Questões de Concurso Para zootecnista

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Q3617673 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?


           Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.
        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para os vocábulos e os trechos sublinhados, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Em “Existem pessoas que passam a vida toda sofrendo”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “”.
( ) Em “Todos os recursos de que precisamos são internos”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “nos quais”.
( ) Em “Ao escolher o significado que atribuirei às minhas experiências de vida”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “Quando escolho”. 
Alternativas
Q3617672 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?


           Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.
        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
No trecho: “[...] tarefas pendentes à sua espera [...]”, observa-se o emprego do sinal indicativo de crase. Sobre o emprego desta crase, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3617671 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?


           Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.
        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
Assinalar alternativa que contém um trecho do texto que apresenta desvios às normas gramaticais: 
Alternativas
Q3617670 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?


           Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.
        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
No 10º parágrafo, o pronome “isso”, sublinhado no trecho: “Na Itália, as pessoas têm isso muito claro.”, tem como referente: 
Alternativas
Q3617669 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?


           Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.
        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
O texto tem, como título, uma pergunta. Nesse sentido, uma resposta ou justificativa que possa sustentá-lo está presente no: 
Alternativas
Q3617668 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?


           Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.
        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
Sobre os aspectos gerais do texto, analisar os itens abaixo:

I. O ato de ficar sozinho pode ser desgastante para muitas pessoas.
II. No texto, “dormir” tem uma equivalência a “tédio”.
III. São tarefas “entediantes”: fazer frente à leitura de e-mails, ler algo online no celular, um convite para sentar e conversar.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q2346567 Noções de Informática
Avalie as afirmativas a seguir sobre o sistema operacional base conhecido por Linux.
I- O Linux é uma família de sistemas operacionais Unix de código fechado, baseados no kernel Linux.
II- A família Linux inclui versões muito famosas, como por exemplo Ubuntu, Fedora, Mint e Debian.
III- O comando fd é utilizado para navegar pelos arquivos e diretórios Linux e ele requer um caminho completo ou o nome de um diretório, dependendo do diretório atual em que o usuário estiver.
IV- O comando ls é usado para visualizar conteúdos em um diretório e, por padrão, esse comando mostra os conteúdos apenas do diretório atual em que o usuário estiver.
V- O Linux apresenta versões, que são conhecidas popularmente por distribuições.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2345872 Noções de Informática
Utilizando navegadores padrão como o Microsoft Edge, quando pressionado o atalho “Ctrl + Shift + T”, o resultado é: 
Alternativas
Q2345865 Português
Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 03 





Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 9 out. 2023. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição do texto.
I. O verbo “pensar” foi empregado no imperativo afirmativo, com o objetivo de fazer um aconselhamento.
II. O termo “numa” indica uma contração da preposição “em” com o artigo indefinido “uma”.
III. O termo “numa marca de Gillette” foi usado com a função de complementar a forma verbal “pense”.
IV. O termo “de Gillette” foi usado com a função de objeto indireto, uma vez que complementa a forma verbal “marca”.
V. A expressão “mais uma vez” foi usada para expressar uma circunstância de modo, exercendo, portanto, a função de adjunto adverbial.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2335616 Veterinária
Você, zootecnista, foi contratado por um produtor rural para determinar as percentagens de milho e de farelo de soja para se obter uma mistura com 18% de proteína bruta que serão usadas para um lote de suínos. Foi disponibilizado um milho moído com 9% de proteína bruta e um farelo de soja com 45% de proteína bruta. Usando o método do Quadrado de Pearson, quanto de milho e de farelo de soja vai ser utilizado nessa mistura? 
Alternativas
Q2335615 Veterinária
Na criação de bovinos, é comum o uso de ionóforos na sua alimentação. Assim, os ionóforos são classificados como: 
Alternativas
Q2335614 Veterinária
O planejamento das atividades do sistema de produção deve considerar as exigências de cada categoria animal, a disponibilidade e o custo dos alimentos ao longo do ano. Dessa forma, o programa nutricional de caprinos não é receita de bolo, e, por isso, deve ser feito para cada categoria animal. Com relação às diferentes categorias animais, avalie as afirmações a seguir.

I. Cabras e ovelhas de reposição não necessitam de um manejo nutricional adequado, pois não estão produzindo dentro da propriedade. II. O fornecimento de níveis nutricionais elevados antes e durante a estação de monta é, reconhecidamente, um método eficaz para aumentar as taxas de fertilidade, a gestação e a natalidade. Essa prática de manejo é conhecida como “flushing”. III. Cabras e ovelhas lactantes (paridas) possuem o dobro das exigências nutricionais do final de gestação.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2335613 Veterinária
A criação de abelhas é uma atividade lucrativa e pode ser praticada pelo pequeno produtor rural ou agricultor familiar, com bons resultados. Com relação às vantagens da criação racional de abelhas, avalie as afirmações a seguir.

I.    Para essa atividade, o produtor rural precisar ter uma grande propriedade para sua exploração. II.   Além do mel, as abelhas produzem própolis, cera, que são excelentes polinizadores naturais. III. Não polui e nem destrói o meio ambiente e ainda produz um produto chamado de apitoxina.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2335612 Veterinária
A má distribuição e a irregularidade de chuvas no semiárido são responsáveis por estiagens prolongadas, resultando em sérios prejuízos econômicos para os pecuaristas, que, assim, são forçados a se organizarem para conseguirem alimentar os animais na época seca. Com relação ao manejo nutricional de ovinos e à utilização da palma forrageira como alternativa alimentar na época da seca, podemos afirmar que:
Alternativas
Q2335611 Veterinária
Sobre o Decreto Federal nº 6.296/2007, que aprova o regulamento da Lei nº 6.198, de 26 de dezembro de 1974, que dispõe sobre a inspeção e a fiscalização obrigatórias dos produtos destinados à alimentação animal, que dá nova redação aos artigos 25 e 56 do Anexo ao Decreto nº 5.053, de 22 de abril de 2004, e dá outras providências, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2335610 Veterinária
De acordo com o Anexo IV da Instrução Normativa IBAMA nº 07/2015, as determinações para jardim zoológico quanto às instalações, às medidas higiênico-sanitárias e à segurança, o jardim zoológico classificado na categoria C deverá cumprir as seguintes exigências, EXCETO:
Alternativas
Q2335609 Veterinária
O grande número de espécies forrageiras disponíveis aos pecuaristas realça a necessidade e os esforços dos pesquisadores no sentido de distinguir suas principais características. Com relação às características das plantas forrageiras, analise as afirmativas a seguir. I.   Uma característica das cactáceas é a ocorrência de frutos tipo legume, também chamado de vagem. II. Uma das características das gramíneas é a simbiose de suas raízes com as bactérias do gênero Rhizobium. III. Uma das características das leguminosas é a presença de raízes tipo pivotantes.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q2335608 Veterinária
Instalações ou construções podem ser definidas como o conjunto de prédios que o criador deve possuir para racionalizar a sua criação animal. Essas instalações devem atender a determinadas condições básicas de higiene, de orientação, de funcionalidade e de custo. Com relação às instalações adequadas para produção familiar, para conforto animal e para higiene, analise as afirmativas a seguir.

I. O sistema de produção de suínos de ciclo completo compreende todas as fases da criação e os aspectos construtivos das instalações diferentes em cada fase de criação e devem se adequar às características físicas, fisiológicas e térmicas do animal.
II. O pé-direito influencia a ventilação e a quantidade de energia radiante vinda da cobertura dos galpões sobre os animais, portanto, em regiões de clima quente, o pé-direito deve ser mais alto, melhorando a ventilação das instalações e o bem-estar dos animais.
III. O uso de cortinas nos galpões tem como finalidade controlar a ventilação e a temperatura interna, garantindo que o galpão permaneça fechado na fase inicial e final onde os frangos de corte precisam manter sua termorregulação.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q2335607 Veterinária
Sobre a Lei Federal nº 7.173/1983, que dispõe sobre o estabelecimento e o funcionamento de jardins zoológicos e dá outras providências, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2335606 Veterinária
Com relação à avicultura industrial escreva V ou F conforme seja VERDADEIRO ou FALSO o que se afirma nos itens abaixo.

(__) O uso de bebedouros pendulares na criação de frangos de corte garante uma menor contaminação da água que os bebedouros tipo nipple. (__) Na primeira semana dos pintinhos, os ventiladores dos galpões devem ser ligados para ajudar na troca de gases dentro do galpão. (__) As linhas de comedouros e de bebedouros manuais do galpão devem ser reguladas de forma a manter a borda ou a calha no nível do dorso da ave. (__) A qualidade e a temperatura da água devem ser avaliadas constantemente, tendo em vista que as aves reduzem muito o consumo de água quando ela se encontra em temperatura alta.

Está CORRETA, de cima para baixo, a seguinte sequência: 
Alternativas
Respostas
541: B
542: C
543: D
544: C
545: B
546: A
547: B
548: D
549: A
550: C
551: C
552: C
553: C
554: C
555: A
556: D
557: B
558: B
559: C
560: D