Questões de Concurso Para pm-sp

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Q4121399 Medicina
Na avaliação de um paciente em coma, é correto afirmar:
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Q4121398 Medicina
Em relação aos anticorpos monoclonais para o tratamento da doença de Alzheimer, é correto afirmar que
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Q4121397 Medicina
Paciente do sexo masculino, 40 anos, procura o pronto-socorro com queixa de dificuldade para falar e engolir. Tem diagnóstico de miastenia gravis, há 3 anos, com anticorpo antirreceptor de acetilcolina positivo, faz uso de azatioprina, 150 mg/dia, e piridostigmina, 40 mg/3 vezes ao dia. Ele refere que, há mais um mês, está com piora dos sintomas da doença, com fadiga, dificuldade para elevar os membros superiores, fraqueza do pescoço e, nos últimos dias, está com dificuldade de comer, ingerir líquidos e falar. Negou sintomas infecciosos ou uso de outras medicações. Ao exame, apresenta força muscular grau 4 em membros, fraqueza marcada para extensão do pescoço, fraqueza facial e elevação reduzida do palato. Conseguiu contar até 7 numa única inspiração. As medidas de pressão inspiratória e expiratória foram de 15 e 20 cm de H2 O, respectivamente.
Frente ao caso clínico apresentado, qual é a conduta indicada para esse paciente? 
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Q4121396 Patologia
Paciente do sexo feminino, 22 anos, procurou o pronto- -socorro com queixa de visão dupla percebida ao acordar. A diplopia é horizontal e ocorre principalmente ao olhar para a esquerda, melhorando com o fechamento de um dos olhos. Tem antecedente de perda de sensibilidade no dimídio esquerdo, há 3 meses, que durou duas semanas e melhorou espontaneamente. Ao exame da movimentação ocular, no olhar conjugado para a esquerda, tinha limitação da adução do olho direito e nistagmo do olho esquerdo. A convergência era normal.
Qual é a etiologia provável dos sinais e sintomas dessa paciente? 
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Q4121395 Medicina
Paciente de 19 anos foi levado ao pronto-socorro devido a crises epilépticas reentrantes, há 30 minutos, sem recuperação da consciência entre elas. Tem antecedente de epilepsia, desde os 12 anos, secundária a um glioma de baixo grau que foi ressecado há 3 anos. As crises são focais e, por vezes, têm evolução para tônico-clônica bilateral. Faz uso de carbamazepina 200 mg de 8 em 8h.
Em relação a abordagem desse paciente no pronto-socorro, assinale a alternativa correta.
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Q4121394 Medicina
Paciente do sexo masculino, 24 anos, com quadro de fraqueza em membros inferiores, iniciada há 2 dias, com piora progressiva, associada à dormência em membros inferiores e dificuldade para urinar e defecar. Não tem antecedentes relevantes. Ao exame, apresenta paraparesia crural com força muscular grau 2, reflexos osteotendinosos reduzidos em membros inferiores e hipoestesia em membros inferiores com nível sensitivo em T10.
Sobre o quadro clínico desse paciente, é correto afirmar:
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Q4121393 Medicina
Paciente do sexo masculino, 26 anos, com queixa de perda visual bilateral progressiva há 1 semana, sem dor a movimentação ocular. Negou doenças prévias. Ao exame, apresenta edema de papila bilateral, acuidade visual 20/200 e reflexo fotomotor reduzido bilateralmente. Exames laboratoriais mostram VDRL sérico positivo 1/64 e teste treponêmico sérico positivo. A ressonância de crânio e normal.
Em relação ao caso apresentado, é correto afirmar:
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Q4121392 Medicina
Paciente do sexo feminino, 32 anos, com cefaleia de forte intensidade e persistente, há 7 dias, está em uso de analgésicos sem melhora significativa. Nega história prévia de cefaleia ou uso de medicação contínua. Ao exame físico, apresenta papiledema sem outros achados.
Qual deve ser a abordagem inicial nesse caso? 
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Q4121391 Medicina
Em relação ao tratamento agudo de um paciente com acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, com início dos sintomas há 7 horas, pontuação de 11 na escala de AVC do NIH e tomografia de crânio com ASPECTS de 10, assinale a alternativa correta.
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Q4121390 Medicina
 Paciente, 64 anos, apresenta queixa de tremor e dificuldade de movimentação do braço direito, há 2 anos, com piora progressiva. Ao exame, apresenta tremor de repouso no membro superior direito, rigidez e bradicinesia bilaterais, mas pior à esquerda.
Em relação a principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa correta.
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Q4121389 Direito Administrativo
Um servidor público teve sua capacidade de trabalho reduzida em decorrência de acidente de trabalho. Para o exercício de cargo cujas atribuições e responsabilidades sejam compatíveis com a limitação que esse servidor sofreu em sua capacidade física, enquanto permanecer nessa condição, desde que possua a habilitação e o nível de escolaridade exigidos para o cargo de destino, mantida a remuneração do cargo de origem, haverá como provimento derivado
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Q4121388 Direito Constitucional
Após denúncia anônima e durante uma operação deflagrada por órgãos competentes, um policial militar foi preso em flagrante exercendo ilegalmente a medicina em um hospital municipal, além de ser demitido da corporação. A punição disciplinar militar atendeu aos pressupostos de legalidade, inclusive, foi aplicada por autoridade competente.
Assim, não caberá, em relação a punições disciplinares militares, como nesse caso hipotético, o seguinte remédio constitucional:
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Q4121387 Legislação Estadual
Entre os dispositivos da Constituição do Estado de São Paulo, lê-se o seguinte:
Artigo 115, inciso XXV – os órgãos da administração direta e indireta ficam obrigados a constituir Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA – e, quando assim o exigirem suas atividades, Comissão de Controle Ambiental, visando à proteção da vida, do meio ambiente e das condições de trabalho dos seus servidores, na forma da lei.
A partir da análise desse e de outros dispositivos constitucionais federal e estadual, a Polícia Militar do Estado de São Paulo
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Q4121386 Noções de Informática
Um usuário está elaborando uma apresentação por meio do MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão, e, no único slide da apresentação, insere 4 Formas, cada uma com uma animação a ser disparada, na sequência, por um Enter:

Forma1: com uma animação de entrada. Forma2: com uma animação de saída. Forma3: com uma animação de saída. Forma4: com uma animação de ênfase.

Considere dois momentos distintos:

– Momento 1: ao iniciar o Modo de Apresentação;
– Momento 2: após todas as animações terem sido ativadas e antes da tela que mostra que a apresentação acabou.
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a quantidade de Formas visíveis nos momentos Momento 1 e Momento 2.
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Q4121385 Noções de Informática
A planilha a seguir foi elaborada por meio do MS-Excel 2016, em sua configuração padrão, para que um médico fizesse uma comparação de dados médicos de um determinado exame ao longo de 3 datas de exames:

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que apresenta uma fórmula que, ao ser inserida na célula A5, resultará no valor 230.
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Q4121384 Noções de Informática
Um médico criou um novo documento vazio no MS-Word 2016, em sua configuração padrão, e executou, na ordem indicada, as seguintes ações:
– Apertou o botão para centralizar o parágrafo. – Digitou a palavra Tenente. – Apertou o botão para formatação em negrito. – Apertou Enter. – Apertou o botão para alinhar o parágrafo à esquerda. – Digitou a palavra Médico. – Apertou Enter. – Digitou a palavra Polícia. – Apertou Enter. – Digitou a palavra Militar. – Apertou o botão para alinhar o parágrafo à direita. – Apertou o botão para formatação em itálico.
Após todas as ações descritas, o número de palavras com formatação em negrito e o número de palavras alinhadas à esquerda são, respectivamente,
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Q4121383 Português
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma


     Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.

        Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.

      Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.

        Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
Assinale a alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q4121382 Português
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma


     Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.

        Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.

      Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.

        Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
Estão em conformidade com a norma-padrão de pontuação as vírgulas acrescentadas no seguinte trecho:
Alternativas
Q4121381 Português
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma


     Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.

        Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.

      Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.

        Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
O trecho do 4º parágrafo “Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior...” pode ser reescrito, preservando seu sentido, como:
Alternativas
Q4121380 Português
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma


     Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.

        Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.

      Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.

        Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, a leitura de obras literárias recomendada como terapia
Alternativas
Respostas
481: B
482: E
483: C
484: D
485: A
486: D
487: B
488: C
489: E
490: A
491: D
492: A
493: C
494: D
495: E
496: B
497: D
498: C
499: A
500: D