Questões de Concurso Para agente educacional

Foram encontradas 2.525 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3867403 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

A Lei Orgânica do Município atribui à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito, a competência para dispor sobre matérias relevantes da administração municipal, ressalvadas as hipóteses de competência exclusiva do Poder Legislativo. De acordo com tais disposições, analise as assertivas a seguir.



I. Compete à Câmara Municipal dispor sobre tributos municipais, sua arrecadação e o dispêndio de suas rendas, bem como sobre isenção, anistia e remissão em matéria tributária.


II. Cabe à Câmara Municipal deliberar sobre a organização administrativa municipal e sobre a criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas, incluindo a fixação dos respectivos vencimentos.



Está(ão) CORRETA(S): 

Alternativas
Q3867402 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica do Município disciplina o funcionamento das sessões da Câmara Municipal, definindo seus tipos, formas de convocação e quórum para abertura e deliberação. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867401 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica do Município dispõe sobre a composição da Câmara Municipal e estabelece as condições para o exercício do mandato de vereador. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867400 Estatística
Em um setor administrativo, foram registrados os seguintes números de atendimentos realizados ao longo de 7 dias consecutivos: 10, 12, 14, 14, 14, 16 e 18. Com base nesses dados, a média aritmética simples, a moda e a mediana, respectivamente, são: 
Alternativas
Q3867399 Matemática
Em um depósito, havia 180 caixas de materiais. Durante o dia, 48 caixas foram utilizadas. Depois, chegaram 3 lotes, cada um com 24 caixas. Ao final, todas as caixas foram divididas igualmente entre 6 setores. Quantas caixas ficaram em cada setor? 
Alternativas
Q3867398 Matemática
Para realizar a limpeza de um prédio, 4 funcionários conseguem concluir o serviço em 6 horas, mantendo o mesmo ritmo de trabalho. Se 6 funcionários realizarem o mesmo serviço, nas mesmas condições, o tempo necessário para a conclusão será de: 
Alternativas
Q3867397 Matemática
Um equipamento funciona girando um braço mecânico que descreve um ângulo de 90° a cada 15 segundos. Durante o funcionamento, ele transfere 2 litros de líquido por ciclo, sendo que cada litro tem massa de 1 kg. Após 1 minuto, o número de ciclos realizados, o ângulo total descrito e a massa total de líquido transferida serão, respectivamente: 
Alternativas
Q3867396 Matemática
Um depósito tem formato retangular, com 8 m de comprimento e 5 m de largura. O piso será coberto por uma camada de concreto com 10 cm de espessura. A área do piso e o volume de concreto necessário, respectivamente, serão: 
Alternativas
Q3867395 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No segmento “nos automedicamos”, a posição do pronome “nos” caracteriza-se como: 
Alternativas
Q3867394 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Na frase “Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos”, a forma verbal “estamos” encontra se no: 
Alternativas
Q3867393 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Ao defender que “desestruturar-se é também liberdade”, a autora sugere que: 
Alternativas
Q3867392 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No texto, a autora afirma que “a vida não é uma linha reta” para sustentar a ideia de que: 
Alternativas
Q3867391 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho “A maioria de nós tem medo de se desestruturar”, o vocábulo “maioria” classifica-se, do ponto de vista gramatical, como: 
Alternativas
Q3827421 Pedagogia

Segundo o Decreto no 12.686/2025, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) é atividade pedagógica de caráter complementar à escolarização de pessoas com deficiência e transtorno do espectro autista, e suplementar à escolarização de pessoas com altas habilidades ou superdotação.


Alguns objetivos do AEE incluem:



1. Oferecer atendimento substitutivo às classes comuns por meio de serviço especializado.


2. Identificar estudantes que são o público da educação especial realizando diagnóstico.


3. Contribuir para o desenvolvimento de recursos didáticos e estratégias pedagógicas.


4. Sistematizar e articular o trabalho dos diferentes profissionais da educação envolvidos com o atendimento aos estudantes que são o público da educação especial.


5. Desenvolver e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que assegurem acesso, permanência, aprendizagem e participação dos estudantes em todas as atividades educacionais.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3827420 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015

Complete o conceito abaixo de Acessibilidade (Brasil, 2015), direito fundamental para a inclusão e a participação plena das pessoas com deficiência na sociedade, previsto na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI).


Acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com:

Alternativas
Q3827419 Pedagogia

De acordo com o Manual Cuidando da criança com alterações no desenvolvimento (UNICEF, 2017, p. 9), o uso de utensílios adequados durante as refeições de crianças com alterações do desenvolvimento é importante para facilitar a alimentação.


Nesse sentido, são exemplos de utensílios que podem ser incluídos na rotina alimentar dessas crianças:



1. Apoio para os pés, com caixas para melhorar o posicionamento.


2. Emborrachado embaixo do prato, para ele não escorregar.


3. Copo recortado para facilitar a visualização do volume adequado a ser ofertado e o fechamento dos lábios, e ajudar na coordenação da sucção com a deglutição e respiração.


4. Colar cervical com rolo de toalha ou de espuma para ajudar a segurar a cabeça durante a alimentação.


5. Adaptar a colher, caso a criança já esteja fazendo uso e tenha dificuldade para segurá-la.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3827418 Enfermagem

Lesão traumato-ortopédica provocada por golpes ou pancadas, em que não há presença de ferimentos abertos, isto é, sem rompimento da pele. Porém, os vasos sanguíneos adjacentes ao local lesionado são rompidos, ocorrendo derramamento de sangue no tecido subcutâneo ou em camadas mais profundas.


Quando vasos maiores são lesados, o sangue extravasado produz uma tumoração visível sob a pele, ocorrendo o hematoma (Apostila Noção Básica de Primeiros Socorros, UFRRJ, 2020, p.17). Trata-se de:

Alternativas
Q3827417 Noções de Primeiros Socorros

Perda súbita, temporária e repentina da consciência, devido à diminuição de sangue e oxigênio no cérebro.


Automaticamente o cérebro reage com falta de força muscular, queda do corpo e perda de consciência (Apostila Noção Básica de Primeiros Socorros, UFRRJ, 2020, p.12). Trata-se de:

Alternativas
Q3827416 Noções de Primeiros Socorros

Segundo o Manual de Primeiros Socorros (FIOCRUZ, 2003, p.17), os sinais vitais são aqueles que indicam a existência de vida. São reflexos ou indícios que permitem concluir sobre o estado geral de uma pessoa.


Os sinais sobre o funcionamento do corpo humano que devem ser compreendidos e conhecidos são:



1. Pulso


2. Respiração


3. Temperatura


4. Tônus muscular


5. Pressão arterial



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3827415 Pedagogia

Segundo o documento Base Curricular Municipal da Educação Infantil - Caderno 1 (Concórdia, 2023, p. 50), a organização do ambiente é um elemento da rotina escolar.


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) em relação à organização do ambiente no documento referenciado.



( ) O espaço físico é o lugar do desenvolvimento de múltiplas habilidades e sensações, e, a partir da sua riqueza e diversidade, desafia permanentemente aqueles que o ocupam.


( ) Refletir sobre a luz, a sombra, as cores, os materiais, os brinquedos, o olfato, o sono e a temperatura é projetar um espaço interno e externo que favoreça as relações entre as crianças, as crianças e os adultos e as crianças e a construção das estruturas de conhecimento.


( ) Os espaços devem ser especialmente criados para proporcionar experiências variadas; o mobiliário deve ser adequado às necessidades das crianças criando possibilidades de independência e autonomia, responsabilidade e uso do bem comum; fatores como: número de crianças, faixa-etária e características do grupo são pontos irrelevantes de atenção na organização do espaço.


( ) Os espaços devem promover: identidade pessoal, desenvolvimento de competência, oportunidade para movimentos corporais, estimulação dos sentidos, sensação de segurança, confiança, oportunidade para contato social e privacidade.


( ) É importante que também exista um espaço comum para as crianças maiores e menores trocarem experiências e interagirem.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Respostas
161: C
162: C
163: A
164: D
165: C
166: B
167: B
168: A
169: B
170: D
171: B
172: A
173: A
174: E
175: D
176: E
177: A
178: A
179: C
180: B