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Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605915 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças...
Alternativas
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Q3605914 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra apresente sufixo que indique qualidade acentuada: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605913 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605912 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque na oração: ...resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente  comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605911 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam paroxítonas:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605910 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra apresente mais de cinco sílabas: 
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Q3605909 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja letra g da palavra não represente o mesmo fonema representado pela letra g na palavra digital: 
Alternativas
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Q3605908 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605907 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3591320 Veterinária
 A OIE, atualmente denominada Organização Mundial de Saúde Animal, emite normas, orientações e recomendações em saúde animal consideradas referências internacionais, como a lista de doenças notificação compulsória, implantada no Brasil através da IN MAPA n° 50/2013, que estabelece que:
Alternativas
Q3591319 Veterinária
A inspeção sanitária de produtos de origem animal visa não somente a proteção à saúde do consumidor, mas também a garantia da qualidade desses produtos. Desta forma, analise as alternativas a seguir e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3591318 Patologia
 A leishmaniose visceral (LV) é uma protozoonose de difícil controle na qual o cão doméstico assume o papel de principal reservatório da doença em áreas urbanas. Nesse sentido, analise as opções a seguir sobre a LV canina e assinale a correta.
Alternativas
Q3591317 Direito Sanitário
A Vigilância Sanitária é um importante componente do Sistema de Vigilância em Saúde, estando prevista como campo de atuação do Sistema Único de Saúde. Dentre suas atribuições está:
Alternativas
Q3591316 Direito Internacional Público
 A Organização Mundial do Comércio (OMC) é uma organização internacional que regula o comércio entre as nações e que conta com mais de 160 países membros, incluindo o Brasil. Suas decisões na delimitação de políticas de comércio internacional é regulada por seis princípios básicos. Sobre esses princípios, avalie os itens a seguir e assinale a alternativa correta.

I - O princípio da concorrência leal tenta coibir práticas desleais, como o dumping.
II - O princípio da proibição de restrições quantitativas impede a aplicação de tarifas como medida de proteção econômica.
III - O princípio do tratamento especial para países em desenvolvimento prevê que esses países sejam favorecidos em acordos com países desenvolvidos.
Alternativas
Q3591315 Veterinária
O controle da importação e exportação de produtos veterinários utilizados na reprodução animal é uma importante estratégia para proteger a sanidade do rebanho nacional. Assim, a legislação pertinente estabelece que:
Alternativas
Q3591314 Veterinária
 A temperatura ambiente é uma das variáveis que mais afeta a produção de mamíferos, isso porque o organismo animal desempenha respostas anatomofisiológicas para compensar o estresse pelo calor. Sobre esse assunto, analise os itens a seguir e marque a alternativa correta. 

I - Quando a umidade relativa do ar está alta, ocorre aumento da respiração e da transpiração, porém, quando ela está baixa, ocorre aumento da frequência cardiorrespiratória.

II - Quando a temperatura está alta ocorre maior utilização de nitrogênio pelo aumento do catabolismo de proteína necessário à produção de energia de mantença.

III - Quando a temperatura está alta ocorre vasodilatação do trato digestório pós-diafragmático, o que, juntamente com a diminuição da ingesta, leva a uma menor absorção de nutrientes.
IV - Quando a temperatura está alta ocorre diminuição da atividade ruminal, o que contribui para uma menor produção de corpos cetônicos, o que pode levar a um quadro de acidose metabólica.
Alternativas
Q3591313 Veterinária
O Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) estabelece estratégias que visam a diminuição da prevalência e incidência dessas doenças com vistas a sua erradicação no território nacional. Sobre essas estratégias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3591312 Saúde Pública
As medidas de ocorrência das doenças são importantes ferramentas epidemiológicas para compreender como as doenças ocorrem em determinada população durante um certo período, sendo fundamentais para identificar grupos de risco e definir estratégias de controle. Sobre essas medidas pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3591311 Técnicas em Laboratório
 A raiva é uma enfermidade letal que acomete mamíferos, incluindo os humanos, sendo considerada uma zoonose de importância em saúde pública. Em herbívoros, a ausência de sinais clínicos específicos dificulta a confirmação dos casos, que deve ser baseada em diagnóstico laboratorial. Desta forma, assinale a opção que não indica um teste.
Alternativas
Q3591310 Medicina
Os acidentes com serpentes do gênero Bothrops são os mais notificados no Brasil, sendo mais prevalentes nos meses quentes e chuvosos e nas regiões Norte e Nordeste do país. Serpentes desse gênero são conhecidas popularmente como: 
Alternativas
Respostas
12261: B
12262: D
12263: C
12264: A
12265: B
12266: D
12267: E
12268: C
12269: D
12270: D
12271: C
12272: C
12273: C
12274: D
12275: A
12276: B
12277: B
12278: C
12279: B
12280: D