Questões de Concurso Para psicopedagogo

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Q3086883 Pedagogia
A cultura de paz nas escolas é um conceito fundamental para o desenvolvimento de ambientes educativos mais seguros, inclusivos e acolhedores. Ela promove a convivência harmoniosa, incentivando o respeito às diferenças, a empatia e o diálogo como ferramentas essenciais para a resolução de conflitos. Para construir essa cultura é importante que alunos, professores e toda a comunidade escolar se comprometam com práticas que reforcem valores como a cooperação, a solidariedade e a justiça. Através de atividades pedagógicas, projetos de mediação de conflitos e ações de sensibilização, a escola pode se tornar um espaço onde todos se sintam respeitados e valorizados. Dessa forma, a escola não apenas educa para o conhecimento acadêmico, mas também para a formação cidadã, preparando os alunos para serem agentes de paz na sociedade. Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, sua promoção aparece no texto legal como:
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Q3086882 Pedagogia
Em um pequeno município, um grupo de pais e mães se reuniu para solicitar à escola da comunidade o acesso ao seu Projeto Político-Pedagógico (PPP). Eles queriam entender melhor as diretrizes educacionais e os valores transmitidos aos seus filhos. No entanto, quando formalizaram o pedido, a direção da escola simplesmente negou o acesso. A resposta gerou descontentamento e desconfiança entre os pais, que consideravam o PPP uma peça fundamental para a transparência e a confiança no processo educativo. Diante dessa situação, os pais se organizaram para pressionar a escola por mais transparência e maior envolvimento da comunidade nas decisões pedagógicas. Eles acreditavam que uma educação de qualidade só poderia ser alcançada com a participação ativa de todos. Algumas hipóteses foram discutidas entre os solicitantes; analise-as.

I. O PPP não existe, uma vez que a LDBEN – nº 9.394/1996 garante às instituições educacionais, por meio da gestão democrática, uma maior autonomia decisória, facultando à sua gestão a feição ou não do documento.
II. O PPP existe, mas a equipe responsável da escola pode considerar que ele esteja mal elaborado, incipiente e optar por não apresenta-lo a nenhum observador externo.
III. O PPP existe, mas a direção ou coordenação pedagógica da escola pode entender que ele é um documento privativo da unidade e que não deve circular.
IV. A existência do PPP é obrigatória, sendo uma condição para que o poder público autorize o funcionamento de escolas públicas e privadas a cada ano.
V. O PPP é um documento público e qualquer cidadão ou cidadã pode solicitá-lo, mesmo que não faça parte da comunidade escolar.

Está correto o que se afirma apenas em
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Q3086880 Raciocínio Lógico
Em um levantamento feito com 40 frequentadores de um clube, concluiu-se que 14 utilizam a sauna e 18 utilizam a academia. Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que:
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Q3086876 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

Considerando as prescrições da norma culta escrita, assinale a alternativa que contém justificativa INADEQUADA para o emprego dos sinais de pontuação, conforme as ideias do texto.
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Q3086873 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

Releia esta passagem: “É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida [...] (6º§). O termo anteriormente destacado apresenta o mesmo valor semântico daquele empregado em:
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Q3086868 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

Assinale a alternativa em que o termo destacado, com sentido conotativo, foi substituído por outro termo com sentido denotativo, a fim de manter a adequada correspondência de significados.
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Q3086866 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

Observe esta passagem: “Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo.” (5º§). Considerando o sentido atribuído à expressão destacada, só NÃO configura exemplo de atitude descrita pelo termo, segundo o texto:
Alternativas
Q3082682 Direito Constitucional

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Emenda Constitucional nº 103, de 2019, trouxe mudanças significativas para o regime próprio de previdência social dos servidores públicos, especialmente em relação aos critérios para concessão de benefícios de aposentadoria. De acordo com o § 4º do artigo 40, é vedada a adoção de requisitos ou critérios diferenciados para a concessão de benefícios, exceto nos casos previstos nos §§ 4º-A, 4º-B, 4º-C e 5º. Esses parágrafos excepcionam certas categorias de servidores, como pessoas com deficiência e ocupantes de cargos específicos, como agentes penitenciários, socioeducativos e policiais, permitindo-lhes regras diferenciadas de idade e tempo de contribuição para aposentadoria. Essas alterações visam garantir justiça previdenciária e adequação às necessidades específicas dessas categorias.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir: 


Servidores públicos que atingirem a idade de 75 anos devem ser aposentados compulsoriamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, independentemente de cumprirem os demais requisitos para aposentadoria.

Alternativas
Q3082679 Direito Constitucional

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O artigo 39 da Constituição Federal do Brasil estabelece diretrizes sobre o regime jurídico dos servidores públicos, determinando a criação de um regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta, autárquica e fundacional. Além disso, regulamenta a política de remuneração, a exigência de formação contínua por meio de escolas de governo, e a publicação anual dos valores de subsídio e remuneração, com o intuito de garantir transparência e responsabilidade na gestão de recursos públicos. O artigo também prevê que a remuneração de cargos públicos seja composta por subsídio fixo, vedando acréscimos como gratificações ou adicionais, exceto nos casos permitidos por lei.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


A participação em cursos oferecidos pelas escolas de governo é um dos requisitos para a promoção na carreira de servidores públicos, visando ao aprimoramento contínuo da administração pública.

Alternativas
Q3082678 Direito Constitucional

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O artigo 39 da Constituição Federal do Brasil estabelece diretrizes sobre o regime jurídico dos servidores públicos, determinando a criação de um regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta, autárquica e fundacional. Além disso, regulamenta a política de remuneração, a exigência de formação contínua por meio de escolas de governo, e a publicação anual dos valores de subsídio e remuneração, com o intuito de garantir transparência e responsabilidade na gestão de recursos públicos. O artigo também prevê que a remuneração de cargos públicos seja composta por subsídio fixo, vedando acréscimos como gratificações ou adicionais, exceto nos casos permitidos por lei.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


A Constituição permite a incorporação de vantagens de caráter temporário ou vinculadas ao exercício de função de confiança ou de cargo em comissão à remuneração do cargo efetivo dos servidores públicos.

Alternativas
Q3082676 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 A ludicidade e a psicomotricidade são aspectos interligados no desenvolvimento infantil, promovendo a aprendizagem e o bem-estar das crianças de forma integrada. A ludicidade refere-se ao uso de jogos e brincadeiras como ferramentas educativas, estimulando a criatividade, a socialização e a expressão emocional. Já a psicomotricidade foca na relação entre o movimento corporal e as funções cognitivas, reconhecendo que a atividade física é essencial para o desenvolvimento global da criança. Juntas, essas abordagens favorecem o desenvolvimento motor, cognitivo e social, permitindo que as crianças explorem e compreendam o mundo ao seu redor de maneira mais significativa. Ao incorporar a ludicidade nas atividades psicomotoras, os educadores criam ambientes de aprendizagem mais dinâmicos e envolventes, que promovem não apenas habilidades físicas, mas também a autonomia e a autoestima dos alunos.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima.


A ludicidade deve ser promovida nas escolas para criar um espaço que favoreça o desenvolvimento da autonomia das crianças.

Alternativas
Q3082675 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 A ludicidade e a psicomotricidade são aspectos interligados no desenvolvimento infantil, promovendo a aprendizagem e o bem-estar das crianças de forma integrada. A ludicidade refere-se ao uso de jogos e brincadeiras como ferramentas educativas, estimulando a criatividade, a socialização e a expressão emocional. Já a psicomotricidade foca na relação entre o movimento corporal e as funções cognitivas, reconhecendo que a atividade física é essencial para o desenvolvimento global da criança. Juntas, essas abordagens favorecem o desenvolvimento motor, cognitivo e social, permitindo que as crianças explorem e compreendam o mundo ao seu redor de maneira mais significativa. Ao incorporar a ludicidade nas atividades psicomotoras, os educadores criam ambientes de aprendizagem mais dinâmicos e envolventes, que promovem não apenas habilidades físicas, mas também a autonomia e a autoestima dos alunos.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima.


A psicomotricidade é uma ciência que considera a relação do ser humano com o mundo externo e interno. 

Alternativas
Q3082674 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 A ludicidade e a psicomotricidade são aspectos interligados no desenvolvimento infantil, promovendo a aprendizagem e o bem-estar das crianças de forma integrada. A ludicidade refere-se ao uso de jogos e brincadeiras como ferramentas educativas, estimulando a criatividade, a socialização e a expressão emocional. Já a psicomotricidade foca na relação entre o movimento corporal e as funções cognitivas, reconhecendo que a atividade física é essencial para o desenvolvimento global da criança. Juntas, essas abordagens favorecem o desenvolvimento motor, cognitivo e social, permitindo que as crianças explorem e compreendam o mundo ao seu redor de maneira mais significativa. Ao incorporar a ludicidade nas atividades psicomotoras, os educadores criam ambientes de aprendizagem mais dinâmicos e envolventes, que promovem não apenas habilidades físicas, mas também a autonomia e a autoestima dos alunos.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima.


Uma didática bem planejada e adaptada ao currículo, que incorpore elementos de ludicidade e psicomotricidade, promove uma aprendizagem mais efetiva. A afetividade, integrada a essas abordagens, é essencial no processo educativo, moldando a compreensão e o desenvolvimento integral das crianças.

Alternativas
Q3082673 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 A ludicidade e a psicomotricidade são aspectos interligados no desenvolvimento infantil, promovendo a aprendizagem e o bem-estar das crianças de forma integrada. A ludicidade refere-se ao uso de jogos e brincadeiras como ferramentas educativas, estimulando a criatividade, a socialização e a expressão emocional. Já a psicomotricidade foca na relação entre o movimento corporal e as funções cognitivas, reconhecendo que a atividade física é essencial para o desenvolvimento global da criança. Juntas, essas abordagens favorecem o desenvolvimento motor, cognitivo e social, permitindo que as crianças explorem e compreendam o mundo ao seu redor de maneira mais significativa. Ao incorporar a ludicidade nas atividades psicomotoras, os educadores criam ambientes de aprendizagem mais dinâmicos e envolventes, que promovem não apenas habilidades físicas, mas também a autonomia e a autoestima dos alunos.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima.


A educação psicomotora tem como objetivo desenvolver habilidades criativas e adaptativas nas crianças, sem utilizar a imposição.

Alternativas
Q3082672 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 A ludicidade e a psicomotricidade são aspectos interligados no desenvolvimento infantil, promovendo a aprendizagem e o bem-estar das crianças de forma integrada. A ludicidade refere-se ao uso de jogos e brincadeiras como ferramentas educativas, estimulando a criatividade, a socialização e a expressão emocional. Já a psicomotricidade foca na relação entre o movimento corporal e as funções cognitivas, reconhecendo que a atividade física é essencial para o desenvolvimento global da criança. Juntas, essas abordagens favorecem o desenvolvimento motor, cognitivo e social, permitindo que as crianças explorem e compreendam o mundo ao seu redor de maneira mais significativa. Ao incorporar a ludicidade nas atividades psicomotoras, os educadores criam ambientes de aprendizagem mais dinâmicos e envolventes, que promovem não apenas habilidades físicas, mas também a autonomia e a autoestima dos alunos.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima.


O brincar e a educação são ações interligadas que não devem ser utilizadas como ferramentas no ensino.

Alternativas
Q3082671 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O currículo e a didática são componentes fundamentais do processo educativo, inter-relacionando-se para promover uma aprendizagem eficaz e significativa. O currículo define o conjunto de conhecimentos, habilidades e valores que devem ser ensinados em uma determinada etapa educacional, orientando as práticas pedagógicas. Já a didática refere-se às estratégias, métodos e abordagens que os educadores utilizam para implementar esse currículo em sala de aula. Uma didática bem planejada e adaptada ao currículo não apenas facilita a transmissão de conteúdos, mas também considera as características e necessidades dos alunos, promovendo a participação ativa e a reflexão crítica. Juntas, a definição clara do currículo e a aplicação de práticas didáticas eficazes garantem que a educação seja relevante, inclusiva e capaz de preparar os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


O currículo escolar é uma construção social do conhecimento que vai além da simples lista de conteúdos a serem ensinados. Ele reflete relações de poder e questões sociais, como classe, raça e gênero, que influenciam as interações dentro e fora do ambiente escolar. Isso significa que a forma como o currículo é estruturado pode perpetuar desigualdades ou promover uma educação mais inclusiva, dependendo da perspectiva dos educadores e das autoridades escolares.

Alternativas
Q3082670 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O currículo e a didática são componentes fundamentais do processo educativo, inter-relacionando-se para promover uma aprendizagem eficaz e significativa. O currículo define o conjunto de conhecimentos, habilidades e valores que devem ser ensinados em uma determinada etapa educacional, orientando as práticas pedagógicas. Já a didática refere-se às estratégias, métodos e abordagens que os educadores utilizam para implementar esse currículo em sala de aula. Uma didática bem planejada e adaptada ao currículo não apenas facilita a transmissão de conteúdos, mas também considera as características e necessidades dos alunos, promovendo a participação ativa e a reflexão crítica. Juntas, a definição clara do currículo e a aplicação de práticas didáticas eficazes garantem que a educação seja relevante, inclusiva e capaz de preparar os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


A didática especial estuda os princípios comuns de ensino que se aplicam a todos os tipos de alunos, enquanto a didática geral se concentra nas problemáticas específicas do ensino de cada disciplina.

Alternativas
Q3082669 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O currículo e a didática são componentes fundamentais do processo educativo, inter-relacionando-se para promover uma aprendizagem eficaz e significativa. O currículo define o conjunto de conhecimentos, habilidades e valores que devem ser ensinados em uma determinada etapa educacional, orientando as práticas pedagógicas. Já a didática refere-se às estratégias, métodos e abordagens que os educadores utilizam para implementar esse currículo em sala de aula. Uma didática bem planejada e adaptada ao currículo não apenas facilita a transmissão de conteúdos, mas também considera as características e necessidades dos alunos, promovendo a participação ativa e a reflexão crítica. Juntas, a definição clara do currículo e a aplicação de práticas didáticas eficazes garantem que a educação seja relevante, inclusiva e capaz de preparar os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


O currículo e a didática são componentes fundamentais do processo educativo, inter-relacionando-se para promover uma aprendizagem eficaz e significativa. Assim, considerando os principais autores em pedagogia, educação e ensino, pode-se afirmar que o estágio das operações formais, segundo Piaget, ocorre entre os 14 anos e a fase adulta, onde o indivíduo não desenvolve mais a capacidade de criar teorias ou refletir sobre as possibilidades do mundo.

Alternativas
Q3082668 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O currículo e a didática são componentes fundamentais do processo educativo, inter-relacionando-se para promover uma aprendizagem eficaz e significativa. O currículo define o conjunto de conhecimentos, habilidades e valores que devem ser ensinados em uma determinada etapa educacional, orientando as práticas pedagógicas. Já a didática refere-se às estratégias, métodos e abordagens que os educadores utilizam para implementar esse currículo em sala de aula. Uma didática bem planejada e adaptada ao currículo não apenas facilita a transmissão de conteúdos, mas também considera as características e necessidades dos alunos, promovendo a participação ativa e a reflexão crítica. Juntas, a definição clara do currículo e a aplicação de práticas didáticas eficazes garantem que a educação seja relevante, inclusiva e capaz de preparar os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


A didática é uma prática tecnicista que se concentra apenas na aplicação de técnicas e métodos sem considerar o desenvolvimento do pensamento crítico dos professores e alunos.

Alternativas
Q3082667 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O currículo e a didática são componentes fundamentais do processo educativo, inter-relacionando-se para promover uma aprendizagem eficaz e significativa. O currículo define o conjunto de conhecimentos, habilidades e valores que devem ser ensinados em uma determinada etapa educacional, orientando as práticas pedagógicas. Já a didática refere-se às estratégias, métodos e abordagens que os educadores utilizam para implementar esse currículo em sala de aula. Uma didática bem planejada e adaptada ao currículo não apenas facilita a transmissão de conteúdos, mas também considera as características e necessidades dos alunos, promovendo a participação ativa e a reflexão crítica. Juntas, a definição clara do currículo e a aplicação de práticas didáticas eficazes garantem que a educação seja relevante, inclusiva e capaz de preparar os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


No contexto do currículo e da didática, a necessidade de uma organização curricular mais integrada e interdisciplinar é evidente, já que a realidade atual é complexa e não pode ser completamente entendida a partir de disciplinas isoladas. A fragmentação do currículo, que prioriza disciplinas específicas em detrimento de outras, limita a compreensão holística do conhecimento, o que é essencial para a formação dos alunos em um mundo interconectado.

Alternativas
Respostas
4061: C
4062: C
4063: D
4064: A
4065: C
4066: A
4067: C
4068: C
4069: C
4070: E
4071: C
4072: C
4073: C
4074: C
4075: E
4076: C
4077: E
4078: E
4079: E
4080: C