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Q4292575 Português
Texto 2

O massacre ao escrever ou falar

Ruy Castro

    Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.


    Um articulista se referiu a "acidentes com morte grave". Outro, ao "Monumento das Pracinhas", no Rio. Um comandante russo "acordou morto na Ucrânia". Petrópolis fica "no litoral do Rio de Janeiro". E o rio Sena, "no interior da França" — de fato, onde mais? O ministro do Supremo tomou uma decisão "monocromática". O país tal tem uma "cultura cosmopolitana". Certo "navio misterioso" era "um submarino nazista". Famosa escritora gaúcha é "filha de descendentes alemães". E Manaus, ultimamente, "não tem registrado quedas de chuva".


    Já no rádio e na TV, o pessoal não consegue se entender com os acentos. Pilotis torna-se "pilótis". A "Ilíada" é a "Iliada". O relógio é da marca "Patek Phíllipe". Obus é "óbus". Timor é "Tímor". O Arroio Chuí é o "Arroio Chui". Medellín é "Médellin". Cartago é "Cártago" (e seus habitantes, cartaguineses). Qualquer nome estrangeiro de qualquer língua, mesmo a alemã, é pronunciado à inglesa: Wernher Von Braun transfigura-se em "Uérner". A Luftwaffe, em "Luftuáffe". E bunker, não tem jeito, virou "bânquer". Escreve-se também à inglesa: "eventually" (por fim) virou "eventualmente"; "troops" (soldados) agora são "tropas".


    Não é só na língua — a turma tropeça também na história. "Após fugir da escravidão no Rio de Janeiro, Luís Gama foi para São Paulo tentar uma vaga na USP". Tiradentes "foi enforcado na praça Tiradentes, em Ouro Preto". Cristo "foi crucificado na montanha do Gólgota". E, claro, "todos sabemos que na bandeira brasileira está escrito ‘Independência ou morte’".


    Bem, eu não sabia. Vivendo e aprendendo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 05 set. 2025.
No que se refere às sequências textuais presentes no texto, 
Alternativas
Q4292574 Pedagogia
Texto 2

O massacre ao escrever ou falar

Ruy Castro

    Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.


    Um articulista se referiu a "acidentes com morte grave". Outro, ao "Monumento das Pracinhas", no Rio. Um comandante russo "acordou morto na Ucrânia". Petrópolis fica "no litoral do Rio de Janeiro". E o rio Sena, "no interior da França" — de fato, onde mais? O ministro do Supremo tomou uma decisão "monocromática". O país tal tem uma "cultura cosmopolitana". Certo "navio misterioso" era "um submarino nazista". Famosa escritora gaúcha é "filha de descendentes alemães". E Manaus, ultimamente, "não tem registrado quedas de chuva".


    Já no rádio e na TV, o pessoal não consegue se entender com os acentos. Pilotis torna-se "pilótis". A "Ilíada" é a "Iliada". O relógio é da marca "Patek Phíllipe". Obus é "óbus". Timor é "Tímor". O Arroio Chuí é o "Arroio Chui". Medellín é "Médellin". Cartago é "Cártago" (e seus habitantes, cartaguineses). Qualquer nome estrangeiro de qualquer língua, mesmo a alemã, é pronunciado à inglesa: Wernher Von Braun transfigura-se em "Uérner". A Luftwaffe, em "Luftuáffe". E bunker, não tem jeito, virou "bânquer". Escreve-se também à inglesa: "eventually" (por fim) virou "eventualmente"; "troops" (soldados) agora são "tropas".


    Não é só na língua — a turma tropeça também na história. "Após fugir da escravidão no Rio de Janeiro, Luís Gama foi para São Paulo tentar uma vaga na USP". Tiradentes "foi enforcado na praça Tiradentes, em Ouro Preto". Cristo "foi crucificado na montanha do Gólgota". E, claro, "todos sabemos que na bandeira brasileira está escrito ‘Independência ou morte’".


    Bem, eu não sabia. Vivendo e aprendendo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 05 set. 2025.
As reflexões sobre linguagem, nos textos 1 e 2, considerando-se o ensino de leitura e de produção textual, comprovam que o ensino de língua portuguesa deve ser pautado por 
Alternativas
Q4292573 Pedagogia
Texto 2

O massacre ao escrever ou falar

Ruy Castro

    Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.


    Um articulista se referiu a "acidentes com morte grave". Outro, ao "Monumento das Pracinhas", no Rio. Um comandante russo "acordou morto na Ucrânia". Petrópolis fica "no litoral do Rio de Janeiro". E o rio Sena, "no interior da França" — de fato, onde mais? O ministro do Supremo tomou uma decisão "monocromática". O país tal tem uma "cultura cosmopolitana". Certo "navio misterioso" era "um submarino nazista". Famosa escritora gaúcha é "filha de descendentes alemães". E Manaus, ultimamente, "não tem registrado quedas de chuva".


    Já no rádio e na TV, o pessoal não consegue se entender com os acentos. Pilotis torna-se "pilótis". A "Ilíada" é a "Iliada". O relógio é da marca "Patek Phíllipe". Obus é "óbus". Timor é "Tímor". O Arroio Chuí é o "Arroio Chui". Medellín é "Médellin". Cartago é "Cártago" (e seus habitantes, cartaguineses). Qualquer nome estrangeiro de qualquer língua, mesmo a alemã, é pronunciado à inglesa: Wernher Von Braun transfigura-se em "Uérner". A Luftwaffe, em "Luftuáffe". E bunker, não tem jeito, virou "bânquer". Escreve-se também à inglesa: "eventually" (por fim) virou "eventualmente"; "troops" (soldados) agora são "tropas".


    Não é só na língua — a turma tropeça também na história. "Após fugir da escravidão no Rio de Janeiro, Luís Gama foi para São Paulo tentar uma vaga na USP". Tiradentes "foi enforcado na praça Tiradentes, em Ouro Preto". Cristo "foi crucificado na montanha do Gólgota". E, claro, "todos sabemos que na bandeira brasileira está escrito ‘Independência ou morte’".


    Bem, eu não sabia. Vivendo e aprendendo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 05 set. 2025.
Um professor, ao se deparar com os problemas de linguagem apontados pelo autor do texto, em sua turma, deveria, objetivando aprimorar a proficiência em leitura e produção de textos, sistematizar orientações 
Alternativas
Q4292572 Português
Texto 2

O massacre ao escrever ou falar

Ruy Castro

    Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.


    Um articulista se referiu a "acidentes com morte grave". Outro, ao "Monumento das Pracinhas", no Rio. Um comandante russo "acordou morto na Ucrânia". Petrópolis fica "no litoral do Rio de Janeiro". E o rio Sena, "no interior da França" — de fato, onde mais? O ministro do Supremo tomou uma decisão "monocromática". O país tal tem uma "cultura cosmopolitana". Certo "navio misterioso" era "um submarino nazista". Famosa escritora gaúcha é "filha de descendentes alemães". E Manaus, ultimamente, "não tem registrado quedas de chuva".


    Já no rádio e na TV, o pessoal não consegue se entender com os acentos. Pilotis torna-se "pilótis". A "Ilíada" é a "Iliada". O relógio é da marca "Patek Phíllipe". Obus é "óbus". Timor é "Tímor". O Arroio Chuí é o "Arroio Chui". Medellín é "Médellin". Cartago é "Cártago" (e seus habitantes, cartaguineses). Qualquer nome estrangeiro de qualquer língua, mesmo a alemã, é pronunciado à inglesa: Wernher Von Braun transfigura-se em "Uérner". A Luftwaffe, em "Luftuáffe". E bunker, não tem jeito, virou "bânquer". Escreve-se também à inglesa: "eventually" (por fim) virou "eventualmente"; "troops" (soldados) agora são "tropas".


    Não é só na língua — a turma tropeça também na história. "Após fugir da escravidão no Rio de Janeiro, Luís Gama foi para São Paulo tentar uma vaga na USP". Tiradentes "foi enforcado na praça Tiradentes, em Ouro Preto". Cristo "foi crucificado na montanha do Gólgota". E, claro, "todos sabemos que na bandeira brasileira está escrito ‘Independência ou morte’".


    Bem, eu não sabia. Vivendo e aprendendo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 05 set. 2025.
Os problemas de uso da linguagem apresentados no texto, considerando-se os conhecimentos necessários à leitura e à produção de textos, referem-se
Alternativas
Q4292571 Português

Considere o período a seguir.


Assim, num país em que o acesso à boa educação sempre foi restrito e em que se cristalizou na mentalidade comum o mito de que “brasileiro não sabe português”, nada é mais fácil do que conquistar essa clientela ávida por uma “língua” boa, segura e com selo de qualidade conferido por autoproclamados especialistas na matéria.


Em relação às palavras em destaque, é correto afirmar: 

Alternativas
Q4292570 Português

Analise o período a seguir.


Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele.


No período, há duas orações subordinadas: 

Alternativas
Q4292569 Português
Ao fazer uso do substantivo “país” para substituir o substantivo Brasil, o autor fez uso de uma relação de 
Alternativas
Q4292568 Português
No último parágrafo, os períodos estão interligados
Alternativas
Q4292567 Linguística
Retomando Bakhtin (Estética da criação verbal), Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual) explicam que um gênero textual é definido por meio das características:
Alternativas
Q4292566 Pedagogia
Para Cosson (Letramento literário: teoria e prática), a leitura literária deve ser, em relação ao professor e ao aluno, uma “prática significativa para eles e para a comunidade em que estão inseridos, uma prática que tenha como sustentação a própria força da literatura, sua capacidade de nos ajudar a dizer o mundo e a nos dizer a nós mesmos”. Desse modo, na perspectiva do autor, a leitura e a completude de seu sentido envolvem
Alternativas
Q4292565 Pedagogia
Alinhando-se à proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a perspectiva de abordagem da linguagem é 
Alternativas
Q4292564 Português

Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:


O poeta não gosta de palavras:

escreve para se ver livre delas. 


A palavra

torna o poeta

pequeno e sem invenção.


Quando,

sobre o abismo da morte,

o poeta escreve terra,

na palavra ele se apaga

e suja a página de areia.


Quando escreve sangue

o poeta sangra

e a única veia que lhe dói

é aquela que ele não sente.


Com raiva,

o poeta inicia a escrita

como um rio desflorando o chão.

Cada palavra é um vidro em que se corta.


O poeta não quer escrever.

Apenas ser escrito.


Escreve,

talvez, apenas enquanto dorme.


(Poemas escolhidos, 2016)

Geraldi (O texto na sala de aula) afirma que “O objetivo essencial da análise linguística é a reescrita do texto do aluno. Isso não exclui, obviamente, a possibilidade de nessas aulas o professor organizar atividades sobre o tema escolhido, mostrando com essas atividades os aspectos sistemáticos da língua portuguesa.”
Nesse sentido, aspectos sistemáticos da predicação poderão ser discutidos a partir das estruturas dos versos – “A palavra / torna o poeta / pequeno e sem invenção” e “Cada palavra é um vidro”, identificando- -se estruturas similares, respectivamente, em:
Alternativas
Q4292563 Português

Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:


O poeta não gosta de palavras:

escreve para se ver livre delas. 


A palavra

torna o poeta

pequeno e sem invenção.


Quando,

sobre o abismo da morte,

o poeta escreve terra,

na palavra ele se apaga

e suja a página de areia.


Quando escreve sangue

o poeta sangra

e a única veia que lhe dói

é aquela que ele não sente.


Com raiva,

o poeta inicia a escrita

como um rio desflorando o chão.

Cada palavra é um vidro em que se corta.


O poeta não quer escrever.

Apenas ser escrito.


Escreve,

talvez, apenas enquanto dorme.


(Poemas escolhidos, 2016)

Quando se comparam os versos de Mia Couto “… e a única veia que lhe dói / é aquela que ele não sente.” aos de Camões “[Amor] “É um contentamento descontente, / É dor que desatina sem doer.”, identifica-se, a partir do reconhecimento de elementos composicionais, a intertextualidade no plano
Alternativas
Q4292562 Português

Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:


O poeta não gosta de palavras:

escreve para se ver livre delas. 


A palavra

torna o poeta

pequeno e sem invenção.


Quando,

sobre o abismo da morte,

o poeta escreve terra,

na palavra ele se apaga

e suja a página de areia.


Quando escreve sangue

o poeta sangra

e a única veia que lhe dói

é aquela que ele não sente.


Com raiva,

o poeta inicia a escrita

como um rio desflorando o chão.

Cada palavra é um vidro em que se corta.


O poeta não quer escrever.

Apenas ser escrito.


Escreve,

talvez, apenas enquanto dorme.


(Poemas escolhidos, 2016)

A recorrência da palavra “poeta”, notável no poema, é um recurso linguístico responsável pela progressão sequencial e, também, um recurso retórico cujo efeito de sentido é
Alternativas
Q4292561 Português

Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:


O poeta não gosta de palavras:

escreve para se ver livre delas. 


A palavra

torna o poeta

pequeno e sem invenção.


Quando,

sobre o abismo da morte,

o poeta escreve terra,

na palavra ele se apaga

e suja a página de areia.


Quando escreve sangue

o poeta sangra

e a única veia que lhe dói

é aquela que ele não sente.


Com raiva,

o poeta inicia a escrita

como um rio desflorando o chão.

Cada palavra é um vidro em que se corta.


O poeta não quer escrever.

Apenas ser escrito.


Escreve,

talvez, apenas enquanto dorme.


(Poemas escolhidos, 2016)

A abordagem do poema é ocasião para observar vínculos de sentido estabelecidos por expressões relacionais, como as destacadas nos versos:
Quando, / sobre o abismo da morte, /o poeta escreve terra... (3ª estrofe)
Com raiva, / o poeta inicia a escrita / como um rio desflorando o chão. (5ª estrofe)
Nos contextos em que se encontram, essas expressões produzem relações de sentido, correta e respectivamente, de
Alternativas
Q4292560 Português

Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:


O poeta não gosta de palavras:

escreve para se ver livre delas. 


A palavra

torna o poeta

pequeno e sem invenção.


Quando,

sobre o abismo da morte,

o poeta escreve terra,

na palavra ele se apaga

e suja a página de areia.


Quando escreve sangue

o poeta sangra

e a única veia que lhe dói

é aquela que ele não sente.


Com raiva,

o poeta inicia a escrita

como um rio desflorando o chão.

Cada palavra é um vidro em que se corta.


O poeta não quer escrever.

Apenas ser escrito.


Escreve,

talvez, apenas enquanto dorme.


(Poemas escolhidos, 2016)

No poema, identificam-se efeitos de sentido produzidos pela função
Alternativas
Q4292559 Linguística
Na esteira da BNCC, a abordagem da variação linguística é ocasião propícia para o reconhecimento de que há variedades que são prestigiadas e outras, estigmatizadas. Um fator necessário na apreciação dessas variedades está
Alternativas
Q4292558 Português

Observe a postagem para responder às questões 40 e 41:


        Ela não tinha diploma. Não lia artigos científicos. Mas sabia exatamente o que fazer quando você chegava com febre, com tosse ou com o estômago virado depois da lasanha de domingo.


        A nonna tinha uma solução para tudo. E a maioria delas, descobrimos agora, funcionava de verdade.


40-41.jpg (214×236)


(Italianismo. Disponível em:.)

De acordo com Marcuschi (Produção textual, análise de gêneros e compreensão), os processos de coesão “dão conta da estruturação da sequência [superficial] do texto (seja por recursos conectivos ou referenciais); não são simplesmente princípios sintáticos, constituem os padrões formais para transmitir conhecimentos e sentidos.” Assim sendo, é correto afirmar que, na postagem, os conectores “Mas” e “E” respondem pelas relações de sentido, respectivamente, de
Alternativas
Q4292557 Português

Observe a postagem para responder às questões 40 e 41:


        Ela não tinha diploma. Não lia artigos científicos. Mas sabia exatamente o que fazer quando você chegava com febre, com tosse ou com o estômago virado depois da lasanha de domingo.


        A nonna tinha uma solução para tudo. E a maioria delas, descobrimos agora, funcionava de verdade.


40-41.jpg (214×236)


(Italianismo. Disponível em:.)

Considerando-se as funções das expressões nominais referenciais expostas por Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto), conclui-se corretamente que, entre as expressões “uma solução para tudo” e “Os remédios da nonna”, a referenciação se dá por
Alternativas
Q4292556 Linguística
Irandé Antunes (Aula de português: prática e interação) explica que “A gramática existe em função da compreensão e da produção de textos orais e escritos”. Para a autora, a abordagem da gramática em sala de aula para tratar de fatos linguísticos da oralidade deve considerar que esta deve ser abordada em função
Alternativas
Respostas
61: A
62: C
63: A
64: B
65: A
66: D
67: C
68: B
69: C
70: E
71: D
72: C
73: A
74: E
75: B
76: B
77: A
78: E
79: C
80: A