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A característica eficiência refere-se à capacidade de um software manter certo nível de desempenho quando estiver operando em determinado contexto de uso. Nesse contexto, é permitido haver a avaliação de aspectos como tolerância à falha e recuperabilidade.
A característica portabilidade avalia a operação do produto em ambientes com características diferentes. Nesse sentido, podem-se avaliar aspectos como adaptabilidade, coexistência e instalabilidade.
A usabilidade representa a facilidade de utilizar o produto. Características como atratividade, compreensibilidade, eficiência de uso, facilidade de memorização e apreensibilidade, permitem orientar uma avaliação nesse contexto.
O CMMI-Dev e o MPS.BR têm como objetivos definir e aprimorar um modelo de melhoria e avaliação de processo de software. Ambos os modelos baseiam-se em conceitos de maturidade e processos.
O framework scrum engloba conceitos como times scrum, eventos com duração fixa (time-boxes), artefatos e regras. São exemplos de eventos que têm duração fixa: a reunião de planejamento da versão para entrega, a sprint, a reunião diária, a revisão da sprint e a retrospectiva da sprint.
São características de teste na XP: desenvolvimento test-first, desenvolvimento incremental de testes a partir de cenários, envolvimento do usuário no desenvolvimento e validação de testes e o uso de ferramentas de teste automatizadas.
A extreming programming (XP) é considerada um método ágil, em que todos os requisitos são expressos por meio de cenários. O ciclo de release em XP engloba: selecionar as histórias dos usuários para implementação na versão, dividir as histórias em tarefas, planejar a versão, desenvolver/construir e testar o software, liberar o software e avaliar o sistema.
As áreas de processo medição e análise, gestão de acordo com fornecedores e planejamento do projeto pertencem ao nível de maturidade 3, gerenciado do CMMI-Dev; o nível de maturidade 2 do CMMI-Dev engloba as áreas de processo: gestão de requisitos, monitoramento e controle de projeto, garantia da qualidade de processo e produto e gestão de configuração.
São considerados facilitadores para uma reunião: direcionar a discussão, encerrar a conversação e preparar um histórico, à medida que a reunião acontece, que vai ajudar na consolidação dos resultados e na identificação das próximas etapas.
As entrevistas podem ser classificadas como abertas ou fechadas. Nas entrevistas fechadas, não há roteiro predefinido. Na prática, é possível implementar uma combinação de entrevistas abertas e fechadas, visando obter uma compreensão mais ampla das necessidades dos stakeholders com relação ao sistema.
A coleta inicial dos requisitos ocorre normalmente em reunião que participam os stakeholders, gerentes, desenvolvedores e todas as pessoas envolvidas com o projeto. As regras e agenda da reunião devem ser comunicadas para todos os participantes. Os tópicos a serem discutidos nessa coleta inicial incluem identificação do problema, necessidade e justificativa do novo produto de software.
Verificações de realismo buscam averiguar se os requisitos não estão conflitantes, enquanto verificações de consistência, considerando a tecnologia existente, visam analisar a viabilidade de implementação desses requisitos.
Na prototipação, um modelo executável do sistema é apresentado aos usuários e clientes finais, que podem verificar se o modelo atende as suas necessidades reais.
A revisão de requisitos objetiva verificar o documento de requisitos em busca de anomalias ou omissões; é um processo manual que envolve cliente e fornecedor.
Os requisitos funcionais descrevem o que o sistema deve fazer; dependem do tipo de software que está sendo desenvolvido, dos usuários e da abordagem geral utilizada pela organização para redigir os requisitos.
A frase a seguir é um exemplo de descrição de requisito funcional: A interface de usuário do sistema xxx deve ser implementada como simples HTML, sem frames ou applets Java.
Os requisitos não funcionais não estão relacionados diretamente às funções específicas fornecidas pelo sistema. Definições de desempenho, espaço e portabilidade são exemplos de requisitos não funcionais.
A segunda forma normal analisa a dependência transitiva, ou seja, se um conjunto de atributos depende de outro atributo que não pertence à chave primária.
A primeira forma normal afirma que cada ocorrência da chave primária deve corresponder a uma e somente uma informação de cada atributo, ou seja, a entidade não deve conter grupos repetitivos.
A terceira forma normal será aplicada ao caso em que alguma entidade possua chave primária concatenada e haja algum atributo que apresente dependência parcial dessa chave.