Questões de Concurso
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De acordo com a melhor interpretação constitucional aplicada pelo Supremo, essas normas realizam o:
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
Texto para responder à questão.
Altruísmo em tempo de guerra
Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.
As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.
Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:
1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.
2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.
3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.
4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?
5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.
6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.
7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.
Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.
Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.
Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.
A sequência numérica, de cima para baixo, que corresponde pela correta relação entre as colunas é:
Com base nessa passagem, considere as duas colunas de acordo com os grupos e suas respectivas definições de:
A sequência numérica, de cima para baixo, que corresponde pela correta relação entre as colunas é:
Segundo a autora, cada tipo de cultura escolar recebe um nome que, respectivamente, corresponde às tipologias já citadas, sendo elas:
I – Participação do estudante no estabelecimento de normas que sejam poucas e claras;
II – Oferecer ao estudante a possibilidade de explicitar o que devem e o que não devem fazer e os procedimentos rápidos e eficazes para corrigir seu não-cumprimento;
III – Reelaboração constante das regras;
IV – Ter um estudante escolhido pelos demais como mediador.
Conforme o que preconiza a referida autora,
De acordo com esse documento, é correto afirmar que:
A partir das especificações de cada uma dessas formas descritas na Organização Didática da Educação Básica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Resolução IFSP nº 62/2018, de 07 de agosto de 2018), é correto afirmar que:
A partir dos critérios estabelecidos nesse documento, é correto afirmar que o estudante que obtiver
Sabendo disso, considere as seguintes afirmações:
I – AAdvertência escrita e a Suspensão (por até 10 dias letivos) serão aplicadas pela Diretoria Adjunta Educacional (DAE).
II – A Advertência oral deverá ser feita por um servidor da Coordenadoria de Apoio ao Ensino (CAE), independentemente de ter presenciado o fato ou não, considerando a ocorrência e a necessidade de alertar para o descumprimento das normas. As Advertências Orais deverão ser registradas, conforme definição em cada câmpus.
III – A Suspensão por mais de 10 dias letivos, não podendo exceder 15 (dez) dias letivos, cabe à Direção Adjunta Educacional (DAE).
IV – O Cancelamento de matrícula, previsto apenas para os estudantes maiores de 18 anos, cabe à Direção-Geral do câmpus, conforme os trâmites de Processo Disciplinar estabelecidos no Regimento Disciplinar Discente.
É correto afirmar que:
A alternativa que melhor representa a perspectiva dos procedimentos a serem tomados é:
O decreto supracitado também menciona o acompanhamento e monitoramento externo à instituição ao qual o aluno está vinculado. Tal tarefa compete aos seguintes órgãos externos: