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I. O espaço pode ser entendido como fundador do Jogo Teatral.
II. O espaço é um dado concreto, portanto não pode ser visto além da concretude em que ele se apresenta.
III. O espaço no teatro deve respeitar a textura, a profundidade e a substância oferecidas pela realidade que é dada, não podendo transcender essa realidade.
IV. É necessário dar ao aluno o tempo livre, de acordo com sua demanda, para estruturar as cenas em relação ao espaço, cenário e figurino.
V. O aluno-ator deve tomar suas próprias decisões e deve compor seu próprio mundo físico sobre o problema que lhe é apresentado.
I. Os Jogos Teatrais são atividades que demandam exclusivamente raciocínio lógico na solução de problemas.
II. Um fragmento teatral não deve ser entendido como um texto em si no momento da experimentação com o Jogo Teatral. O fragmento escolhido deve sempre ser entendido partindo do texto completo do qual é retirado.
III. Antes de passar para a improvisação, os Jogos Teatrais têm como finalidade que o jogador se impregne do texto e o explore sensorialmente.
IV. Numa representação teatral tradicional, a participação da plateia é de natureza passiva, já o Jogo Teatral implica a participação ativa da plateia.
( ) William Shakespeare foi o único grande dramaturgo desse período na Inglaterra e se destacou por sua genialidade.
( ) Além de dramaturgo, no início de sua carreira Shakespeare foi ator.
( ) O primeiro Teatro Elisabetano da época foi construído em 1576 por James Burbage, que tinha como sócio William Shakespeare. Eles chamaram o teatro de “The Theatre”.
( ) Com a morte da Rainha Elisabeth I em 1603, o Teatro Elisabetano entra em franca decadência, os teatros se fecham, e os dramaturgos aos poucos perdem a importância.
I. A mediação de um professor-personagem em um processo de Drama permite focalizar a situação sob diferentes pontos de vista e perspectivas.
II. Usando o drama como método de ensino, o professor assume papéis com o objetivo de interagir com os alunos em contextos diversos, porém ele mantém o código linguístico e a postura de professor.
III. O professor-personagem amplia as possibilidades de introduzir desafios e informações necessárias ao processo coletivo do drama.
IV. O professor-personagem deve ser utilizado nos processos de drama preferencialmente no trabalho com pequenos grupos.
V. O status que um determinado professor-personagem assume no processo do drama não tem relação com a resposta que os alunos darão nessa interação entre eles.
( ) A ideia de processo está ligada à experiência de construção de um produto teatral.
( ) O produto está relacionado à configuração de formas cênicas, com base em processos de investigações teatrais.
( ) No âmbito educacional, o produto teatral é o objetivo principal do processo educacional.
( ) O produto teatral estará sempre atrelado à animação de festas escolares.
( ) Com o professor assumindo o papel de encenador, o processo de montagem se torna campo didático e experimental para o processo de aprendizagem em teatro.
I. Há infinitas formas de trabalhar com o texto literário no teatro.
II. O conceito de texto como tessitura/tecido significa escolher somente uma obra literária que irá servir de alimento para a performance ou o ato artístico.
III. As palavras escritas se transformam em voz e presença física; o pensamento, em ação.
IV. O processo de Jogos Teatrais visa efetivar a passagem do teatro concebido como ilusão para o teatro concebido como realidade cênica.
V. A leitura do texto vai elucidando seu verdadeiro significado a cada nova versão do jogo.
I. O ensino de Artes Visuais e outras áreas, em creches para crianças de até três anos, está dispensado da presença de profissional da Educação Especial, devendo iniciar na etapa da préescola, com as crianças de quatro a cinco anos de idade.
II. Um dos primeiros marcos políticos em relação à educação das pessoas com deficiência foi previsto na Constituição Federal de 1988.
III. Em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva propõe que seja garantida a Transversalidade da Educação Especial desde a Educação Infantil até a Educação Superior.
IV.Entre tantos avanços na implementação das políticas públicas para a Educação Especial no Brasil, na etapa da Educação Infantil, ainda não é reconhecida legalmente a necessidade da presença de profissional da Educação Especial.
V. O princípio inclusivo básico, que se articula com todos os demais inerentes à proposta curricular do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), volta-se a todos os alunos matriculados na instituição, não só aos alunos com deficiência.
Coluna 1
I. Ensino
II. Pesquisa
III. Extensão
Coluna 2
( ) Promove a ampliação do espaço da universidade em direção à sociedade.
( ) É a possibilidade de investigar a relação das crianças com as produções artísticas, bem como seu processo de aprendizado e desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor mediante os processos de ensino.
( ) Relaciona-se com as possibilidades de desenvolvimento de processos educativos na sociedade, estágios curriculares supervisionados, desenvolvimento de práticas formativas para professores da rede pública de ensino, desenvolvimento de oficinas de arte para crianças da rede pública, relacionamento e desenvolvimento de propostas conjuntas com crianças de comunidades indígenas e do campo.
( ) É aquilo que envolve tanto a aprendizagem da arte enquanto produção cultural e produção de conhecimento quanto a apropriação do conteúdo de arte historicamente produzido.
( ) Consiste na produção de novos conhecimentos que retornam para a sociedade, baseados em problemas emergentes a partir de situações e repertórios particulares das crianças envolvidas.
“A docência na Educação Infantil é ainda, em grande parte, o terreno do improviso. Usa-se a ‘intuição feminina’, muitas vezes ligada a um pressuposto instinto materno, que faria parte de uma ‘essência’ característica de todas as mulheres. Cuidar, trocar fraldas, velar o sono, alimentar, deixar brincar à vontade fazem parte da rotina diária das escolas infantis. A arte infantil nem sempre é entendida ou se destina um espaço privilegiado para ela. Ou melhor, justamente pela ansiedade em entender ou descobrir a ‘verdade’ dos desenhos infantis é que há pouco espaço para eles” (LOPONTE, Luciana Grupelli. Arte e Metáforas Contemporâneas para Pensar Infância e Educação. Revista Brasileira de Educação, v.13, n.37, jan./abr. Rio de Janeiro, 2008).
I. Victor Lowenfeld analisa o desenvolvimento mental da criança em paralelo ao seu desenvolvimento criativo e aos estágios de seu desenvolvimento artístico.
II. Rhoda Kellog acredita na mediação com imagens externas, na influência positiva da cultura visual no desenvolvimento gráfico da criança e no princípio da boa forma segundo a Gestalt.
III. A Escola Tecnicista entende que a expressão das crianças é resultante da compreensão que elas têm de mundo e de seu desenvolvimento intelectual.
IV. A Escola Nova valoriza a autoexpressão da criança, sendo o professor o estimulador para que a criança possa explorar livremente materiais e criações.
V. Para Rudolf Arnheim, não há relação entre a idade e o estágio dos desenhos das crianças, as quais apreendem as estruturas globais/gestálticas das coisas.
I. O desenvolvimento intelectual das crianças não prescinde das interações sociais e condições de vida do sujeito.
II. A atividade criadora da imaginação se encontra em relação direta com a riqueza e variedade de experiências acumuladas pelo homem.
III. São momentos do desenvolvimento do desenho infantil a representação esquemática, o sentimento da forma e da linha, a representação verossímil e a representação plástica.
IV. O desenho é entendido como forma de representação do mundo, ainda que desvinculado das interações sociais.
V. O desenho é entendido como forma de expressão do mundo, é produto da imaginação e criação.
A
I. Georges Henri Luquet
II. Roda Kellog
III. Viktor Lowenfeld
IV. Rosa Iavelberg
B
( ) Realismo Fortuito, Realismo Fracassado, Realismo Intelectual, Realismo Virtual.
( ) Embasada na teoria da Gestalt, aponta estruturas de padrões no desenho infantil: Figuras, Proposição, Pictórico.
( ) Desenho Cultivado: Imaginação I, Imaginação II, Apropriação, Proposição.
( ) Garatuja, Garatuja nomeada, Pré-Esquema, Esquema, Etapa inicial do realismo, Pseudorrealismo, Etapa de decisão.
Coluna 1
I. Ligia Clark
II. Hélio Oiticica
III. Rosana Bortolin
IV. Abraham Palatnik
Coluna 2
( ) Organismos
( ) Objeto Cinético
( ) Cabeça Coletiva
( ) Parangolés
A alcunha de Ilha da Magia para Florianópolis encontra ressonância na obra de alguns artistas visuais catarinenses, que utilizam um repertório imagético simbólico e fantástico, tais como:
( ) Artistas de qualquer período da História da Arte podem ser abordados na Educação Infantil visando à formação do repertório artístico-cultural da criança pequena.
( ) Visitas monitoradas a espaços expositivos devem ser evitadas, pois podem restringir o olhar da criança sobre a obra.
( ) Espaços expositivos como museus e galerias são os únicos locais competentes, além da escola, para ampliar o repertório artístico-cultural da criança.
( ) A apresentação de obras contemporâneas deve ser evitada na Educação Infantil, a fim de preservar o imaginário e preparar a formação do repertório artístico-cultural da criança.
( ) Feiras de artesanato e festas tradicionais são espaços formais que contribuem para a formação do repertório visual das crianças.
Regina Silveira, Mundus Admirabilis, 2019.
Disponível em: https://reginasilveira.com/MUNDUS-ADMIRABILIS-1. ( ) No contexto do ensino de Arte na Educação Infantil, a abordagem triangular não é indicada, pois as crianças são muito pequenas para compreender os eixos da proposta.
( ) Para essa abordagem, a construção do conhecimento ocorre quando há o cruzamento entre experimentação, codificação e informação.
( ) O mais importante durante o desenvolvimento da proposta é incentivar apenas a expressão da criança sem nenhum interesse pela maneira como ela recebe, aprecia e usufrui a arte.
( ) No fazer artístico, leva-se em conta o processo criativo como sinônimo de interpretação e representação pessoal, por meio de interações com a linguagem plástica. O fazer, entretanto, não pode restringir-se à releitura de obras.
( ) Tendo em vista o alcance e aplicabilidade dessa proposta nas escolas brasileiras, Ana Mae Barbosa optou por nomear sua teoria como Metodologia Triangular.