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A ocorrência de infecções oportunistas é possível durante a síndrome clínica aguda.
Os testes Elisa e Western Blot tornam-se positivos após 22 a 27 dias após a infecção aguda.
A presença de uma síndrome clínica aguda e prolongada (>14 dias) correlaciona-se com progressão mais rápida para AIDS.
A infecção retroviral aguda caracteriza-se por uma síndrome semelhante à mononucleose com baixa viremia e queda progressiva no número de linfócitos CD4 periféricos.
A dor torácica ocorre quando há comprometimento pleural e desaparece com o tratamento eficaz.
Quando há rouquidão, pode-se associar ao comprometimento laríngeo.
A perda de peso é proporcional à duração e extensão da doença.
A febre que geralmente, é vespertina pode ser explicada pela morte e ruptura dos macrófagos infectados. Esse fenômeno ocorre, em geral fora do pico do cortisol plasmático, que é entre às 11 e 12 horas.
A tosse quase sempre está presente nos casos de Tuberculose Pulmonar e é explicada pelo estímulo causado pela inflamação alveolar ou pelos granulomas que se foram nas vias aéreas.
A infecção pelo vírus oropuche também faz parte do diagnóstico diferencial do Sarampo.
A escarlatina, o eritema multiforme e a sífilis secundária fazem parte do diagnóstico diferencial do Sarampo.
A descamação da pele nos casos de Sarampo, classicamente, tem um caráter de descamação em lâminas ou descamação laminar.
O período de incubação do Sarampo varia de 7 até 28 dias.
O vírus do Sarampo, caso o paciente seja imunodeprimido, poderá provocar uma pneumonia por infiltração de células gigantes, que são células multinucleadas chamadas de Warthin Finkeldey.
A detecção por técnica de imuno-histoquímica de antígenos do vírus da Dengue poderá ser realizada em vísceras de pacientes que faleceram com suspeita de Dengue.
A pesquisa dos anticorpos IgM para dengue devem ser preferencialmente coletados na convalescência da doença.
O isolamento viral só deve ser solicitado em amostras de soro, visto que não se encontra vírus em outros fluídos orgânicos.
O isolamento viral pode ser feito durante a fase virêmica da doença que compreende o período do início da febre até o sexto dia da doença.
A detecção da proteína NS1 é uma ferramenta útil no diagnóstico, pois significa a detecção de uma proteína não estrutural que é sintetizada na fase aguda da doença.
Caso essa biópsia hepática fosse realizada após um longo curso da doença, o patologista poderia observar um padrão fibrogênico no fígado.