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I. tem sistema operacional e não necessita de um computador ou servidor hospedeiro para funcionar, tendo por foco a conexão em redes locais. Para que funcione, é preciso conectar o sistema a uma rede local ou à internet. Em consequência, será disponibilizado mais espaço de armazenamento para todos os pontos autorizados na rede, o que inclui computadores, notebooks e celulares;
II. possui uma infraestrutura de rede privada que conecta dispositivos de armazenamentos a outros dispositivos de computação. Esse método não utiliza a rede local da empresa e cria sua própria rede. Essa forma de armazenamento normalmente é montada por meio de três componentes: cabeamento, adaptadores de barramento (controladoras HBAs) e switches conectados aos sistemas de armazenamento e aos servidores.
Essas formas de armazenamento são conhecidas, respectivamente, pelas siglas:
I. criptografa e descriptografa dados usando uma chave secreta que é compartilhada por todas as partes envolvidas em uma transação;
II. também conhecida como criptografia de chave pública, criptografa e descriptografa dados usando duas chaves diferentes. Qualquer pessoa pode usar a chave pública para criptografar dados, mas apenas os detentores da chave privada correspondente podem descriptografar esses dados.
Os tipos descritos em I e em II são conhecidos, respectivamente, como criptografi as:
I. conhecido como Wi-Fi 5, opera principalmente na banda de 5 GHz com velocidades superiores a 1 Gbps;
II. conhecido como Wi-Fi 6, esse padrão foi desenvolvido para frequências mais altas e pode atingir velocidades de até 10 Gbps, além de oferecer suporte a vários dispositivos simultaneamente.
Os padrões wi-fi descritos em I e II são conhecidos, respectivamente, como:
Com o crescimento exponencial da internet e o surgimento de novas tecnologias conectadas, compreender o que é IPJv6 tornou-se essencial para profissionais de redes e infraestrutura. O IPv6 é o sucessor direto do IPv4, projetado para resolver a escassez de endereços e oferecer melhorias substanciais em segurança, eficiência e roteamento. O IPv6 define três categorias principais de endereços:
I. envia pacotes para múltiplos destinos simultaneamente
II. atribui endereço único a uma interface. O pacote é entregue diretamente ao destinatário;
III. atribui o mesmo endereço a várias interfaces. O roteador entrega o pacote à mais próxima (menor custo)
As três categorias são conhecidas, respectivamente, como:
• 1 sub-rede com até 32.000 hosts;
• 15 sub-redes com até 2.000 hosts;
• 8 sub-redes com até 250 hosts.
Após a realização dos cálculos, chegou-se à configuração 183.142.0.0/17, atribuída para a sub-rede com até 320000 hosts. Continuando com os cálculos, duas configurações válidas para uma das 15 sub-redes com até 2000 hosts, e para uma das 8 sub redes com até 250 hosts, são, respectivamente:
I. É um protocolo desenvolvido para evitar loops de rede, que identifica caminhos redundantes e bloqueia temporariamente as portas desnecessárias, garantindo que apenas um caminho ativo permaneça entre dois pontos da rede;
II. É um protocolo que oferece tempos de convergência muito mais rápidos, reduzindo o downtime em caso de falhas e tornando a rede mais resiliente;
III. É um protocolo que permite a criação de múltiplas instâncias de spanning tree, otimizando o uso de links redundantes e segmentando o tráfego conforme as necessidades da rede
Os protocolos descritos em I, em II e em III são conhecidos, respectivamente, como:
I. possui interface gráfica para explorar conexões LDAP;
II. testa conexões LDAP usando Test-NetConnection;
III. permite analisar tráfego LDAP na rede.
Essas ferramentas são, respectivamente:
I. É um diretório que armazena as bibliotecas essenciais e os módulos do kernel Linux, sendo que bibliotecas são conjuntos de funções e recursos utilizados por programas;
II. É um diretório que armazena informações do sistema, como spool de impressora, caixas postais, logs do sistema e cache de programas.
Esses diretórios são conhecidos, respectivamente, por:
. Para selecionar todos os arquivos armazenados nessa pasta, conforme mostrado na figura
,
ele pode executar dois
procedimentos, descritos a seguir. (1) Executar um atalho de teclado ou
(2) Selecionar
, que está no topo da lista e, levando o cursor do mouse sobre o nome do último arquivo
pressionar, simultaneamente, uma tecla específica. O atalho de teclado e a tecla pressionada são, respectivamente:
I. Indica o tempo necessário em ms para que a cabeça de leitura e gravação se posicione no setor do disco que deve ser lido ou mesmo gravado. Esse parâmetro sofre influência do tempo de rotação dos discos, atualmente na faixa de 5.400, 7.200 e 10.000 rpm;
II. Indica o tempo que a cabeça de leitura e gravação leva para se deslocar até uma trilha do disco ou mesmo de uma trilha a outra. Cabe ressaltar que quanto menor esse tempo, melhor o desempenho.
Os parâmetros descritos em I e em II são conhecidos, respectivamente, como tempos de:
Os componentes identificados por C3 e C6 são conhecidos, respectivamente, como barramento: