Questões de Concurso Para educador físico

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Q2690473 Educação Física

A prática de atividades físicas, aliada a uma alimentação balanceada, é a chave para a manutenção da saúde. Quando um indivíduo consome mais calorias do que gasta, ele estará com balanço energético

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Q2690472 Educação Física

A educação física ministrada na escola começou a ser vista como importante instrumento de aprimoramento físico dos indivíduos que, fortalecidos pelo exercício físico, que, em si, gera saúde, estariam mais aptos para contribuir com a grandeza da indústria nascente, dos exércitos, assim como com a prosperidade da pátria. Essa caracterização refere-se às primeiras sistematizações sobre os exercícios físicos, denominados

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Q2690470 Educação Física

O avanço tecnológico tem contribuído para fornecer mais informações e mais conforto à população, com o uso de máquinas, equipamentos eletrônicos e meios de locomoção. Por outro lado, esse fenômeno é responsável por um estilo de vida menos ativo e mais sedentário. Define-se sedentarismo como

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Q2690468 Educação Física

Sabendo que a Educação Física, na sua intervenção profissional, trabalha com diversas práticas corporais e suas manifestações, pode-se afirmar que o profissional dessa área está suscetível a vivenciar, durante as suas práticas, situações em que os participantes necessitem de atendimento de emergência, em virtude de lesões causadas pelo movimento do corpo. Sendo assim, os procedimentos corretos a serem feitos, de forma imediata, quando um participante da atividade física sofre cortes na pele, é

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Q2690454 Direito Sanitário

O novo pensar e agir em saúde origina novos modelos de atenção em saúde, o que implica readequação do modo de intervir dos profissionais da área. Entre as categorias permitidas, estão os profissionais de educação física. Logo neste novo pensar, surge, no contexto das políticas públicas nacionais no campo da saúde, um serviço multidisciplinar com o objetivo de apoiar, ampliar, aperfeiçoar a atenção e a gestão da saúde na atenção básica/saúde da família. O enunciado em destaque se refere ao surgimento

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Q2690380 Português

As questões de 1 a 10 referem-se ao texto reproduzido a seguir.


Futuro a distância


A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos?

Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.


Disponível em: <www.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.

Exerce função substantiva o trecho destacado em:

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Q2690375 Português

As questões de 1 a 10 referem-se ao texto reproduzido a seguir.


Futuro a distância


A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos?

Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.


Disponível em: <www.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.

Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias. (l.15)


Sobre a pontuação desse período, considerando-se as relações sintático-semânticas da língua portuguesa o sentido permanecerá inalterado se

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Q2690373 Português

As questões de 1 a 10 referem-se ao texto reproduzido a seguir.


Futuro a distância


A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos?

Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.


Disponível em: <www.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.


As palavras em destaque foram empregadas, respectivamente, no sentido de

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Q2690372 Português

As questões de 1 a 10 referem-se ao texto reproduzido a seguir.


Futuro a distância


A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos?

Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.


Disponível em: <www.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.


Sobre esse parágrafo, é correto afirmar:

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Q2690353 Português

As questões de 1 a 10 referem-se ao texto reproduzido a seguir.


Futuro a distância


A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos?

Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.


Disponível em: <www.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.

O texto, de forma preponderante,

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Q2689878 Geografia

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, os três pontos culminantes brasileiros são, respectivamente:

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Q2689876 História

Em relação à história de Santa Catarina, analise:


I - Com a descoberta das ricas terras do Brasil, Santa Catarina logo entrou na rota dos navegadores europeus. A primeira expedição significativa a chegar a Santa Catarina foi a do português Juan Luiz Solis, em 1615;

II - O Estado começou a ser realmente povoado em 1637, com a chegada dos bandeirantes, que iniciaram a ocupação da futura capital, Nossa Senhora do Desterro, mais tarde nomeada de Florianópolis;

III - Em 1660, foi fundada a vila de Nossa Senhora da Graça, hoje São Francisco do Sul.


Sobre os itens acima:

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Q2689873 Atualidades

Rússia planeja "isolar" sua internet do resto do mundo. Para testar a segurança de sua internet, dados circularão temporariamente apenas dentro do país e não serão roteados com o resto do mundo.

(Fonte: https://noticias.uol.com.br> acesso em 19 de fevereiro de 2018)


Atualmente, a Federação Russa faz fronteira com 17 países e possui 11 fusos horários diferentes. São países que fazem fronteira com a Rússia, exceto:

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Q2689871 Legislação Estadual

Segundo a Lei Orgânica do Município de Belmonte – SC, assinale a alternativa incorreta:

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Q2689869 Legislação Estadual

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Belmonte - SC, analise o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.

“São órgãos do Município, o _____________________, representado pelo Prefeito Municipal e o ___________________, representado pela Câmara Municipal de Vereadores, independentes e harmônicos entre si.”

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Q2689867 Português

As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


(TEXTO)


Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'

1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa

no mundo a ser submetida a uma terapia genética

que tenta deter a forma de cegueira mais comum

no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene

5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne

em uma tentativa de impedir a morte de mais

células. É o primeiro tratamento a atacar a causa

genética subjacente da degeneração macular

relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de

10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque

minha visão central está desfocada. Se esse

tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai

ser incrível", diz Osborne à BBC.

(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)

“Os cirurgiões injetaram um gene sintético...” (linhas 4 e 5). Assinale a alternativa que contém a correta conversão para a voz passiva:

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Q2689866 Português

As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


(TEXTO)


Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'

1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa

no mundo a ser submetida a uma terapia genética

que tenta deter a forma de cegueira mais comum

no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene

5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne

em uma tentativa de impedir a morte de mais

células. É o primeiro tratamento a atacar a causa

genética subjacente da degeneração macular

relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de

10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque

minha visão central está desfocada. Se esse

tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai

ser incrível", diz Osborne à BBC.

(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)

“Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa...” (linha 1). A partícula “se” exerce função morfológica de:

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Q2689865 Português

As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


(TEXTO)


Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'

1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa

no mundo a ser submetida a uma terapia genética

que tenta deter a forma de cegueira mais comum

no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene

5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne

em uma tentativa de impedir a morte de mais

células. É o primeiro tratamento a atacar a causa

genética subjacente da degeneração macular

relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de

10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque

minha visão central está desfocada. Se esse

tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai

ser incrível", diz Osborne à BBC.

(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)

O sinônimo da palavra “submetida” (linha 2), no contexto em que está inserida, é:

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Q2689863 Português

As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


(TEXTO)


Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'

1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa

no mundo a ser submetida a uma terapia genética

que tenta deter a forma de cegueira mais comum

no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene

5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne

em uma tentativa de impedir a morte de mais

células. É o primeiro tratamento a atacar a causa

genética subjacente da degeneração macular

relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de

10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque

minha visão central está desfocada. Se esse

tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai

ser incrível", diz Osborne à BBC.

(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)

Analisando-se o texto abaixo, assinale a alternativa que contém o(s) termo(s) destacado(s) que não exerce(m) função sintática alguma no período:

“Se esse tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai ser incrível", diz Osborne à BBC.” (linhas 11 a 13)

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Q2689862 Português

As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


(TEXTO)


Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'

1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa

no mundo a ser submetida a uma terapia genética

que tenta deter a forma de cegueira mais comum

no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene

5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne

em uma tentativa de impedir a morte de mais

células. É o primeiro tratamento a atacar a causa

genética subjacente da degeneração macular

relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de

10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque

minha visão central está desfocada. Se esse

tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai

ser incrível", diz Osborne à BBC.

(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)

Analise o período a seguir para responder às questões nº 24, nº 25 e nº 26:


“Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa no mundo a ser submetida a uma terapia genética que tenta deter a forma de cegueira mais comum no Ocidente.” (linhas 1 a 4)


O trecho “[...] que tenta deter a forma de cegueira mais comum no Ocidente.” (linhas 3 e 4) exerce função sintática de:

Alternativas
Respostas
7861: C
7862: D
7863: A
7864: B
7865: C
7866: C
7867: C
7868: D
7869: A
7870: B
7871: B
7872: C
7873: C
7874: C
7875: B
7876: A
7877: C
7878: A
7879: C
7880: A