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Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Faces da escravidão contemporânea
Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.
Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.
Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.
Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.
Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.
Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.
Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.
GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea.
Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].
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Texto 1
Faces da escravidão contemporânea
Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.
Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.
Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.
Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.
Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.
Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.
Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.
GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea.
Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].
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Texto 1
Faces da escravidão contemporânea
Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.
Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.
Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.
Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.
Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.
Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.
Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.
GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea.
Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].
( ) Oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da Língua Portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas. ( ) Oferta de profissionais de apoio escolar. ( ) Uso de recursos de tecnologia assistiva, de forma a ampliar habilidades funcionais dos estudantes.
I. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. II. Direito de ser respeitado por seus educadores. III. Direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores somente em casos extremos. IV. Direito de organização e participação em entidades estudantis.
Estão CORRETOS:
I. Promover a igualdade étnica e o combate às desigualdades sociais resultantes do racismo, inclusive mediante adoção de ações afirmativas. II. Formular políticas destinadas a combater os fatores de marginalização e a promover a integração social da população negra. III. Articular planos, ações e mecanismos voltados à promoção da igualdade étnica.
Estão CORRETOS:
(1) Conceituando gramática. (2) Conceituando língua. (3) Fatos linguísticos e fatos sociais.
(_) Todas as variedades são boas e corretas e funcionam segundo regras tão rígidas quanto se imagina que são as da “língua clássica dos melhores autores”. (_) Designa um conjunto de regras que devem ser seguidas por aqueles que querem “falar e escrever corretamente”. (_) Conjunto das variedades utilizadas por uma determinada comunidade, reconhecidas como heterônimas.