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Q4282581 Biomedicina - Análises Clínicas
Em urina, a formação dos cristais é influenciada pelo pH, pela gravidade específica e pela temperatura. A maioria dos cristais urinários não possui nenhum significado clínico, mas há alguns que aparecem na urina devido a alguns distúrbios metabólicos. Independente do tipo, quando vistos, devem ser identificados e informados. Com base nisso, analise a descrição a seguir:

“Cristais com formato semelhante a agulhas finas, em feixes, cuja presença indica doença ou dano hepático”.

A descrição apresentada refere-se ao tipo de cristal denominado de:
Alternativas
Q4282580 Medicina
O principal controle da síntese e secreção dos hormônios tireoidianos se dá pelo eixo hipotalâmico-hipofisário. A esse respeito, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q4282579 Farmácia
A farmacocinética é a área da Farmacologia que estuda o que o organismo faz com o fármaco, abrangendo os processos de absorção, distribuição, metabolismo e excreção.

Considerando esses processos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4282578 Técnicas em Laboratório
Para que o laboratório possa apresentar respostas fiéis à história clínica do paciente, é indispensável que sejam observadas com cautela todas as fases do atendimento ao paciente, incluindo a coleta de amostras. Sobre a coleta de amostras de sangue para exames laboratoriais, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4282577 Biomedicina - Análises Clínicas
O hemograma é um exame laboratorial indicado na investigação da anemia, pois permite analisar os componentes sanguíneos de forma qualitativa e quantitativa. Considerando a diversidade de anemias que podem acometer o organismo e o papel do hemograma, analise as afirmativas abaixo:

I. As anemias podem ocorrer por diversas causas, incluindo causas nutricionais como falta de vitaminas e minerais, além de causas não nutricionais doenças renais crônicas, hemoglobinopatias, entre outras.
II. A redução da quantidade de hemoglobina na circulação é o parâmetro mais utilizado para definir anemia, sendo suficiente para conclusão do diagnóstico.
III. A anemia falciforme é um tipo de anemia hemolítica, caracterizada por uma modificação na hemoglobina que leva a uma alteração na forma das hemácias.

Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4282576 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente do sexo masculino, 52 anos, com histórico de etilismo crônico há mais de 15 anos, procura atendimento médico relatando fadiga, anorexia e icterícia progressiva há duas semanas. Ao exame físico, apresenta hepatomegalia dolorosa e telangiectasias em tronco. Os exames laboratoriais revelaram: AST = 180 U/L (VR: até 40 U/L), ALT = 70 U/L (VR: até 41 U/L), GGT = 320 U/L (VR: até 60 U/L) e fosfatase alcalina = 150 U/L (VR: até 120 U/L). Com base no quadro clínico e no padrão enzimático apresentado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4282575 Técnicas em Laboratório
A sífilis é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, exclusiva do ser humano e transmitida por via sexual e vertical. É considerado um agravamento importante na saúde pública, pois, quando não protegido, aumenta o risco de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Além disso, a sífilis congênita, transmitida pela criança a partir da mãe, possui altas taxas de morbidade e mortalidade. Sobre o diagnóstico laboratorial da infecção pelo T. pallidum,A sífilis é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, exclusiva do ser humano e transmitida por via sexual e vertical. É considerado um agravamento importante na saúde pública, pois, quando não protegido, aumenta o risco de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Além disso, a sífilis congênita, transmitida pela criança a partir da mãe, possui altas taxas de morbidade e mortalidade. Sobre o diagnóstico laboratorial da infecção pelo T. pallidum, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4282574 Biomedicina - Análises Clínicas
Várias enzimas cardíacas têm sido utilizadas como marcadores do infarto agudo do miocárdio (IAM) e de outras patologias cardiovasculares. No caso do IAM, esses marcadores são úteis principalmente em pacientes nos quais as alterações no eletrocardiograma (ECG) são ambíguas ou ausentes. A esse respeito, leia as afirmativas abaixo e indique a correta.
Alternativas
Q4282573 Biomedicina - Análises Clínicas
Durante a rotina do laboratório clínico, o biomédico é responsável pela análise do exame de urina, incluindo a avaliação dos aspectos físicoquímicos e a identificação dos elementos figurados presentes no sedimento urinário. A correta interpretação desses achados é fundamental para diferenciar variações fisiológicas, possíveis interferências pré-analíticas e alterações associadas a doenças do trato urinário.

Com base nos conhecimentos sobre a análise do sedimento urinário, assinale a afirmativa correta:

A respeito dos elementos pesquisados no sedimento urinário, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4282572 Saúde Pública
As diretrizes constitucionais do Sistema Único de Saúde orientam a organização administrativa e a prestação de ações e serviços públicos de saúde em todas as esferas federativas. Considerando esse modelo constitucional, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4282571 Direito Sanitário
De acordo com a Lei nº 8.142/1990, sobre a participação da comunidade e das transferências intergovernamentais de recursos financeiros no SUS, assinale a alternativa correta de acordo com a lei federal. 
Alternativas
Q4282569 Saúde Pública
Nos termos da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), aprovada pela Portaria nº 2.436/2017, a organização da Atenção Básica deve observar diretrizes específicas à qualificação do cuidado e da gestão. Nesse contexto, marque a opção correta. 
Alternativas
Q4282568 Direito Sanitário
A construção do Sistema Único de Saúde (SUS) foi feita de um processo histórico marcado por mudanças no modelo de atenção à saúde e pela ampliação do papel do Estado na garantia desse direito. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4281337 Matemática
Em uma avaliação composta por 5 questões, cada uma possui apenas duas alternativas de resposta: A ou B. Considerando que um candidato responda às questões de forma totalmente aleatória, qual é a probabilidade de exatamente uma resposta ser a letra B?
Alternativas
Q4281329 Segurança da Informação
Ransomware é um tipo de software malicioso (malware) que pode impedir o acesso aos dados de um computador ou rede por meio da criptografia dos arquivos, exigindo o pagamento de um resgate para sua liberação. Em relação às medidas de segurança da informação para reduzir os impactos desse tipo de ataque, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4281328 Noções de Informática
A respeito da Internet, da Intranet e dos navegadores web, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4281325 Noções de Informática
Considere os seguintes componentes:

1. Memória RAM.
2. Processador (CPU).
3. Sistema Operacional.
4. SSD.

Assinale a alternativa que classifica corretamente hardware e software.
Alternativas
Q4281324 Noções de Informática
Um usuário possui uma pasta contendo 500 arquivos de texto e deseja enviá-los por e-mail. Sobre a utilização de arquivos compactados (.zip), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4281323 Noções de Informática
Em sistemas operacionais modernos, o sistema de arquivos é responsável pela organização lógica dos dados armazenados. Assinale a alternativa que apresenta apenas sistemas de arquivos nativamente utilizados por Windows e Linux, respectivamente.
Alternativas
Q4281320 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Além do tempo de tela: o que os mais jovens têm feito no celular?

Qualidade da interação e dos conteúdos acessados
precisa estar no centro do debate sobre saúde mental
entre crianças e adolescentes

Por Luiz Zoldan*


      Reduzir a crise de saúde mental entre jovens ao “tempo de tela” é uma explicação confortável – e perigosamente insuficiente. O debate público precisa de um ajuste urgente: mais do que contar horas, é preciso entender a qualidade da interação desses adolescentes com os dispositivos digitais.

          Em consultórios, escolas e ambientes de trabalho, a constatação é recorrente: a forma como os jovens se relacionam consigo mesmos, com os outros e com o mundo mudou profundamente. E as telas ocupam um papel central nessa transformação. Vivemos em uma realidade na qual nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão expostos a fatores que afetam a saúde mental, especialmente entre crianças e adolescentes.

         A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de um em cada dez adolescentes já manifesta um uso problemático de redes sociais, com perda de controle e consequências negativas no dia a dia.

      Estudos consistentes associam o uso excessivo de telas à piora nos indicadores de saúde mental. Cerca de 25% dos adolescentes que passam mais de 4 horas diárias em frente a telas apresentam sintomas recentes de ansiedade ou depressão. Evidências longitudinais também confirmam que o aumento do tempo de exposição está ligado a um maior risco de sofrimento emocional a longo prazo.

     O Brasil figura entre os países com maior tempo de tela no mundo, ultrapassando 5 horas diárias apenas em smartphones. Entre os adolescentes brasileiros, os números são ainda mais alarmantes, chegando a quase 6 horas em dias de semana e ultrapassando 8 horas nos fins de semana.

      O cenário nacional é marcado por três desafios: o acesso a smartphones em idades cada vez mais precoces, a desigualdade no acesso à educação digital e a fragilidade na mediação por parte de famílias e escolas. Diante disso, cresce a percepção entre os próprios jovens de que algo não vai bem: quase metade deles já considera que as redes sociais impactam negativamente pessoas da sua idade.

       Ainda assim, é crucial qualificar a leitura desses dados. A própria ciência mostra que o impacto não é uniforme. O uso passivo, caracterizado pela rolagem infinita e pela comparação social, está mais associado ao malestar. Por outro lado, usos mais ativos e focados na conexão podem ter um efeito protetor. O problema central, portanto, não é apenas o tempo, mas o padrão de uso. Comportamentos compulsivos e de dependência estão mais ligados a desfechos negativos do que o número absoluto de horas.

      Nesse contexto, avanços como a atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ao ambiente digital são essenciais, pois reconhecem a vulnerabilidade de crianças e adolescentes nesse ecossistema. Essas iniciativas buscam responsabilizar as plataformas, proteger dados e reduzir a exposição a conteúdos nocivos. Contudo, a regulação, sozinha, não resolve. Ela cria um ambiente mais seguro, mas não substitui a educação, o vínculo afetivo e o desenvolvimento de repertório emocional.

       Durante anos, a principal recomendação foi limitar o tempo de tela. Embora essa abordagem continue relevante, especialmente para crianças mais novas, hoje sabemos que é insuficiente. O verdadeiro problema não é apenas o que acontece nas telas, mas o que deixa de acontecer fora delas: sono de qualidade, atividade física, convivência e a própria construção da identidade são processos insubstituíveis para o desenvolvimento psíquico.

       O uso excessivo de telas, por exemplo, está diretamente ligado a um sono mais curto e de pior qualidade – um dos principais gatilhos para o sofrimento mental. Idealmente, um uso de qualidade envolve interações sociais reais, consumo de conteúdos educativos ou criativos e intencionalidade, sem prejudicar o sono. Em contrapartida, a utilização de risco é aquela em que há comportamento compulsivo, comparação social constante, exposição a conteúdos negativos e a substituição de experiências presenciais por virtuais.

        Com base em evidências científicas e na prática clínica, algumas medidas são fundamentais. Para as famílias, é preciso estabelecer acordos claros, evitar o uso de aparelhos antes de dormir (especialmente porque um terço dos adolescentes os utiliza depois da meia-noite), acompanhar os conteúdos acessados e, acima de tudo, dar o exemplo. Isso implica reconhecer que muitos adultos também mantêm uma relação excessiva, distraída e pouco saudável com as telas, o que compromete o ensino da autorregulação.

       Nas escolas, o desafio vai além da simples restrição: passa pela promoção da alfabetização digital e midiática, pelo desenvolvimento de competências socioemocionais e pela criação de espaços de convivência offline que favoreçam o pertencimento, o diálogo e a construção da identidade. Isso inclui a promoção de conversas qualificadas sobre corpo, gênero, autoestima e relações sociais, temas profundamente atravessados pela lógica das redes.

       Para os profissionais de saúde, investigar o padrão de uso digital tornou-se parte indispensável da avaliação clínica, assim como sono, alimentação e atividade física. Ainda assim, o enfrentamento desse problema não é responsabilidade somente de indivíduos, famílias e consultórios. O desafio exige que empresas de tecnologia e políticas públicas atuem de forma mais firme na limitação de mecanismos de design viciantes e persuasivos e na implementação de estratégias integradas entre saúde, educação e regulação digital.

       A relação entre os jovens e a tecnologia não é um “problema” a ser eliminado, mas uma realidade a ser gerenciada com inteligência. É preciso superar a lógica simplista de “mais ou menos tempo de tela” e adotar uma abordagem mais sistêmica e que considere o contexto, o conteúdo e a intenção de cada interação. No fim das contas, o maior indicador de sucesso não é quantas horas um jovem passa conectado, mas sua capacidade de se desconectar com liberdade, propósito e, acima de tudo, saúde mental.


*Luiz Zoldan é psiquiatra e gerente médico do Espaço Einstein Bem-Estar e Saúde Mental


Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/alem-dotempo-de-tela-o-que-os-mais-jovens-tem-feito-no-celular/. 
No trecho “O uso passivo, caracterizado pela rolagem infinita e pela comparação social, está mais associado ao mal-estar.”, o hífen foi utilizado de forma adequada segundo o atual Acordo Ortográfico. Assinale a alternativa em que o hífen foi empregado de forma adequada ao referido acordo ortográfico.
Alternativas
Respostas
121: C
122: B
123: A
124: E
125: D
126: B
127: C
128: D
129: A
130: E
131: E
132: C
133: C
134: E
135: A
136: B
137: A
138: C
139: D
140: E