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Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das estruturas
lingüísticas e das idéias do texto acima.
.15) tem a função textual de recuperar a idéia de "heteronomia" (
.13). 
Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das estruturas
lingüísticas e das idéias do texto acima.

Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das estruturas
lingüísticas e das idéias do texto acima.
.11), que se justifica o emprego da preposição "a" nesse trecho, de tal modo que, se for empregado o substantivo correspondente a "perceber", percepção, a preposição continuará presente e será correto o emprego da crase: à percepção. 
Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das estruturas
lingüísticas e das idéias do texto acima.
7), ela não resulta de decisão interior; se não for "ética" (
6), ela não será consciente, livre e responsável. 
Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das estruturas
lingüísticas e das idéias do texto acima.

Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
18) por tenha, além de preservar a correção gramatical do texto, ressaltaria o caráter hipotético do argumento. 
Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
13) explicita a caracterização do segundo dos "dois momentos importantes" (
10-11) 
Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
.9) mostra que, imediatamente antes do termo "o social" (
.10) está subtendida a preposição de, que, se fosse explicitada, teria de ser empregada sob a forma do. 
Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
.9) está sendo empregada como crucial, perigoso. 
Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
.6) estabelece uma relação de tempo entre as idéias expressas em duas orações. 
Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
.2) significa isolar ou atomizar o indivíduo Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Reciclando ideias
Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?
Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?
Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.
O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.
(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)
Atenção: A questão refere-se ao Código de Organização Judiciária do Estado de Sergipe.
Atenção: A questão refere-se ao Código de Organização Judiciária do Estado de Sergipe.
Atenção: A questão refere-se ao Código de Organização Judiciária do Estado de Sergipe.
Atenção: A questão refere-se ao Código de Organização Judiciária do Estado de Sergipe.
- população de sessenta mil habitantes;
- trinta e cinco mil eleitores;
- repasse de arrecadação estadual, proveniente de impostos referente ao exercício anterior, no valor de 15 mil salários mínimos;
- movimento forense anual, excluindo-se os Juizados Especiais de novecentos feitos judiciais contenciosos.
Neste caso, o Município A
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Reciclando ideias
Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?
Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?
Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.
O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.
(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Uma tabela de números inteiros positivos foi construída obedecendo a determinado padrão:
Caso esse padrão fosse mantido indefinidamente, seria correto concluir que o número