Questões de Concurso
Para professor de ensino fundamental
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Os tempos escolares são compostos por uma multiplicidade de tempos e envolvem uma variedade de sujeitos, dentre eles, professores e alunos. Eles chegam ao espaço da escola com um tempo social, psicológico, fisiológico e cronológico diferente do encontrado naquela instituição, necessitando, portanto, se ajustarem ao tempo produzido naquele contexto específico e segui-lo. Dessa forma, quando nos referimos aos tempos e espaços escolares, nos atentamos ao tempo de aprendizagem, de projetos, dos alunos, professores e demais atividades que são realizadas no cotidiano escolar e em qual local tais atividades são realizadas, a fim de garantir ao aluno sua formação integral. Com base na reflexão dos tempos e espaços escolares evidenciados, principalmente no momento do planejamento dos professores de suas aulas, o Projeto Político-Pedagógico (PPP), o espaço escolar, as atividades propostas e os materiais de estudos, analise as afirmativas a seguir.
I. Os tempos escolares devem ser planejados de modo que o livro didático não seja tratado como o único meio de aprendizagem dos alunos.
II. Os tempos e os espaços escolares devem ser planejados, considerando que a função social da escola está muito além do desenvolvimento das competências e habilidades cognitivas.
III. Os tempos escolaresse referem apenas ao tempo de aprendizagem efetiva em sala de aula; sendo assim, os tempos de recreio e comemorações não devem ser considerados tempos de aprendizagem.
IV. É importante considerar os elementos do PPP da escola no momento de planejar os tempos e os espaços de aprendizagem de modo que leve o aluno a uma formação integral.
Está correto o que se afirma apenas em
Texto I
[...] ao construir o Projeto Político-Pedagógico (PPP) das escolas, é necessário ter foco sobre o que as instituições têm como intenção de realizar, elencando princípios e métodos que subsidiarão a ação educativa, com vistas a intenções futuras. Nessa perspectiva, o PPP representa uma direção, um rumo a ser tracejado, um compromisso com a mudança educacional enquanto sinônimo de melhoria e qualidade.
(Nascimento; Nascimento; Lima, 2020, p. 124.)
Texto II
Lei nº 9.394/1996:
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
I - elaborar e executar sua proposta pedagógica;
Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de:
I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
Considerando o Projeto Político-Pedagógico (PPP) como uma importante diretriz que deve prever ações para melhorar a aprendizagem, bem como reduzir os problemas identificados pela comunidade escolar, NÃO corresponde aos pressupostos do PPP na escola:
A linguagem oral é um dos aspectos fundamentais de nossa vida, pois é por meio dela que nos socializamos, construímos conhecimentos, organizamos nossos pensamentos e experiências, ingressamos no mundo. Assim, ela amplia nossas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.
(Chaer; Guimarães, 2012, p. 72.)
É preciso que as atividades de uso e as de reflexão sobre a língua oral estejam contextualizadas em projetos de estudo. Em conformidade com Dias (2001, p. 36), “não se trata, simplesmente, de se ensinar a criança a falar, mas de desenvolver sua oralidade e saber lidar com ela nas mais diversas situações”. Sendo assim, a organização que o professor dá aos conteúdos deve dar oportunidade ao trabalho sistemático com a linguagem oral.
(Chaer; Guimarães, 2012, p. 75.)
Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. O desenvolvimento da linguagem oral na escola auxilia a criança a aprimorar sua comunicação, sua desenvoltura e sua argumentação.
II. Falar poesias, dar recados, solicitar informações, jogos de jogral, são exemplos de atividades orais que podem ser estimuladas pelo professor.
III. Uma escola participativa, onde haja o estímulo ao protagonismo e à autonomia, a oralidade é mais desenvolvida, pois o aluno é ouvido em suas necessidades e demandas.
IV. As atividades de oralidade precisam estar inseridas no planejamento escolar e não apenas serem aleatórias ou improvisadas e também podem se constituir em uma ferramenta de avaliação da aprendizagem.
Está correto o que se afirma em
Texto I

(Disponível em: http://clubedamafalda.blogspot.com/.)
Texto II
A escola deve perceber que a educação de um cidadão livre e ativo se faz por meio da atividade consciente e da necessidade do respeito numa vida em sociedade, e não na ameaça e no medo da punição.
(Almeida, 2014, p. 284.)
A relação professor-aluno sempre foi um desafio à prática pedagógica e à aprendizagem. A diversidade presente nas salas de aula interfere no processo ensino-aprendizagem, pois nem todos aprendem ao mesmo tempo e nem possuem as mesmas condições para estudarem. Assinale a alternativa que apresenta uma reflexão mais efetiva para a construção de uma relação professor-aluno mais adequada na escola.
Considerando o direito à educação, a Constituição Federal de 1988 traz, em seu Art. 205: “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Dessa forma, o “direito à educação representa uma defesa da igualdade, fazendo parte de um conjunto de direitos humanos” que tem como inspiração o valor da igualdade de oportunidade e tratamento, independente da cor, raça, sexo, religião, cultura entre outros fatores.
(Bezerra; Lima, 2021, s/p.)
O direito à educação é reconhecido nacional e internacionalmente desde a Declaração Universal de Direitos Humanos, proclamada em 10 de dezembro de 1948 pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris e instaurada como um ideal comum a todos os povos. Com efeito, a relevância desse direito “[...] se revela como um elemento essencial para a formação do cidadão enquanto sujeito de direitos. Isto é, aquela pessoa que se sente responsável pelo projeto de sociedade à qual pertence”.
(Brasil, 2013, p. 34 / Bezerra; Lima, 2021, s/p.)
Na prática, nas escolas, essa questão ainda é um desafio, considerando toda diversidade que nela se encontra, tanto de alunos quanto dos profissionais que nela atuam. Assinale, dentre as afirmativas a seguir, a que melhor corresponde com a atitude da escola, diante de uma situação adversa, que represente a garantia do direito à educação.
A infância é uma etapa importante para as crianças que, por meio de atividades, fantasias e movimentos, ocupam boa parte do tempo dos pequenos. Por este motivo, atividades que irão desenvolver o cognitivo, a motricidade e a afetividade tornam- -se relevantes, pois, por meio dos jogos e brincadeiras as crianças aprendem a trabalhar com suas emoções e conflitos sentindo-se participantes de mundo em que vivem. Além disso, jogos e brincadeiras são fundamentais para o aprimoramento da linguagem e da comunicação.
(Franciosi; VIECELI, 2020. Adaptado.)
O prazer de jogar e brincar aumenta o número de sinapses elétricas e as novas informações são transmitidas ao cérebro com maior velocidade e armazenadas com melhor eficácia, consequentemente o aprendizado torna-se duradouro e não momentâneo.
(Freitas; Mancini, 2019, p. 108.)
Em relação à presença da ludicidade na escola de educação básica, assinale a alternativa correta quanto ao seu planejamento e desenvolvimento pelo professor.
A interdisciplinaridade é uma questão que vem sendo fortemente debatida em educação na maioria dos países ocidentais, tanto no que se refere à organização profunda dos currículos quanto na forma como se aprende e na formação de educadores.
(Fazenda, 2011, p. 11.)
Em função dos tempos de planejamento dos professores nas escolas a interdisciplinaridade ainda é um desafio constante em nossa realidade. Não podemos, porém, nos eximir de enfrentá- -lo na busca de promover uma educação cidadã com sentido de vida para nossos alunos. Algumas práticas pedagógicas na escola contribuem para um efetivo trabalho interdisciplinar, que possui características importantes a serem respeitadas e traduzidas para o êxito dessa ação. NÃO corresponde a uma característica importante do trabalho interdisciplinar na escola de educação básica:
O estudante, segundo Luiz e Col (2013) e Tardif (2014), ao chegar à escola, traz consigo um conjunto de saberes matemáticos construídos em interação com seu meio social. Cabe ao professor incentivá-los a utilizar tais conhecimentos para resolver situações que apresentem significado e facilitem a construção de saberes mais elaborados nas etapas escolares posteriores.
(Silva, 2021, s/p.)
Segundo Giraldo (2018), o professor que leciona matemática nas séries iniciais do ensino fundamental deve agir sempre como mediador, ajudando o estudante a superar seus limites. Deve-se valer de atividades e avaliações diversas, que permita ao estudante a ter aprendizagem significativa, que faça interagir conhecimento escolar com o seu meio social.
(Silva, 2021, s/p.)
Em relação ao ensino da matemática no ensino fundamental, é correto afirmar que:

(ANDRADE; SILVA; SILVA, 2021. Legenda: (1) Paz (2) Amor (3) carinho (4) Felicidade (5) O amor é bom (6) Nickson Gabriel.)
A criança que escreveu tem seis anos, cursa o 2º ano do ensino fundamental anos iniciais em uma instituição pública de ensino. Analisando a escrita constatamos que ela se encontra no nível quatro, denominado como hipótese silábico-alfabética, de acordo com a teoria da psicogênese da escrita defendida por Emília Ferreiro e Ana Teberosky, sendo caracterizada pela transição entre as hipóteses silábicas e a alfabética.
(Andrade; Silva; Silva, 2021, p. 5. Adaptado.)
Considerando a psicogênese da escrita e as fases de seu desenvolvimento, analise as afirmativas a seguir.
I. Na transição da fase silábico-alfabética é importante que o professor trabalhe produção de textos coletivos, em duplas, a partir de imagens, dentre outros, fazendo a correção no quadro para que todos acompanhem.
II. A alfabetização, na teoria da psicogênese da escrita, é uma teoria que parte da epistemologia de Jean Piaget e tem nos erros dos alunos um processo de construção do conhecimento.
III. No nível alfabético, mesmo já sendo considerada alfabetizada, a criança ainda escreve foneticamente (como se pronuncia) registrando os sons da fala, sem considerar as normas ortográficas da escrita padrão e da segmentação das palavras na frase.
IV. A teoria da psicogênese da escrita, quando desenvolvida em uma turma de mesma faixa etária (6-8 anos), promove o desenvolvimento linear da turma, proporcionando que todos avancem concomitantemente entre as fases da alfabetização.
V. Para Ferreiro, a língua escrita é uma representação da linguagem; dessa forma, o processo de aquisição da leitura e da escrita vai muito além de decifrar seus códigos, mas é também conceitual e ocorre por meio da interação entre o objeto de conhecimento o sujeito.
Está correto o que se afirma apenas em
Museu do Ipiranga prorroga gratuidade até 30 de dezembro
O Museu do Ipiranga prorrogou a venda de ingressos gratuitos para visitação até o dia 30 de dezembro. É a segunda vez que a entrada franca é adiada, já que estava prevista para durar os primeiros três meses de inauguração (setembro, outubro e novembro), mas, depois, passou para o dia 6 de dezembro. Para conseguir a reserva, é necessário se programar com antecedência. Novos lotes são abertos todas as sextas-feiras, às 10 h, mas se esgotam dentro de minutos – motivo que levou a gestão a postergar a data mais uma vez. Até o momento, não há disponibilidade de ingressos até o próximo dia 11. Uma dica é ir até o local, próximo ao fim de visitação, e tentar os ingressos remanescentes, que ficam disponíveis quando alguém reserva, mas não comparece.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br.)
Em relação ao Museu do Ipiranga, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Também chamado de Museu Paulista, é um símbolo da Independência, que foi realizada às margens do Riacho do Ipiranga, em 1822.
( ) Além de alguns espaços, sendo um dos primeiros formados pelo saguão, escadaria e salão nobre, com diversas imagens nos entornos, sua bela entrada impressiona pela imensidão. Diversas obras de grande importância como a famosa “Independência ou Morte”, de Pedro Américo, estão disponíveis ao público.
( ) Possui ofícios e correspondências de políticos ligados ao Movimento de Independência, bem como outros momentos importantes da história como a Revolução Constitucionalista de 1932.
A sequência está correta em
FMI parabeniza Ilan Goldfajn por eleição como presidente do BID
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, parabenizou o economista Ilan Goldfajn por sua eleição como presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Em nota, ela destacou a importância do brasileiro na liderança de programas do organismo para apoiar países da América Latina. Antes de ser indicado como o candidato do Brasil para disputar a presidência do BID, Ilan era diretor do FMI para o Hemisfério Ocidental, mas se licenciou do posto para disputar o pleito.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br.)
Em relação ao Fundo Monetário Internacional (FMI), analise as afirmativas a seguir.
I. Estimula a cooperação monetária global; protege a estabilidade financeira; facilita o comércio internacional; busca promover altos níveis de emprego e crescimento econômico sustentável; bem como a redução da pobreza em todo o mundo.
II. Tem como principal responsabilidade assegurar a estabilidade do sistema monetário internacional – o sistema de taxas de câmbio de pagamentos internacionais – que permite aos países (e seus cidadãos) efetuar transações entre si.
III. Seus empréstimos proporcionam aos países-membros uma margem de manobra para corrigir problemas do balanço de pagamentos. As autoridades nacionais têm estreita cooperação com o FMI.
IV. Presta assistência técnica abrangendo diversas áreas, como administração tributária, gestão de gastos, políticas monetárias e cambiais, supervisão e regulamentação bancária e financeira não abrangendo a política e os quadros legislativos, primando pela soberania de cada país membro.
Está correto o que se afirma apenas em
Quase dois meses após o início do surto de cólera no Haiti, o Fundo das Nações Unidas para Infância, Unicef, está alertando que crianças são, aproximadamente, 40% do número de casos confirmados. Desde o dia 2 de outubro, nove em cada dez casos confirmados de cólera no país foram relatados nas áreas mais afetadas pela desnutrição.
(Disponível em: https://news.un.org. Acesso em: 24/11/2022.)
Em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas para que o Brasil atinja as propostas da Agenda 2030 no Brasil, com o intuito de garantir “a todas as pessoas de desfrutarem paz e prosperidade”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Cidades e comunidades sustentáveis; redução do impacto ambiental negativo per capita das cidades; inclusive, prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais, dentre outros.
( ) Trabalho decente e crescimento econômico para alcançar níveis mais elevados de produtividade das economias através da diversificação, modernização tecnológica e inovação, inclusive por meio de um foco em setores de alto valor agregado e dos setores intensivos em mão de obra.
( ) Igualdade de gênero extinguindo todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e a exploração sexual e de outros tipos.
A sequência está correta em
Gal Costa, uma das maiores cantoras do Brasil, morreu aos 77 anos, em São Paulo. A informação foi confirmada pela assessoria da cantora. Ela havia dado uma pausa em shows, após passar por uma cirurgia para retirar um nódulo na fossa nasal direita. Gal Costa foi uma cantora baiana que é considerada um dos grandes ícones da música popular brasileira. Lançou dezenas de discos de sucesso e gravou canções que marcaram gerações. Iniciou sua carreira na década de 1960. Na década seguinte, tornou-se uma das grandes representantes do Tropicalismo e foi considerada também uma musa hippie.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2022/11/09/gal-costa-morre-aos-77-anos.ghtml. Acesso em: 09/11/2022.)
Sobre o Tropicalismo, assinale a afirmativa INCORRETA.
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
Considerando as relações de sintaxe entre os termos da oração, pode-se afirmar que há equivalência quanto à função exercida apenas entre os termos destacados:
I. “A leitura é indispensável [...]” (5º§)
II. “[...] ao qual as pessoas não se habituam.” (5º§)
III. “[...] conectar diversos mundos e ideias [...]” (6º§)
IV. “[...] promove a criação de laços com o universo da escrita [...]” (6º§)
A equivalência citada no enunciado pode ser observada em
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
No discurso apresentado no texto, é possível identificar que ora os enunciados apresentam informações que remetem a fatos, ora apresentam opiniões relativas a esses fatos que remetem a pontos de vista. Leia e analise os segmentos destacados a seguir, marque O para o segmento que apresenta expressão de uma opinião ou posicionamento do enunciador e F para o segmento que apresenta a expressão de um fato, de modo objetivo.
( ) “Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, [...]” (1º§)
( ) “[...] o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.” (6º§)
( ) “A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; [...]” (5º§)
A sequência está correta em
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)