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O relatório da gestão fiscal conterá o comparativo dos limites relacionados nas alternativas a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
A respeito da corrente líquida, assinale a afirmativa incorreta.
As alternativas a seguir apresentam assuntos que são tratados na Lei de Responsabilidade Fiscal, à exceção de uma. Assinale-a.
A respeito da Lei de Responsabilidade Fiscal, é correto afirmar que:
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, o demonstrativo relativo aos resultados primário e nominal integrará:
Segundo a Lei 4320/64, as contas do grupo do ativo permanente compreendem:
Analise as informações a seguir, que constam no balanço financeiro de um órgão público.
Receitas de impostos ....................................................20.000
Inscrição em restos a pagar ............................................ 5.000
Receitas de alugueis .....................................................10.000
Despesas com pessoal .................................................12.000
Obrigações patronais ...................................................... 4.000
Alienação de bens .........................................................20.000
Recebimento de cauções................................................ 3.000
Amortização da dívida ..................................................... 6.000
Devolução de cauções.................................................... 2.000
Saldos das disponibilidades do exercício anterior ........10.000
Assinale a alternativa que apresente o valor das disponibilidades para o exercício seguinte.
Analise as informações contábeis a seguir.
Receitas previstas........................................................100.000
Despesas fixadas ........................................................100.000
Despesa empenhada ....................................................80.000
Receita arrecadada .....................................................120.000
Despesa liquidada.........................................................70.000
Despesa paga ...............................................................65.000
Restos a pagar pagos ...................................................50.000
De acordo com as regras da lei 4320/64, assinale a alternativa que apresente o resultado da execução orçamentária.
O demonstrativo da contabilidade pública responsável por evidenciar as alterações resultantes ou independentes da execução orçamentária verificadas no patrimônio e indicará o resultado patrimonial do exercício, é denominado:
As alternativas a seguir apresentam regras estabelecidas na Lei 4320/64, à exceção de uma. Assinale-a.
Considere as informações a seguir:
Estoque de matéria prima .......................................13.000
Índice de liquidez seca ................................................0,50
Ativo circulante.........................................................53.000
Assinale a alternativa que apresente o índice de liquidez corrente.
A tabela a seguir refere-se às questões 58 e 59.
Vendas brutas.............................................................10.000
Custos das mercadorias vendidas ...............................5.000
Deduções de vendas....................................................1.000
Despesas operacionais ................................................2.000
Contribuições sociais e imposto de renda ......................500
Resultados não operacionais ..........................................200
Com base nos dados da questão anterior calcule a taxa de retorno operacional.
A tabela a seguir refere-se às questões 58 e 59.
Vendas brutas.............................................................10.000
Custos das mercadorias vendidas ...............................5.000
Deduções de vendas....................................................1.000
Despesas operacionais ................................................2.000
Contribuições sociais e imposto de renda ......................500
Resultados não operacionais ..........................................200
Com base nas informações da tabela acima, calcule a taxa de retorno sobre as vendas líquidas.
A tabela a seguir refere-se às questões 56 e 57.
Despesas antecipadas de seguros...........................3.000
Duplicatas a receber C/P.........................................10.000
Bancos c/Movimento...............................................15.000
Caixa..........................................................................5.000
Despesas antecipadas antecipadas de juros ...........7.000
Duplicatas a pagar C/P..............................................6.000
Forncedores...............................................................9.000
Imóveus de uso .......................................................12.000
Capital Social ...........................................................48.000
Impostos a pagar.......................................................7.000
Matéria prima – Estoques........................................13.000
Financiamentos L/P ...................................................8.000
Salários a pagar.......................................................11.000
Veículos......................................................................8.000
Máquinas e equipamentos ......................................16.000
Assinale a alternativa que contenha o quociente de endividamento:
A tabela a seguir refere-se às questões 56 e 57.
Despesas antecipadas de seguros...........................3.000
Duplicatas a receber C/P.........................................10.000
Bancos c/Movimento...............................................15.000
Caixa..........................................................................5.000
Despesas antecipadas antecipadas de juros ...........7.000
Duplicatas a pagar C/P..............................................6.000
Forncedores...............................................................9.000
Imóveus de uso .......................................................12.000
Capital Social ...........................................................48.000
Impostos a pagar.......................................................7.000
Matéria prima – Estoques........................................13.000
Financiamentos L/P ...................................................8.000
Salários a pagar.......................................................11.000
Veículos......................................................................8.000
Máquinas e equipamentos ......................................16.000
Assinale a alternativa que apresente o índice de liquidez corrente:
Analise os lançamentos no Balanço de Pagamentos de um país durante um ano.
Exportação de bens ................................................... 152.994
Importação de bens ................................................. –127.647
Transferências Unilaterais Correntes ............................. 2.314
Viagens internacionais ................................................. –5.593
Investimento brasileiro direto ....................................... 10.084
Investimento estrangeiro direto .................................... 25.948
Royalties e licenças ...................................................... –2.078
Lucros e dividendos ................................................... –17.765
O saldo em transações correntes desse país é:
Considere o seguinte demonstrativo financeiro hipotético:
Receita tributária .................................................. 201.070,00;
Operação de crédito ........................................... 810.832,10;
Alienação de bens ................................................... 2.405,50;
Receita patrimonial ................................................ 43.917,20;
Receita industrial ........................................................ 513,00;
Receita de serviços ............................................... 25.941,50.
Com base nesses dados, assinale a alternativa que apresenta o valor correto do total das receitas de capital.
Jeitinho
O jeitinho não se relaciona com um sentimento revolu-
cionário, pois aqui não há o ânimo de se mudar o status quo.
O que se busca é obter um rápido favor para si, às escondidas e
sem chamar a atenção; por isso, o jeitinho pode ser também
5 definido como "molejo", "jogo de cintura", habilidade de se "dar
bem" em uma situação "apertada".
Em sua obra O Que Faz o Brasil, Brasil?, o antropólogo
Roberto DaMatta compara a postura dos norte-americanos e a
dos brasileiros em relação às leis. Explica que a atitude
10 formalista, respeitadora e zelosa dos norte-americanos causa
admiração e espanto aos brasileiros, acostumados a violar e a
ver violadas as próprias instituições; no entanto, afirma que é
ingênuo creditar a postura brasileira apenas à ausência de
educação adequada.
15 O antropólogo prossegue explicando que, diferente das
norte-americanas, as instituições brasileiras foram desenhadas
para coagir e desarticular o indivíduo. A natureza do Estado é
naturalmente coercitiva; porém, no caso brasileiro, é inadequada
à realidade individual. Um curioso termo – Belíndia – define
20 precisamente esta situação: leis e impostos da Bélgica, realidade
social da Índia.
Ora, incapacitado pelas leis, descaracterizado por uma
realidade opressora, o brasileiro buscará utilizar recursos que
vençam a dureza da formalidade se quiser obter o que muitas
25 vezes será necessário à sua sobrevivência. Diante de uma
autoridade, utilizará termos emocionais, tentará descobrir alguma
coisa que possuam em comum - um conhecido, uma cidade da
qual gostam, a “terrinha” natal onde passaram a infância - e
apelará para um discurso emocional, com a certeza de que a
30 autoridade, sendo exercida por um brasileiro, poderá muito bem
se sentir tocada por esse discurso. E muitas vezes conseguirá o
que precisa.
Nos Estados Unidos da América, as leis não admitem
permissividade alguma e possuem franca influência na esfera
35 dos costumes e da vida privada. Em termos mais populares, diz-
se que, lá, ou “pode” ou “não pode”. No Brasil, descobre-se que
é possível um “pode-e-não-pode”. É uma contradição simples:
acredita-se que a exceção a ser aberta em nome da cordialidade
não constituiria pretexto para outras exceções. Portanto, o
40 jeitinho jamais gera formalidade, e essa jamais sairá ferida após
o uso desse atalho.
Ainda de acordo com DaMatta, a informalidade é também
exercida por esferas de influência superiores. Quando uma
autoridade "maior" vê-se coagida por uma "menor",
45 imediatamente ameaça fazer uso de sua influência; dessa forma,
buscará dissuadir a autoridade "menor" de aplicar-lhe uma
sanção.
A fórmula típica de tal atitude está contida no golpe
conhecido por "carteirada", que se vale da célebre frase "você
50 sabe com quem está falando?". Num exemplo clássico, um
promotor público que vê seu carro sendo multado por uma
autoridade de trânsito imediatamente fará uso (no caso, abusivo)
de sua autoridade: "Você sabe com quem está falando? Eu sou
o promotor público!". No entendimento de Roberto DaMatta, de
55 qualquer forma, um "jeitinho" foi dado.
(In: www.wikipedia.org - com adaptações.)
Observando a frase “buscará dissuadir a autoridade ‘menor’ de aplicar-lhe uma sanção” (L.46-47), assinale a alternativa em que a substituição da palavra sublinhada mantenha o sentido que se deseja comunicar no texto.
Jeitinho
O jeitinho não se relaciona com um sentimento revolu-
cionário, pois aqui não há o ânimo de se mudar o status quo.
O que se busca é obter um rápido favor para si, às escondidas e
sem chamar a atenção; por isso, o jeitinho pode ser também
5 definido como "molejo", "jogo de cintura", habilidade de se "dar
bem" em uma situação "apertada".
Em sua obra O Que Faz o Brasil, Brasil?, o antropólogo
Roberto DaMatta compara a postura dos norte-americanos e a
dos brasileiros em relação às leis. Explica que a atitude
10 formalista, respeitadora e zelosa dos norte-americanos causa
admiração e espanto aos brasileiros, acostumados a violar e a
ver violadas as próprias instituições; no entanto, afirma que é
ingênuo creditar a postura brasileira apenas à ausência de
educação adequada.
15 O antropólogo prossegue explicando que, diferente das
norte-americanas, as instituições brasileiras foram desenhadas
para coagir e desarticular o indivíduo. A natureza do Estado é
naturalmente coercitiva; porém, no caso brasileiro, é inadequada
à realidade individual. Um curioso termo – Belíndia – define
20 precisamente esta situação: leis e impostos da Bélgica, realidade
social da Índia.
Ora, incapacitado pelas leis, descaracterizado por uma
realidade opressora, o brasileiro buscará utilizar recursos que
vençam a dureza da formalidade se quiser obter o que muitas
25 vezes será necessário à sua sobrevivência. Diante de uma
autoridade, utilizará termos emocionais, tentará descobrir alguma
coisa que possuam em comum - um conhecido, uma cidade da
qual gostam, a “terrinha” natal onde passaram a infância - e
apelará para um discurso emocional, com a certeza de que a
30 autoridade, sendo exercida por um brasileiro, poderá muito bem
se sentir tocada por esse discurso. E muitas vezes conseguirá o
que precisa.
Nos Estados Unidos da América, as leis não admitem
permissividade alguma e possuem franca influência na esfera
35 dos costumes e da vida privada. Em termos mais populares, diz-
se que, lá, ou “pode” ou “não pode”. No Brasil, descobre-se que
é possível um “pode-e-não-pode”. É uma contradição simples:
acredita-se que a exceção a ser aberta em nome da cordialidade
não constituiria pretexto para outras exceções. Portanto, o
40 jeitinho jamais gera formalidade, e essa jamais sairá ferida após
o uso desse atalho.
Ainda de acordo com DaMatta, a informalidade é também
exercida por esferas de influência superiores. Quando uma
autoridade "maior" vê-se coagida por uma "menor",
45 imediatamente ameaça fazer uso de sua influência; dessa forma,
buscará dissuadir a autoridade "menor" de aplicar-lhe uma
sanção.
A fórmula típica de tal atitude está contida no golpe
conhecido por "carteirada", que se vale da célebre frase "você
50 sabe com quem está falando?". Num exemplo clássico, um
promotor público que vê seu carro sendo multado por uma
autoridade de trânsito imediatamente fará uso (no caso, abusivo)
de sua autoridade: "Você sabe com quem está falando? Eu sou
o promotor público!". No entendimento de Roberto DaMatta, de
55 qualquer forma, um "jeitinho" foi dado.
(In: www.wikipedia.org - com adaptações.)
Assinale a alternativa em que a vírgula está corretamente empregada.
Jeitinho
O jeitinho não se relaciona com um sentimento revolu-
cionário, pois aqui não há o ânimo de se mudar o status quo.
O que se busca é obter um rápido favor para si, às escondidas e
sem chamar a atenção; por isso, o jeitinho pode ser também
5 definido como "molejo", "jogo de cintura", habilidade de se "dar
bem" em uma situação "apertada".
Em sua obra O Que Faz o Brasil, Brasil?, o antropólogo
Roberto DaMatta compara a postura dos norte-americanos e a
dos brasileiros em relação às leis. Explica que a atitude
10 formalista, respeitadora e zelosa dos norte-americanos causa
admiração e espanto aos brasileiros, acostumados a violar e a
ver violadas as próprias instituições; no entanto, afirma que é
ingênuo creditar a postura brasileira apenas à ausência de
educação adequada.
15 O antropólogo prossegue explicando que, diferente das
norte-americanas, as instituições brasileiras foram desenhadas
para coagir e desarticular o indivíduo. A natureza do Estado é
naturalmente coercitiva; porém, no caso brasileiro, é inadequada
à realidade individual. Um curioso termo – Belíndia – define
20 precisamente esta situação: leis e impostos da Bélgica, realidade
social da Índia.
Ora, incapacitado pelas leis, descaracterizado por uma
realidade opressora, o brasileiro buscará utilizar recursos que
vençam a dureza da formalidade se quiser obter o que muitas
25 vezes será necessário à sua sobrevivência. Diante de uma
autoridade, utilizará termos emocionais, tentará descobrir alguma
coisa que possuam em comum - um conhecido, uma cidade da
qual gostam, a “terrinha” natal onde passaram a infância - e
apelará para um discurso emocional, com a certeza de que a
30 autoridade, sendo exercida por um brasileiro, poderá muito bem
se sentir tocada por esse discurso. E muitas vezes conseguirá o
que precisa.
Nos Estados Unidos da América, as leis não admitem
permissividade alguma e possuem franca influência na esfera
35 dos costumes e da vida privada. Em termos mais populares, diz-
se que, lá, ou “pode” ou “não pode”. No Brasil, descobre-se que
é possível um “pode-e-não-pode”. É uma contradição simples:
acredita-se que a exceção a ser aberta em nome da cordialidade
não constituiria pretexto para outras exceções. Portanto, o
40 jeitinho jamais gera formalidade, e essa jamais sairá ferida após
o uso desse atalho.
Ainda de acordo com DaMatta, a informalidade é também
exercida por esferas de influência superiores. Quando uma
autoridade "maior" vê-se coagida por uma "menor",
45 imediatamente ameaça fazer uso de sua influência; dessa forma,
buscará dissuadir a autoridade "menor" de aplicar-lhe uma
sanção.
A fórmula típica de tal atitude está contida no golpe
conhecido por "carteirada", que se vale da célebre frase "você
50 sabe com quem está falando?". Num exemplo clássico, um
promotor público que vê seu carro sendo multado por uma
autoridade de trânsito imediatamente fará uso (no caso, abusivo)
de sua autoridade: "Você sabe com quem está falando? Eu sou
o promotor público!". No entendimento de Roberto DaMatta, de
55 qualquer forma, um "jeitinho" foi dado.
(In: www.wikipedia.org - com adaptações.)
Na frase “é ingênuo creditar a postura brasileira apenas à ausência de educação adequada” foi corretamente empregado o acento indicativo de crase.
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase está corretamente empregado.