Foram encontradas 17.844 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3824351 Meio Ambiente
Um dos aspectos mais divulgados da COP30 foi a presença e a mobilização de povos indígenas e comunidades tradicionais. A pauta central levantada por esses grupos tem sido
Alternativas
Q3824350 Sociologia
Segundo materiais institucionais da Prefeitura de Icapuí, são manifestações culturais tradicionais do Município.
Alternativas
Q3824349 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa que apresenta corretamente distritos oficiais de Icapuí.
Alternativas
Q3824348 Meio Ambiente
Com base no IBGE e nos órgãos ambientais do Ceará, o clima e os aspectos físicos de Icapuí podem ser descritos como:
Alternativas
Q3824347 Geografia
De acordo com registros da Prefeitura e do IBGE, o nome “Icapuí” deriva do termo tupi “Igarapuí”. Assinale o significado para esse topônimo.
Alternativas
Q3824346 Matemática Financeira
Um capital de R$ 400,00 é aplicado em juros simples à taxa de 3% ao mês. Após certo tempo, o montante atinge R$ 520,00. O prazo da aplicação, em meses, foi de 
Alternativas
Q3824345 Matemática
Um plantão de atendimento começou às 22h40 de um dia e terminou à 1h10 do dia seguinte. Qual foi a duração total desse plantão, em minutos?
Alternativas
Q3824344 Matemática

Considere as matrizes:


A = [ [1, 2], [0, 1] ] e B = [ [2, 1], [3, 0] ].


O produto matricial A·B é

Alternativas
Q3824343 Raciocínio Lógico
Considere a função f definida de A em B, em que A = {1, 2, 3, 4} e B = {a, b, c}, dada por:

f(1) = a, f(2) = b, f(3) = c, f(4) = a.

Classificando-se f quanto ao tipo de mapeamento, é CORRETO afirmar que f é
Alternativas
Q3824342 Matemática
Em um feixe de retas paralelas cortadas por duas transversais, na primeira transversal os segmentos entre as paralelas medem 4 cm e 6 cm. Na segunda transversal, o segmento correspondente ao de 4 cm mede 6 cm. Nessas condições, o segmento correspondente ao de 6 cm mede, em centímetros,
Alternativas
Q3824341 Raciocínio Lógico
Uma escola tem 5 professores de Matemática e 3 professores de Língua Portuguesa. Deseja-se formar uma comissão com 3 professores, de modo que haja, pelo menos, 1 professor de cada disciplina na comissão. Quantas comissões diferentes podem ser formadas?
Alternativas
Q3824339 Matemática
Três impressoras iguais produzem, juntas, 270 apostilas em 6 horas de trabalho contínuo. Mantidas as mesmas condições, quantas apostilas 5 impressoras produzirão em 4 horas de trabalho?
Alternativas
Q3824338 Matemática
Em uma biblioteca escolar, a razão entre o número de livros de ficção e de não ficção é 5 : 3. Depois que a escola recebeu 16 novos livros de não ficção, a razão passou a ser 5 : 4. Quantos livros de ficção havia na biblioteca após essa doação?
Alternativas
Q3824337 Raciocínio Lógico
Três reuniões pedagógicas são realizadas em ciclos regulares:

– a primeira, a cada 6 dias;
– a segunda, a cada 8 dias;
– a terceira, a cada 12 dias.

Se em determinado dia, as três reuniões ocorrem juntas, após quantos dias elas voltarão a coincidir novamente no mesmo dia?
Alternativas
Q3824336 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
No trecho: “Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria”. A alternativa em que a reescrita mantém o sentido e respeita a sintaxe de colocação pronominal é:
Alternativas
Q3824335 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal.
Alternativas
Q3824334 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
Observe o período: “Nessas condições, o risco de a aula ‘travar’ é alto, o que desestimula novas tentativas”. Do ponto de vista da estrutura sintática, é CORRETO afirmar que se trata de período
Alternativas
Q3824333 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
Considere as palavras: “formação”, “planejamento”, “investimento”, “aprendizagem”. Em relação à classe gramatical e ao processo de formação, é CORRETO afirmar que, em conjunto, essas palavras são
Alternativas
Q3824332 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
Quanto à linguagem empregada no primeiro parágrafo do texto (expressões como “entrar no século XXI” e “usar mais tecnologia digital”), é CORRETO afirmar que
Alternativas
Respostas
2821: D
2822: E
2823: C
2824: A
2825: B
2826: C
2827: E
2828: A
2829: D
2830: B
2831: A
2832: C
2833: E
2834: D
2835: E
2836: C
2837: D
2838: E
2839: A
2840: C