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Q2088737 Matemática
O terreno de Joaquim é forma retangular, com comprimento medindo 6 Km e largura medindo 4 Km. Caso Joaquim resolva cercar todo seu terreno com arame, dando duas voltas completas em torno do mesmo, então a quantidade de arame necessária, em m, é de: 
Alternativas
Q2088736 Matemática
Um capital no valor de R$ 1 400,00 foi aplicado, no regime de juros simples, a uma taxa de 2,5% ao mês. Considerando que essa quantia ficou aplicada, durante um ano, então o juro rendido foi de:
Alternativas
Q2088735 Matemática
Uma alternativa que apresenta de forma correta um ângulo reto, é: 
Alternativas
Q2088734 Matemática
Uma menina anotou suas notas da disciplina de Geografia por bimestre, na tabela abaixo. A média de suas notas, é de aproximadamente:
7.png (330×113)
Alternativas
Q2088733 Matemática
Em uma loja, uma panela custava R$ 169,90. No mês de maio, a mesma teve desconto: se o pagamento fosse no dinheiro, ela tinha 35% de desconto. Considerando que uma pessoa tenha comprado essa panela com desconto, então o valor pago foi de, aproximadamente:
Alternativas
Q2088732 Português
A colocação pronominal está de acordo com as normas gramaticais na opção: 
Alternativas
Q2088731 Português
O vocábulo, abaixo, está, corretamente, grafado na alternativa: 
Alternativas
Q2088730 Português
O segundo verso da canção

    Passar cinquenta anos sem poder falar sua língua com alguém é um exílio agudo dentro do silêncio.
   Pois há cinquenta anos, Jensen, um dinamarquês, vivia ali nos pampas argentinos. Ali chegara bem jovem, e desde então nunca mais teve com quem falar dinamarquês.
   Claro que, no princípio, lhe mandavam revistas e jornais. Mas ninguém manda com assiduidade revistas e jornais para alguém durante cinquenta anos. Por causa disto, ali estava Jensen há inúmeros anos lendo e relendo o som silencioso e antigo de sua pátria. E como as folhas não falavam, punha-se a ler em voz alta, fingindo ouvir na própria voz a voz do outro, como se um bebê pudesse em solidão cantar para inventar a voz materna.
    Cinquenta anos olhando as planuras dos pampas, acostumado já às carnes generosas dos churrascos conversados em espanhol (...).
    Um dia, um viajante de carro parou naquele lugarejo. Seu carro precisava de outros reparos além da gasolina. Conversa-vai-conversa-vem, no posto ficam sabendo que seu nome também era Jensen. Não só Jensen, mas um dinamarquês. E alguém lhe diz: aqui também temos um dinamarquês que se chama Jensen e aquele é o seu filho. O filho se aproxima e logo se interessa para levar o novo Jensen dinamarquês ao velho Jensen dinamarquês – pois não é todos os dias que dois dinamarqueses chamados Jensen se encontram nos pampas argentinos.
   (...) Quando Jensen entrou na casa de Jensen e disse “bom dia” em dinamarquês, o rosto do outro Jensen saiu da neblina e ondulou alegrias. “É um compatriota!” E a uma palavra seguiram outras, todas em dinamarquês, e as frases corriam em dinamarquês, e o riso dinamarquês e a camaradagem dinamarquesa, tudo era um ritual desenterrando ao som da língua a sonoridade mítica da alma viking.
   (...) Em poucas horas, povoou sua mente de nomes de artistas, rostos de vizinhos, parques e canções. Tudo ia se descongelando no tempo ao som daquela língua familiar.
   Mas havia um problema exatamente neste tópico das canções. Por isto, terminada a festa, depois dos vinhos e piadas, quando vem à alma a exilada vontade de cantar, Jensen chama Jensen num canto, como se fosse revelar algo grave e inadiável:
    – Há cerca de cinquenta anos que estou tentando cantar uma canção e não consigo. Falta-me o segundo verso. Por favor (disse como se pedisse seu mais agudo socorro, como se implorasse: retira-me da borda do abismo), por favor, como era mesmo o segundo verso desta canção?
   Sem o segundo verso nenhuma canção ou vida se completa. Sem o segundo verso a vida de um homem, dentro e fora dos pampas, é como uma escada onde falta um degrau, e o homem para. É um piano onde falta uma tecla. É uma boca de incompleta dentição.
    Se falta o segundo verso, é como se na linha de montagem faltasse uma peça e não houvesse produção. De repente, é como se faltasse ao engenheiro a pedra fundamental e se inviabilizasse toda a construção. Isto sabe muito bem quem andou cinquenta anos na ausência desse verso para cantar a canção.
   Jensen olhou Jensen e disse pausadamente o segundo verso faltante. E ao ouvi-lo, Jensen – o exilado – cantou de volta o poema inteiro preenchendo sonoramente cinquenta anos de solidão. Ao terminar, assentou-se num canto e batia os punhos sobre o joelho dizendo: “Que alegria! Que alegria!”
   Era agora um homem inteiro. Tinha, enfim, nos lábios toda a canção.

Affonso Romano de SANT’ANNA www.educacaopublica.rj.gov.br
O vocábulo “expatriar” apresenta o seguinte processo de formação de palavras:
Alternativas
Q2088729 Português
O segundo verso da canção

    Passar cinquenta anos sem poder falar sua língua com alguém é um exílio agudo dentro do silêncio.
   Pois há cinquenta anos, Jensen, um dinamarquês, vivia ali nos pampas argentinos. Ali chegara bem jovem, e desde então nunca mais teve com quem falar dinamarquês.
   Claro que, no princípio, lhe mandavam revistas e jornais. Mas ninguém manda com assiduidade revistas e jornais para alguém durante cinquenta anos. Por causa disto, ali estava Jensen há inúmeros anos lendo e relendo o som silencioso e antigo de sua pátria. E como as folhas não falavam, punha-se a ler em voz alta, fingindo ouvir na própria voz a voz do outro, como se um bebê pudesse em solidão cantar para inventar a voz materna.
    Cinquenta anos olhando as planuras dos pampas, acostumado já às carnes generosas dos churrascos conversados em espanhol (...).
    Um dia, um viajante de carro parou naquele lugarejo. Seu carro precisava de outros reparos além da gasolina. Conversa-vai-conversa-vem, no posto ficam sabendo que seu nome também era Jensen. Não só Jensen, mas um dinamarquês. E alguém lhe diz: aqui também temos um dinamarquês que se chama Jensen e aquele é o seu filho. O filho se aproxima e logo se interessa para levar o novo Jensen dinamarquês ao velho Jensen dinamarquês – pois não é todos os dias que dois dinamarqueses chamados Jensen se encontram nos pampas argentinos.
   (...) Quando Jensen entrou na casa de Jensen e disse “bom dia” em dinamarquês, o rosto do outro Jensen saiu da neblina e ondulou alegrias. “É um compatriota!” E a uma palavra seguiram outras, todas em dinamarquês, e as frases corriam em dinamarquês, e o riso dinamarquês e a camaradagem dinamarquesa, tudo era um ritual desenterrando ao som da língua a sonoridade mítica da alma viking.
   (...) Em poucas horas, povoou sua mente de nomes de artistas, rostos de vizinhos, parques e canções. Tudo ia se descongelando no tempo ao som daquela língua familiar.
   Mas havia um problema exatamente neste tópico das canções. Por isto, terminada a festa, depois dos vinhos e piadas, quando vem à alma a exilada vontade de cantar, Jensen chama Jensen num canto, como se fosse revelar algo grave e inadiável:
    – Há cerca de cinquenta anos que estou tentando cantar uma canção e não consigo. Falta-me o segundo verso. Por favor (disse como se pedisse seu mais agudo socorro, como se implorasse: retira-me da borda do abismo), por favor, como era mesmo o segundo verso desta canção?
   Sem o segundo verso nenhuma canção ou vida se completa. Sem o segundo verso a vida de um homem, dentro e fora dos pampas, é como uma escada onde falta um degrau, e o homem para. É um piano onde falta uma tecla. É uma boca de incompleta dentição.
    Se falta o segundo verso, é como se na linha de montagem faltasse uma peça e não houvesse produção. De repente, é como se faltasse ao engenheiro a pedra fundamental e se inviabilizasse toda a construção. Isto sabe muito bem quem andou cinquenta anos na ausência desse verso para cantar a canção.
   Jensen olhou Jensen e disse pausadamente o segundo verso faltante. E ao ouvi-lo, Jensen – o exilado – cantou de volta o poema inteiro preenchendo sonoramente cinquenta anos de solidão. Ao terminar, assentou-se num canto e batia os punhos sobre o joelho dizendo: “Que alegria! Que alegria!”
   Era agora um homem inteiro. Tinha, enfim, nos lábios toda a canção.

Affonso Romano de SANT’ANNA www.educacaopublica.rj.gov.br
Em relação à coesão textual, o pronome destacado no excerto “E ao ouvi-lo, (...)” (12º parágrafo) refere-se ao termo:
Alternativas
Q2088728 Português
O segundo verso da canção

    Passar cinquenta anos sem poder falar sua língua com alguém é um exílio agudo dentro do silêncio.
   Pois há cinquenta anos, Jensen, um dinamarquês, vivia ali nos pampas argentinos. Ali chegara bem jovem, e desde então nunca mais teve com quem falar dinamarquês.
   Claro que, no princípio, lhe mandavam revistas e jornais. Mas ninguém manda com assiduidade revistas e jornais para alguém durante cinquenta anos. Por causa disto, ali estava Jensen há inúmeros anos lendo e relendo o som silencioso e antigo de sua pátria. E como as folhas não falavam, punha-se a ler em voz alta, fingindo ouvir na própria voz a voz do outro, como se um bebê pudesse em solidão cantar para inventar a voz materna.
    Cinquenta anos olhando as planuras dos pampas, acostumado já às carnes generosas dos churrascos conversados em espanhol (...).
    Um dia, um viajante de carro parou naquele lugarejo. Seu carro precisava de outros reparos além da gasolina. Conversa-vai-conversa-vem, no posto ficam sabendo que seu nome também era Jensen. Não só Jensen, mas um dinamarquês. E alguém lhe diz: aqui também temos um dinamarquês que se chama Jensen e aquele é o seu filho. O filho se aproxima e logo se interessa para levar o novo Jensen dinamarquês ao velho Jensen dinamarquês – pois não é todos os dias que dois dinamarqueses chamados Jensen se encontram nos pampas argentinos.
   (...) Quando Jensen entrou na casa de Jensen e disse “bom dia” em dinamarquês, o rosto do outro Jensen saiu da neblina e ondulou alegrias. “É um compatriota!” E a uma palavra seguiram outras, todas em dinamarquês, e as frases corriam em dinamarquês, e o riso dinamarquês e a camaradagem dinamarquesa, tudo era um ritual desenterrando ao som da língua a sonoridade mítica da alma viking.
   (...) Em poucas horas, povoou sua mente de nomes de artistas, rostos de vizinhos, parques e canções. Tudo ia se descongelando no tempo ao som daquela língua familiar.
   Mas havia um problema exatamente neste tópico das canções. Por isto, terminada a festa, depois dos vinhos e piadas, quando vem à alma a exilada vontade de cantar, Jensen chama Jensen num canto, como se fosse revelar algo grave e inadiável:
    – Há cerca de cinquenta anos que estou tentando cantar uma canção e não consigo. Falta-me o segundo verso. Por favor (disse como se pedisse seu mais agudo socorro, como se implorasse: retira-me da borda do abismo), por favor, como era mesmo o segundo verso desta canção?
   Sem o segundo verso nenhuma canção ou vida se completa. Sem o segundo verso a vida de um homem, dentro e fora dos pampas, é como uma escada onde falta um degrau, e o homem para. É um piano onde falta uma tecla. É uma boca de incompleta dentição.
    Se falta o segundo verso, é como se na linha de montagem faltasse uma peça e não houvesse produção. De repente, é como se faltasse ao engenheiro a pedra fundamental e se inviabilizasse toda a construção. Isto sabe muito bem quem andou cinquenta anos na ausência desse verso para cantar a canção.
   Jensen olhou Jensen e disse pausadamente o segundo verso faltante. E ao ouvi-lo, Jensen – o exilado – cantou de volta o poema inteiro preenchendo sonoramente cinquenta anos de solidão. Ao terminar, assentou-se num canto e batia os punhos sobre o joelho dizendo: “Que alegria! Que alegria!”
   Era agora um homem inteiro. Tinha, enfim, nos lábios toda a canção.

Affonso Romano de SANT’ANNA www.educacaopublica.rj.gov.br
O termo destacado na passagem “Ali chegara bem jovem, e desde então nunca mais teve com quem falar dinamarquês.” (2º parágrafo) apresenta, textualmente, uma circunstância adverbial de: 
Alternativas
Q1896012 Pedagogia
Com base em Rousseau, assinale a alternativa que corresponde a aprendizagem:
Alternativas
Q1896011 Pedagogia
Dentre os aspectos filosóficos da educação as fontes principais do Iluminismo estão na filosofia do racionalismo e do empirismo: Segundo o racionalismo é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1896010 Pedagogia
Complete a lacuna a seguir: O papel do educador é desenvolver uma prática pedagógica que considere o desafio para os estudantes como parte do processo de __________________.
Alternativas
Q1896009 Pedagogia
Movimento que valorizou a auto formação e a atividade espontânea da criança. Uma educação que fosse instigadora da mudança social. O contexto acima refere-se ao:
Alternativas
Q1896008 Pedagogia
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da Educação e as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação.
Alternativas
Q1896007 Pedagogia
A respeito da educação inclusiva assinale verdadeiro (V) ou falso (F):
( )A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, somente dentro da escola.
( )A educação inclusiva pode ser definida como a prática da inclusão de todos independentemente de seu talento, deficiência, origem socioeconômica ou cultural em escolas e salas de aula provedoras, onde as necessidades desses alunos sejam satisfeitas.
( )Educação Inclusiva consiste em matricular o aluno com deficiência em escola ou turma regular como um espaço de convivência para desenvolver sua socialização.
( )A inclusão escolar só é significativa se proporcionar o ingresso e permanência do aluno na escola com aproveitamento acadêmico, e isso só ocorrerá a partir da atenção às suas peculiaridades de aprendizagem e desenvolvimento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q1896006 Pedagogia
O planejamento educacional é um ato de intervenção técnica e política que se efetiva em três níveis distintos, sendo um deles o planejamento no âmbito dos Sistemas e Redes de Ensino tendo como princípio norteador desse planejamento, a: 
Alternativas
Q1896005 Pedagogia
Sendo a autoeducação um dos pilares da pedagogia montessoriana, analise as asserções abaixo:
I)Na autoeducação a criança é livre para escolher as suas atividades conforme suas necessidades de desenvolvimento e, assim, educar-se a si mesma na prática das atividades.
II)A autoeducação compreende o favorecimento da independência, do desenvolvimento do potencial criativo, da disciplina interna, da autoconfiança, da possibilidade da criança ser a protagonista da sua aprendizagem.
Assinale alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1896004 Pedagogia
Com referência na Base Nacional Comum Curricular a respeito do Ensino Fundamental no contexto da Educação Básica assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1896003 Pedagogia
As teorias curriculares nos auxiliam a compreender a realidade curricular na medida em que analisam, interpretam e criam novas acepções sobre o currículo. Relacione as colunas a respeito dessas teorias:
(1)Teorias curriculares tradicionais : (2)Teorias curriculares críticas: (3)Teorias curriculares pós - críticas:
( )Mantêm a ideia de currículo expressando uma intencionalidade, mas outras questões, além das econômicas são apontadas enquanto influenciadoras na seleção dos saberes, por exemplo, a cultura, a etnia, e o gênero.
( )Priorizam a organização/estrutura de um currículo e suas questões técnicas, a partir de uma neutralidade científica.
( )Identificam que a construção curricular expressa uma intencionalidade política, social e ideológica, com forte influência das questões econômicas expressando poder na seleção dos saberes.
Assinale alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Respostas
3521: A
3522: E
3523: C
3524: C
3525: D
3526: C
3527: E
3528: A
3529: C
3530: A
3531: C
3532: A
3533: A
3534: B
3535: B
3536: C
3537: D
3538: A
3539: B
3540: B