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I. No primeiro parágrafo, a palavra coisa aparece várias vezes; na última delas, pode-se atribuir o sentido de mistério, enigma. II. O homem na época pré-histórica acreditava que as doenças eram criadas por espíritos malignos, mas hoje não mais se pensa assim. III. Tanto pacientes quanto médicos vivem momento de tensão em termos de ter um diagnóstico, nomear uma doença. IV. A fala da mãe, na história contada no final do texto, revela desconhecimento da doença, mas necessidade de ter um nome para a doença.
Estão corretas as afirmativas
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Grupo Flor Ribeirinha embarca nesta quinta-feira para Oriente Médio
No período de 21 a 28 de janeiro, o grupo representará o Brasil e o continente da América em Omã
O Grupo Folclórico Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio seguirá para o Sultanato de Omã, um país árabe que faz fronteira com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Próximo de completar 30 anos de existência, o Flor Ribeirinha deixará sua marca em mais um continente do mundo. No período de 21 a 28 de janeiro, o grupo representará o Brasil e o continente da América em Omã.
O grupo foi convidado pela Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF, devido a sua qualidade artística e por representar a pluralidade da cultura, levando em seu repertório de danças, quadros alusivos às regiões brasileiras. O convite se concretizou graças à atuação e sua conquista de tricampeão no ano passado na Bulgária.
Com o espetáculo Mato Grosso Dançando Brasil, o grupo já conquistou três prêmios mundiais, sendo o primeiro no Festival Internacional de Arte e Cultura, realizado em 2017 na Turquia. O segundo em 2020 no Festival da Polônia e o terceiro em 2021, no Festival Internacional da Bulgária.
Durante a permanência em Omã, o grupo se apresentará no Royal Ópera Muscat, um dos renomados locais da cultura daquele país.
O gestor cultural e diretor artístico do grupo, Avinner Brandão, frisa que, em seu repertório, o Flor Ribeirinha destacará as cores e a força do Siriri, a dança típica mato-grossense que reflete o multiculturismo e traz ritmo contagiante com a viola de cocho, o mocho e o ganzá.
O presidente do Setor América e representante nacional da Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF, Regis Bastian, informou que o Flor Ribeirinha vai se apresentar nos dias 26 e 27 de janeiro, ao lado de grupos de outros países, como Romênia, Filipinas e Omã. Ele destacou que foram escolhidos os grupos de grande importância artística.
Regis reforçou, ainda, que esta será a primeira vez que um grupo brasileiro atuará naquele país do Oriente Médio e numa casa de espetáculos do padrão do Royal Ópera Muscat. O Flor Ribeirinha estará ao lado de quatro companhias de ponta, como a Companhia Nacional das Filipinas e o Ensamble Nacional Transilvânia da Romênia e a Delegação Nacional de Omã.
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br/cultura/grupo-flor-ribeirinha-embarca-nesta-quinta-feira-para-oriente-medio/.
Acesso em: 19/01/23. Adaptado.)
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Grupo Flor Ribeirinha embarca nesta quinta-feira para Oriente Médio
No período de 21 a 28 de janeiro, o grupo representará o Brasil e o continente da América em Omã
O Grupo Folclórico Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio seguirá para o Sultanato de Omã, um país árabe que faz fronteira com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Próximo de completar 30 anos de existência, o Flor Ribeirinha deixará sua marca em mais um continente do mundo. No período de 21 a 28 de janeiro, o grupo representará o Brasil e o continente da América em Omã.
O grupo foi convidado pela Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF, devido a sua qualidade artística e por representar a pluralidade da cultura, levando em seu repertório de danças, quadros alusivos às regiões brasileiras. O convite se concretizou graças à atuação e sua conquista de tricampeão no ano passado na Bulgária.
Com o espetáculo Mato Grosso Dançando Brasil, o grupo já conquistou três prêmios mundiais, sendo o primeiro no Festival Internacional de Arte e Cultura, realizado em 2017 na Turquia. O segundo em 2020 no Festival da Polônia e o terceiro em 2021, no Festival Internacional da Bulgária.
Durante a permanência em Omã, o grupo se apresentará no Royal Ópera Muscat, um dos renomados locais da cultura daquele país.
O gestor cultural e diretor artístico do grupo, Avinner Brandão, frisa que, em seu repertório, o Flor Ribeirinha destacará as cores e a força do Siriri, a dança típica mato-grossense que reflete o multiculturismo e traz ritmo contagiante com a viola de cocho, o mocho e o ganzá.
O presidente do Setor América e representante nacional da Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF, Regis Bastian, informou que o Flor Ribeirinha vai se apresentar nos dias 26 e 27 de janeiro, ao lado de grupos de outros países, como Romênia, Filipinas e Omã. Ele destacou que foram escolhidos os grupos de grande importância artística.
Regis reforçou, ainda, que esta será a primeira vez que um grupo brasileiro atuará naquele país do Oriente Médio e numa casa de espetáculos do padrão do Royal Ópera Muscat. O Flor Ribeirinha estará ao lado de quatro companhias de ponta, como a Companhia Nacional das Filipinas e o Ensamble Nacional Transilvânia da Romênia e a Delegação Nacional de Omã.
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br/cultura/grupo-flor-ribeirinha-embarca-nesta-quinta-feira-para-oriente-medio/.
Acesso em: 19/01/23. Adaptado.)

Assinale a sequência correta.
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Grupo Flor Ribeirinha embarca nesta quinta-feira para Oriente Médio
No período de 21 a 28 de janeiro, o grupo representará o Brasil e o continente da América em Omã
O Grupo Folclórico Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio seguirá para o Sultanato de Omã, um país árabe que faz fronteira com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Próximo de completar 30 anos de existência, o Flor Ribeirinha deixará sua marca em mais um continente do mundo. No período de 21 a 28 de janeiro, o grupo representará o Brasil e o continente da América em Omã.
O grupo foi convidado pela Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF, devido a sua qualidade artística e por representar a pluralidade da cultura, levando em seu repertório de danças, quadros alusivos às regiões brasileiras. O convite se concretizou graças à atuação e sua conquista de tricampeão no ano passado na Bulgária.
Com o espetáculo Mato Grosso Dançando Brasil, o grupo já conquistou três prêmios mundiais, sendo o primeiro no Festival Internacional de Arte e Cultura, realizado em 2017 na Turquia. O segundo em 2020 no Festival da Polônia e o terceiro em 2021, no Festival Internacional da Bulgária.
Durante a permanência em Omã, o grupo se apresentará no Royal Ópera Muscat, um dos renomados locais da cultura daquele país.
O gestor cultural e diretor artístico do grupo, Avinner Brandão, frisa que, em seu repertório, o Flor Ribeirinha destacará as cores e a força do Siriri, a dança típica mato-grossense que reflete o multiculturismo e traz ritmo contagiante com a viola de cocho, o mocho e o ganzá.
O presidente do Setor América e representante nacional da Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF, Regis Bastian, informou que o Flor Ribeirinha vai se apresentar nos dias 26 e 27 de janeiro, ao lado de grupos de outros países, como Romênia, Filipinas e Omã. Ele destacou que foram escolhidos os grupos de grande importância artística.
Regis reforçou, ainda, que esta será a primeira vez que um grupo brasileiro atuará naquele país do Oriente Médio e numa casa de espetáculos do padrão do Royal Ópera Muscat. O Flor Ribeirinha estará ao lado de quatro companhias de ponta, como a Companhia Nacional das Filipinas e o Ensamble Nacional Transilvânia da Romênia e a Delegação Nacional de Omã.
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br/cultura/grupo-flor-ribeirinha-embarca-nesta-quinta-feira-para-oriente-medio/.
Acesso em: 19/01/23. Adaptado.)
I. As formas verbais encontrou e recebia, conjugados na terceira pessoa do singular, estão no pretérito perfeito do indicativo, indicando ações iniciadas e finalizadas num momento do passado. II. As formas verbais fazia e era estão na terceira pessoa do singular do tempo pretérito imperfeito do indicativo, indicando ações anteriores ao presente com ideia de continuidade. III. A forma verbal foi promovido está no pretérito perfeito, mas não se encontra na voz ativa, com o sujeito sofrendo a ação expressa pelo verbo. IV. As formas verbais teve e era indicam ações acontecidas no passado, portanto estão no pretérito mais que perfeito.
Estão corretas as afirmativas
Marque a única alternativa correta.
I. Coloca a qualidade da educação como um princípio fundamental e estabelece que o professor tem a obrigação de buscar constantemente a melhoria de sua prática pedagógica. Isso implica em estar atualizado sobre as novas metodologias, recursos e tecnologias educacionais, além de investir em sua formação continuada. Os professores têm o papel de estimular o pensamento crítico, a autonomia e a criatividade dos alunos, garantindo uma educação que promova o pleno desenvolvimento de suas potencialidades.
II. Prevê a participação do professor na gestão democrática da escola, por meio de sua atuação nos conselhos escolares, nas assembleias e demais instâncias de decisão. Os professores têm a responsabilidade de contribuir ativamente na construção coletiva do projeto pedagógico da escola, no planejamento das atividades e na avaliação institucional. A participação efetiva dos professores na gestão escolar fortalece a autonomia da escola e permite uma maior adequação às necessidades da comunidade educativa.
Marque a única alternativa correta:
I. A implementação do projeto político pedagógico constrói a identidade da instituição por meio de permanente reflexão e discussão com toda a comunidade participante.
II. A participação dos pais e da comunidade nas assembleias escolares é uma forma de aproximar a escola da sociedade.
III. A centralização das ações burocratizas, os processos de decisão informalizados, sem planejamento e sem prioridades.
IV. A gestão colegiada organiza o trabalho pedagógico, viabilizando a ampla participação de toda a comunidade escolar.
Marque a única alternativa correta:
I. Desde o início, a diversidade no ambiente escolar é uma fonte de aprendizado para a equipe de gestores e educadores. Pode ainda ser uma bússola importante na tomada de decisões no cotidiano.
II. Escolas conhecidas por promoverem a diversidade são mais valorizadas pela comunidade, geram confiança entre as famílias. Elas se tornam uma fonte de credibilidade e referência também para professores.
III. Estudantes e educadores, independente da classe, da cor, do gênero, da religião, se sentem mais renegados. Diariamente, os horizontes e a aceitação na escola se reduz e aprende-se pela desconfiança que permeia.
IV. Ao cultivar a diversidade na escola, algumas práticas se tornam mais frequentes, com muitos momentos gratificantes. Por exemplo, exercitar o olhar para perceber e lidar com os conflitos de forma respeitosa é uma delas.
Marque a única alternativa correta:
I. encorajar o desenvolvimento de ações de educação em direitos humanos pelo poder público e a sociedade civil por meio de ações conjuntas.
II. contribuir para a efetivação dos compromissos internacionais e nacionais com a educação em direitos humanos.
III. estimular a cooperação nacional e internacional na implementação de ações de educação em direitos humanos.
IV. propor a transversalidade da educação em direitos humanos nas políticas públicas, estimulando o desenvolvimento institucional e interinstitucional das ações previstas no PNEDH nos mais diversos setores (educação, saúde, comunicação, cultura, segurança e justiça, esporte e lazer, dentre outros).
Marque a única alternativa correta.
I. rever objetivos, conteúdos, formas de encaminhamento das atividades, expectativas de aprendizagem e maneiras de avaliar.
II. refletir sobre a prática pedagógica, tendo em vista uma coerência com os objetivos propostos.
III. preparar um planejamento que possa de fato orientar o trabalho em sala de aula.
IV. discutir com a Secretaria de Educação do Estado ou Município as razões que levam os alunos a terem maior ou menor participação nas atividades escolares.
Marque a única alternativa correta:
I. Não há um consenso sobre a idade definitiva para o início da alfabetização. Alguns especialistas dizem que esse processo pode começar a ser mais estruturado na primeira infância.
II. É importante lembrar que cada criança tem o seu ritmo, assim como alguns bebês começam a andar com 11 meses e outros com 14, algumas crianças já conseguem decifrar suas primeiras palavras aos 5 anos enquanto outras só lerão efetivamente aos 7 anos.
III. De todo modo, as escolas começam a introduzir gradualmente as letras e as sílabas já na educação infantil, sendo que a alfabetização mais sistemática ocorre por volta dos 9 ou 10 anos de idade da criança.
IV. É no ambiente familiar que os pequenos conhecem o alfabeto, aprendem a reconhecer sílabas, a escrever suas primeiras palavras e constroem frases.
Marque a única alternativa correta: