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Q3194927 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Responda à questão com base na Lei Orgânica Municipal de Agrolândia.
Os projetos de lei relativo às diretrizes orçamentárias, ao plano plurianual, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciadas pela comissão permanente de orçamento e finanças da(o): 
Alternativas
Q3194926 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Responda à questão com base na Lei Orgânica Municipal de Agrolândia.
Sobre as disposições gerais e transitórias da Lei Orgânica Municipal, analise as assertivas:
I. Qualquer cidadão será parte legítima para pleitear a declaração de nulidade, ou anulação dos atos lesivos ao patrimônio municipal.
II. O Município não poderá dar nome de pessoas vivas a bens e serviços públicos de qualquer natureza, sendo que somente após doze meses do falecimento, poderá ser homenageada qualquer pessoa.
III. Os cemitérios, no Município, terão sempre caráter secular e serão administrados pela autoridade municipal, sendo permitido a todas as confissões religiosas, praticar neles seus ritos.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3194925 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Responda à questão com base na Lei Orgânica Municipal de Agrolândia.
A política de desenvolvimento urbano, executada pelo poder público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir, o bem-estar de seus habitantes. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3194924 Noções de Informática
No Microsoft PowerPoint 2019, em português, o recurso Animações permite a inserção de efeitos em textos ou objetos das apresentações. Estes efeitos podem se classificados em de Entrada, de Ênfase e de Saída. Qual alternativa apresenta um exemplo de efeito de Ênfase?
Alternativas
Q3194917 Matemática
Uma aplicação financeira é regida por juros simples, com taxa de 0,5% mensais. Uma pessoa aplica um capital de R$ 120.000,00 nessas condições, e deseja saber quanto tempo mínimo o saque do montante será maior que o dobro do capital, sendo que, ao sacar o montante, a instituição financeira retém 5% do montante obtido. Qual será esse tempo mínimo?
Alternativas
Q3194914 Português

Leia o texto para responder à questão.



Escolhendo times na escola


  Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
  Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
  Há dores que demoram para doer. A consciência social nem sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
   Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos como eu.
  Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu exemplo antieducacional.
  Nas aulas de educação física, o professor indicava dois colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
  Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
  Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no próprio time.
  Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que sobravam no final da seletiva.
  Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
   — Pode ficar, jogamos com um a menos.
   — Ele não, é muito ruim.
   — Nem colocando de goleiro.
   — Ele não presta nem como poste.
  Qual o propósito da escola senão dar chance para quem nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador, pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que todo mundo deve nascer sabendo.
  Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da vida.
  Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso sobre obesidade e demais características físicas.
  A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem o julgamento prévio.
  Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles, feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto, qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar, retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os rótulos, os recalques.
  Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado). 
A palavra “publicamente”, utilizada no texto, é formada por meio de:
Alternativas
Q3194909 Português

Leia o texto para responder à questão.



Escolhendo times na escola


  Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
  Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
  Há dores que demoram para doer. A consciência social nem sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
   Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos como eu.
  Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu exemplo antieducacional.
  Nas aulas de educação física, o professor indicava dois colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
  Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
  Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no próprio time.
  Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que sobravam no final da seletiva.
  Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
   — Pode ficar, jogamos com um a menos.
   — Ele não, é muito ruim.
   — Nem colocando de goleiro.
   — Ele não presta nem como poste.
  Qual o propósito da escola senão dar chance para quem nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador, pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que todo mundo deve nascer sabendo.
  Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da vida.
  Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso sobre obesidade e demais características físicas.
  A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem o julgamento prévio.
  Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles, feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto, qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar, retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os rótulos, os recalques.
  Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado). 
Em determinado momento do texto, o autor questiona: “Qual o propósito da escola senão dar chance para quem nunca entrou em campo?” Com essa indagação, Carpinejar está evidenciando uma crítica relacionada ao ambiente escolar. O que o autor pretende destacar com essa reflexão?
Alternativas
Q3194906 Português

Leia o texto para responder à questão.



Escolhendo times na escola


  Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
  Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
  Há dores que demoram para doer. A consciência social nem sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
   Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos como eu.
  Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu exemplo antieducacional.
  Nas aulas de educação física, o professor indicava dois colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
  Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
  Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no próprio time.
  Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que sobravam no final da seletiva.
  Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
   — Pode ficar, jogamos com um a menos.
   — Ele não, é muito ruim.
   — Nem colocando de goleiro.
   — Ele não presta nem como poste.
  Qual o propósito da escola senão dar chance para quem nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador, pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que todo mundo deve nascer sabendo.
  Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da vida.
  Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso sobre obesidade e demais características físicas.
  A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem o julgamento prévio.
  Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles, feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto, qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar, retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os rótulos, os recalques.
  Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado). 
Ao escrever o texto “Escolhendo times na escola”, Fabrício Carpinejar utiliza uma experiência pessoal para discutir um tema mais amplo que transcende o ambiente esportivo. Qual é o principal objetivo do autor ao compartilhar essa lembrança da infância?
Alternativas
Q3183023 Ciências
Quanto ao elemento químico com distribuição eletrônica em camadas 2, 8, 18, 6 no seu estado fundamental, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3183022 Biologia
Um dos eventos que ocorre durante a prófase I da meiose I, conforme registrado na imagem abaixo, se relaciona diretamente ao(à): 
Captura_de tela 2025-02-04 101028.png (112×202)
Alternativas
Q3183021 Ciências
De acordo com Siqueira e Poli (2017): “É um poluente secundário, ou seja, não é emitido diretamente, mas formado a partir de outros poluentes atmosféricos, e altamente oxidante na troposfera (camada inferior da atmosfera). É encontrado naturalmente na estratosfera (camada situada entre 15 e 50 km de altitude), onde tem a função positiva de absorver radiação solar, impedindo que grande parte dos raios ultravioletas cheguem à superfície terrestre”. O texto refere-se ao: 
Alternativas
Q3183020 Biologia
Para responder à questão, analise o heredograma abaixo: 

Captura_de tela 2025-02-04 100842.png (423×287)
O padrão de herança da condição em questão é:
Alternativas
Q3183019 Biologia
Para responder à questão, analise o heredograma abaixo: 

Captura_de tela 2025-02-04 100842.png (423×287)
Se o casal, representado pelos números 1 e 2, vier a ter outra criança, a chance de ela nascer afetada pela condição em questão é de:
Alternativas
Q3183016 Pedagogia
Sobre a relação didática e a formação docente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3183015 Pedagogia
Sobre o PPP, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3183014 Pedagogia
Sobre as teorias de aprendizagem, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A teoria de Vygotsky destaca a importância do grupo social na aprendizagem, afirmando que o conhecimento surge primeiro no coletivo para depois ser interiorizado.
( ) A Teoria da Inclusão de Ausubel sugere que o fator mais importante para a aprendizagem é a motivação do aluno.
( ) A Epistemologia Genética de Piaget aborda a adaptação cognitiva por meio de assimilação e acomodação.
( ) Segundo o Gestaltismo, a percepção e o contexto são fundamentais para a aprendizagem, e não apenas o estímulo-resposta.
( ) O aprendizado experimental de Carl Rogers enfatiza o interesse e a motivação como essenciais para o sucesso na aprendizagem.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
5901: A
5902: D
5903: B
5904: B
5905: A
5906: A
5907: C
5908: D
5909: B
5910: A
5911: B
5912: C
5913: B
5914: A
5915: E
5916: D
5917: C
5918: D
5919: C
5920: B