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Q4064167 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considere o trecho a seguir, extraído do quinto parágrafo do texto, e, com base nos aspectos morfológicos e nas regras de acentuação da Língua Portuguesa, analise as assertivas:

a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

I. A palavra entre é classificada como preposição.
II. As palavras indígena e gênero recebem acento gráfico por serem proparoxítonas.
III. A palavra desigual resulta de processo de composição por justaposição, em que se unem dois radicais sem alteração formal.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4064166 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considerando o emprego dos dois-pontos no segundo parágrafo do texto, bem como seu valor semântico e função na organização das ideias, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas: 

( ) O segmento introduzido pelos dois-pontos mantem dependência semântica em relação à oração anterior.
( ) A substituição dos dois-pontos por um conectivo adversativo manteria o sentido original do texto.
( ) A relação estabelecida pelos dois-pontos é de especificação, ao apresentar dados numéricos que concretizam a ideia geral.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4064165 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considere o trecho do terceiro parágrafo: Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento. Nesse contexto, o conectivo Embora estabelece uma relação semântica de:
Alternativas
Q4064164 Português
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Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
No último parágrafo, a afirmação de que ainda há um Iongo caminho a percorrer, mesmo diante de avanços institucionais, produz um efeito de sentido que:
Alternativas
Q4064163 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considerando os dados do texto, os recursos coesivos empregados e a progressão argumentativa do texto sobre a liderança indígena em grupos de pesquisa no Brasil, analise as partes que seguem:

(1o parte): A proposta de fortalecimento da agenda de pesquisa, mencionada no sexto parágrafo, sugere a necessidade de ampliação de investimentos teóricos, metodológicos e institucionais no campo.  
(2o parteA expressão Apesar disso, no quinto parágrafo, estabelece uma relação de causalidade entre o crescimento da participação feminina e a persistência da predominância masculina.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4064162 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
No desenvolvimento argumentativo do texto, a abordagem das desigualdades de gênero na liderança indígena deve ser compreendida como:
Alternativas
Q4064161 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
Considerando a organização argumentativa, os recursos discursivos empregados e as inferências possíveis a partir do texto sobre a liderança indígena em grupos de pesquisa no Brasil, analise as assertivas a seguir:

I. A construção argumentativa do texto se organiza por meio de analogias metafóricas e linguagem figurada.
II. A partir do texto, infere-se que o crescimento numérico de líderes indígenas não é suficiente para assegurar equidade estrutural na produção científica.
III. Considerando o conjunto do texto, a ampliação da agenda de pesquisa proposta pelos autores indica uma mudança de foco do quantitativo para o qualitativo na compreensão da liderança indígena.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4064160 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
O fato de, na área de Ciências da Vida, em 2023, haver maior número de mulheres indígenas na liderança de grupos de pesquisa em relação aos homens deve ser interpretado como:
Alternativas
Q4064159 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Proporção de indígenas na liderança de grupos de pesquisa cresce mais de 5O%o em 23 anos


   A proporção de pesquisadores Indígenas entre os líderes de grupos de pesquisa aumentou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. É o que mostra o artigo "A liderança indígena nos grupos de pesquisa no Brasil: um panorama por grandes áreas do conhecimento de 2000 a 2023" , que será publicado na edição número 81 do Boletim Radar, com lançamento previsto para 4 de maio. O estudo baseia-se em dados do Censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  Os dados do DGP mostram crescimento no número de líderes indígenas de 46 em 2000 para 252 em 2023. A presença de mulheres indígenas entre as lideranças também aumentou: em 2000, elas representavam 0,06% do total de líderes, número que aumentou para 0,16% em 2023.

   Embora os resultados mostrem crescimento nos números de líderes indígenas ao longo do período, sua participação é inferior a 0,5% em todas as áreas de conhecimento, enquanto as pessoas declaradas indígenas no Censo de 2022 representaram 0,83% da população brasileira.

   A análise por sexo revela desigualdades na liderança indígena. Homens predominam na maior parte do período em todas as áreas do conhecimento. A exceção é Ciências da Vida, onde, em 2023, havia 33 mulheres indígenas na liderança, contra 19 homens.

  Nas Humanidades, há anos com maior presença feminina, mas, em 2023, os homens ainda eram maioria (81 líderes, ante 62 mulheres). Apesar disso, a participação feminina cresceu ao longo do tempo em todas as áreas. Ainda assim, a expansão da liderança indígena segue desigual e reflete diferenças de gênero entre os campos do conhecimento.

  O próximo passo é fortalecer a agenda de pesquisa sobre povos indígenas. "Neste texto do Radar, fizemos um primeiro retrato, mais descritivo, para entender em quais áreas do conhecimento esses líderes estão e como evoluíram ao longo do tempo. Agora estamos avançando. Queremos entender melhor quais são as linhas de pesquisa desses líderes indígenas, se há padrões específicos ou não", explica um dos autores.

 "Também pretendemos conversar diretamente com um conjunto desses pesquisadores para compreender suas trajetórias, os desafios que enfrentam, como constroem sua legitimidade científica e se trazem outras cosmovisôes que complementam ou mesmo contradizem processos científicos. Além disso, nos interessa analisar como grupos liderados por indígenas se conectam com outros grupos e parceiros externos, e como se organizam essas colaborações", conta.

  Mesmo com avanços importantes para estimular a presença de indígenas no ambiente acadêmico - políticas afirmativas, editais específicos, programas voltados para a diversidade -, ainda há um longo caminho a percorrer.


Adaptado de: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45- todas-as-noticias/noticias/1 6341-proporcao-de-indigenas-nalideranca-de-grupos-de-pesquisa-cresce-mais-de-50-em-23-anos.
O texto informa que a proporção de líderes indígenas em grupos de pesquisa passou de 0,25% em 2000 para O,38% em 2023. Considerando esses dados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4047208 Direito Constitucional
Considerando o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), inserido na Constituição Federal de 1988 pela Emenda Constitucional nº 132/2023, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

() O IBS é um tributo de competência compartilhada entre Estados, Distrito Federal e Municípios.
() O IBS terá legislação e alíquota única e uniforme em todo o território nacional.
() O IBS será cobrado pelo somatório das alíquotas do Estado e do Município de origem da operação.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4047207 Contabilidade Geral
No que se refere aos fatos contábeis que ocorrem em uma entidade, assinale a alternativa CORRETА. 
Alternativas
Q4047206 Auditoria Governamental
Na auditoria governamental, há modalidades voltadas à análise da legalidade, legitimidade e aderência dos atos administrativos aos critérios normativos aplicáveis. Uma dessas modalidades tem por finalidade verificar se atividades, transações financeiras e informações produzidas por determinada entidade observam, em seus aspectos relevantes, os dispositivos legais, regulamentares, orçamentários e normativos que orientam a gestão pública e a conduta dos agentes públicos. Esse tipo de auditoria é denominado:
Alternativas
Q4047205 Contabilidade Pública
No contexto da Contabilidade Aplicada ao Setor Público dos Municípios, os atos e fatos contábeis são registrados por meio de lançamentos em contas previstas no Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP). Considerando esses procedimentos e a estrutura do PCASP, os registros referentes ao "Planejamento Aprovado" e à "Execução do Planejamento" devem ser classificados, respectivamente, nas seguintes classes de contas:
Alternativas
Q4047204 Direito Tributário
 De acordo com o Código Tributário Nacional (CTN), o crédito tributário pode ter sua exigibilidade suspensa nas hipóteses previstas em lei. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta situações que suspendem a exigibilidade do crédito tributário. 
Alternativas
Q4047203 Contabilidade Pública
Nos termos da Lei nº 4.320/1964, que estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, a classificação dos elementos patrimoniais no Balanço Patrimonial observa o grau de disponibilidade dos bens, créditos e valores. Considerando essa classificação, assinale a alternativa que indica o grupo patrimonial ao qual pertencem os bens, créditos e valores cuja mobilização ou alienação dependa de autorização legislativa:
Alternativas
Q4047202 Administração Financeira e Orçamentária
Considere as informações constantes do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) de determinado município, referentes ao 3º quadrimestre de 2025. Nesse período, a Despesa Total com Pessoal (DTP) foi de R$ 22.127.508,46 e a Receita Corrente Líquida (RCL) alcançou o montante de R$ 47.540.681,36. Com base nesses dados, é CORRETO afirmar que o valor do limite de alerta da despesa com pessoal, aplicável ao Poder Executivo Municipal, corresponde a: 
Alternativas
Q4047201 Administração Financeira e Orçamentária
Considere que um Município contratou empresa para a prestação de serviços de pintura predial em sua sede administrativa, pelo valor de R$ 150.000,00. A ordem de início dos serviços foi emitida em 04/11/2025, e a execução foi concluída em 30/12/2025, data em que também foi emitida a nota fiscal correspondente. Contudo, o ateste da efetiva execução dos serviços ocorreu apenas em 12/01/2026, com o pagamento efetuado em 20/01/2026. Considerando as informações apresentadas, em 31/12/2025 essa despesa deveria ser inscrita como: 
Alternativas
Q4047200 Direito Financeiro
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a partir de 1º de janeiro de 2027, caso se verifique, ao final de um exercício financeiro, que a disponibilidade de caixa é insuficiente para honrar os compromissos com restos a pagar processados e não processados, bem como com as demais obrigações financeiras, aplica-se imediatamente ao respectivo Poder ou Órgão, até a próxima apuração anual, a vedação à:
Alternativas
Q4047199 Direito Tributário
De acordo com o Código Tributário do Município de Ibiraiaras (RS), o Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) será lançado, anualmente, tendo por base a situação física do imóvel ao encerrar-se o exercício anterior. A alteração do lançamento decorrente de modificação ocorrida durante o exercício será procedida a partir do mês seguinte: 
Alternativas
Q4046813 Administração Financeira e Orçamentária
Conforme traz a Lei Orgânica, acerca dos orçamentos, a transparência durante os processos de elaboração e de discussão do plano plurianual, lei de diretrizes orçamentárias e lei orçamentária anual, será assegurada também mediante incentivo à participação popular e realização de:
Alternativas
Respostas
221: B
222: D
223: C
224: A
225: B
226: B
227: C
228: C
229: D
230: A
231: B
232: D
233: D
234: A
235: B
236: C
237: B
238: B
239: D
240: C