Questões de Concurso Para secretária

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Q3688170 Português
TEXTO I

CAMPOS LARA E O FILHO

Orígenes Lessa


   Campos Lara notou, nos olhos ensombrados, sonhadores, do filho, que o rapaz o procurava. Tinha qualquer necessidade de desabafo. Alegrou-se. O filho chegava-se. Não quis ser indiscreto. Não perguntou. Esperou. Os dias foram passando. Joãozinho nas vezes sentava-se ao seu lado, no escritório, a palavra afogada na garganta.
    O pai via os olhos tristes do filho, contava as espinhas no seu rosto. Era amor. Com certeza era amor. Estava na idade. E esperava a confidência.
Uma tarde o rapaz se atreveu.
    - Papai, eu estava querendo falar com o senhor.
    - Fale, meu filho.
   De certo ia pedir licença para casar-se. Que loucura! Naquela idade... Mas o menino hesitava. Afinal, criou coragem. E contou que estava escrevendo umas coisas. Não sabia se prestavam, se tinha jeito. Não queria fazer papel ridículo. Estava há muito para lhe falar. Queria a sua opinião franca. Estava disposto a ver a bobagem?
    Campos Lara empalideceu.
    - Estava.
    E muito vermelho, trêmulo, o rapaz lhe estendeu uma folha. Era um poema. O pai sentiu uma turvação na vista, percebeu que o coração lhe batucava no peito. Correu os olhos pelo poema, versos livres, linguagem nova, imagens febris, uma revelação inquietante de poeta, voltado para os problemas que eram a angústia da sua geração.
    Seu filho era poeta. Um arrepio de orgulho e de emoção percorreu - lhe a pele. Afinal de contas, tinha sido aquele o seu sonho toda vida. Um filho que se perpetuasse, que valesse por si, que lhe continuasse a obra. E teve o impulso de abraçá-lo. Sentiu que seus olhos se enublavam de lágrimas. Lembrou-se, porém, da sua vida. Dos anos de luta, de sonho, de tormento e de agonia criadora. Da vida árdua, humilde, sacrificada e dolorosa que vivera. Da existência que dera à família, dominado pelo seu devotamento exclusivo à arte. Da vida que dera ao próprio filho. Era essa a vida que ele tinha diante de si. Que teriam o filho de seu filho. E que seria talvez pior, porque não era só a arte que o chamava. Outras insídias e outros desenganos o esperavam.
    - Prestam? Continuo?
    Campos Lara sorriu. E batendo um cigarro, o pensamento melancólico no vazio da vida, ficou olhando o filho sem achar resposta.

Analise as orações a seguir e indique a opção que o período é composto por subordinação:

Alternativas
Q3688169 Português
TEXTO I

CAMPOS LARA E O FILHO

Orígenes Lessa


   Campos Lara notou, nos olhos ensombrados, sonhadores, do filho, que o rapaz o procurava. Tinha qualquer necessidade de desabafo. Alegrou-se. O filho chegava-se. Não quis ser indiscreto. Não perguntou. Esperou. Os dias foram passando. Joãozinho nas vezes sentava-se ao seu lado, no escritório, a palavra afogada na garganta.
    O pai via os olhos tristes do filho, contava as espinhas no seu rosto. Era amor. Com certeza era amor. Estava na idade. E esperava a confidência.
Uma tarde o rapaz se atreveu.
    - Papai, eu estava querendo falar com o senhor.
    - Fale, meu filho.
   De certo ia pedir licença para casar-se. Que loucura! Naquela idade... Mas o menino hesitava. Afinal, criou coragem. E contou que estava escrevendo umas coisas. Não sabia se prestavam, se tinha jeito. Não queria fazer papel ridículo. Estava há muito para lhe falar. Queria a sua opinião franca. Estava disposto a ver a bobagem?
    Campos Lara empalideceu.
    - Estava.
    E muito vermelho, trêmulo, o rapaz lhe estendeu uma folha. Era um poema. O pai sentiu uma turvação na vista, percebeu que o coração lhe batucava no peito. Correu os olhos pelo poema, versos livres, linguagem nova, imagens febris, uma revelação inquietante de poeta, voltado para os problemas que eram a angústia da sua geração.
    Seu filho era poeta. Um arrepio de orgulho e de emoção percorreu - lhe a pele. Afinal de contas, tinha sido aquele o seu sonho toda vida. Um filho que se perpetuasse, que valesse por si, que lhe continuasse a obra. E teve o impulso de abraçá-lo. Sentiu que seus olhos se enublavam de lágrimas. Lembrou-se, porém, da sua vida. Dos anos de luta, de sonho, de tormento e de agonia criadora. Da vida árdua, humilde, sacrificada e dolorosa que vivera. Da existência que dera à família, dominado pelo seu devotamento exclusivo à arte. Da vida que dera ao próprio filho. Era essa a vida que ele tinha diante de si. Que teriam o filho de seu filho. E que seria talvez pior, porque não era só a arte que o chamava. Outras insídias e outros desenganos o esperavam.
    - Prestam? Continuo?
    Campos Lara sorriu. E batendo um cigarro, o pensamento melancólico no vazio da vida, ficou olhando o filho sem achar resposta.

Nas frases a seguir, classifique os termos destacados em:


1 – Pronome relativo.

2 – Pronome indefinido.

3 – Pronome demonstrativo.

4 – Pronome interrogativo.


Assinale:


( ) O Cruzeiro que a linda Sofia não quis fitar, como lhe pedia Rubião, está assaz alto para não discernir os risos e as lágrimas dos homens. (Machado de Assis)


( ) Nada lhes escapava, nem mesmo as escadas dos pedreiros, os cavalos de pau, o barco ou a ferramenta dos marceneiros. (Aluísio Azevedo)


( ) O sol nas bancas de revista / me enche de alegria e preguiça / quem lê tanta notícia? (Caetano Veloso)


( ) “Logo ao primeiro grito do Coronel Ludgero Alves, muitas portas até então fechadas, se escancaravam, ali por dentro do casarão do Fórum. (Mário Palmério.)


( ) Aquele livro que estava sobre a mesa era do meu amigo José.



Escolha a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3688168 Português
TEXTO I

CAMPOS LARA E O FILHO

Orígenes Lessa


   Campos Lara notou, nos olhos ensombrados, sonhadores, do filho, que o rapaz o procurava. Tinha qualquer necessidade de desabafo. Alegrou-se. O filho chegava-se. Não quis ser indiscreto. Não perguntou. Esperou. Os dias foram passando. Joãozinho nas vezes sentava-se ao seu lado, no escritório, a palavra afogada na garganta.
    O pai via os olhos tristes do filho, contava as espinhas no seu rosto. Era amor. Com certeza era amor. Estava na idade. E esperava a confidência.
Uma tarde o rapaz se atreveu.
    - Papai, eu estava querendo falar com o senhor.
    - Fale, meu filho.
   De certo ia pedir licença para casar-se. Que loucura! Naquela idade... Mas o menino hesitava. Afinal, criou coragem. E contou que estava escrevendo umas coisas. Não sabia se prestavam, se tinha jeito. Não queria fazer papel ridículo. Estava há muito para lhe falar. Queria a sua opinião franca. Estava disposto a ver a bobagem?
    Campos Lara empalideceu.
    - Estava.
    E muito vermelho, trêmulo, o rapaz lhe estendeu uma folha. Era um poema. O pai sentiu uma turvação na vista, percebeu que o coração lhe batucava no peito. Correu os olhos pelo poema, versos livres, linguagem nova, imagens febris, uma revelação inquietante de poeta, voltado para os problemas que eram a angústia da sua geração.
    Seu filho era poeta. Um arrepio de orgulho e de emoção percorreu - lhe a pele. Afinal de contas, tinha sido aquele o seu sonho toda vida. Um filho que se perpetuasse, que valesse por si, que lhe continuasse a obra. E teve o impulso de abraçá-lo. Sentiu que seus olhos se enublavam de lágrimas. Lembrou-se, porém, da sua vida. Dos anos de luta, de sonho, de tormento e de agonia criadora. Da vida árdua, humilde, sacrificada e dolorosa que vivera. Da existência que dera à família, dominado pelo seu devotamento exclusivo à arte. Da vida que dera ao próprio filho. Era essa a vida que ele tinha diante de si. Que teriam o filho de seu filho. E que seria talvez pior, porque não era só a arte que o chamava. Outras insídias e outros desenganos o esperavam.
    - Prestam? Continuo?
    Campos Lara sorriu. E batendo um cigarro, o pensamento melancólico no vazio da vida, ficou olhando o filho sem achar resposta.

Nas afirmativas abaixo, aponte a passagem que possivelmente explica o fracasso de Campos Lara como chefe de família:

Alternativas
Q3688167 Português
TEXTO I

CAMPOS LARA E O FILHO

Orígenes Lessa


   Campos Lara notou, nos olhos ensombrados, sonhadores, do filho, que o rapaz o procurava. Tinha qualquer necessidade de desabafo. Alegrou-se. O filho chegava-se. Não quis ser indiscreto. Não perguntou. Esperou. Os dias foram passando. Joãozinho nas vezes sentava-se ao seu lado, no escritório, a palavra afogada na garganta.
    O pai via os olhos tristes do filho, contava as espinhas no seu rosto. Era amor. Com certeza era amor. Estava na idade. E esperava a confidência.
Uma tarde o rapaz se atreveu.
    - Papai, eu estava querendo falar com o senhor.
    - Fale, meu filho.
   De certo ia pedir licença para casar-se. Que loucura! Naquela idade... Mas o menino hesitava. Afinal, criou coragem. E contou que estava escrevendo umas coisas. Não sabia se prestavam, se tinha jeito. Não queria fazer papel ridículo. Estava há muito para lhe falar. Queria a sua opinião franca. Estava disposto a ver a bobagem?
    Campos Lara empalideceu.
    - Estava.
    E muito vermelho, trêmulo, o rapaz lhe estendeu uma folha. Era um poema. O pai sentiu uma turvação na vista, percebeu que o coração lhe batucava no peito. Correu os olhos pelo poema, versos livres, linguagem nova, imagens febris, uma revelação inquietante de poeta, voltado para os problemas que eram a angústia da sua geração.
    Seu filho era poeta. Um arrepio de orgulho e de emoção percorreu - lhe a pele. Afinal de contas, tinha sido aquele o seu sonho toda vida. Um filho que se perpetuasse, que valesse por si, que lhe continuasse a obra. E teve o impulso de abraçá-lo. Sentiu que seus olhos se enublavam de lágrimas. Lembrou-se, porém, da sua vida. Dos anos de luta, de sonho, de tormento e de agonia criadora. Da vida árdua, humilde, sacrificada e dolorosa que vivera. Da existência que dera à família, dominado pelo seu devotamento exclusivo à arte. Da vida que dera ao próprio filho. Era essa a vida que ele tinha diante de si. Que teriam o filho de seu filho. E que seria talvez pior, porque não era só a arte que o chamava. Outras insídias e outros desenganos o esperavam.
    - Prestam? Continuo?
    Campos Lara sorriu. E batendo um cigarro, o pensamento melancólico no vazio da vida, ficou olhando o filho sem achar resposta.

O que o autor quis dizer que: “Um arrepio de orgulho e de emoção percorreu a pele do velho pai ao saber que o filho era poeta? 

Alternativas
Q3688166 Português
TEXTO I

CAMPOS LARA E O FILHO

Orígenes Lessa


   Campos Lara notou, nos olhos ensombrados, sonhadores, do filho, que o rapaz o procurava. Tinha qualquer necessidade de desabafo. Alegrou-se. O filho chegava-se. Não quis ser indiscreto. Não perguntou. Esperou. Os dias foram passando. Joãozinho nas vezes sentava-se ao seu lado, no escritório, a palavra afogada na garganta.
    O pai via os olhos tristes do filho, contava as espinhas no seu rosto. Era amor. Com certeza era amor. Estava na idade. E esperava a confidência.
Uma tarde o rapaz se atreveu.
    - Papai, eu estava querendo falar com o senhor.
    - Fale, meu filho.
   De certo ia pedir licença para casar-se. Que loucura! Naquela idade... Mas o menino hesitava. Afinal, criou coragem. E contou que estava escrevendo umas coisas. Não sabia se prestavam, se tinha jeito. Não queria fazer papel ridículo. Estava há muito para lhe falar. Queria a sua opinião franca. Estava disposto a ver a bobagem?
    Campos Lara empalideceu.
    - Estava.
    E muito vermelho, trêmulo, o rapaz lhe estendeu uma folha. Era um poema. O pai sentiu uma turvação na vista, percebeu que o coração lhe batucava no peito. Correu os olhos pelo poema, versos livres, linguagem nova, imagens febris, uma revelação inquietante de poeta, voltado para os problemas que eram a angústia da sua geração.
    Seu filho era poeta. Um arrepio de orgulho e de emoção percorreu - lhe a pele. Afinal de contas, tinha sido aquele o seu sonho toda vida. Um filho que se perpetuasse, que valesse por si, que lhe continuasse a obra. E teve o impulso de abraçá-lo. Sentiu que seus olhos se enublavam de lágrimas. Lembrou-se, porém, da sua vida. Dos anos de luta, de sonho, de tormento e de agonia criadora. Da vida árdua, humilde, sacrificada e dolorosa que vivera. Da existência que dera à família, dominado pelo seu devotamento exclusivo à arte. Da vida que dera ao próprio filho. Era essa a vida que ele tinha diante de si. Que teriam o filho de seu filho. E que seria talvez pior, porque não era só a arte que o chamava. Outras insídias e outros desenganos o esperavam.
    - Prestam? Continuo?
    Campos Lara sorriu. E batendo um cigarro, o pensamento melancólico no vazio da vida, ficou olhando o filho sem achar resposta.

Nas alternativas abaixo, indique a que expressa o que levou Campos Lara a admitir que o “mal” do filho era amor?

Alternativas
Q3688165 Português
TEXTO I

CAMPOS LARA E O FILHO

Orígenes Lessa


   Campos Lara notou, nos olhos ensombrados, sonhadores, do filho, que o rapaz o procurava. Tinha qualquer necessidade de desabafo. Alegrou-se. O filho chegava-se. Não quis ser indiscreto. Não perguntou. Esperou. Os dias foram passando. Joãozinho nas vezes sentava-se ao seu lado, no escritório, a palavra afogada na garganta.
    O pai via os olhos tristes do filho, contava as espinhas no seu rosto. Era amor. Com certeza era amor. Estava na idade. E esperava a confidência.
Uma tarde o rapaz se atreveu.
    - Papai, eu estava querendo falar com o senhor.
    - Fale, meu filho.
   De certo ia pedir licença para casar-se. Que loucura! Naquela idade... Mas o menino hesitava. Afinal, criou coragem. E contou que estava escrevendo umas coisas. Não sabia se prestavam, se tinha jeito. Não queria fazer papel ridículo. Estava há muito para lhe falar. Queria a sua opinião franca. Estava disposto a ver a bobagem?
    Campos Lara empalideceu.
    - Estava.
    E muito vermelho, trêmulo, o rapaz lhe estendeu uma folha. Era um poema. O pai sentiu uma turvação na vista, percebeu que o coração lhe batucava no peito. Correu os olhos pelo poema, versos livres, linguagem nova, imagens febris, uma revelação inquietante de poeta, voltado para os problemas que eram a angústia da sua geração.
    Seu filho era poeta. Um arrepio de orgulho e de emoção percorreu - lhe a pele. Afinal de contas, tinha sido aquele o seu sonho toda vida. Um filho que se perpetuasse, que valesse por si, que lhe continuasse a obra. E teve o impulso de abraçá-lo. Sentiu que seus olhos se enublavam de lágrimas. Lembrou-se, porém, da sua vida. Dos anos de luta, de sonho, de tormento e de agonia criadora. Da vida árdua, humilde, sacrificada e dolorosa que vivera. Da existência que dera à família, dominado pelo seu devotamento exclusivo à arte. Da vida que dera ao próprio filho. Era essa a vida que ele tinha diante de si. Que teriam o filho de seu filho. E que seria talvez pior, porque não era só a arte que o chamava. Outras insídias e outros desenganos o esperavam.
    - Prestam? Continuo?
    Campos Lara sorriu. E batendo um cigarro, o pensamento melancólico no vazio da vida, ficou olhando o filho sem achar resposta.
Assinale a alternativa que demonstra a atitude do rapaz, que hesitava em falar ao pai, revela: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546480 Matemática
 Um reservatório de água possui o formato de uma pirâmide regular de base quadrada de lado 2 metros e altura de 3 metros. Supondo que o reservatório está cheio até a altura de 2 metros, o volume de água contido nele será:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546479 Matemática
Os valores de x no intervalo [0,π], nos quais as funções estão definidas e verificam tg(5x) = tg(x) são:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546478 Matemática
Um dado de seis faces é viciado e segue a seguinte regra: a probabilidade de um número aparecer para cima é proporcional a ele. Por exemplo, a probabilidade de aparecer o 2 para cima é duas vezes a de aparecer o 1 para cima, a probabilidade de aparecer o 3 é três vezes a de aparecer o 1 e assim por diante. Qual das situações a seguir corresponde a de maior probabilidade?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546477 Matemática
Jorge, Ana e Marilda marcaram de se encontrar no metrô do Butantã. Jorge mora a 1 km desta estação e anda a 4 km/h, enquanto Ana mora a 800 m da estação e caminha a 3 km/h. Por sua vez, Marilda leva 14 minutos para ir de sua casa até a estação. Sabendo-se que os três deixarão suas residências ao mesmo tempo, a ordem de chegada deles ao metrô será:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546476 Matemática
A parábola com equação y = ax2 + bx + c (com a, b, c reais) passa pelos pontos (0,4), (1,3) e (-1,9) do plano 2 Esta parábola também passa pelo ponto:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546475 Matemática Financeira
Pedro emprestou a Luiz no dia 01 de fevereiro de 2024 a quantia de R$ 10.000,00 nas seguintes condições: (i) somente no primeiro dia de cada mês a partir de março de 2024, a dívida será atualizada adicionando-se 10% de seu valor; (ii) no quinto dia de cada mês a partir de março de 2024, Luiz deverá pagar 20% do valor da dívida abatendo assim o valor correspondente. A dívida de Luiz no dia 28 de abril de 2024 será: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546474 Matemática
A tabela do Imposto de Renda é progressiva em função do salário. A partir de fevereiro de 2024, ela será

Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-derenda/tabelas/2024


Dentre as alternativas apresentadas, indique o menor salário que terá que pagar Imposto de Renda de, ao menos, 25% 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546473 Matemática
A soma de todos os números ímpares entre 55 e 287 é igual a 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546472 Matemática
Um quadrado e um círculo possuem a mesma área. Sabendose que o raio do círculo é 5 cm, o lado do quadrado será 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546471 Matemática
Um número inteiro positivo é chamado de perfeito se for igual à soma de todos os seus divisores positivos excluindo ele próprio. Por exemplo, 6 é um número perfeito pois 6 é igual à soma 1+2+3. Indique a alternativa que corresponde a um número perfeito. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546450 Inglês
Captura_de tela 2025-08-15 091629.png (458×526)

Fassman, Paula & Suzanne Tavares. Gallery 1. Oxford University Press: England, 2006. Adaptado.

De acordo com o boletim escolar, durante o semestre, no quesito comportamento, o aluno Charles foi, muitas vezes, considerado 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546449 Inglês
Captura_de tela 2025-08-15 091604.png (340×222)

Dan Phillips likes to help people. He builds houses for artists and other low-income people in Huntsville, Texas, in the United States. One house, the “tree house”, is in a large tree in the forest. It has windows on the floor! It also has a small kitchen. The bed is on the upstairs floor. There is a woodburning stove from an old ship in the living room. Phillips teaches people how to build houses with recycled materials.

Richards, Jack C. Interchange Intro. Cambridge University Press: UK, 2012. Adaptado. 

De acordo com o texto, a casa construída por Dan Phillips tem 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546448 Inglês
Captura_de tela 2025-08-15 091438.png (432×377)

Foley, Mark & Hall, Diane. New Total English. Pearson: London, 2011. Adaptado.

As perguntas correspondentes às frases “Carmen Lopes is thirty-two years old.” e “Brian Winter makes furniture in wood and metal.” são, respectivamente, 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546447 Inglês
Captura_de tela 2025-08-15 091400.png (408×573)

Soars, Liz; Soars, John. Headway - Beginner. Oxford University Press: England, 2019. Adaptado.

Na mensagem de Louise para Dom, ela aborda vários aspectos da viagem de férias em Dubai, entre os quais se incluem 
Alternativas
Respostas
141: D
142: B
143: E
144: B
145: D
146: B
147: E
148: C
149: E
150: A
151: C
152: A
153: D
154: B
155: B
156: D
157: C
158: D
159: E
160: C