Questões de Concurso Para professor - geografia

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Q3542302 Matemática
Uma arquiteta vai revestir uma parede com três tipos de pedras diferentes A, B e C. As pedras têm formatos retangulares, de mesma largura, mas uma tem 20 cm de comprimento, a outra tem 70 cm de comprimento, e a outra tem 40 cm de comprimento, conforme a figura ilustrativa abaixo. 

Q15.png (224×336)

Indique a mínima altura da parede para que as pedras sejam colocadas lado a lado, conforme a figura, até o teto, sem que sejam fracionadas. Desconsidere qualquer espaço vertical entre pedras adjacentes.
Alternativas
Q3542301 Matemática
A figura abaixo mostra uma sequência de quadrados com áreas sombreadas internas. 

Q14.png (321×130)

O lado do primeiro quadrado é 1 cm, e a cada quadrado seguinte aumenta 4/3 cm. Indique a razão entre a área sombreada da 5° e 4° figura:
Alternativas
Q3542293 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
A palavra ‘ora’, no excerto “Ora você diz uma coisa, ora outra.”, classifica-se gramaticalmente como:
Alternativas
Q3542292 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Considere o excerto: “O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.” No contexto dado, a regência do verbo “exaltar” é: 
Alternativas
Q3542291 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
No excerto “Pois então vamos fazer um cálculo…”, a palavra ‘pois’ é empregada com a função de:
Alternativas
Q3542290 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
O sarcasmo que se exprime no excerto “O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva.” é decorrente apenas:
Alternativas
Q3542288 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Tanto a linguagem quanto a estrutura do texto per se refletem o gênero textual:
Alternativas
Q3540744 Geografia

Sobre a ocupação econômico-demográfica do território brasileiro no período colonial, de acordo com Moreira (2020), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) A ocupação demográfica brasileira no período colonial é formada por redes de ligações que, mesmo frágeis e incompletas, interligam as plantations da cana, as fazendas de gado, as áreas de lavoura de subsistências, os sítios de extrativismo, os núcleos de mineração e as cidades.


( ) No período colonial, as plantations voltadas para a agroindustrialização açucareira têm localização costeira e nuclear.


( ) O surto minerador durante o período colonial é responsável por grande parte do povoamento da hinterlândia, atraindo para ela, por séculos, colonos novos, escravizados das regiões agrícolas em crise e o gado do Nordeste e do Sul.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3540743 Geografia

Sobre o espaço geográfico, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.



I. O espaço geográfico constitui-se como conceito balizador da Geografia. Sua formulação ao longo da história da Ciência Geográfica apresentou e apresenta até os dias de hoje múltiplas concepções.


II. De acordo com o geógrafo Milton Santos, o espaço geográfico é formado por um conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações.


III. O espaço geográfico é um conceito que expressa articulação entre natureza e sociedade. 

Alternativas
Q3540742 Geografia

Sobre a geração de energia através de hidrelétricas, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) No final do século XIX, as barragens passaram a ser utilizadas para a geração de energia elétrica, aproveitando o gradiente hidráulico dos rios e promovendo um fluxo de água continuo que é utilizado para mover turbinas e geradores de energia elétrica.


( ) A energia elétrica produzida através da implantação de hidrelétricas, por ser uma fonte de energia renovável, não causa impactos ambientais, pois as barragens são utilizadas como meio de desenvolvimento de atividades econômicas tais como a piscicultura.


( ) A região Norte do Brasil apresenta características topográficas favoráveis para a implantação de hidrelétricas por ter uma enorme malha hidrográfica.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3540741 Geografia

Todos os dias, os jornais trazem notícias sobre as mudanças climáticas atuais. Em relação às causas das mudanças climáticas, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) Os altos níveis de carbono atmosférico não estão entre os fatores que provocam a amplificação das mudanças de temperatura em curto prazo.


( ) As temperaturas nas últimas duas décadas foram recordes, ainda que as temperaturas dos oceanos não tenham sofrido alterações.


( ) A concentração dos gases do efeito estufa na atmosfera é um dos principais fatores do aumento das temperaturas mundiais.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q3540740 Geografia

Sobre a escala cartográfica, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.



I. A proporção entre a imagem do mapa e o mundo real é a escala do mapa.


II. A escala 1:1 é utilizada com frequência, pois é a escala mais adequada para mapas locais.


III. A escala gráfica não tem vantagens, pois se o mapa for ampliado ou reduzido, esse tipo de escala não sofre alterações. 

Alternativas
Q3539841 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Considerando o disposto no ECA, são princípios que as entidades que desenvolvem programas de acolhimento familiar ou institucional devem adotar:



I. Preservação dos vínculos familiares e promoção da reintegração familiar.


II. Integragdo em familia substituta, quando esgotados os recursos de manutengdo na familia de origem.


III. Desenvolvimento de atividades em regime de coeducação.


IV. Desmembramento de grupos de irmãos.


V. Sempre que possível, a transferência para outras entidades de crianças e adolescentes abrigados.



Quais estão corretos? 

Alternativas
Q3539829 Direito Eleitoral

Sobre as eleições que ocorrerão em 2024 e que irão definir os futuros prefeitos, vice-prefeitos e vereadores das cidades do Brasil, analise as assertivas abaixo: 



Imagem associada para resolução da questão



I. A idade mínima de elegibilidade para um prefeito ou vice-prefeito é de 21 anos, incluindo outras condições na forma da lei. Entre elas, estão a nacionalidade brasileira, pleno exercício dos direitos políticos, alistamento eleitoral, domicilio eleitoral na circunscrição e a filiação partidária.


II. A última eleição municipal aconteceu em 2020, durante a pandemia de Covid-19.


III. O processo eleitoral prevê a vitória do candidato que alcançar 30% dos votos válidos, contabilizando os nulos e brancos.


IV. O segundo turno só acontece em cidades com mais de 200 mil habitantes, onde a maioria dos votos válidos indicará o novo representante.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3539827 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente a frase a seguir com a conjunção subordinada concessiva adequada: “____________ o tempo estivesse chuvoso, Rodrigo decidiu sair para fazer sua caminhada”.  

Alternativas
Q3539825 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Em relação ao emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 11 e 24. 

Alternativas
Q3539824 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Analise as assertivas a seguir:



I. A palavra “distância” é acentuada conforme a regra das paroxítonas, e a palavra “cenário”, conforme a regra do hiato.


II. As palavras “horário” e “evento” apresentam o mesmo número de fonemas.


III. Pode-se dizer que a palavra “flexibilidade” é formada por derivação sufixal.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3539823 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Os símbolos das linhas 06, 16 e 30 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação? 

Alternativas
Q3539822 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta um fragmento retirado do texto que pode ser compreendido como uma metáfora.  

Alternativas
Respostas
6901: A
6902: E
6903: B
6904: A
6905: C
6906: D
6907: E
6908: B
6909: A
6910: A
6911: E
6912: C
6913: B
6914: A
6915: A
6916: B
6917: B
6918: C
6919: C
6920: A