Questões de Concurso Para professor - creche

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Q3528256 Pedagogia
Uma professora da Educação Infantil percebe que alguns responsáveis demonstram dificuldades em compreender o papel pedagógico da escola, acreditando que a escola tem apenas a função de cuidar das crianças. Qual estratégia pedagógica é mais eficaz para fortalecer a parceria entre escola e família, promovendo um melhor entendimento sobre o processo educativo?
Alternativas
Q3528253 Pedagogia
No início do ano letivo, a equipe pedagógica de uma escola está estruturando o período de adaptação para as novas crianças. Diante das diferentes reações das famílias e dos alunos, qual medida é mais eficaz para garantir um acolhimento respeitoso e inclusivo?
Alternativas
Q3528252 Pedagogia
Durante a adaptação de uma criança nova na escola, a professora percebe que ela tem dificuldades em expressar emoções e interagir com os colegas. A equipe pedagógica decide implementar estratégias para desenvolver competências socioemocionais na turma. Qual abordagem pedagógica está mais alinhada ao desenvolvimento socioemocional na Educação Infantil?
Alternativas
Q3528242 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelecem princípios fundamentais para a Educação Infantil. Entretanto, desafios na implementação dessas diretrizes ainda são comuns nas instituições de ensino. Diante desse cenário, qual é o principal desafio enfrentado na aplicação dos direitos educacionais da criança na Educação Infantil?
Alternativas
Q3527431 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Dentre as ocorrências da vogal A destacadas com números sobrescritos no texto, quais necessitam de vir acompanhadas do acento indicativo de crase?
Alternativas
Q3527430 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Os conectivos sublinhados nos parágrafos iniciais do texto podem ser adequadamente substituídos por
Alternativas
Q3527429 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Em qual dos vocábulos abaixo a partícula “auto-” NÃO possui o mesmo sentido que ocorre na palavra “autorrelato”?
Alternativas
Q3288096 Pedagogia
A brinquedoteca é um espaço organizado e cuidadosamente planejado para a concretização do brincar, que deve ser instalado e garantido nas creches, com “[...] brinquedos variados [...], que permitem a realização de desejos, proporcionando a criança a brincar conforme sua vontade. Entretanto, a brinquedoteca pode não ser apenas um lugar de brinquedo” (Sommerhalder; Alves, 2011, p. 68).
Fonte: SOMMERHALDER, Aline; ALVES, Fernando. Jogo e a educação na infância: muito prazer em aprender. Curitiba: CRV, 2011.
Considere as assertivas a seguir sobre a brinquedoteca.
I- A brinquedoteca escolar não deve ser encarada como um suporte ou espaço de apoio para o desenvolvimento de atividades pedagógicas, por ser compreendida como espaço para a manifestação da criatividade livre da criança, já que tem ali uma variedade de materiais lúdicos para experienciar de modo espontâneo.
II- As brinquedotecas nas creches também podem ser lugar de observar e compreender a criança, suas emoções e vivências.
III- Entende-se por brinquedoteca na creche como sendo uma sala reservada, com cantos variados e que contemplem brinquedos voltados para estimular a imaginação e a criatividade, incluindo brinquedos confeccionados com sucata e excluindo brinquedos tecnológicos.
IV- Existem outras finalidades da brinquedoteca, tais como oportunizar socialização, aprendizagem de regras, responsabilidade e uso coletivo e acesso ao brinquedo como objeto cultural.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3288095 Pedagogia
Um professor da creche planejou uma atividade com a turma de crianças bem pequenas. Ele levou para a sala de aula bolas de diferentes tamanhos, sons, texturas e pesos, para que comparassem características, de modo que pudessem vivenciar processos de acomodação e assimilação sobre diferentes tipos de bolas. Assinale a alternativa CORRETA que identifica qual teoria da aprendizagem pode ter embasado esta atividade.
Alternativas
Q3288094 Pedagogia
É típico que a criança bem pequena também busque apreender as relações e conhecer a si e ao mundo que a cerca por meio do brincar. Entretanto, esse brincar tem especificidades relacionadas às características do seu nível de desenvolvimento infantil. Assim, considere as assertivas sobre o brincar das crianças de um ano de idade.
I- Os brinquedos nesta faixa etária são companheiros fiéis nas atividades lúdicas, especificamente em contextos de alegria, fantasias e empolgação. Não se observa o uso desse recurso em momentos de frustração, angústia ou medos.
II- Nessa fase, a criança tem curiosidade em explorar o corpo dos colegas como brinquedo, com extremo interesse em fundar vínculos afetivos.
III- Para que a criança possa adquirir autonomia e segurança nesta idade, o adulto/docente não deve interferir na oferta nem na escolha dos brinquedos.
IV- A rotatividade de brinquedos é uma característica desta faixa etária, que ora brinca com um brinquedo, depois com bugigangas, ora mexe com outros objetos diferentes, ora busca outra atividade.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3288093 Legislação Federal
Diversas normatizações brasileiras tiveram impacto nos sistemas de educação brasileira e, assim, implicaram alterações no texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394. Algumas afetaram diretamente o funcionamento do atendimento na Educação Infantil, como a Lei que modificou a idade das crianças atendidas nesta etapa da Educação Básica. Assinale a alternativa CORRETA, que indica qual foi essa lei.
Alternativas
Q3288092 Pedagogia
Avaliar é um elemento essencial da prática educativa, inclusive na Educação Infantil. Considerando o trabalho pedagógico desenvolvido nas creches e os processos avaliativos relacionados, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3288091 Pedagogia
A organização e realização de atividades relativas à sonoridade na creche são uma possibilidade a ser construída, que envolve ações pedagógicas atreladas às especificidades das etapas de desenvolvimento das crianças. Sobre estas atividades, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3288090 Pedagogia
A organização do espaço na creche deve ser um elemento importante a ser pensado e incluído no planejamento, para ofertar um ambiente propício e facilitador dos processos de ensino e de aprendizagem. Sobre este aspecto da organização espacial das e nas creches, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3288089 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define habilidades essenciais que todos os alunos brasileiros devem desenvolver ao longo da Educação Básica, englobando a Educação Infantil e, por conseguinte, o trabalho na creche. Assim, para tratar de alguns elementos dispostos na BNCC com bebês e crianças bem pequenas, analise as assertivas a seguir.
I- Identificar e criar diferentes sons, bem como reconhecer rimas e aliterações em cantigas de roda e textos poéticos, são algumas das habilidades a serem trabalhadas na creche com crianças bem pequenas, conforme expresso na BNCC.
II- A BNCC apresenta uma estrutura para composição curricular do trabalho educativo nas escolas de Educação Infantil e creches, que inclui cinco direitos de aprendizagem e desenvolvimento atrelados a seis campos de experiência.
III- Sobre a divisão de crianças por faixa etária atendidas na creche, a BNCC considera dois grupos (com propostas e direcionamentos diferentes): bebês, que têm de zero a 1 ano e 11 meses e crianças bem pequenas, de 2 anos a 3 anos e 11 meses.
IV- Um dos direitos da aprendizagem na Educação Infantil versa sobre a criança participar ativamente, com adultos e outras crianças, do planejamento da gestão da escola.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3288088 Pedagogia
As creches têm uma responsabilidade para com o desenvolvimento e com a aprendizagem, o que implica pensar sobre “o que fazer com as crianças, principalmente as bem pequenas?”. Com esta provocação apresentada por Luciana Ostetto (2000, p. 175), no livro Encantos e encantamentos da Educação Infantil, coloca-se em questão pensar sobre possibilidades e especificidade de planejamento e rotinas na creche.
Fonte: OSTETTO, Luciana Esmeralda. Encantos e encantamentos da educação infantil. Campinas: Papirus: Cortez, 2000.
Sobre este tema, considere as seguintes assertivas.
I- O planejamento por listagem de atividades é visto como rudimentar e pouco recomendado, porque o encaminhamento do trabalho acontece a partir de uma lista de atividades consideradas pedagógicas (como jogos de quebra-cabeça, audição de histórias, música com gestos, por exemplo) e distribuídas pelos dias da semana, “preenchendo” o tempo entre os momentos da rotina de cuidado.
II- Recomenda-se que o planejamento pedagógico ideal para o trabalho educativo com bebês seja direcionado por atividades propostas a partir de datas comemorativas, porque também envolve as famílias em temas/interesses do contexto social.
III- Planejar o trabalho educativo na creche implica integrar cuidar, brincar e educar em situações significativas, pensadas a partir da escuta dos interesses, curiosidades e demandas das crianças e do contexto que vivenciam.
IV- O planejamento por temas geradores pode parecer um avanço; porém, corre-se o risco de recair na listagem de atividades repetidas, com temas ditos “escolares” que nem figuram no interesse das crianças bem pequenas, deixando de favorecer a aprendizagem.
V- O planejamento para a creche deve ser organizado em um modelo único de documentação, que direcione a ação pedagógica de forma a ser reproduzida por qualquer docente que atenda ao mesmo grupo etário de crianças.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3288087 Pedagogia
Sommerhalder e Alves (2010), no livro Jogo e a educação na infância, afirmam que uma questão importante quando se trata da vivência do jogo na Educação Infantil “[...] diz respeito ao brinquedo e à sua real função, que [...] seria como um parceiro da criança”.
Fonte: SOMMERHALDER, Aline; ALVES, Fernando. Jogo e a educação na infância: muito prazer em aprender. Curitiba: CRV, 2011.
Considerando características, usos e função dos brinquedos na creche, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3288086 Pedagogia
As trocas de afeto na primeira infância, seja com familiares, colegas e até com o professor, são as primeiras relações de uma criança. Então, a maneira com que essas relações são cultivadas lhes ensina a interagir e a se comunicar. Este também é um período de adaptação da criança ao meio físico e social, tornando os vínculos afetivos construídos nesta fase essenciais para sua evolução. Considerando tal direcionamento, analise as proposições a seguir.
I- Recepção matinal não é um momento específico para explorar a afetividade na creche, pois a chegada pode ser repleta de crianças que choram quando se “separam” dos pais, e dar acalento/afeto pode estimular ainda mais esse choro e contaminar negativamente a emoção das outras crianças, desregulando-as.
II- Brincadeiras livres em ambientes como parques e caixas de areia não são momentos de conexão afetiva, pois a ideia é que garanta espaço para que a criança explore unicamente seu aspecto motor, quando as crianças escolhem como e com o que brincam.
III- A estratégia pedagógica da roda de conversa é um momento afetivo importante, pois as crianças podem compartilhar emoções e percepções sobre vivências e, assim, têm oportunidade de explorar e aprender a expressar emoções.
IV- É essencial que cada sala na creche tenha um cantinho da reflexão, espaço reservado para o qual a criança possa ir se estiver frustrada ou irritada, onde possa se acalmar ou conversar mais à vontade com o professor sobre seus sentimentos.
V- A hora do banho e de todas as rotinas de higiene deve ser um momento com enfoque na manutenção da vida, segurança e bem-estar físico, sem correlação com o elemento afetivo.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3288085 Pedagogia
Diversos autores organizaram teorias sobre a aprendizagem e sobre desenvolvimento infantil, dentre eles Piaget, Vygotsky e Wallon. Pensando nas ideias desses autores, que podem embasar a atuação docente na creche, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3288084 Pedagogia
Jussara Hoffman e Maria Beatriz Silva (2010) exploram a ação educativa na creche, refletindo sobre o cuidar e o educar neste contexto, e apontam práticas que devem ser repensadas, por desconsiderarem demandas e escolhas das crianças relacionadas às etapas do seu desenvolvimento infantil.
Fonte: HOFFMANN, Jussara; SILVA, Maria Beatriz. Ação educativa na creche. 8.ed. Porto Alegre: Mediação, 2010.
Sobre estas práticas, considere as assertivas a seguir.
I- É preciso uma postura crítica e cuidadosa também constituída em processos formativos que abordem o cuidar sob o viés do educar, que inclui ter dimensão da importância do desfralde na creche, de modo que respeite demandas físicas e emocionais das crianças.
II- Considerando algumas preocupações de mães sobre adoecimento infantil e em respeito às demandas de bebês e crianças bem pequenas de serem protegidas e cuidadas, não é devido que frequentem áreas externas da creche, evitando que fiquem expostas às intempéries do clima.
III- Nas creches, é recomendado o uso obrigatório do penico de 30 a 60 minutos para crianças bem pequenas, em consonância com a necessidade de aprender o controle dos esfíncteres.
IV- O momento das refeições na creche pode ser uma situação educativa propícia às trocas afetivas e à exploração de aromas, sabores, cores e formas.
V- Toda brincadeira deve ser interrompida na hora prevista para higiene, tendo em vista o desenvolvimento do senso de tempo e de rotina.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Respostas
121: A
122: C
123: D
124: B
125: D
126: A
127: B
128: A
129: C
130: A
131: E
132: E
133: B
134: D
135: B
136: B
137: C
138: D
139: E
140: A