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Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo
Sou um anti-herói em queda
Na mira de um arqueiro
Isso é um pedido de ajuda
Tem alguém aí que me entende?
Me beija na boca e me salva
P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre
Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/
Dado o excerto:
“(...) eu não quero ser triste pra sempre”
O verbo em destaque, caso fosse conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo, assumiria a seguinte transcrição:
Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo
Sou um anti-herói em queda
Na mira de um arqueiro
Isso é um pedido de ajuda
Tem alguém aí que me entende?
Me beija na boca e me salva
P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre
Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/
Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo
Sou um anti-herói em queda
Na mira de um arqueiro
Isso é um pedido de ajuda
Tem alguém aí que me entende?
Me beija na boca e me salva
P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre
Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/
Eu passo o dia dormindo e a noite acordado com medo
Sou um anti-herói em queda
Na mira de um arqueiro
Isso é um pedido de ajuda
Tem alguém aí que me entende?
Me beija na boca e me salva
P#rr@, eu não quero ser triste pra sempre
Disponível em: https://www.letras.mus.br/jao/triste-pra-sempre/
Balzac adjetivo
(Ramires Linhares)
Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.
Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.
Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.
Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.
Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.
Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.
Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.
Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.
Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180
Dado o excerto:
“(...) o curioso é que esse espelho continua refletindo (...).”
A oração subordinada presente no fragmento é classi ficada como:
Balzac adjetivo
(Ramires Linhares)
Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.
Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.
Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.
Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.
Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.
Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.
Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.
Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.
Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180
Leia o fragmento:
“Mas há quem diga que escritores assim nunca par tem de fato, apenas mudam de século.”
O termo em destaque pode ser substituído, sem pre juízo de sentido, por:
Balzac adjetivo
(Ramires Linhares)
Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.
Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.
Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.
Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.
Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.
Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.
Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.
Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.
Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180
Dado o excerto:
“Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.”
O termo em destaque cumpre a função sintática de:
Balzac adjetivo
(Ramires Linhares)
Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.
Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.
Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.
Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.
Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.
Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.
Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.
Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.
Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180
I.As taxas têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia administrativa ou a utilização efetiva ou potencial de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição pela administração pública, conforme estabelecem expressamente o artigo 145,
II da Constituição Federal e o artigo 77 do Código Tributário Nacional. II. As taxas não podem ter base de cálculo ou fato gerador idênticos aos que correspondam a imposto conforme vedação expressa do artigo 145, parágrafo 2º da Constituição Federal, nem podem ser calculadas em função do capital das empresas conforme jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal na Súmula Vinculante 29.
III. As taxas têm natureza jurídica de tributo vinculado à atuação estatal específica referente ao contribuinte individual, diferenciando-se fundamentalmente dos impostos que são tributos não vinculados a qualquer atuação estatal específica referente ao contribuinte e destinam-se ao custeio das atividades gerais do Estado.
Está correto o que se afirma em:
I.Os ativos imobilizados devem ser mensurados inicialmente pelo custo de aquisição, construção ou produção, incluindo obrigatoriamente todos os gastos necessários para colocar o ativo em condições de uso pretendido pela administração, tais como custos de transporte, instalação, montagem e testes necessários ao funcionamento adequado do bem adquirido.
II.A depreciação, amortização e exaustão de ativos imobilizados e intangíveis são consideradas variações patrimoniais diminutivas que afetam simultaneamente o resultado orçamentário e o resultado patrimonial do exercício financeiro em que são registradas, impactando portanto a execução orçamentária da despesa e devendo ser objeto de dotação orçamentária específica na lei orçamentária anual.
III.As provisões para riscos e encargos devem ser reconhecidas contabilmente quando houver obrigação presente legal ou não formalizada resultante de evento passado, sendo provável a saída de recursos que incorporam benefícios econômicos ou potencial de serviços para liquidar a obrigação e o valor da obrigação puder ser estimado com confiabilidade razoável.
Está correto o que se afirma em:
(__)Compete privativamente à União instituir impostos sobre importação de produtos estrangeiros, exportação para o exterior de produtos nacionais ou nacionalizados, renda e proventos de qualquer natureza, produtos industrializados, operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos ou valores mobiliários, e sobre a propriedade territorial rural, conforme enumeração taxativa do artigo 153 da Constituição Federal de 1988.
(__)Compete privativamente aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens ou direitos, operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação ainda que as prestações se iniciem no exterior, e sobre propriedade de veículos automotores, conforme artigo 155 da Constituição Federal.
(__)Compete privativamente aos Municípios instituir impostos sobre propriedade predial e territorial urbana, transmissão inter vivos de bens imóveis por ato oneroso, serviços de qualquer natureza não compreendidos na competência estadual definidos em lei complementar nacional e renda auferida pelos contribuintes residentes ou domiciliados em seu território municipal.
(__)Compete privativamente aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre grandes fortunas mediante lei estadual que defina os critérios de caracterização das fortunas tributáveis, sobre doações e heranças recebidas do exterior que ingressem no patrimônio de residentes no estado, sobre operações de câmbio realizadas em seu território e sobre propriedade de aeronaves e embarcações.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)O sistema financeiro registra exclusivamente as operações de crédito de longo prazo, as obrigações vincendas após o exercício subsequente e os direitos realizáveis após o término do exercício seguinte, não contemplando os ingressos e desembolsos de disponibilidades financeiras que ocorrem no exercício corrente, que são registrados no sistema orçamentário.
(__)O sistema patrimonial registra, processa e evidencia a composição patrimonial completa do ente público, abrangendo de forma abrangente todos os ativos, passivos e suas respectivas variações patrimoniais ocorridas no período, observando rigorosamente os princípios e normas contábeis voltados especificamente ao reconhecimento, mensuração e evidenciação adequada dos elementos patrimoniais.
(__)O sistema de compensação registra, processa e evidencia os atos de gestão cujos efeitos possam produzir modificações no patrimônio da entidade no futuro, incluindo as garantias e avais concedidos pela entidade pública, os direitos e obrigações conveniadas ou contratadas que ainda não foram executadas, e outros atos potenciais que possam afetar o patrimônio.
(__)O sistema orçamentário registra, processa e evidencia exclusivamente as variações patrimoniais qualitativas e quantitativas decorrentes de transações que não afetam diretamente o orçamento público, como a depreciação, amortização e exaustão de ativos imobilizados e intangíveis, a reavaliação de ativos e as provisões para perdas estimadas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.O Balanço Patrimonial evidencia a situação patrimonial estática da entidade pública na data de encerramento do exercício financeiro ou na data das demonstrações intermediárias, compreendendo a totalidade dos ativos controlados pela entidade, a totalidade dos passivos exigíveis e o patrimônio líquido resultante da diferença entre ativos e passivos, segregados adequadamente em circulante e não circulante conforme o prazo esperado de realização ou exigibilidade.
II.A Demonstração das Variações Patrimoniais evidencia as alterações verificadas no patrimônio da entidade durante o exercício financeiro, resultantes ou decorrentes das variações patrimoniais aumentativas que incrementam o patrimônio líquido e das variações patrimoniais diminutivas que reduzem o patrimônio líquido, apresentando assim o resultado patrimonial do período que demonstra se houve aumento ou diminuição do patrimônio líquido.
III.O Balanço Financeiro evidencia exclusivamente a execução orçamentária das receitas previstas e arrecadadas e das despesas fixadas e executadas durante o exercício financeiro, não contemplando quaisquer informações sobre ingressos e dispêndios extraorçamentários nem sobre os saldos financeiros de disponibilidades existentes no início e no final do exercício.
Está correto o que se afirma em:
A Constituição Federal, em seu artigo 37, *caput*, estabelece um rol expresso de princípios obrigatórios — legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (este último adicionado pela Emenda Constitucional 19/98) — que vinculam todos os agentes públicos, em qualquer esfera de poder. Além desses, a doutrina e a jurisprudência reconhecem outros princípios implícitos, como a supremacia do interesse público e a razoabilidade, que também limitam a atuação estatal e protegem o cidadão. Sobre os princípios fundamentais expressos que regem a Administração Pública brasileira, analise as afirmativas a seguir.
I.O princípio constitucional da legalidade administrativa estabelece que a Administração Pública somente pode fazer aquilo que a lei expressamente autoriza ou permite, diferenciando-se fundamentalmente do princípio da legalidade aplicável aos particulares que podem fazer tudo aquilo que a lei não proíba, conforme distinção clássica estabelecida pela doutrina administrativista brasileira.
II.O princípio constitucional da impessoalidade determina que a atuação administrativa deve ser dirigida exclusivamente ao interesse público coletivo, vedando a promoção pessoal de agentes públicos ou autoridades administrativas e vedando também qualquer forma de discriminação benéfica ou gravosa entre administrados sem fundamento legal razoável.
III.O princípio constitucional da eficiência, incluído expressamente no caput do artigo 37 da Constituição Federal pela Emenda Constitucional 19 de 1998 que promoveu reforma administrativa, impõe à Administração Pública o dever constitucional de buscar os melhores resultados possíveis na prestação do serviço público com os menores custos possíveis, otimizando a relação custo-benefício.
Está correto o que se afirma em: