Questões de Concurso
Para see-ac
Foram encontradas 2.214 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
De acordo com o dicionário Houaiss, o termo “Licença Poética” é definido como a “liberdade de o escritor utilizar construções, prosódias, ortografias, sintaxes não conformes às regras, ao uso habitual, para atingir seus objetivos de expressão”. Está presente na literatura, música e também nas propagandas.
Texto 3
“Era profundamente derrotado pelo mundo em que vivia.
E separara-se das pessoas pela sua derrota e por sentir que
os outros também eram derrotados. Ele não queria fazer
parte de um mundo onde, por exemplo, o rico devorava o
pobre. Como parecia-lhe um movimento apenas
romântico, o seu, se se agregasse aos que lutavam contra
o esmagamento da vida como esta era, então fechou-se
numa individualização que, se não tomasse cuidado, podia
se transformar em solidão histérica ou meramente
contemplativa. Enquanto não viesse algo melhor,
procurava relacionar-se com os outros derrotados por
intermédio de uma espécie de amor torto, que atingia
tanto os outros como, de algum modo, a si próprio.”
Fonte: http://notaterapia.com.br/2019/02/28/vender-alma-no-cotidiano-13-
cronicas-curtas-de-clarice-lispector/, acesso em fevereiro de 2020
Após leitura atenta dos textos 2 e 3, considerando a
classificação de ambos pela tipologia, está correto afirmar
que:
De acordo com o dicionário Houaiss, o termo “Licença Poética” é definido como a “liberdade de o escritor utilizar construções, prosódias, ortografias, sintaxes não conformes às regras, ao uso habitual, para atingir seus objetivos de expressão”. Está presente na literatura, música e também nas propagandas.
Obra da escritora chega com novo projeto gráfico pela Rocco, que em julho lança uma edição completa da sua correspondência
“Ler Clarice é se deixar levar pela companhia da escritora, dos narradores e personagens que ela cria, sabendo, de antemão, que dali não saíremos ilesos. Muita coisa acontecerá ao longo dessa leitura. Apertem os cintos, que pode vir tempestade brava, ventos fortes, ou uma doce brisa consoladora, mas nunca benevolente.” O recado é de Nádia Battella Gotlib, uma das principais pesquisadoras da obra de Clarice Lispector (1920-1977), e fica como um convite para entrar nesse universo – ou revisitá-lo –, no momento em que se abrem as comemorações antecipadas pelo centenário de uma das maiores escritoras brasileiras – que nasceu no dia 10 de dezembro de 1920, em Chechelnyk, na Ucrânia, e desembarcou no Brasil dois anos mais tarde. Até dezembro do ano que vem, muito vai se falar sobre a autora de A Paixão Segundo G. H. e A Hora da Estrela. As primeiras ações para celebrar Clarice vêm da Rocco, sua editora. Ela vai reeditar toda a obra da autora com novo projeto gráfico e usando, inclusive, as telas que Clarice pintou como capa dessas novas edições, que trazem, ainda, novos posfácios para cada um dos volumes. Três títulos acabam de chegar às livrarias. De 1943, Perto do Coração Selvagem é o livro de estreia de Clarice e vem agora com posfácio de Nádia. O Lustre, de 1946, é tido como uma de suas obras mais difíceis. Já A Cidade Sitiada, de 1949, foi escrito em Berna, durante o período em que Clarice acompanhou o marido diplomata na Suíça. O posfácio é de Benjamin Moser, seu biógrafo.
Não foram anunciados, ainda, quais serão os próximos lançamentos. Mas duas certezas: A Hora da Estrela encerra o projeto, em 10 de dezembro de 2020; e antes, em julho, para a Flip, onde Clarice já foi homenageada, sai a coletânea Todas as Cartas nos moldes dos outros dois volumes, de contos e crônicas, publicados pela Rocco. A organização é de Pedro Karp Vasquez, que assina também o posfácio. Teresa Montero, outra biógrafa de Clarice, fará as notas explicativas e o prefácio. Larissa Vaz é responsável pela pesquisa de campo e digitação das novas cartas encontradas. Há correspondência trocada com a família e personalidades – de Getúlio Vargas a Lygia Fagundes Telles.
“As cartas da correspondência ativa, as que Clarice enviou às irmãs, por exemplo, quando ela estava no exterior, têm o poder de nos mostrar uma história de vida e obra de Clarice num período em que se misturam alegrias e tristezas. Alegria pelo filho que ali nasceu. Tristeza por viver numa cidade pacata demais. A leitura dessas e de outras cartas nos revela seus projetos, preocupações, ansiedades, saudades das pessoas queridas. Pelas cartas podemos nos defrontar com belas paisagens suíças e com notícias de textos que no momento estava escrevendo; ficamos sabendo das suas leituras e das verdadeiras batalhas para publicar seus livros”, comenta Nádia.
(Fonte: texto adaptado de https://www.metropoles.com/entretenimento/literatura/centenario-declarice-lispector-obra-ganha-reedicoes-em-2020, acesso em fevereiro de 2020).
Obra da escritora chega com novo projeto gráfico pela Rocco, que em julho lança uma edição completa da sua correspondência
“Ler Clarice é se deixar levar pela companhia da escritora, dos narradores e personagens que ela cria, sabendo, de antemão, que dali não saíremos ilesos. Muita coisa acontecerá ao longo dessa leitura. Apertem os cintos, que pode vir tempestade brava, ventos fortes, ou uma doce brisa consoladora, mas nunca benevolente.” O recado é de Nádia Battella Gotlib, uma das principais pesquisadoras da obra de Clarice Lispector (1920-1977), e fica como um convite para entrar nesse universo – ou revisitá-lo –, no momento em que se abrem as comemorações antecipadas pelo centenário de uma das maiores escritoras brasileiras – que nasceu no dia 10 de dezembro de 1920, em Chechelnyk, na Ucrânia, e desembarcou no Brasil dois anos mais tarde. Até dezembro do ano que vem, muito vai se falar sobre a autora de A Paixão Segundo G. H. e A Hora da Estrela. As primeiras ações para celebrar Clarice vêm da Rocco, sua editora. Ela vai reeditar toda a obra da autora com novo projeto gráfico e usando, inclusive, as telas que Clarice pintou como capa dessas novas edições, que trazem, ainda, novos posfácios para cada um dos volumes. Três títulos acabam de chegar às livrarias. De 1943, Perto do Coração Selvagem é o livro de estreia de Clarice e vem agora com posfácio de Nádia. O Lustre, de 1946, é tido como uma de suas obras mais difíceis. Já A Cidade Sitiada, de 1949, foi escrito em Berna, durante o período em que Clarice acompanhou o marido diplomata na Suíça. O posfácio é de Benjamin Moser, seu biógrafo.
Não foram anunciados, ainda, quais serão os próximos lançamentos. Mas duas certezas: A Hora da Estrela encerra o projeto, em 10 de dezembro de 2020; e antes, em julho, para a Flip, onde Clarice já foi homenageada, sai a coletânea Todas as Cartas nos moldes dos outros dois volumes, de contos e crônicas, publicados pela Rocco. A organização é de Pedro Karp Vasquez, que assina também o posfácio. Teresa Montero, outra biógrafa de Clarice, fará as notas explicativas e o prefácio. Larissa Vaz é responsável pela pesquisa de campo e digitação das novas cartas encontradas. Há correspondência trocada com a família e personalidades – de Getúlio Vargas a Lygia Fagundes Telles.
“As cartas da correspondência ativa, as que Clarice enviou às irmãs, por exemplo, quando ela estava no exterior, têm o poder de nos mostrar uma história de vida e obra de Clarice num período em que se misturam alegrias e tristezas. Alegria pelo filho que ali nasceu. Tristeza por viver numa cidade pacata demais. A leitura dessas e de outras cartas nos revela seus projetos, preocupações, ansiedades, saudades das pessoas queridas. Pelas cartas podemos nos defrontar com belas paisagens suíças e com notícias de textos que no momento estava escrevendo; ficamos sabendo das suas leituras e das verdadeiras batalhas para publicar seus livros”, comenta Nádia.
(Fonte: texto adaptado de https://www.metropoles.com/entretenimento/literatura/centenario-declarice-lispector-obra-ganha-reedicoes-em-2020, acesso em fevereiro de 2020).
De acordo com o Decreto nº 5.626, de dezembro de 2005, regulamenta a Lei nº 10.436, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, é correto afimar:
Em 1967, o artista Hélio Oiticica apresenta “Esquema geral da Nova Objetividade” publicado no catálogo da mostra “Nova Objetividade Brasileira”, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro: “A Nova Objetividade sendo um estado não é pois um movimento dogmático, esteticista (...), mas uma “chegada”, constituída de múltiplas tendências (...)”. A Nova Objetividade seria a formulação de um estado da arte brasileira de vanguarda cujas principais características são:
Em seu livro “O mundo da arte popular brasileira”, a autora Angela Mascelani (2002) destaca o universo da arte popular em um estado de permanente movimento que: “[...] atravessa todos os recantos da imaginação e em seu rastro revolve à tona antigas tradições quase esquecidas, inventa temas nunca antes pensados, colhe novidades no repertorio da vida cotidiana, transforma com frescor o patrimônio de muitas gerações.” (p.21) Sobre a tradição e criação na arte popular, assinale a afirmativa INCORRETA:
A autora Anamelia Bueno Buoro (2003), no livro “O olhar em construção: uma experiencia de ensino e aprendizagem da arte na escola”, compreende que o educando possui uma estrutura de pensamento e um repertório próprio, e, então, parte da premissa que o conhecimento a ser construído pelo aluno se processa a partir da movimentação entre o repertório imaginário individual e o repertório cultural grupal. Desta maneira, pode-se afirmar como um dos objetivos gerais do projeto pedagógico em arte na seguinte afirmativa:
De acordo com a Lei nº 10. 436, de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais, é INCORRETO afirmar que:
A leitura de imagens no ensino da arte transforma a relação imagem e cognição, pois promove educação artística e estética que fornece informação histórica, compreensão de uma gramática visual e do fazer artístico como autoexpressão. Sobre a importância da imagem no ensino da arte, assinale a alternativa correta:
Ao entendermos a educação musical como linguagem com elementos próprios, pode-se considerar a importância do seu processo no contexto educativo formal ou informal, tendo em vista, a produção de leituras de mundos. É INCORRETO afirmar sobre a educação musical:
As autoras Taís Ferreira e Maria Fonseca Falkembach, em seu livro “Teatro e Dança nos anos iniciais”, realizam reflexões sobre ideias, pensares e práticas em teatro, dança e ludicidade. Sobre o teatro nos ambientes educacionais, formais ou informais, podemos afirmar que:
Os historiadores de arte Giulio Carlo Argan e Maurizio Fagiolo (1994), no livro “Guia de História da Arte”, estabelecem alguns critérios e fundamentos para os conceitos que buscam delimitar o campo da arte, afirmando que os estudos modernos de história da arte desenvolvem-se segundo diretivas metodológicas fundamentais. De acordo com a perspectiva dos autores, assinale a alternativa correta: