Questões de Concurso Para professor - geografia

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Q3142477 Português
A próclise é possível em todas as sentenças a seguir, exceto em: 
Alternativas
Q3142476 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

No excerto “Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto”, a palavra “mau” é um adjetivo. Sabendo-se da existência do parônimo “mal”, analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a lacuna deve ser preenchida pelo adjetivo “mau”.
Alternativas
Q3142475 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

Analise os elementos mórficos das palavras dadas a seguir e identifique o conjunto em que todas as palavras são formadas com o mesmo sufixo. 
Alternativas
Q3142474 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

O excerto que apresenta verbo em forma nominal é:
Alternativas
Q3142473 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

O substantivo “charlatão” dispõe de mais de uma forma de plural. O mesmo ocorre com o substantivo: 
Alternativas
Q3142472 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

A expressão ‘ilimitado’ – “Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado” – poderia ser substituída pela construção de mesmo valor morfossintático:
Alternativas
Q3142471 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

A segunda oração que ocorre no excerto “A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade” é introduzida por uma conjunção que exprime: 

Alternativas
Q3142470 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

Compreende-se, a partir da leitura do texto, que: 
Alternativas
Q3140214 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre a Educação Geográfica no Ensino Fundamental e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

I.A Educação Geográfica no Ensino Fundamental busca desenvolver a compreensão do espaço geográfico como resultado das relações entre sociedade e natureza.
II.No Ensino Fundamental, a Educação Geográfica prioriza apenas a memorização de nomes de países, capitais e rios, sem considerar as interações humanas e naturais.
III.O uso de ferramentas como mapas, gráficos e imagens no Ensino Fundamental é essencial para que os alunos compreendam a dinâmica do espaço em diferentes escalas.
IV.A Educação Geográfica no Ensino Fundamental deve promover a análise crítica do espaço, capacitando os alunos a entenderem os impactos das ações humanas no ambiente e a participarem de forma cidadã na sociedade.

Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3140213 Geografia
As categorias de análise da Geografia − espaço natural, espaço humanizado, território, paisagem, lugar e região − têm sido objeto de ressignificações nas abordagens contemporâneas, as quais enfatizam as complexas interações entre os aspectos naturais, sociais, culturais e simbólicos que constituem o espaço geográfico. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor reflete as novas interpretações dessas categorias na Geografia atual:
Alternativas
Q3140212 Pedagogia
Sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), analise as assertivas a seguir.

I.A BNCC para a Educação Infantil enfatiza a formação integral das crianças, abordando, de forma equilibrada, o desenvolvimento cognitivo, afetivo, físico e social, com foco na preparação para o ingresso no Ensino Fundamental.
II.No Ensino Fundamental, a BNCC propõe que o currículo seja estruturado por áreas do conhecimento, como Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática, sem interligação entre essas áreas, para que os estudantes possam aprender com mais profundidade cada disciplina separadamente.
III.A BNCC do Ensino Médio introduz o conceito de itinerários formativos, permitindo aos estudantes escolherem áreas de maior interesse, como as ciências humanas, exatas ou biológicas, com o objetivo de ampliar a flexibilização e atender aos diferentes projetos de vida dos alunos.
IV.A BNCC assegura a universalização da educação básica, incluindo a Educação Infantil, com diretrizes específicas para a ampliação do atendimento a crianças de 0 a 3 anos, com foco em seu desenvolvimento físico e motor apenas, sem interferir na formação cognitiva ou emocional.

Após análise, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3140211 Pedagogia
A Lei nº 9.394/96, conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), é um dos pilares do sistema educacional brasileiro, orientando a organização e a gestão da educação em seus diferentes níveis e modalidades. Considerando os princípios, diretrizes e atualizações dessa legislação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3140210 Geografia
As representações cartográficas são instrumentos fundamentais para compreender a organização do espaço geográfico brasileiro, abrangendo processos históricos de ocupação, regionalizações e aspectos físicos do território. Com base nos fundamentos da cartografia e nas características do espaço geográfico brasileiro, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3140209 Geografia
A análise do espaço geográfico brasileiro, representado por meio da cartografia, exige compreender os processos históricos de ocupação territorial, as regionalizações e as características físicas do país. Considerando esses aspectos, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3140208 Geografia
Analise as afirmativas abaixo sobre os fundamentos da cartografia, os códigos cartográficos, as novas tecnologias e sua aplicação no ensino da cartografia.

I.A linguagem cartográfica utiliza códigos específicos, como símbolos e escalas, que são universais e não dependem do contexto cultural ou da finalidade do mapa.
II.As novas tecnologias, como os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e as imagens de satélite, possibilitam maior interatividade e precisão na construção e análise de mapas, ampliando o alcance do ensino da cartografia.
III.O ensino da cartografia deve incluir a análise crítica dos mapas, considerando que eles são representações que podem expressar relações de poder e intencionalidades específicas.
IV.A escala nos mapas é uma ferramenta que permite representar o espaço com diferentes níveis de detalhamento, sendo essencial para a leitura e interpretação dos fenômenos espaciais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a análise correta.
Alternativas
Q3140207 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre o ensino da Geografia e a Lei n.º 10.639/03, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

I.A Lei n.º 10.639/03 determina a inclusão obrigatória da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" no currículo escolar, ampliando o papel da Geografia na análise das dinâmicas territoriais e culturais relacionadas à formação do Brasil.
II.No ensino de Geografia, a Lei n.º 10.639/03 estimula o estudo das diásporas africanas apenas como um processo histórico, sem considerar sua relevância para as configurações espaciais atuais.
III.A Lei n.º 10.639/03 destaca a importância de abordar a contribuição dos povos africanos na formação da sociedade brasileira, incluindo aspectos como trabalho, religião, língua e organização territorial.
IV.A aplicação da Lei n.º 10.639/03 no ensino de Geografia envolve a análise das desigualdades sociais e espaciais resultantes de processos históricos de exploração e exclusão dos povos afrodescendentes.
Alternativas
Q3140206 Pedagogia
O Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024) estabelece metas e diretrizes para a educação no Brasil, com o objetivo de melhorar a qualidade da educação e garantir a universalização do ensino. Sobre as metas e diretrizes do PNE 2014-2024, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3140205 Pedagogia
O Decreto nº 7.611/2011 regula a educação especial e o atendimento educacional especializado no Brasil, em consonância com o ECA e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Sobre o Decreto nº 7.611/2011, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3140204 Pedagogia
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) é uma política essencial para o financiamento da educação no Brasil. Sobre suas características, princípios e funcionamento, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3140203 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069/1990, estabelece direitos fundamentais para crianças e adolescentes no Brasil. A Lei também garante o direito à educação, incluindo o atendimento educacional especializado. Sobre o ECA e sua relação com a educação especial, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
6901: D
6902: B
6903: E
6904: C
6905: D
6906: C
6907: A
6908: B
6909: A
6910: D
6911: D
6912: B
6913: D
6914: D
6915: D
6916: C
6917: A
6918: D
6919: D
6920: D