Questões de Concurso Para professor - história

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Q2004194 Pedagogia
Para contribuir com a formação de sujeitos críticos, éticos, capazes de analisar historicamente sua relação com o mundo a sua volta, o ensino de História precisa:
Alternativas
Q2004193 Pedagogia

Analise as afirmativas abaixo, a respeito das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica e suas implicações para o ensino de História.


1. De acordo com as Diretrizes, respeitando a Constituição Federal, o ensino de história deve ser ministrado em língua portuguesa, ficando assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.

2. Como se trata de lei federal, as Diretrizes não oportunizam o ensino voltado para a diversidade regional; portanto, o ensino de história previsto para os anos finais deve se focar em aspectos globais e nacionais, tendo a história estadual como complementar à federal.

3. De acordo com as Diretrizes para o Ensino Fundamental, o ensino de história torna-se componente curricular associado a outras áreas do conhecimento de Ciências Humanas, perdendo a obrigatoriedade enquanto disciplina específica.


 Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2004192 Conhecimentos Gerais
Pensar a cultura em termos de processo e, portanto, que está sempre em transformação torna possível encontrar nas experiências dos africanos da diáspora evidências de uma gama de vivências complexas nas quais estão expressos valores culturais ressignificados e reinventados.
MALAVOTA, Claudia Mortari. Construindo Vidas na Diáspora: os africanos da cidade de Desterro, Ilha de Santa Catarina (século XIX). História (São Paulo) v. 32, p. 281-303, jan./jun. 2003. p. 283.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. O tráfico atlântico, o desenraizamento e a escravidão dos africanos destruíram os vínculos que estes possuíam na África, mas não a consciência que permitiu a reinvenção das identidades e o estabelecimento de novas estratégias de sobrevivência. 2. Para designar a dispersão dos povos africanos pelo Atlântico, a historiografia passou a usar o conceito de diáspora por considerar que aqueles povos carregavam consigo a promessa do retorno redentor a sua terra de origem. 3. Embora saibamos que a formação identitária é um processo cultural complexo, no contexto da escravização, a redefinição das identidades dos cativos pode ser vista como escolhas políticas. 4. Em diversos locais como na Ilha de Santa Catarina formaram-se as Irmandades Religiosas. Estas constituíam espaço de devoção, mas serviam sobretudo aos senhores, que poderiam controlar a movimentação de escravizados e libertos. Por isso proibiam o estabelecimento de laços de amizade e solidariedade. 5. Durante a vigência da escravidão, não era proibido que os escravizados formassem família, mas os casais eram formados entre indivíduos pertencentes ao mesmo proprietário, e era proibido o contato entre eles nas ruas.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2004191 História
“…a história não é apenas uma ciência em marcha. É também uma ciência na infância: como todas aquelas que têm por objetivo o espírito humano…”
BLOCH, Marc. Apologia da História: ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. p.47.
Assinale a alternativa correta a respeito da escola dos Annales. 
Alternativas
Q2004190 Pedagogia
Assinale a alternativa correta a respeito da gestão escolar e sua relevância para as práticas educacionais.
Alternativas
Q2004189 Pedagogia
Tornou-se lugar-comum afirmar que a formação do professor de história se processa ao longo de toda a sua vida pessoal e profissional, nos diversos tempos e espaços socioeducativos. Entretanto, é sobretudo na formação inicial, nos cursos superiores de graduação, que os saberes históricos e pedagógicos são mobilizados, problematizados, sistematizados e incorporados à experiência de construção do saber docente. Trata-se um importante momento de construção da identidade pessoal e profissional do professor, espaço de construção de maneiras de ser e estar na futura profissão. 
GUIMARÃES, Selva. Didática e Prática de Ensino de História: experiência, reflexões e aprendizados. Campinas: Papirus, 2003. p. 60.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. A partir dos anos de 1970 uma série de pesquisas vem evidenciando a importância de a formação universitária ser o espaço do confronto de fontes e interpretações; enquanto a escola, o lugar da transmissão do saber histórico previamente produzido, para facilitar a compreensão dos estudantes da educação básica. 2. Embora o professor de História possa dominar um conjunto de saberes, competências e habilidades que permitam o seu exercício profissional, é possível exercer plenamente sua docência apenas conhecendo os mecanismos de produção do conhecimento histórico. 3. No sistema escolar existe uma pluralidade de concepções sobre história, não havendo um consenso social sobre os objetivos e os valores que a escola deva promover.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2004188 Pedagogia
Nossa “brasilidade” apenas reflete-se no jogo de espelhos identitários quando provocada; quando, em determinadas épocas ou situações, somos forçados a revelar algumas de nossas máscaras de reconhecimento, defender ou negar o pertencimento a essa ou aquela inscrição. De outra forma, poderíamos voltar a perguntar o que forma ou o que define o pertencimento a essa identidade.
OLIVA, Anderson Ribeiro. Entre máscaras e espelhos: reflexões sobre a identidade e o ensino de História da África nas escolas brasileiras. Revista História Hoje, v. 1, nº1, 2012. p. 29.
Assinale a alternativa correta a respeito da educação das relações étnico raciais.
Alternativas
Q2004187 História
Não se escapa do passado. Ele é construído a partir de conceitos que nós empregamos para lidar com o dia a dia do mundo físico e social. Algumas vezes os conceitos encapsulam o passado sob a forma de processos causais (ex. “árvore”, “mãe”, “bombas”). Algumas vezes, é envolvido um passado institucional – no caso de se falar em um governo ou uma criança ilegal, ou em casos que alguns critérios de legitimidade não foram encontrados.
LEE, Peter. Por que aprender História? Educar em Revista: Curitiba. UFPR. N. 42, out./dez. 2001. p. 20.
Assinale a alternativa correta a respeito do estudo sobre o passado, a historicidade e a História.
Alternativas
Q2004186 Pedagogia

Para a Gestão escolar é notória a importância da coordenação pedagógica.


Dentro da Gestão escolar, o processo burocrático que envolve as instituições educacionais possui uma série de atribuições específicas ligadas às funções pedagógicas e administrativas. Entre essas, está a coordenação pedagógica.


Constitui uma das atribuições específicas do coordenador pedagógico:

Alternativas
Q2004185 Atualidades
“Quilombo era ‘toda habitação de negros fugidos que passem de cinco, em parte despovoada, ainda que não tenham ranchos levantados nem se achem pilões neles’, segundo resposta do Rei de Portugal a consulta do Conselho Ultramarino datada de 2 de dezembro de 1740”.
MOURA, Clóvis. Os Quilombos e a Rebelião Negra. São Paulo: Brasiliense, 1981. p.16. (5 ed.)
A respeito da organização quilombola ao longo da história brasileira, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2004184 Atualidades
No ano de 2019 acompanhamos o desastre ambiental, ocorrido com o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais. Porém, sabemos que infelizmente este não foi um fato isolado na história recente do Brasil. A partir do ano 2000 o meio ambiente vem sofrendo uma série de catástrofes, provocadas pela ação humana ou fatores naturais.
Assinale a alternativa que faz parte dos acontecimentos mencionados no texto.
Alternativas
Q2002872 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
“Goulart, como Quadros, atravessou em seu curto período de governo grave crise de legitimidade – o segundo por excesso, o primeiro por falta. (...).” (Ângela de Castro Gomes e outros. O Brasil republicano: sociedade e política (1930-1946). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, v.10, p.229.)
Pode-se afirmar corretamente acerca do período abordado acima que: 
Alternativas
Q2002871 Português
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)

Observe a figura a seguir.

 

Alternativas
Q2002870 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
O presidente Getúlio Vargas, durante os 15 anos da chamada Era Vargas, seguiu o seguinte estilo de governar o país: 
Alternativas
Q2002869 Economia
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
A economia alemã, logo após a Primeira Guerra Mundial e nos primeiros anos da República de Weimar (1919 – 1933), se encontrava em estado crítico. 
Explicam corretamente o agravamento da crise econômica alemã e, respectivamente, o resultado das mobilizações de sua sociedade, ainda na década de 1920:
Alternativas
Q2002868 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Dentre as medidas da administração Joanina (1808 – 1821), com a instalação da família real e da corte portuguesa na cidade do Rio de Janeiro, destaca-se: 
Alternativas
Q2002867 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)

Distribuição de custos dos camponeses às vésperas da Revolução Francesa de 1789.


 Imagem associada para resolução da questão


As condições de vida da maioria da população às vésperas da Revolução caracterizavam-se:

Alternativas
Q2002866 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Quanto à participação da Igreja Católica na colonização portuguesa, pode-se aferir que a ação dos jesuítas sobre os nativos resultou, via de regra: 
Alternativas
Q2002865 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Destacam-se como principais fatores dos impactos da conquista espanhola, sobre a população ameríndia, no vasto e habitado continente americano: 
Alternativas
Q2002864 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
O contexto histórico em que se inseriu a Peste negra ocorrida no século XIV é:
Alternativas
Respostas
17521: C
17522: A
17523: A
17524: B
17525: C
17526: B
17527: D
17528: A
17529: C
17530: B
17531: D
17532: D
17533: C
17534: C
17535: A
17536: A
17537: B
17538: B
17539: D
17540: D