Questões de Concurso Para professor - educação infantil

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Q3545520 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
        “Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável.”
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo sinônimo da palavra destacada no trecho. 
Alternativas
Q3545519 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
A partir análise dos recursos utilizados na construção do texto, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3545518 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Analise as afirmações feitas a respeito do texto lido e assinale a alternativa correta.
I – Brasília se diferencia da maioria das grandes cidades brasileiras por, entre outros fatores, não seguir a tendência histórica de se construírem cidades em regiões litorâneas ou próximas a grandes fontes de água.
II – Segundo o autor, a posição geográfica de Brasília configura-se uma vantagem para a população local, já que a distância do mar protege a cidade da hecatombe iminente no século.
III – É possível inferir que o “favelamento” é um sinal de exclusão da população mais carente, que não possui acesso a serviços e bens de consumo na região em que residem.
Alternativas
Q3539858 Pedagogia

Considerando os eixos da língua portuguesa, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.



Coluna 1


1. Produção de Textos.


2. Oralidade.


3. Análise Linguística/Semiótica.



Coluna 2


( ) Compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e a autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico.


( ) Compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face.


( ) Oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.


( ) Envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3539857 Pedagogia

Em relação ao Currículo para o Ensino Fundamental - Anos Iniciais, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) O conhecimento matemático é necessário para todos os alunos da Educação Básica, seja por sua grande aplicação na sociedade contemporânea, seja pelas suas potencialidades na formação de cidadãos críticos, cientes de suas responsabilidades sociais.


( ) Na BNCC, a área de Linguagens é composta pelos seguintes componentes curriculares: língua portuguesa, arte, educação física e uma língua estrangeira, de preferência, a língua espanhola.


( ) O Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desenvolvimento do letramento numérico, definido como objetos de conhecimento e conteúdos.


( ) A área de Ciências da Natureza tem um compromisso com o desenvolvimento do letramento científico, que envolve a capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico), mas também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3539856 Pedagogia

Sobre o processo de alfabetização descrito na BNCC, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.



I. Alfabetizar é trabalhar com a apropriação pelo aluno da ortografia do português do Brasil escrito.


II. Sobre a construção da língua escrita pela criança, é preciso diferenciar desenhos/grafismos (símbolos) de grafemas/letras (signos).


III. É preciso que os estudantes conheçam o alfabeto e a mecânica da escrita/leitura - processos que visam a que o indivíduo se torne alfabetizado.


IV. No eixo “oralidade”, aprofundam-se o conhecimento e o uso da língua oral, as características de interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais.

Alternativas
Q3539855 Pedagogia

Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao campo de experiência “espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”. 

Alternativas
Q3539854 Pedagogia

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com as Diretrizes Curriculares para a Educação Básica, analise as perguntas abaixo:



⋅ Quais são os eixos estruturantes da Educação Infantil?


⋅ Qual a definição de Campo de Experiências?


⋅ Quantos grupos etários a BNCC apresenta para a Educação Infantil?


⋅ Como cada objetivo de aprendizagem e desenvolvimento é identificado?



Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.

Alternativas
Q3539841 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Considerando o disposto no ECA, são princípios que as entidades que desenvolvem programas de acolhimento familiar ou institucional devem adotar:



I. Preservação dos vínculos familiares e promoção da reintegração familiar.


II. Integragdo em familia substituta, quando esgotados os recursos de manutengdo na familia de origem.


III. Desenvolvimento de atividades em regime de coeducação.


IV. Desmembramento de grupos de irmãos.


V. Sempre que possível, a transferência para outras entidades de crianças e adolescentes abrigados.



Quais estão corretos? 

Alternativas
Q3539829 Direito Eleitoral

Sobre as eleições que ocorrerão em 2024 e que irão definir os futuros prefeitos, vice-prefeitos e vereadores das cidades do Brasil, analise as assertivas abaixo: 



Imagem associada para resolução da questão



I. A idade mínima de elegibilidade para um prefeito ou vice-prefeito é de 21 anos, incluindo outras condições na forma da lei. Entre elas, estão a nacionalidade brasileira, pleno exercício dos direitos políticos, alistamento eleitoral, domicilio eleitoral na circunscrição e a filiação partidária.


II. A última eleição municipal aconteceu em 2020, durante a pandemia de Covid-19.


III. O processo eleitoral prevê a vitória do candidato que alcançar 30% dos votos válidos, contabilizando os nulos e brancos.


IV. O segundo turno só acontece em cidades com mais de 200 mil habitantes, onde a maioria dos votos válidos indicará o novo representante.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3539827 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente a frase a seguir com a conjunção subordinada concessiva adequada: “____________ o tempo estivesse chuvoso, Rodrigo decidiu sair para fazer sua caminhada”.  

Alternativas
Q3539825 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Em relação ao emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 11 e 24. 

Alternativas
Q3539824 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Analise as assertivas a seguir:



I. A palavra “distância” é acentuada conforme a regra das paroxítonas, e a palavra “cenário”, conforme a regra do hiato.


II. As palavras “horário” e “evento” apresentam o mesmo número de fonemas.


III. Pode-se dizer que a palavra “flexibilidade” é formada por derivação sufixal.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3539823 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Os símbolos das linhas 06, 16 e 30 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação? 

Alternativas
Q3539822 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta um fragmento retirado do texto que pode ser compreendido como uma metáfora.  

Alternativas
Q3539821 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Analise as assertivas a seguir:



I. Dado o contexto em que se apresenta, a palavra “revelam” (I. 01) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, por “mostram”.


II. Em “(...) a modalidade a distância ‘tem sido mais atrativa por trazer flexibilidade em termos de local e horário [para o aluno estudar], mas, principalmente, por ser oferecida com mensalidades muito, muito mais baratas” (l. 20-22), o termo sublinhado funciona como um elemento coesivo que adiciona uma informação e não necessariamente contradiz o que foi dito anteriormente.


III. No fragmento “Os mecanismos atuais de avaliação de cursos não consideram, por exemplo, o tipo de plataforma online usada pelas instituições de ensino (...)"” (I. 09-10), se a palavra sublinhada for colocada no singular, teremos, obrigatoriamente, três alterações relacionadas a concorrência nominal e verbal.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3539820 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Analise as assertivas a seguir:



I. No intertexto “O papel do MEC é regular isso. É um sinal vermelho aceso para a gente tomar medidas importantes diante desse cenário” (l. 14-15), o fragmento sublinhado é de uso comum e está de acordo com a gramática normativa da língua portuguesa.


II. Em “Ele complementa dizendo que ‘80% do alunado brasileiro têm renda per capita de até 3 salários-mínimos, ou seja, não têm condição de pagar mensalidades [dos cursos presenciais]” (. 22-24), existe um argumento formado quando o diretor-executivo do Semesp menciona o aspecto econômico de quem opta pela EaD e não pelo estudo presencial tradicional.


III. Pode-se dizer que o propósito da comunicação do texto é informativo, pois ele informa sobre o atual cenário do ensino brasileiro, especialmente no que se refere ao ensino superior.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3539819 Português

Mais de 70% dos novos alunos do ensino superior privado optaram por estudar à distância, diz Inep


Por Luiza Tenente 




(Disponivel em: https://g1.globo.com/educacao/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Por meio da leitura do texto, infere-se que: 

Alternativas
Q3537222 Pedagogia

A documentação pedagógica se dá em dois níveis: o primeiro, interno, está ligado à construção dos processos documentais no interior da instituição de Educação Infantil; o segundo, de grande importância, diz respeito à comunicação dos percursos de aprendizagem. Ambos os níveis se dão em um ciclo que abrange desde o processo documental até a construção da comunicação, compondo-se de três partes inseparáveis de um mesmo processo: observação, registro e interpretação. O processo documental, em específico, compreende dois movimentos desse ciclo: produzir observáveis para a construção do caminho investigativo e projetar e reprojetar a ação educativa. É, por fim, no segundo nível da documentação pedagógica que está a construção da comunicação.


Considerando o movimento de projetar e reprojetar a ação educativa, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma de suas características. 

Alternativas
Respostas
5981: A
5982: C
5983: B
5984: B
5985: A
5986: A
5987: D
5988: C
5989: B
5990: A
5991: A
5992: B
5993: B
5994: C
5995: C
5996: A
5997: E
5998: D
5999: C
6000: B