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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Energias renováveis no contexto do
desenvolvimento de cidades sustentáveis
Atualmente, 61% da
população brasileira (lBGE, 2023) e 56% da mundial residem em áreas urbanas,
com previsão de aumento para 68% até 2050 (Un-Habitat, 2023). Nesse contexto,
as cidades tornam-se centrais no debate sobre o desenvolvimento sustentável,
envolvendo dimensões econômicas, sociais e ambientais.
A preocupação com o
desenvolvimento de cidades sustentáveis tem sido central nas discussões e
práticas gerenciais, especialmente nas políticas públicas. Gestores enfrentam
desafios complexos para promover a sustentabilidade urbana, sendo necessários
novos arranjos institucionais, políticos, tecnológicos e econômicos para
atender ao paradigma da sustentabilidade.
Uma cidade sustentável
possui um caráter utópico e multifacetado. É utópico, pois exige mudanças
profundas de comportamento na sociedade, exigindo grande esforço sem garantias
de resultado. É multifacetado, pois diferentes campos de conhecimento têm entendimentos
distintos sobre uma cidade sustentável.
Uma cidade sustentável
deve oferecer qualidade de vida aos seus habitantes, atendendo necessidades
tecnológicas, culturais, políticas e ambientais, sem comprometer o
desenvolvimento econômico no longo prazo. Assim, esse pode ser visto como um
processo contínuo, retroalimentado por seus habitantes, que integra objetivos
sociais, ambientais e econômicos da cidade.
A concepção de cidades
sustentáveis enfrenta diversos desafios. O primeiro é a conciliação entre a lógica
sustentável e o processo de urbanização. Embora a urbanização possa promover o
desenvolvimento sustentável por meio do crescimento econômico, melhorar a
moradia, o meio ambiente e diminuir a condição de pobreza, também pode
restringi-lo ao fomentar o consumo excessivo e gerar um distanciamento
socioecológico.
Nos países emergentes
do Sul Global, os desafios das cidades englobam a inclusão, especialmente de
grupos minoritários, além de questões básicas como moradia digna,
criminalidade, crescimento desordenado e transporte. Esse cenário contrasta com
as cidades do Norte Global, que se concentram mais nas questões ambientais.
Outro aspecto
conflituoso nessa discussão são as divergências entre as formulações teóricas e
a proposta de práticas de intervenção, tendo como dilema o compromisso dos
gestores públicos na formulação e implementação de políticas públicas adequadas
para a condução da sustentabilidade nas cidades, considerando o seu contexto.
Com o intuito de
elencar, de maneira ampla, algumas diretrizes para o desenvolvimento de cidades
sustentáveis, teóricos propuseram princípios para a cidade sustentável que
podem ser observados no planejamento e na gestão urbana, sem perder de vista o
apelo ao desenvolvimento sustentável: educação sustentável, energias
renováveis, eficiência energética, construções sustentáveis, transportes
sustentáveis, desperdício de alimentos, acomodação do crescimento populacional,
segurança da água, gestão dos recursos naturais e meio ambiente.
Os princípios indicados reforçam a multiplicidade de frentes para estabelecer uma cidade sustentável, evidenciando a inter-relação entre as dimensões tecnológicas e sociais, muitas vezes mediada pela gestão pública. Assim, o planejamento urbano assume um papel fundamental na delimitação e implementação de políticas e práticas voltadas à sustentabilidade, conciliando tecnologia e cenário social.
Adaptado de: BENVINDO, J. dos S. et.
al. Energias renováveis no contexto do desenvolvimento de cidades
sustentáveis: Uma análise do Plano Fortaleza 2040. Cad. Gest. Pública
Cid., São Paulo, v.31, n.2, 2026.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Energias renováveis no contexto do
desenvolvimento de cidades sustentáveis
Atualmente, 61% da
população brasileira (lBGE, 2023) e 56% da mundial residem em áreas urbanas,
com previsão de aumento para 68% até 2050 (Un-Habitat, 2023). Nesse contexto,
as cidades tornam-se centrais no debate sobre o desenvolvimento sustentável,
envolvendo dimensões econômicas, sociais e ambientais.
A preocupação com o
desenvolvimento de cidades sustentáveis tem sido central nas discussões e
práticas gerenciais, especialmente nas políticas públicas. Gestores enfrentam
desafios complexos para promover a sustentabilidade urbana, sendo necessários
novos arranjos institucionais, políticos, tecnológicos e econômicos para
atender ao paradigma da sustentabilidade.
Uma cidade sustentável
possui um caráter utópico e multifacetado. É utópico, pois exige mudanças
profundas de comportamento na sociedade, exigindo grande esforço sem garantias
de resultado. É multifacetado, pois diferentes campos de conhecimento têm entendimentos
distintos sobre uma cidade sustentável.
Uma cidade sustentável
deve oferecer qualidade de vida aos seus habitantes, atendendo necessidades
tecnológicas, culturais, políticas e ambientais, sem comprometer o
desenvolvimento econômico no longo prazo. Assim, esse pode ser visto como um
processo contínuo, retroalimentado por seus habitantes, que integra objetivos
sociais, ambientais e econômicos da cidade.
A concepção de cidades
sustentáveis enfrenta diversos desafios. O primeiro é a conciliação entre a lógica
sustentável e o processo de urbanização. Embora a urbanização possa promover o
desenvolvimento sustentável por meio do crescimento econômico, melhorar a
moradia, o meio ambiente e diminuir a condição de pobreza, também pode
restringi-lo ao fomentar o consumo excessivo e gerar um distanciamento
socioecológico.
Nos países emergentes
do Sul Global, os desafios das cidades englobam a inclusão, especialmente de
grupos minoritários, além de questões básicas como moradia digna,
criminalidade, crescimento desordenado e transporte. Esse cenário contrasta com
as cidades do Norte Global, que se concentram mais nas questões ambientais.
Outro aspecto
conflituoso nessa discussão são as divergências entre as formulações teóricas e
a proposta de práticas de intervenção, tendo como dilema o compromisso dos
gestores públicos na formulação e implementação de políticas públicas adequadas
para a condução da sustentabilidade nas cidades, considerando o seu contexto.
Com o intuito de
elencar, de maneira ampla, algumas diretrizes para o desenvolvimento de cidades
sustentáveis, teóricos propuseram princípios para a cidade sustentável que
podem ser observados no planejamento e na gestão urbana, sem perder de vista o
apelo ao desenvolvimento sustentável: educação sustentável, energias
renováveis, eficiência energética, construções sustentáveis, transportes
sustentáveis, desperdício de alimentos, acomodação do crescimento populacional,
segurança da água, gestão dos recursos naturais e meio ambiente.
Os princípios indicados reforçam a multiplicidade de frentes para estabelecer uma cidade sustentável, evidenciando a inter-relação entre as dimensões tecnológicas e sociais, muitas vezes mediada pela gestão pública. Assim, o planejamento urbano assume um papel fundamental na delimitação e implementação de políticas e práticas voltadas à sustentabilidade, conciliando tecnologia e cenário social.
Adaptado de: BENVINDO, J. dos S. et.
al. Energias renováveis no contexto do desenvolvimento de cidades
sustentáveis: Uma análise do Plano Fortaleza 2040. Cad. Gest. Pública
Cid., São Paulo, v.31, n.2, 2026.
( ) O certificado digital é a identidade eletrônica de pessoas físicas e jurídicas na internet. ( ) Com este documento, é possível fazer o reconhecimento destes indivíduos em ambiente online de forma assertiva. ( ) Ele não garante a autenticidade e integridade de suas transações, pois o certificado não tem o mesmo peso e validade jurídica que uma identificação física. ( ) Ela assegura validade jurídica para assinaturas de documentos. ( ) Com a certificação digital não é possível aferir, com segurança, a origem e integridade das mensagens.
I - Transformar informações (texto claro) em códigos ilegíveis (texto cifrado). II - Utiliza algoritmos e chaves, porém não garante confidencialidade, integridade e autenticidade. III - A criptografia assimétrica utiliza um par de chaves. IV - A criptografia simétrica utiliza a mesma chave para criptografar e descriptografar dados.
I. Os transtornos de aprendizagem são ocasionados por problemas de ordem biologicos. Entre os distúrbios de aprendizagem podemos citar a dislexia como sendo um dos distúrbios menos diagnosticados por especialistas.
II. As dificuldades de aprendizagem são caracterizadas pela dificuldade de leitura, escrita ou cálculos de forma apenas isolada.
III. Dificuldade de aprendizagem não é o mesmo que transtorno de aprendizagem, o que causa certa confusão na hora de identificar o problema na criança.
IV. O termo "transtorno de aprendizagem" é utilizado para as dificuldades especÍficas que acontecem por alterações no funcionamento de áreas do sistema nervoso central.
Quantos dos itens anteriores estão CORRETOS no que tange à temática abordada pela questão?
( ) Elaboração de aulas de acordo com a realidade sociocultural dos estudantes.
( ) Sistematização das atividades com o tempo.
( ) Articulação entre a teoria e a prática.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?