concurso Para médico cardiologista

Questões Discursivas

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Q4092638 Redação Oficial
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas a seguir:
"A finalidade básica da redação oficial é comunicar com ____e máxima _____, impondo certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira ______ daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular."
Alternativas
Q4092637 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada apresenta natureza adjetiva, qualificando um ser mencionado na frase.
Alternativas
Q4092636 Português
Assinale a alternativa cujas formas verbais completam corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, de acordo com a norma-padrão.
-Vai dar certo se eles ______à reunião - Estarei aqui quando você se_____ -Quando _____para vocês, eu aceito o acordo. 
Alternativas
Q4092635 Português
Assinale a alternativa em que o sujeito correspondente à forma verbal destacada é indeterminado.
Alternativas
Q4092634 Português
"Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante" (Hino Nacional Brasileiro)
Sabendo-se que a ordem direta dos versos acima é "As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico", qual é a figura de linguagem que corresponde a essa inversão dos termos?
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Q4092633 Português
Não tenho medo de avião


     Acho avião uma criatura muito simpática - me parece um golfinho metálico, de óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma barbatana retardatária, lá na cauda.

    Tampouco tenho medo de voar.

    Meu medo é justamente que, em algum momento entre a decolagem e o pouso, ele não voe.

     Toda véspera de voo, vem esse sobressalto: e se...

    Sim, já trabalhei isso na análise. Era culpa. A queda seria a punição por eu estar me divertindo (mesmo que a viagem seja a trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente ou cortesia da companhia aérea).

    Meu id e meu ego entenderam perfeitamente e se puseram de acordo. О problema sempre foi o superego, que invariavelmente pedia para ir ao banheiro quando esse assunto vinha à tona - e se escafedia no meio da sessão.

     Tirando uma vez, num voo da Pluna para Madri, em que meu assento não existia (e uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente condensação de ar condicionado) desabou sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico mais encharcado do que se tivesse ido a nado. (...)

     Tirando isso -e alguns outros perrengues de menor porte - nunca tive motivos para ter medo de fazer check-in, afivelar os cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de fazer algum comentário que, caso ocorra o pior, possa ser interpretado como "Nossa, era um pressentimento!". (...)

     Se na hora em que você estiver lendo este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto como qualquer outro. Caso contrário, não faltará quem diga "Gente, parece que ele sabia!".

    Não, não sabia. A gente quase que nada sabe - mas desconfia de muita coisa, como escreveu Guimarães Rosa.



AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.
"(...) uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar"
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem, em relação à análise da locução destacada acima:
A locução pode ser substituída adequadamente por "___", e introduz uma oração de valor _____com o sentido de______
Alternativas
Q4092632 Português
Não tenho medo de avião


     Acho avião uma criatura muito simpática - me parece um golfinho metálico, de óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma barbatana retardatária, lá na cauda.

    Tampouco tenho medo de voar.

    Meu medo é justamente que, em algum momento entre a decolagem e o pouso, ele não voe.

     Toda véspera de voo, vem esse sobressalto: e se...

    Sim, já trabalhei isso na análise. Era culpa. A queda seria a punição por eu estar me divertindo (mesmo que a viagem seja a trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente ou cortesia da companhia aérea).

    Meu id e meu ego entenderam perfeitamente e se puseram de acordo. О problema sempre foi o superego, que invariavelmente pedia para ir ao banheiro quando esse assunto vinha à tona - e se escafedia no meio da sessão.

     Tirando uma vez, num voo da Pluna para Madri, em que meu assento não existia (e uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente condensação de ar condicionado) desabou sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico mais encharcado do que se tivesse ido a nado. (...)

     Tirando isso -e alguns outros perrengues de menor porte - nunca tive motivos para ter medo de fazer check-in, afivelar os cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de fazer algum comentário que, caso ocorra o pior, possa ser interpretado como "Nossa, era um pressentimento!". (...)

     Se na hora em que você estiver lendo este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto como qualquer outro. Caso contrário, não faltará quem diga "Gente, parece que ele sabia!".

    Não, não sabia. A gente quase que nada sabe - mas desconfia de muita coisa, como escreveu Guimarães Rosa.



AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.

"O problema sempre foi o superego, que (...) se escafedia no meio da sessão.

A expressão empregada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q4092631 Português
Não tenho medo de avião


     Acho avião uma criatura muito simpática - me parece um golfinho metálico, de óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma barbatana retardatária, lá na cauda.

    Tampouco tenho medo de voar.

    Meu medo é justamente que, em algum momento entre a decolagem e o pouso, ele não voe.

     Toda véspera de voo, vem esse sobressalto: e se...

    Sim, já trabalhei isso na análise. Era culpa. A queda seria a punição por eu estar me divertindo (mesmo que a viagem seja a trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente ou cortesia da companhia aérea).

    Meu id e meu ego entenderam perfeitamente e se puseram de acordo. О problema sempre foi o superego, que invariavelmente pedia para ir ao banheiro quando esse assunto vinha à tona - e se escafedia no meio da sessão.

     Tirando uma vez, num voo da Pluna para Madri, em que meu assento não existia (e uma comissária teve que ir em pé para que eu pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente condensação de ar condicionado) desabou sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico mais encharcado do que se tivesse ido a nado. (...)

     Tirando isso -e alguns outros perrengues de menor porte - nunca tive motivos para ter medo de fazer check-in, afivelar os cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de fazer algum comentário que, caso ocorra o pior, possa ser interpretado como "Nossa, era um pressentimento!". (...)

     Se na hora em que você estiver lendo este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto como qualquer outro. Caso contrário, não faltará quem diga "Gente, parece que ele sabia!".

    Não, não sabia. A gente quase que nada sabe - mas desconfia de muita coisa, como escreveu Guimarães Rosa.



AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.
O narrador do texto “Não tenho medo de avião" se caracteriza por fazer a narração em:
Alternativas
Q4038957 Medicina
Um paciente de 40 anos, com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (CMHO) sintomática (NYHA III), apresenta gradiente de via de saída do VE de 80 mmHg em repouso, apesar do uso de betabloqueador em dose máxima. Ele não é candidato a miectomia cirúrgica devido a comorbidades. De acordo com estudos recentes, como o EXPLORER-HCM, qual a nova classe de medicação que pode ser considerada para reduzir o gradiente e melhorar os sintomas em pacientes com CMHO?  
Alternativas
Q4038956 Medicina
Durante o exame físico de um paciente com suspeita de pericardite constritiva, o médico ausculta um knock pericárdico (som protodiastólico de alta frequência) e observa turgência jugular, ascite e edema de membros inferiores. A pressão arterial é 100/70 mmHg. Esses achados clínicos, juntamente com a ausência de B3 e a presença de pulso paradoxal, são altamente sugestivos de pericardite constritiva. Qual o exame complementar mais indicado para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade?  
Alternativas
Q4038955 Medicina
Um paciente de 55 anos, com cardiomiopatia dilatada de etiologia desconhecida, apresenta dispneia e fadiga. O ecocardiograma revela FEVE de 30% e dilatação biventricular. A ressonância magnética cardíaca (RMC) mostra realce tardio subepicárdico e mesocárdico. A presença de realce tardio com esse padrão na RMC sugere qual etiologia para a cardiomiopatia dilatada?
Alternativas
Q4038954 Medicina
Um paciente de 78 anos, com insuficiência cardíaca avançada (ICFEr 20%, NYHA IV), apresenta episódios recorrentes de hospitalização por descompensação, apesar da terapia medicamentosa otimizada. Ele não é candidato a transplante cardíaco devido à idade e a comorbidades. Qual a terapia de suporte avançada que pode ser considerada para melhorar a qualidade de vida e reduzir hospitalizações em pacientes com IC refratária, não candidatos a transplante? 
Alternativas
Q4038953 Medicina
Um paciente de 62 anos, com histórico de infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) há 10 meses, submetido a angioplastia com stent farmacológico na artéria descendente anterior, está em uso de AAS e clopidogrel. Ele necessita de cirurgia eletiva não cardíaca de médio risco. Considerando o tempo decorrido desde o IAMCSST e a necessidade de cirurgia, qual a conduta mais apropriada em relação à terapia antiplaquetária dupla (DAPT)?
Alternativas
Q4038952 Medicina
Um paciente de 70 anos, com hipertensão arterial e doença renal crônica (TFGe 35 mL/min/1.73m²), está em uso de losartana, anlodipino e furosemida. Ele apresenta potássio sérico de 5.2 mEq/L. A pressão arterial ainda está elevada (148/88 mmHg). Considerando a hipertensão resistente e a hipercalemia, qual a melhor estratégia para otimizar o controle pressórico e reduzir o risco cardiovascular, de acordo com as diretrizes? 
Alternativas
Q4038951 Medicina
Um paciente de 50 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção de 35%, classe funcional NYHA II, está em uso de terapia otimizada com sacubitril/valsartana, carvedilol e espironolactona. Ele apresenta ritmo sinusal e QRS de 110 ms. De acordo com as diretrizes atuais, qual a próxima classe de medicação que deve ser considerada para adicionar ao tratamento, visando reduzir mortalidade e hospitalizações, especialmente em pacientes com diabetes ou doença renal crônica? 
Alternativas
Q4038950 Medicina
Um paciente de 68 anos, com histórico de diabetes melito tipo 2 e dislipidemia, apresenta-se com dor torácica atípica. O ECG de repouso é normal. O teste ergométrico é inconclusivo. A angiotomografia de coronárias revela estenose de 70% na artéria descendente anterior (DA) e 50% na artéria coronária direita (CD). Considerando a apresentação atípica e a necessidade de avaliar a significância funcional das lesões, qual o próximo passo diagnóstico mais adequado para guiar a conduta terapêutica? 
Alternativas
Q4038949 Medicina
Durante o exame físico de um paciente com suspeita de insuficiência aórtica crônica grave, o médico busca por sinais periféricos característicos. Ele observa pulso de Corrigan (pulso em martelo d’água), sinal de Musset (balanço da cabeça sincrônico com o pulso) e sinal de Quincke (pulsação capilar nas unhas). A presença desses sinais periféricos, juntamente com um sopro diastólico em decrescendo em foco aórtico, indica qual grau de gravidade da insuficiência aórtica, e qual a implicação para a conduta?  
Alternativas
Q4038948 Medicina
Um paciente de 60 anos, com cardiomiopatia dilatada idiopática (FEVE 25%), classe funcional NYHA III, está em terapia otimizada para insuficiência cardíaca. Ele apresenta ritmo sinusal, QRS estreito (<120 ms) e frequências cardíacas elevadas (FC > 75 bpm) apesar do betabloqueador em dose máxima tolerada. Considerando a persistência da taquicardia sinusal e a disfunção ventricular, qual a medicação que pode ser adicionada para melhorar o prognóstico e reduzir hospitalizações, de acordo com as diretrizes atuais? 
Alternativas
Q4038947 Medicina
Um paciente de 25 anos, previamente hígido, desenvolve dispneia progressiva, tosse seca e dor torácica pleurítica após um quadro viral. O ecocardiograma revela derrame pericárdico moderado a grande, sem sinais de tamponamento. A punção pericárdica diagnóstica é realizada. Qual a etiologia mais comum de pericardite e derrame pericárdico em pacientes jovens e qual o tratamento inicial mais indicado, caso não haja sinais de tamponamento?  
Alternativas
Q4038946 Medicina
 Uma mulher de 70 anos, com estenose mitral reumática grave, apresenta dispneia progressiva e episódios de fibrilação atrial. O ecocardiograma mostra área valvar mitral de 0,9 cm², pressão sistólica da artéria pulmonar (PSAP) de 60 mmHg e átrio esquerdo dilatado. O escore de Wilkins é 8. Considerando a gravidade da estenose mitral e a presença de fibrilação atrial, qual a melhor opção terapêutica para essa paciente?
Alternativas
Respostas
161: E
162: C
163: C
164: B
165: A
166: D
167: E
168: A
169: E
170: C
171: D
172: B
173: E
174: C
175: A
176: E
177: B
178: D
179: C
180: E