Questões de Concurso Para professor - inglês

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Q3296793 Português
Considere a estrutura: “Embora estivesse cansado, ele continuou trabalhando.” Podemos afirmar que:
Alternativas
Q3296789 Português
Marque a opção em que há erro de grafia segundo a ortografia oficial:
Alternativas
Q3296788 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente acentuadas de acordo com as normas vigentes:
Alternativas
Q3296787 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
No último parágrafo, o narrador observa que, apesar de um possível futuro empreendimento, “até lá, aquele mato continuará existindo”. Que conclusão essa passagem sugere?
Alternativas
Q3296786 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
Segundo o texto, qual a ideia central sobre o terreno baldio coberto de mato?
Alternativas
Q3294196 Matemática
Marília deixou de pagar um boleto bancário, no valor de R$ 650,00, e depois de 14 dias de atraso emitiu um novo boleto, a uma taxa de juros de 2,5 % ao mês. Considere o mês com trinta dias, e para a correção financeira foi utilizado o sistema de juros simples.
Determine o valor corrigido em R$, do boleto de pagamento: 
Alternativas
Q3294189 Português
Assinale a alternativa que apresenta o sinônimo de léxico:
Alternativas
Q3294181 Português
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou. Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.

Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.

Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.

Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.

Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.

É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.

Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.

Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.

A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.

(Pertencer, Clarice Lispector)
De acordo com a autora, a "pobreza" em si mesma é:
Alternativas
Q3294180 Português
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou. Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.

Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.

Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.

Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.

Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.

É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.

Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.

Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.

A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.

(Pertencer, Clarice Lispector)
No texto, a autora fala sentir inveja de uma freira. Por quê?
Alternativas
Q3294177 Pedagogia
A ampliação de vocabulário em Inglês pode ser promovida com tarefas significativas e contextualizadas. Qual alternativa exemplifica essa abordagem?
Alternativas
Q3294176 Pedagogia
Considere as afirmações sobre o emprego de adjetivos e advérbios na construção de sentidos em Inglês:

I. Adjetivos qualificam substantivos e podem alterar o significado do termo descrito, impactando o sentido global da frase.
II. Advérbios modificam verbos, adjetivos ou outros advérbios, contribuindo para nuances de tempo, modo ou grau.
III. A posição de um advérbio em uma frase não gera variações de sentido, pois sua função é fixa.
IV. A seleção de adjetivos e advérbios adequados pode ampliar a clareza e a eficácia comunicativa no texto.


Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3294175 Inglês
A exploração de pronomes demonstrativos em Inglês (this, that, these, those) demanda compreensão de distância e referência. Qual proposta favorece o aprendizado desses pronomes em sala de aula? 
Alternativas
Q3294174 Pedagogia
Em um projeto interdisciplinar envolvendo culturas de países de Língua Inglesa, os estudantes exploraram aspectos gastronômicos, mas enfrentaram dificuldades ao relacionar vocábulos específicos às receitas tradicionais. O professor deseja valorizar o conhecimento prévio dos alunos e aprimorar a interação oral em inglês. Qual abordagem pode gerar resultados significativos?
Alternativas
Q3294173 Pedagogia
Como o trabalho com numerais em Inglês pode ser integrado a outras áreas do conhecimento, fomentando a interdisciplinaridade? 
Alternativas
Q3294172 Pedagogia
Avalie as afirmativas relacionadas ao ensino de verbos em Inglês no contexto de turmas do Ensino Fundamental:

I. O professor pode explorar variações temporais e aspectuais, conectando o uso de tempos verbais a situações cotidianas.
II. A memorização de listas extensas de verbos irregulares dispensa a necessidade de contextualização.
III. A utilização de jogos e dramatizações favorece a assimilação dos diferentes tempos verbais.
IV. A abordagem reflexiva sobre a função de cada verbo em frases diversas amplia a competência discursiva dos alunos.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3294171 Pedagogia
Durante atividades de escrita em Inglês em uma turma de 7º ano, vários estudantes apresentaram trocas de letras em termos básicos, além de demonstrarem relutância em colaborar com os colegas. O professor planeja ações que possam fortalecer a ortografia e estimular a confiança coletiva na produção textual. Qual alternativa representa um caminho consistente?
Alternativas
Q3294170 Pedagogia
A produção textual em Inglês, aliada a uma concepção de letramento, requer práticas que relacionem texto e contexto social. Qual alternativa se alinha a esse princípio?
Alternativas
Respostas
7401: C
7402: A
7403: D
7404: C
7405: B
7406: B
7407: D
7408: C
7409: B
7410: B
7411: B
7412: A
7413: D
7414: C
7415: B
7416: A
7417: C
7418: D
7419: A
7420: B