Questões de Concurso Para agente comunitário de saúde

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Q4089546 Saúde Pública
Sobre a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelecida pela Portaria n.º 2.436, de 21 de setembro de 2017, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4089545 Saúde Pública
De acordo com o “ABC do SUS” e os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089543 Atualidades
Em dezembro de 2019, uma festa realizada na comunidade de Espinho, em Limoeiro do Norte (CE), entrou no calendário oficial de eventos do estado do Ceará. Qual é o nome dessa festa? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089542 Geografia
Conforme dados do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE), no município de Limoeiro do Norte (CE) predomina o clima:
Alternativas
Q4089541 Matemática
Uma loja concedeu dois descontos consecutivos em um produto cujo preço inicial era R$ 550,00. O primeiro desconto foi de 25%, e o segundo desconto, aplicado sobre o novo preço, foi de 12%. O preço final do produto após os dois descontos foi:
Alternativas
Q4089540 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa realizada com 80 pessoas, constatou-se que:
❖ 50 pessoas gostam de cinema, ❖ 35 pessoas gostam de teatro, ❖ 20 pessoas gostam de cinema e teatro.
Nesse contexto, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE quantas pessoas não gostam de cinema nem de teatro.
Alternativas
Q4089539 Raciocínio Lógico

Considere a seguinte sequência numérica:

2, 4, 12, 48, 240, ...

A soma dos seis primeiros termos dessa sequência é igual a:

Alternativas
Q4089538 Redes de Computadores
Com relação ao endereço IP (do inglês, Internet Protocol) em redes de computadores, determine V para verdadeira e F para falsa nas afirmações a seguir.

(__) O endereço IP é usado para identificar unicamente um dispositivo em uma rede.
(__) Dois dispositivos na mesma rede local podem ter o mesmo endereço IP sem causar problemas.
(__)O endereço IP pode ser atribuído manualmente ou automaticamente por um servidor DHCP.
(__)Endereços IP privados, como 192.168.x.x, são utilizados para comunicação dentro de redes locais.



Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA. 
Alternativas
Q4089537 Noções de Informática
João está trabalhando em um relatório financeiro no Google Planilhas. Na planilha a seguir, ele registra os produtos vendidos, seus valores e os meses de venda.


Imagem associada para resolução da questão

Na célula D6, João inseriu uma fórmula para calcular o valor total gasto no mês de janeiro com camisetas. Essa fórmula foi:
Alternativas
Q4089536 Arquitetura de Computadores
Analise as afirmações a seguir sobre arquitetura de computadores.

I- A CPU é a unidade responsável por processar dados e executar instruções.
II- A memória ROM é usada para armazenar temporariamente os dados em processamento.
III- O SSD contribui para o desempenho do sistema ao reduzir o tempo de acesso a dados e arquivos utilizados durante a execução de instruções do sistema operacional.


Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089535 Sistemas Operacionais
Analise as afirmativas a seguir sobre a função de um sistema operacional e determine V para verdadeiro ou F para falso.
(__)O principal objetivo de um sistema operacional é servir para instalar impressoras e outros periféricos.
(__)O sistema operacional atua como uma ponte entre o usuário e os programas, permitindo a execução de tarefas como navegação na internet e edição de textos.
(__)A função primária de um sistema operacional é proteger o computador contra vírus.
(__)O sistema operacional é responsável por gerenciar os recursos de hardware do computador e permitir que o usuário interaja com o sistema.


Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA da associação. 
Alternativas
Q4089534 Português
Considerando o trecho “A gente ama sim os restaurantes mais sofisticados”, reescreva a sentença utilizando a passiva analítica CORRETAMENTE, inserindo o agente da passiva.
Alternativas
Q4089533 Português
Leia a frase a seguir e responda o que se pede:
“São tantas as possibilidades e contrastes que se harmonizam numa diversidade, que contribui na formação de nossa identidade enquanto fortalezenses”.
Partindo do princípio de que a palavra “fortalezense” se refere a quem é natural de Fortaleza, assinale a alternativa que apresenta a correspondência CORRETA entre a cidade e seu adjetivo pátrio.
Alternativas
Q4089532 Português
Analisando a palavra “tilintar”, a classificação dos fonemas /t/ e /l/ em relação à sua posição na sílaba, e ao modo de articulação, está CORRETA em:
Alternativas
Q4089531 Português
TEXTO



    Dizer geladeira, ladeira ou rapariga no Brasil tem um sentido diferente em Portugal. Para os lusitanos, esses termos equivalem a frigorífico, ficar de lado e moça. São apenas alguns dos muitos exemplos das diferenças entre o português falado nos dois países. Essas variações se aprofundaram ao longo de cinco séculos desde a colonização, e para alguns se aproximam de uma bifurcação.

     É o que defende o linguista português Fernando Venâncio. Ele prevê que no prazo de duas gerações o “brasileiro” será uma língua independente do português europeu. “Estamos a nos afastar de maneira irreversível, não é profecia nenhuma. A cada dia que passa, é a realidade da norma brasileira se afastar da europeia, isso é um fato”, disse durante evento de lançamento em 2024 do livro Assim nasce uma língua, editado pela Tinta da China.

     Para ele, o mito de uma lusofania, em que todos os povos usem o idioma da mesma forma, é irreal. “A realidade é de uma separação que está cada dia mais firme e cavada”. Venâncio reforça que as variações avançam e vão desde a pronúncia e a gramática até a construção das frases de forma diferente. Mas sua avaliação sobre uma futura separação não é unânime entre os especialistas.

   O português está presente em nove países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, GuinéBissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste), e também é um dos idiomas oficiais de Macau, uma região administrativa especial da China. O grupo soma 280 milhões de pessoas, que fazem da língua a quarta mais falada no mundo, segundo o Instituto Camões. O Brasil, com uma população de 212,6 milhões de pessoas, detém o maior número de falantes.

     A língua escrita é uma forma de uniformizar o uso do português nos vários lugares que o adotam como língua oficial. Gladis Massini, professora do departamento de linguística da Universidade Estadual Paulista (Unesp), diz que essa padronização é uma forma de higienização linguística, à qual a língua falada é menos suscetível. “A oralidade traz marcas dessas identidades geográficas, etárias, sociais e das nossas maneiras de se colocar no mundo. O fato de o português ser diferente nos lugares onde ele é falado é índice de vitalidade”, afirma.

    Por isso, o português brasileiro passou a acumular os chamados brasileirismos, termo usado para apontar qualquer peculiaridade do idioma usado no país em relação ao uso em Portugal. Os debates sobre o desmembramento do português europeu e brasileiro remontam à época da independência da colônia portuguesa. O linguista Ataliba de Castilho afirma que em 1822 ter um idioma próprio era considerado mais um passo para desvencilhar o novo país da antiga metrópole.

     A variação do português trazido ao Brasil no século 16 não seguia a norma culta do idioma falado na Europa. “Estava longe desse ideal, porque os primeiros falantes de português que foram transplantados para cá eram degredados, não tinham prestígio político nem social”, explica Gladis Massini. A Coroa portuguesa enviava às colônias os degredados, pessoas condenadas por diversos crimes.

     As diferenças se aprofundaram a partir do contato com as línguas indígenas. A estimativa é de que até a chegada dos portugueses havia cerca de mil línguas autóctones, faladas por uma população estimada entre dois e cinco milhões de pessoas. Hoje há 1,7 milhão de indígenas do país, de acordo com o IBGE, que falam mais de 160 línguas e dialetos originários.

     Esse encontro resultou em diferentes formas de variação linguística ao longo do território brasileiro. “Hoje nós não podemos falar do português do Brasil como uma unidade única, porque há muita variação. Há marcas de, por exemplo, pensando, no ‘r’ caipira, específicas de cada região”, afirma Clara Pinto, professora da Universidade de Lisboa. A herança indígena ainda deixou marcas como nas palavras que se referem à fauna e flora e que não eram conhecidos pelos portugueses: mandioca, tietê e tatu.

     Outro grande contingente populacional que modificou o uso do português foi o contato com povos africanos escravizados. Ao longo de mais de 300 anos, estima-se que pelo menos quatro milhões de africanos foram traficados ao país. Esse contato com povos africanos, sobretudo os de origem banto, que abrange a atual Angola, alterou a forma do português falado no Brasil, que vão desde o vocabulário (cafuné, fofoca, banguela) à pronúncia.

    “Eles adquiriram o português em uma situação bastante desfavorável, de violência, imposição e subordinação”, frisou Gladis Massini. Com isso, o português só se tornou a língua majoritária e oficial no século 18. Até então, a chamada Língua Geral, de base Tupi e que incorporou influências do português, era a predominante. [...]

    Diante desse acúmulo de diferenças entre a variação europeia e a brasileira é que o linguista Fernando Venâncio antecipa uma possível separação entre os dois idiomas. Mas nem todos concordam. Gladis Massini reforça que “o que define o que é uma língua não passa só por inteligibilidade”. Ela diz que as diferenças de vocabulário entre as variações do idioma não são suficientes para uma separação, ainda que já existam diferenças gramaticais.

   “Não são tão distantes assim que causem um movimento cultural e político que justifique esse afastamento. Também se reivindica nas práticas escolares uma unidade em relação ao português padrão, que é muito europeu”, avalia. “O processo de mudança linguística é muito lento e gradual e sofre diversas influências. Se vamos ter um segundo idioma? Só daqui muitos séculos para saber.”

     Clara Pinto diz que “não existe um comitê formado por linguistas que avaliam quais os parâmetros para se considerar uma língua como independente. Aquilo que existe são os mecanismos políticos, geralmente são ajudados pela necessidade ou pelas questões econômicas, sociais, o que um determinado país pode se beneficiar em ter uma língua considerada independente”. [...]



MOURA, Jéssica; CANCILIERI, Maurício; MELO, Thiago. O “brasileiro” pode virar um idioma separado do português? Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/o-brasileiro-podevirar-um-idioma-separado-do-português/a-72323042. Acesso em: 23 de abril de 2025. (Texto adaptado)
Assinale a alternativa que destaca no trecho um verbo impessoal.
Alternativas
Q4089530 Português
TEXTO



    Dizer geladeira, ladeira ou rapariga no Brasil tem um sentido diferente em Portugal. Para os lusitanos, esses termos equivalem a frigorífico, ficar de lado e moça. São apenas alguns dos muitos exemplos das diferenças entre o português falado nos dois países. Essas variações se aprofundaram ao longo de cinco séculos desde a colonização, e para alguns se aproximam de uma bifurcação.

     É o que defende o linguista português Fernando Venâncio. Ele prevê que no prazo de duas gerações o “brasileiro” será uma língua independente do português europeu. “Estamos a nos afastar de maneira irreversível, não é profecia nenhuma. A cada dia que passa, é a realidade da norma brasileira se afastar da europeia, isso é um fato”, disse durante evento de lançamento em 2024 do livro Assim nasce uma língua, editado pela Tinta da China.

     Para ele, o mito de uma lusofania, em que todos os povos usem o idioma da mesma forma, é irreal. “A realidade é de uma separação que está cada dia mais firme e cavada”. Venâncio reforça que as variações avançam e vão desde a pronúncia e a gramática até a construção das frases de forma diferente. Mas sua avaliação sobre uma futura separação não é unânime entre os especialistas.

   O português está presente em nove países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, GuinéBissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste), e também é um dos idiomas oficiais de Macau, uma região administrativa especial da China. O grupo soma 280 milhões de pessoas, que fazem da língua a quarta mais falada no mundo, segundo o Instituto Camões. O Brasil, com uma população de 212,6 milhões de pessoas, detém o maior número de falantes.

     A língua escrita é uma forma de uniformizar o uso do português nos vários lugares que o adotam como língua oficial. Gladis Massini, professora do departamento de linguística da Universidade Estadual Paulista (Unesp), diz que essa padronização é uma forma de higienização linguística, à qual a língua falada é menos suscetível. “A oralidade traz marcas dessas identidades geográficas, etárias, sociais e das nossas maneiras de se colocar no mundo. O fato de o português ser diferente nos lugares onde ele é falado é índice de vitalidade”, afirma.

    Por isso, o português brasileiro passou a acumular os chamados brasileirismos, termo usado para apontar qualquer peculiaridade do idioma usado no país em relação ao uso em Portugal. Os debates sobre o desmembramento do português europeu e brasileiro remontam à época da independência da colônia portuguesa. O linguista Ataliba de Castilho afirma que em 1822 ter um idioma próprio era considerado mais um passo para desvencilhar o novo país da antiga metrópole.

     A variação do português trazido ao Brasil no século 16 não seguia a norma culta do idioma falado na Europa. “Estava longe desse ideal, porque os primeiros falantes de português que foram transplantados para cá eram degredados, não tinham prestígio político nem social”, explica Gladis Massini. A Coroa portuguesa enviava às colônias os degredados, pessoas condenadas por diversos crimes.

     As diferenças se aprofundaram a partir do contato com as línguas indígenas. A estimativa é de que até a chegada dos portugueses havia cerca de mil línguas autóctones, faladas por uma população estimada entre dois e cinco milhões de pessoas. Hoje há 1,7 milhão de indígenas do país, de acordo com o IBGE, que falam mais de 160 línguas e dialetos originários.

     Esse encontro resultou em diferentes formas de variação linguística ao longo do território brasileiro. “Hoje nós não podemos falar do português do Brasil como uma unidade única, porque há muita variação. Há marcas de, por exemplo, pensando, no ‘r’ caipira, específicas de cada região”, afirma Clara Pinto, professora da Universidade de Lisboa. A herança indígena ainda deixou marcas como nas palavras que se referem à fauna e flora e que não eram conhecidos pelos portugueses: mandioca, tietê e tatu.

     Outro grande contingente populacional que modificou o uso do português foi o contato com povos africanos escravizados. Ao longo de mais de 300 anos, estima-se que pelo menos quatro milhões de africanos foram traficados ao país. Esse contato com povos africanos, sobretudo os de origem banto, que abrange a atual Angola, alterou a forma do português falado no Brasil, que vão desde o vocabulário (cafuné, fofoca, banguela) à pronúncia.

    “Eles adquiriram o português em uma situação bastante desfavorável, de violência, imposição e subordinação”, frisou Gladis Massini. Com isso, o português só se tornou a língua majoritária e oficial no século 18. Até então, a chamada Língua Geral, de base Tupi e que incorporou influências do português, era a predominante. [...]

    Diante desse acúmulo de diferenças entre a variação europeia e a brasileira é que o linguista Fernando Venâncio antecipa uma possível separação entre os dois idiomas. Mas nem todos concordam. Gladis Massini reforça que “o que define o que é uma língua não passa só por inteligibilidade”. Ela diz que as diferenças de vocabulário entre as variações do idioma não são suficientes para uma separação, ainda que já existam diferenças gramaticais.

   “Não são tão distantes assim que causem um movimento cultural e político que justifique esse afastamento. Também se reivindica nas práticas escolares uma unidade em relação ao português padrão, que é muito europeu”, avalia. “O processo de mudança linguística é muito lento e gradual e sofre diversas influências. Se vamos ter um segundo idioma? Só daqui muitos séculos para saber.”

     Clara Pinto diz que “não existe um comitê formado por linguistas que avaliam quais os parâmetros para se considerar uma língua como independente. Aquilo que existe são os mecanismos políticos, geralmente são ajudados pela necessidade ou pelas questões econômicas, sociais, o que um determinado país pode se beneficiar em ter uma língua considerada independente”. [...]



MOURA, Jéssica; CANCILIERI, Maurício; MELO, Thiago. O “brasileiro” pode virar um idioma separado do português? Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/o-brasileiro-podevirar-um-idioma-separado-do-português/a-72323042. Acesso em: 23 de abril de 2025. (Texto adaptado)
No trecho “A Coroa portuguesa enviava às colônias os degredados, pessoas condenadas por diversos crimes”, o termo oracional destacado deve ser classificado como:
Alternativas
Q4089529 Português
TEXTO

VITAIS PARA O ECOSSISTEMA, FUNGOS ESTÃO SOB AMEAÇA



    O reino Fungi – segundo maior reino de seres vivos, depois dos animais – está em um momento de destaque. Não porque sirva como espinha dorsal de ecossistemas saudáveis, mas porque está em risco. Pela primeira vez na história, mais de mil espécies de fungos foram adicionadas à Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), frequentemente chamada de “Barômetro da Vida”.

    Como muitos organismos, essas espécies de fungos – que representam apenas uma pequena fração daquelas que se acredita existirem – estão em risco devido a uma combinação de fatores, incluindo desmatamento, desenvolvimento urbano e toxinas. “Os fungos são especialmente vulneráveis à poluição, principalmente por fertilizantes e emissões de combustíveis fósseis”, disse Lynne Boddy, especialista em ecologia fúngica da Universidade de Cardiff, no Reino Unido.

     Ela afirma que protegê-los exige ações direcionadas, porque eles têm “necessidades específicas e devem ser considerados de acordo com suas próprias características nos esforços de conservação, e não apenas agrupados com outros organismos”. Mas nem sempre é fácil conscientizar as pessoas sobre os fungos – que muitas vezes são vistos como ingrediente de pizza, na forma de cogumelos, ou um complemento indesejado para uma parede úmida, em se tratando de mofo.

     “Muitos se importam com os animais, principalmente se forem organismos fofinhos e amigáveis com os quais as pessoas têm alguma afinidade, como os pandas”, disse Boddy, acrescentando que a maioria dos fungos não tem esse efeito emotivo. “Talvez os humanos não consigam se apegar a eles”, acrescenta.

    Os fungos podem não ganhar concursos de fofura, mas desempenham um papel importante na manutenção da coesão de toda a teia da vida. Dependendo do tipo, os fungos são encontrados em diversos ambientes: do solo e florestas a lagos de água doce, ecossistemas marinhos e até mesmo na pele humana.

     Os fungos micorrízicos sustentam ecossistemas florestais, ajudando as plantas a trocar nutrientes, água e até mesmo informações, formam relações simbióticas com as raízes da maioria da flora e são essenciais para o crescimento de até 90% das espécies de plantas.

      Em outras palavras: “A vida na Terra depende de fungos”, disse Gregory M. Mueller, cientista-chefe do Jardim Botânico de Chicago, nos EUA. Eles também são essenciais para a morte na Terra. Conhecidos como recicladores da natureza, eles desfazem madeira morta ou em decomposição, folhas e outras matérias vegetais. “Sem eles, estaríamos soterrados sob montes de lixo orgânico”, disse Mueller, que lidera os programas de fungos da IUCN e contribuiu para a recente Lista Vermelha.

      Embora florestas e pastagens sejam geralmente consideradas reservas de carbono, são os fungos que ajudam a capturar o carbono no solo. Mueller afirmou que os fungos são “essenciais para o sequestro de carbono a longo prazo”, o processo de retenção de carbono para que não contribua para o aquecimento global. “Sem eles, a mudança climática seria muito pior”, afirmou o especialista.

      Os fungos micorrízicos são responsáveis por armazenar até um terço das emissões globais anuais de combustíveis fósseis no solo. O que os torna a “instalação” de armazenamento de carbono mais eficiente do mundo.

      Ao mesmo tempo, os fungos são afetados pelas mudanças climáticas, em grande parte por meio de alterações nos níveis de hidratação. Mueller cita o exemplo do Brasil, onde as florestas nubladas em montanhas dependem de certos níveis de umidade, que vêm diminuindo paralelamente às mudanças nos padrões de precipitação.

    Ele afirma que isso não apenas altera o habitat, mas “afeta as plantas das quais os fungos dependem; elas secam e impedem que os fungos completem seu ciclo de vida”. Um mundo sem fungos não só se tornaria menos propício à vida humana devido ao aumento das temperaturas globais e aos eventos climáticos extremos relacionados, como também as árvores e as plantações cresceriam mais fracas, mais lentamente e se tornariam mais vulneráveis a doenças e à seca.

    E isso impactaria a disponibilidade de alimentos e medicamentos. Cerca de 40% dos medicamentos modernos no mundo ocidental são derivados de plantas. Entre eles, por exemplo, a galantamina, derivada de Galanthus nivalis para tratar a doença de Alzheimer, ou a apomorfina, um composto semissintético extraído da morfina, Papaver somniferum, usada para tratar a doença de Parkinson.

    Os fungos são uma parte tão integral da teia da vida que, se desaparecessem, a maioria das formas de vida, incluindo os humanos, não sobreviveria. [...]


CHAIKA, Anna. Vitais para o ecossistema, fungos estão sob ameaça. Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Adaptado. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/vitais-para-o-ecossistemafungos-estão-sob-ameaça-72277284. Acesso em: 18 de abril de 2025.
Analise o trecho: “Eles também são essenciais para a morte na Terra. Conhecidos como recicladores da natureza, eles desfazem madeira morta ou em decomposição, folhas e outras matérias vegetais”. Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE o uso da forma verbal em destaque no trecho apresentado.
Alternativas
Q4089528 Português
TEXTO

VITAIS PARA O ECOSSISTEMA, FUNGOS ESTÃO SOB AMEAÇA



    O reino Fungi – segundo maior reino de seres vivos, depois dos animais – está em um momento de destaque. Não porque sirva como espinha dorsal de ecossistemas saudáveis, mas porque está em risco. Pela primeira vez na história, mais de mil espécies de fungos foram adicionadas à Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), frequentemente chamada de “Barômetro da Vida”.

    Como muitos organismos, essas espécies de fungos – que representam apenas uma pequena fração daquelas que se acredita existirem – estão em risco devido a uma combinação de fatores, incluindo desmatamento, desenvolvimento urbano e toxinas. “Os fungos são especialmente vulneráveis à poluição, principalmente por fertilizantes e emissões de combustíveis fósseis”, disse Lynne Boddy, especialista em ecologia fúngica da Universidade de Cardiff, no Reino Unido.

     Ela afirma que protegê-los exige ações direcionadas, porque eles têm “necessidades específicas e devem ser considerados de acordo com suas próprias características nos esforços de conservação, e não apenas agrupados com outros organismos”. Mas nem sempre é fácil conscientizar as pessoas sobre os fungos – que muitas vezes são vistos como ingrediente de pizza, na forma de cogumelos, ou um complemento indesejado para uma parede úmida, em se tratando de mofo.

     “Muitos se importam com os animais, principalmente se forem organismos fofinhos e amigáveis com os quais as pessoas têm alguma afinidade, como os pandas”, disse Boddy, acrescentando que a maioria dos fungos não tem esse efeito emotivo. “Talvez os humanos não consigam se apegar a eles”, acrescenta.

    Os fungos podem não ganhar concursos de fofura, mas desempenham um papel importante na manutenção da coesão de toda a teia da vida. Dependendo do tipo, os fungos são encontrados em diversos ambientes: do solo e florestas a lagos de água doce, ecossistemas marinhos e até mesmo na pele humana.

     Os fungos micorrízicos sustentam ecossistemas florestais, ajudando as plantas a trocar nutrientes, água e até mesmo informações, formam relações simbióticas com as raízes da maioria da flora e são essenciais para o crescimento de até 90% das espécies de plantas.

      Em outras palavras: “A vida na Terra depende de fungos”, disse Gregory M. Mueller, cientista-chefe do Jardim Botânico de Chicago, nos EUA. Eles também são essenciais para a morte na Terra. Conhecidos como recicladores da natureza, eles desfazem madeira morta ou em decomposição, folhas e outras matérias vegetais. “Sem eles, estaríamos soterrados sob montes de lixo orgânico”, disse Mueller, que lidera os programas de fungos da IUCN e contribuiu para a recente Lista Vermelha.

      Embora florestas e pastagens sejam geralmente consideradas reservas de carbono, são os fungos que ajudam a capturar o carbono no solo. Mueller afirmou que os fungos são “essenciais para o sequestro de carbono a longo prazo”, o processo de retenção de carbono para que não contribua para o aquecimento global. “Sem eles, a mudança climática seria muito pior”, afirmou o especialista.

      Os fungos micorrízicos são responsáveis por armazenar até um terço das emissões globais anuais de combustíveis fósseis no solo. O que os torna a “instalação” de armazenamento de carbono mais eficiente do mundo.

      Ao mesmo tempo, os fungos são afetados pelas mudanças climáticas, em grande parte por meio de alterações nos níveis de hidratação. Mueller cita o exemplo do Brasil, onde as florestas nubladas em montanhas dependem de certos níveis de umidade, que vêm diminuindo paralelamente às mudanças nos padrões de precipitação.

    Ele afirma que isso não apenas altera o habitat, mas “afeta as plantas das quais os fungos dependem; elas secam e impedem que os fungos completem seu ciclo de vida”. Um mundo sem fungos não só se tornaria menos propício à vida humana devido ao aumento das temperaturas globais e aos eventos climáticos extremos relacionados, como também as árvores e as plantações cresceriam mais fracas, mais lentamente e se tornariam mais vulneráveis a doenças e à seca.

    E isso impactaria a disponibilidade de alimentos e medicamentos. Cerca de 40% dos medicamentos modernos no mundo ocidental são derivados de plantas. Entre eles, por exemplo, a galantamina, derivada de Galanthus nivalis para tratar a doença de Alzheimer, ou a apomorfina, um composto semissintético extraído da morfina, Papaver somniferum, usada para tratar a doença de Parkinson.

    Os fungos são uma parte tão integral da teia da vida que, se desaparecessem, a maioria das formas de vida, incluindo os humanos, não sobreviveria. [...]


CHAIKA, Anna. Vitais para o ecossistema, fungos estão sob ameaça. Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Adaptado. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/vitais-para-o-ecossistemafungos-estão-sob-ameaça-72277284. Acesso em: 18 de abril de 2025.
Considere o seguinte trecho:
“Muitos se importam com os animais, principalmente se forem organismos fofinhos e amigáveis com os quais as pessoas têm alguma afinidade, como os pandas”, disse Boddy, acrescentando que a maioria dos fungos não tem esse efeito emotivo.
Com base nas regras de uso da vírgula, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089527 Meio Ambiente
TEXTO

VITAIS PARA O ECOSSISTEMA, FUNGOS ESTÃO SOB AMEAÇA



    O reino Fungi – segundo maior reino de seres vivos, depois dos animais – está em um momento de destaque. Não porque sirva como espinha dorsal de ecossistemas saudáveis, mas porque está em risco. Pela primeira vez na história, mais de mil espécies de fungos foram adicionadas à Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), frequentemente chamada de “Barômetro da Vida”.

    Como muitos organismos, essas espécies de fungos – que representam apenas uma pequena fração daquelas que se acredita existirem – estão em risco devido a uma combinação de fatores, incluindo desmatamento, desenvolvimento urbano e toxinas. “Os fungos são especialmente vulneráveis à poluição, principalmente por fertilizantes e emissões de combustíveis fósseis”, disse Lynne Boddy, especialista em ecologia fúngica da Universidade de Cardiff, no Reino Unido.

     Ela afirma que protegê-los exige ações direcionadas, porque eles têm “necessidades específicas e devem ser considerados de acordo com suas próprias características nos esforços de conservação, e não apenas agrupados com outros organismos”. Mas nem sempre é fácil conscientizar as pessoas sobre os fungos – que muitas vezes são vistos como ingrediente de pizza, na forma de cogumelos, ou um complemento indesejado para uma parede úmida, em se tratando de mofo.

     “Muitos se importam com os animais, principalmente se forem organismos fofinhos e amigáveis com os quais as pessoas têm alguma afinidade, como os pandas”, disse Boddy, acrescentando que a maioria dos fungos não tem esse efeito emotivo. “Talvez os humanos não consigam se apegar a eles”, acrescenta.

    Os fungos podem não ganhar concursos de fofura, mas desempenham um papel importante na manutenção da coesão de toda a teia da vida. Dependendo do tipo, os fungos são encontrados em diversos ambientes: do solo e florestas a lagos de água doce, ecossistemas marinhos e até mesmo na pele humana.

     Os fungos micorrízicos sustentam ecossistemas florestais, ajudando as plantas a trocar nutrientes, água e até mesmo informações, formam relações simbióticas com as raízes da maioria da flora e são essenciais para o crescimento de até 90% das espécies de plantas.

      Em outras palavras: “A vida na Terra depende de fungos”, disse Gregory M. Mueller, cientista-chefe do Jardim Botânico de Chicago, nos EUA. Eles também são essenciais para a morte na Terra. Conhecidos como recicladores da natureza, eles desfazem madeira morta ou em decomposição, folhas e outras matérias vegetais. “Sem eles, estaríamos soterrados sob montes de lixo orgânico”, disse Mueller, que lidera os programas de fungos da IUCN e contribuiu para a recente Lista Vermelha.

      Embora florestas e pastagens sejam geralmente consideradas reservas de carbono, são os fungos que ajudam a capturar o carbono no solo. Mueller afirmou que os fungos são “essenciais para o sequestro de carbono a longo prazo”, o processo de retenção de carbono para que não contribua para o aquecimento global. “Sem eles, a mudança climática seria muito pior”, afirmou o especialista.

      Os fungos micorrízicos são responsáveis por armazenar até um terço das emissões globais anuais de combustíveis fósseis no solo. O que os torna a “instalação” de armazenamento de carbono mais eficiente do mundo.

      Ao mesmo tempo, os fungos são afetados pelas mudanças climáticas, em grande parte por meio de alterações nos níveis de hidratação. Mueller cita o exemplo do Brasil, onde as florestas nubladas em montanhas dependem de certos níveis de umidade, que vêm diminuindo paralelamente às mudanças nos padrões de precipitação.

    Ele afirma que isso não apenas altera o habitat, mas “afeta as plantas das quais os fungos dependem; elas secam e impedem que os fungos completem seu ciclo de vida”. Um mundo sem fungos não só se tornaria menos propício à vida humana devido ao aumento das temperaturas globais e aos eventos climáticos extremos relacionados, como também as árvores e as plantações cresceriam mais fracas, mais lentamente e se tornariam mais vulneráveis a doenças e à seca.

    E isso impactaria a disponibilidade de alimentos e medicamentos. Cerca de 40% dos medicamentos modernos no mundo ocidental são derivados de plantas. Entre eles, por exemplo, a galantamina, derivada de Galanthus nivalis para tratar a doença de Alzheimer, ou a apomorfina, um composto semissintético extraído da morfina, Papaver somniferum, usada para tratar a doença de Parkinson.

    Os fungos são uma parte tão integral da teia da vida que, se desaparecessem, a maioria das formas de vida, incluindo os humanos, não sobreviveria. [...]


CHAIKA, Anna. Vitais para o ecossistema, fungos estão sob ameaça. Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Adaptado. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/vitais-para-o-ecossistemafungos-estão-sob-ameaça-72277284. Acesso em: 18 de abril de 2025.
No texto, o papel dos fungos no “sequestro de carbono” é descrito como:
Alternativas
Q4089526 Biologia
TEXTO

VITAIS PARA O ECOSSISTEMA, FUNGOS ESTÃO SOB AMEAÇA



    O reino Fungi – segundo maior reino de seres vivos, depois dos animais – está em um momento de destaque. Não porque sirva como espinha dorsal de ecossistemas saudáveis, mas porque está em risco. Pela primeira vez na história, mais de mil espécies de fungos foram adicionadas à Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), frequentemente chamada de “Barômetro da Vida”.

    Como muitos organismos, essas espécies de fungos – que representam apenas uma pequena fração daquelas que se acredita existirem – estão em risco devido a uma combinação de fatores, incluindo desmatamento, desenvolvimento urbano e toxinas. “Os fungos são especialmente vulneráveis à poluição, principalmente por fertilizantes e emissões de combustíveis fósseis”, disse Lynne Boddy, especialista em ecologia fúngica da Universidade de Cardiff, no Reino Unido.

     Ela afirma que protegê-los exige ações direcionadas, porque eles têm “necessidades específicas e devem ser considerados de acordo com suas próprias características nos esforços de conservação, e não apenas agrupados com outros organismos”. Mas nem sempre é fácil conscientizar as pessoas sobre os fungos – que muitas vezes são vistos como ingrediente de pizza, na forma de cogumelos, ou um complemento indesejado para uma parede úmida, em se tratando de mofo.

     “Muitos se importam com os animais, principalmente se forem organismos fofinhos e amigáveis com os quais as pessoas têm alguma afinidade, como os pandas”, disse Boddy, acrescentando que a maioria dos fungos não tem esse efeito emotivo. “Talvez os humanos não consigam se apegar a eles”, acrescenta.

    Os fungos podem não ganhar concursos de fofura, mas desempenham um papel importante na manutenção da coesão de toda a teia da vida. Dependendo do tipo, os fungos são encontrados em diversos ambientes: do solo e florestas a lagos de água doce, ecossistemas marinhos e até mesmo na pele humana.

     Os fungos micorrízicos sustentam ecossistemas florestais, ajudando as plantas a trocar nutrientes, água e até mesmo informações, formam relações simbióticas com as raízes da maioria da flora e são essenciais para o crescimento de até 90% das espécies de plantas.

      Em outras palavras: “A vida na Terra depende de fungos”, disse Gregory M. Mueller, cientista-chefe do Jardim Botânico de Chicago, nos EUA. Eles também são essenciais para a morte na Terra. Conhecidos como recicladores da natureza, eles desfazem madeira morta ou em decomposição, folhas e outras matérias vegetais. “Sem eles, estaríamos soterrados sob montes de lixo orgânico”, disse Mueller, que lidera os programas de fungos da IUCN e contribuiu para a recente Lista Vermelha.

      Embora florestas e pastagens sejam geralmente consideradas reservas de carbono, são os fungos que ajudam a capturar o carbono no solo. Mueller afirmou que os fungos são “essenciais para o sequestro de carbono a longo prazo”, o processo de retenção de carbono para que não contribua para o aquecimento global. “Sem eles, a mudança climática seria muito pior”, afirmou o especialista.

      Os fungos micorrízicos são responsáveis por armazenar até um terço das emissões globais anuais de combustíveis fósseis no solo. O que os torna a “instalação” de armazenamento de carbono mais eficiente do mundo.

      Ao mesmo tempo, os fungos são afetados pelas mudanças climáticas, em grande parte por meio de alterações nos níveis de hidratação. Mueller cita o exemplo do Brasil, onde as florestas nubladas em montanhas dependem de certos níveis de umidade, que vêm diminuindo paralelamente às mudanças nos padrões de precipitação.

    Ele afirma que isso não apenas altera o habitat, mas “afeta as plantas das quais os fungos dependem; elas secam e impedem que os fungos completem seu ciclo de vida”. Um mundo sem fungos não só se tornaria menos propício à vida humana devido ao aumento das temperaturas globais e aos eventos climáticos extremos relacionados, como também as árvores e as plantações cresceriam mais fracas, mais lentamente e se tornariam mais vulneráveis a doenças e à seca.

    E isso impactaria a disponibilidade de alimentos e medicamentos. Cerca de 40% dos medicamentos modernos no mundo ocidental são derivados de plantas. Entre eles, por exemplo, a galantamina, derivada de Galanthus nivalis para tratar a doença de Alzheimer, ou a apomorfina, um composto semissintético extraído da morfina, Papaver somniferum, usada para tratar a doença de Parkinson.

    Os fungos são uma parte tão integral da teia da vida que, se desaparecessem, a maioria das formas de vida, incluindo os humanos, não sobreviveria. [...]


CHAIKA, Anna. Vitais para o ecossistema, fungos estão sob ameaça. Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Adaptado. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/vitais-para-o-ecossistemafungos-estão-sob-ameaça-72277284. Acesso em: 18 de abril de 2025.
Segundo o texto, assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE a contradição central envolvendo a percepção pública e a importância ecológica dos fungos.
Alternativas
Respostas
1761: D
1762: C
1763: C
1764: B
1765: A
1766: C
1767: B
1768: A
1769: C
1770: D
1771: A
1772: A
1773: D
1774: A
1775: D
1776: B
1777: A
1778: C
1779: C
1780: B