Quando do atendimento a pacientes com Dengue, deve-se...
A detecção por técnica de imuno-histoquímica de antígenos do vírus da Dengue poderá ser realizada em vísceras de pacientes que faleceram com suspeita de Dengue.
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O tema central desta questão é o diagnóstico laboratorial da Dengue, especialmente em períodos fora de surtos epidêmicos. Nestes períodos, a confirmação diagnóstica é essencial para a vigilância epidemiológica e manejo adequado dos casos.
A assertiva apresentada afirma que a detecção de antígenos do vírus da Dengue por técnica de imuno-histoquímica pode ser realizada em vísceras de pacientes falecidos com suspeita de Dengue. Esta técnica é particularmente útil em situações de investigação pós-morte, onde a confirmação de infecção por Dengue pode ser feita através da análise de tecidos. A imuno-histoquímica permite a visualização direta do antígeno viral em amostras de tecido, sendo uma ferramenta valiosa em necropsias quando a história clínica sugere Dengue, mas não há confirmação sorológica disponível.
Justificativa para a alternativa correta (C - certo): A utilização de métodos como a imuno-histoquímica para detectar antígenos virais em tecidos é uma prática reconhecida e baseada em evidências para confirmar infecções virais, incluindo a Dengue, em exames post-mortem. De acordo com diretrizes e estudos, essa técnica é válida e eficaz para o diagnóstico de infecções virais em necropsias.
Em relação à prática clínica, é importante lembrar que, durante a vida, o diagnóstico laboratorial da Dengue é frequentemente realizado por sorologia (detecção de anticorpos IgM e IgG) e por detecção do RNA viral através de RT-PCR, especialmente nos primeiros dias de sintomas.
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