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Q2921027 Medicina

Suspeitando-se de gonorréia ou clamídia, procura-se o agente etiológico em:

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Q2921026 Medicina

O efeito prozona

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Q2921025 Medicina

Tem o período de incubação mais curto:

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Q2921023 Medicina

São fatores de risco para o adenocarcinoma de endométrio, EXCETO:

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Q2921021 Medicina

As hiperplasias endometriais com atipias são lesões precursoras do adenocarcinoma

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Q2921016 Medicina

A causa mais freqüente de metrorragia pós-menopausa é:

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Q2921009 Medicina

Quanto às dosagens hormonais é INCORRETO afirmar:

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Q2921007 Medicina

Nos casos de leiomiomas uterinos constitue-se indicação cirúrgica:

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Q2921006 Medicina

Sobre a osteoporose pode-se afirmar que

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Q2921005 Medicina

Fatores que aumentam o risco de osteoporose, EXCETO:

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Q2921000 Medicina

Sugere hiperandrogenismo de origem supra-renal níveis elevados de

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Q2920997 Medicina

NÃO tem sido relacionado à hiperprolactinemia o uso de

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Q2920996 Medicina

A pesquisa de macroprolactina se impõe em casos de pacientes:

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Q2920995 Medicina

A biópsia do linfonodo sentinela

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Q2920994 Medicina

Característica das calcificações à mamografia que sugere malignidade:

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Q2920993 Medicina

É correto:

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Q2920992 Medicina

É INCORRETO afirmar que a

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Q2880649 Noções de Informática

Atenção: Para responder às questões de números 26 a 30 considere integralmente o seguinte enunciado:

Após a conclusão, o texto deve ser encaminhado via correio eletrônico sem identificação dos destinatários. Portanto, deverá ser utilizado o campo

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Q2880616 Português

Atenção: As questões de números 1 a 15 referem-se ao texto abaixo:

Cuidado: o uso desse aparelho pode produzir violência

A revista Science publicou, em 2002, o relatório de uma pesquisa coordenada por Jeffrey Johnson, da Universidade de Colúmbia, em Nova York. O estudo mostra uma relação significativa entre o comportamento violento e o número de horas que um sujeito (adolescente ou jovem adulto) passa assistindo à TV.

Pela pesquisa de Johnson, os televisores deveriam ser comercializados com um aviso, como os maços de cigarros: cuidado, a exposição prolongada à tela desse aparelho pode produzir violência.

Estranho? Nem tanto. É bem provável que a fonte de muita violência moderna seja nossa insubordinação básica: ninguém quer ser ou continuar sendo quem é. Podemos proclamar nossa nostalgia de tempos mais resignados, mas duvido que queiramos ou possamos renunciar à divisão constante entre o que somos e o que gostaríamos de ser.

Para alimentar nossa insatisfação, inventamos a literatura e, mais tarde, o cinema. Mas a invenção mais astuciosa talvez tenha sido a televisão. Graças a ela, instalamos em nossas salas uma janela sobre o devaneio, que pode ser aberta a qualquer instante e sem esforço.

Pouco importa que fiquemos no zapping (*) ou que paremos para sonhar em ser policiais, gângsteres ou apenas nós mesmos (um pouco piores) no Big brother. A TV confirma uma idéia que está sempre conosco: existe outra dimensão, e nossas quatro paredes são uma jaula. A pesquisa de Johnson constata que, à força de olhar, podemos ficar a fim de sacudir as barras além do permitido. Faz sentido.

(*) zapping = uso contínuo do controle remoto.

(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)

Considerando-se o contexto, constituem uma causa e seu efeito, nesta ordem, as ações representadas por

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Q2880615 Português

Atenção: As questões de números 1 a 15 referem-se ao texto abaixo:

Cuidado: o uso desse aparelho pode produzir violência

A revista Science publicou, em 2002, o relatório de uma pesquisa coordenada por Jeffrey Johnson, da Universidade de Colúmbia, em Nova York. O estudo mostra uma relação significativa entre o comportamento violento e o número de horas que um sujeito (adolescente ou jovem adulto) passa assistindo à TV.

Pela pesquisa de Johnson, os televisores deveriam ser comercializados com um aviso, como os maços de cigarros: cuidado, a exposição prolongada à tela desse aparelho pode produzir violência.

Estranho? Nem tanto. É bem provável que a fonte de muita violência moderna seja nossa insubordinação básica: ninguém quer ser ou continuar sendo quem é. Podemos proclamar nossa nostalgia de tempos mais resignados, mas duvido que queiramos ou possamos renunciar à divisão constante entre o que somos e o que gostaríamos de ser.

Para alimentar nossa insatisfação, inventamos a literatura e, mais tarde, o cinema. Mas a invenção mais astuciosa talvez tenha sido a televisão. Graças a ela, instalamos em nossas salas uma janela sobre o devaneio, que pode ser aberta a qualquer instante e sem esforço.

Pouco importa que fiquemos no zapping (*) ou que paremos para sonhar em ser policiais, gângsteres ou apenas nós mesmos (um pouco piores) no Big brother. A TV confirma uma idéia que está sempre conosco: existe outra dimensão, e nossas quatro paredes são uma jaula. A pesquisa de Johnson constata que, à força de olhar, podemos ficar a fim de sacudir as barras além do permitido. Faz sentido.

(*) zapping = uso contínuo do controle remoto.

(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)

É preciso corrigir a redação da seguinte frase:

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Respostas
11021: C
11022: D
11023: B
11024: E
11025: A
11026: C
11027: D
11028: D
11029: B
11030: B
11031: E
11032: D
11033: A
11034: B
11035: E
11036: B
11037: C
11038: D
11039: E
11040: A