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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Já em sua forma mais contemporânea, ‘tarifa’ corresponde comumente ao preço cobrado pela prestação de um serviço ou uso de um bem. Ela foi descrita como ‘a palavra mais bonita do dicionário’ pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A palavra ganhou manchetes ao redor do mundo, principalmente no Brasil, pelos tarifaços impostos por ele”.
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Em 1828, os estados do Norte dos EUA fizeram lobby para que o governo aprovasse impostos elevados sobre produtos importados, para proteger a nascente indústria do país (concentrada na região)”.
( ) Há duas orações adverbiais finais no trecho.
( ) Não há orações reduzidas no período.
( ) Uma das orações é introduzida por uma locução conjuntiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Parte desse legado ficou marcada na língua”.
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A palavra “remonta”, em “O primeiro uso documentado da palavra ‘tarifa’ na língua inglesa (‘tariff’) remonta a 1592”, pode ser substituída por “data” sem que sejam necessárias outras alterações no período.
II. No trecho “No céu, dezenas de estrelas têm nomes árabes, como Betelgeuse (‘mão do gigante’) e Aldebaran (‘o seguidor’)”, a primeira vírgula pode ser omitida sem prejuízo à correção do período, mas a segunda, não.
III. Em “acabou sendo adotado por comerciantes europeus que tiveram contato com mercadores de língua árabe no Mediterrâneo”, é possível inserir uma vírgula antes da palavra “que” a fim de introduzir uma pausa ao trecho, sem causar alterações ao seu sentido.
Quais estão corretas?
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “________ também outras ocasiões em que as tarifas norte-americanas provocaram conflitos ao longo da história”.
• “Isso enfureceu os estados do Sul, ________ economia era predominantemente agrária e ________ ainda dependiam dos produtos da Europa”.
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “É uma herança do Império Islâmico, que se estendeu da Ásia .... Europa”.
• “as principais fontes apontam para uma referência .... ilha de Tarif, na costa da cidade”.
• “recebeu esse nome no ano 710 por ter abrigado .... primeiras tropas do comandante Tarif ibn Malik”.
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.
Qual é a origem da palavra “tarifa”?

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Texto III

Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.
Fuente: LUZ, F.S., de Castro, A. P., & BARROS, A. das G. M. M. (2026). ProfedELE: um recurso digital para o ensino-aprendizagem de Espanhol como língua adicional. Revista Educar Mais, 10, 1-16. Disponible en: https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/educarmais/article/ view/4287 . Acceso el: 29 abr. 2026.
MESQUITA NETO, José Rodrigues de; DA SILVA, Marta Jussara Frutuoso. Espanhol como língua adicional: um reflexo do ensino no Brasil. Tutóia: Diálogos, 2021. E-book (380 p.). Disponible en: https://editoradialogos.com/ebooks/espanhol-como-lingua-adicional-um-reflexo- -do-ensino-no-brasil/. Acceso el: 29 abr. 2026.
Texto III

Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.
Fuente: RIBEIRO, Ana Elisa. Multimodalidade, textos e tecnologias: provocações para a sala de aula. 1. Ed. São Paulo: Parábola, 2021.
FREITAS, M.S.; ORTALE, F.L (Orgs.). Estudos de abordagem no ensino de línguas e formação docente. Campinas, SP: Pontes Editores, 2020.
Texto II

Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.
Fuente: DA SILVA, Caroline Veloso; CAIADO, Katia Regina Moreno. O professor de língua espanhola em contexto de educação inclusiva: desafios e perspectivas no ensino para deficientes visuais. Educação e Fronteiras, Dourados, v. 5, n. 14, p. 109-124, 2016. Disponible en: https://ojs. ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/view/3777. Acceso el: 29 abr. 2026.
RETORTA, M.S., & TONELLI, J.R.A. (2023). O ensino de línguas adicionais para alunos com dificuldades específicas de aprendizagem: desafios e possibilidades de engajamento. Raído, 17 (44), 63-82. Disponible en: https://ojs.ufgd.edu.br/Raido/article/view/17042 . Acceso el: 29 abr. 2026.
Texto II

Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.
Fuente: DUTRA, Eduardo de Oliveira; SIMIONI, Taise. O ensino do espanhol: caminhos e perspectivas. Pontes Editores, 2017.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Brasília: MEC, 2018.
Fuente: PRATA, Andréa Moreno N.; LESSA, Angela B.C.T. Espanhol como língua estrangeira em uma escola inclusiva: A atividade social na educação inclusiva. Novas Edições Acadêmicas, 2015.
I. De manera clara y objetiva, corregir de inmediato los errores morfológicos y sintácticos que cometa el estudiante durante la exposición oral, evitando que estos errores se arraiguen.
II. Como forma de retroalimentación correctiva, reformular y pedir a los estudiantes que aclaren sobre los errores, negociando el significado sin interrumpir el proceso comunicativo, son estrategias que se consideran adecuadas para la adquisición de la L2.
III. Tras la fase de preparación, proponer una producción oral, que tenga en cuenta el vocabulario temático del texto, siempre y cuando en la evaluación priorice la fluidez y la adecuación pragmática.
IV. El enfoque más eficaz es dar prioridad a la homogeneización del grupo, dividiéndolo por nivel de dominio, y evitar proponer actividades que superen el nivel lingüístico de los estudiantes.
Fuente: ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas, 1993. CANALE, M., SWAIN, M. Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing, 1980.
Las afirmaciones correctas se encuentran en:
Fonte: PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Aquisição de Segunda Língua, São Paulo: Parábola, 2020. CONSELHO DA EUROPA. Marco Común Europeo de Referencia para las Lenguas: Aprendizaje, Enseñanza, Evaluación. Tradução: Instituto Cervantes. Madrid: Secretaría General Técnica del MECD, Anaya e Instituto Cervantes, 2002.
Fuente: Marcuschi, L. A. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.