Questões de Concurso Para ses-df

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Q3606087 Psiquiatria

Imagem associada para resolução da questão


Sobre a atuação dos antipsicóticos considerando as vias monoaminérgicas representadas na figura:



Alternativas
Q3606086 Psiquiatria
Caso clínico para responder às questões 49 e 50. Paciente masculino, 32 anos, foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU depois que a namorada chamou o 192 para relatar que ele estava ameaçando pular da janela do hotel. Após fumar um cigarro de maconha começou a acreditar que uma tatuagem recente tinha traços que escondiam poderes misteriosos. Logo ficou convencido de que o tatuador estava conspirando com outras pessoas contra ele e que namorada o traía. Ele foi admitido na unidade de internação psiquiátrica. No dia seguinte, a família compareceu e revelou que o paciente já havia sido hospitalizado outras quatro vezes por questões psiquiátricas: duas vezes com sintomas clássicos de mania, uma vez devido a depressão e sete meses antes, o paciente havia sido internado devido a um episódio de psicose induzida por cannabis, que respondeu bem a risperidona.

No segundo dia da internação, o paciente começou a perceber que sua esposa não o traia e que os símbolos em sua tatuagem não tinham significado. Ao terceiro dia, afirmou espontaneamente que a paranoia havia sido resultado da intoxicação por cannabis. Recusou-se a continuar com risperidona, mas prosseguiu com a monoterapia com lítio. Ele teve alta com consulta de acompanhamento com seu psiquiatra ambulatorial.
Considerando a recusa do paciente em dar continuidade ao uso da risperidona, a postura do médico perante o paciente neste caso deve ser:
Alternativas
Q3606085 Psiquiatria
Caso clínico para responder às questões 49 e 50. Paciente masculino, 32 anos, foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU depois que a namorada chamou o 192 para relatar que ele estava ameaçando pular da janela do hotel. Após fumar um cigarro de maconha começou a acreditar que uma tatuagem recente tinha traços que escondiam poderes misteriosos. Logo ficou convencido de que o tatuador estava conspirando com outras pessoas contra ele e que namorada o traía. Ele foi admitido na unidade de internação psiquiátrica. No dia seguinte, a família compareceu e revelou que o paciente já havia sido hospitalizado outras quatro vezes por questões psiquiátricas: duas vezes com sintomas clássicos de mania, uma vez devido a depressão e sete meses antes, o paciente havia sido internado devido a um episódio de psicose induzida por cannabis, que respondeu bem a risperidona.

No segundo dia da internação, o paciente começou a perceber que sua esposa não o traia e que os símbolos em sua tatuagem não tinham significado. Ao terceiro dia, afirmou espontaneamente que a paranoia havia sido resultado da intoxicação por cannabis. Recusou-se a continuar com risperidona, mas prosseguiu com a monoterapia com lítio. Ele teve alta com consulta de acompanhamento com seu psiquiatra ambulatorial.
Qual é a relação entre o uso de cannabis e o quadro apresentado pelo paciente?
Alternativas
Q3606084 Psiquiatria
Paciente atendimento masculino, 34 anos, escriturário, buscou no serviço médico psiquiátrico na instituição onde trabalha. Queixa Principal: "Tudo começou em 14 de novembro quando comecei a ver um homem vestido de preto me acompanhando o tempo todo". No curso da entrevista, afirmou categoricamente que não consegue trabalhar por que está com bloqueio na memória desde o início do mês de novembro. Ao curso da consulta, mediante interesse manifesto pelo médico, descreve em detalhes a aparência do homem que somente ele vê e o comportamento ameaçador do mesmo para consigo diariamente. Comenta que quase todos os dias as pessoas ficam lhe observando com estranheza por que ele pede continuamente para esse homem se afastar. Diz que no trabalho, esse fenômeno alucinatório fica mais intenso e enfatiza o medo que sente chegando a tremer-se o corpo todo. Durante a consulta, a medida que foi falando sobre o fenômeno, chegou a cair lentamente ao chão e manifestar uma situação que pareceu uma convulsão, qual teve duração de cerca de 10 minutos, com remissão espontânea. Não apresentou ferimentos após cessado o evento e não teve liberação esfincteriana. Exame neurológico normal após o evento apesar de pouca colaboração do paciente. Após acalmado, sentou-se novamente e seguiu a entrevista. Pediu que lhe fosse conferido afastamento do trabalho. Sua ficha funcional revelou que tem tido problemas frequentes com o chefe e esteve sob consideração para demissão.

Qual é o diagnóstico mais apropriado para o caso?
Alternativas
Q3606083 Psiquiatria
Paciente feminina, 25 anos, com retardo mental moderado e alteração do comportamento com agitação е heteroagressividade em "surtos". Em uso atual de carbamazepina 400mg/dia e diazepam 10 mg/dia. Chega para atendimento em consulta ambulatorial sozinha. О acompanhante revela que a paciente está grávida (gestação de 8 semanas) e diz que nos últimos 5 dias tem ouvido vozes de pessoas que não vê e acha que as pessoas a estão olhando de um "jeito" diferente.

Qual é a conduta mais apropriada para o caso?
Alternativas
Q3606082 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente, 32 anos, marceneiro, deu entrada pela emergência trazida pelo SAMU após tentativa de suicídio. Acompanhado por um amigo, que conta que o paciente tomou todos os comprimidos do remédio que usa para dormir. Relata também que o amigo é tranquilo, bem humorado, e lida excepcionalmente bem com o estresse imposto no ambiente de trabalho. Não tem muitos amigos, e desde que se divorciou tem estado mais "caseiro" e sempre recusa os convites para confraternizar com os colegas. 
Sobre a epidemiologia do suicídio, pode-se afirmar
Alternativas
Q3606081 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente, 32 anos, marceneiro, deu entrada pela emergência trazida pelo SAMU após tentativa de suicídio. Acompanhado por um amigo, que conta que o paciente tomou todos os comprimidos do remédio que usa para dormir. Relata também que o amigo é tranquilo, bem humorado, e lida excepcionalmente bem com o estresse imposto no ambiente de trabalho. Não tem muitos amigos, e desde que se divorciou tem estado mais "caseiro" e sempre recusa os convites para confraternizar com os colegas. 
Que cuidado deve ser obrigatoriamente tomado antes de conceder alta hospitalar para o domicilio à paciente?
Alternativas
Q3606080 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente, 32 anos, marceneiro, deu entrada pela emergência trazida pelo SAMU após tentativa de suicídio. Acompanhado por um amigo, que conta que o paciente tomou todos os comprimidos do remédio que usa para dormir. Relata também que o amigo é tranquilo, bem humorado, e lida excepcionalmente bem com o estresse imposto no ambiente de trabalho. Não tem muitos amigos, e desde que se divorciou tem estado mais "caseiro" e sempre recusa os convites para confraternizar com os colegas. 
Qual dos seguintes fatores deveria ser considerado como risco para suicídio para o caso?
Alternativas
Q3606079 Psiquiatria
Paciente masculino, 42 anos, bancário, casado, vem a uma consulta na psiquiatria com queixas de "esquecimentos frequentes": conta que nunca se lembra se trancou ou não a porta ao sair para trabalhar, e retoma incontáveis vezes para conferir, temendo que caso não o faça, algo catastrófico possa acontecer. Refere que não consegue parar, e mesmo que se esforce para lembrar de ter trancado a porta, não resiste ao impulso de voltar para conferir.

Semiologicamente, qual manifestação frequentemente está presente em pacientes como o descrito acima?
Alternativas
Q3606078 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 27 anos, sem diagnóstico psiquiátrico até o momento. Foi levada ao hospital por seu marido por que estava muito eufórica e verborrágica. Estava muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis alegando ter o dom de "falar em línguas". O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas acusando-as de serem "pecadoras", ordenando-as a orar consigo. Parecia não ouvir quando as pessoas falavam com ela. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física.

Do histórico psiquiátrico pregresso consta que aos 22 anos a paciente teve um longo episódio depressivo após o fim de seu primeiro casamento. Não consultou médico à ocasião e depois de alguns meses gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade.

O exame físico e neurológico e exames laboratoriais eram normais.
Considerando a admissão desta paciente no contexto hospitalar, qual seria a conduta mais adequada? 
Alternativas
Q3606077 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 27 anos, sem diagnóstico psiquiátrico até o momento. Foi levada ao hospital por seu marido por que estava muito eufórica e verborrágica. Estava muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis alegando ter o dom de "falar em línguas". O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas acusando-as de serem "pecadoras", ordenando-as a orar consigo. Parecia não ouvir quando as pessoas falavam com ela. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física.

Do histórico psiquiátrico pregresso consta que aos 22 anos a paciente teve um longo episódio depressivo após o fim de seu primeiro casamento. Não consultou médico à ocasião e depois de alguns meses gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade.

O exame físico e neurológico e exames laboratoriais eram normais.
O exame do estado mental da paciente poderia ser traduzido para os seguintes termos:
Alternativas
Q3606076 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 27 anos, sem diagnóstico psiquiátrico até o momento. Foi levada ao hospital por seu marido por que estava muito eufórica e verborrágica. Estava muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis alegando ter o dom de "falar em línguas". O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas acusando-as de serem "pecadoras", ordenando-as a orar consigo. Parecia não ouvir quando as pessoas falavam com ela. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física.

Do histórico psiquiátrico pregresso consta que aos 22 anos a paciente teve um longo episódio depressivo após o fim de seu primeiro casamento. Não consultou médico à ocasião e depois de alguns meses gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade.

O exame físico e neurológico e exames laboratoriais eram normais.
Considerando o histórico psiquiátrico pregresso e o quadro atual, assinale a melhor alternativa
Alternativas
Q3606075 Psiquiatria
Paciente masculino, 21 anos, compareceu na consulta em psiquiatria acompanhado pela mãe. Apresentava um semblante carregado e triste, denotando um humor bastante deprimido. O tom de voz era baixo e o discurso pausado e lento embora coerente. Adotou postura corporal normal ao longo de toda a consulta e atitude cooperativa, mostrando também alguma facilidade em estabelecer contato visual com o entrevistador, ainda que mantivesse cabisbaixa em muitos outros elementos. Os sintomas apontados pelo paciente foram dificuldade para dormir, ansiedade, agitação interior, taquicardia, dificuldade de concentração e memória, inibição psicomotora, fadiga, perda de interesse e motivação, mesmo pelas coisas que antes lhe davam prazer: "a maior parte do tempo não me apetece fazer nada, não tenho interesse por nada". Há duas semanas esteve em atendimento em uma emergência psiquiátrica quando foi prescrito clonazepan 1 mg à noite em caso de insônia, e venlafaxina 75 mg pela manhã, diariamente.

Qual é a conduta mais apropriada para o caso?
Alternativas
Q3606074 Psiquiatria
Paciente feminina, 29 anos, casada, com uma filha de sete anos, enfermeira, em vigência da gravidez do seu segundo filho (IG=29 semanas). Compareceu à primeira consulta psiquiátrica acompanhada de seu marido. Foi diagnosticada com "início de depressão" pelo médico e família e comunidade no pré-natal por sintomas de cansaço, indisposição e choro fácil. Encaminhada para atenção especializada. Chegou para consulta com o psiquiatra já em uso de fluoxetina 20 mg (1 comprimido ao dia) há 3 meses, assintomática, exceto por insônia que estava piorando com a progressão da gestação.

Qual seria a melhor escolha terapêutica para esta paciente?
Alternativas
Q3606073 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 37 anos, técnica de enfermagem, há 12 anos deu entrada em um centro de trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitóraх direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes: queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos dois anos seguintes viveu em outro estado da federação, com uma identidade alterada, no Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex-marido, pai de uma de suas filhas, e ex-policial fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Manteve-se em uso de venlafaxina 300 mg/dia e apresentou boa resposta terapêutica. Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas.
Caso a paciente tenha manifestado resistência para uso de uma medicação que tenha risco gerar síndrome de descontinuação, qual seria a melhor escolha?
Alternativas
Q3606072 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 37 anos, técnica de enfermagem, há 12 anos deu entrada em um centro de trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitóraх direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes: queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos dois anos seguintes viveu em outro estado da federação, com uma identidade alterada, no Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex-marido, pai de uma de suas filhas, e ex-policial fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Manteve-se em uso de venlafaxina 300 mg/dia e apresentou boa resposta terapêutica. Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas.
Acerca do tratamento medicamentoso instituído:
Alternativas
Q3606071 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 37 anos, técnica de enfermagem, há 12 anos deu entrada em um centro de trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitóraх direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes: queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos dois anos seguintes viveu em outro estado da federação, com uma identidade alterada, no Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex-marido, pai de uma de suas filhas, e ex-policial fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Manteve-se em uso de venlafaxina 300 mg/dia e apresentou boa resposta terapêutica. Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas.
No caso dessa paciente, quais elementos devem ser prioritariamente considerados para sucesso da abordagem em psicoterapia?
Alternativas
Q3606070 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 37 anos, técnica de enfermagem, há 12 anos deu entrada em um centro de trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitóraх direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes: queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos dois anos seguintes viveu em outro estado da federação, com uma identidade alterada, no Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex-marido, pai de uma de suas filhas, e ex-policial fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Manteve-se em uso de venlafaxina 300 mg/dia e apresentou boa resposta terapêutica. Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas.
Quais os principais elementos que contribuem para о diagnóstico do paciente?
Alternativas
Q3606069 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Comecei a ter problemas há nove meses, quando passava férias, com amigos no litoral. Numa tarde, depois de vários passeios, quando retornávamos ao nosso alojamento, no carro de um amigo, repentinamente e sem nenhum motivo comecei a sentir uma enorme insegurança. Meu coração disparou e o sentia martelando em meu peito. Sentia minha cabeça formigando, estava com muito calor e comecei a suar abundantemente. Ao mesmo tempo, minhas mãos e pés estavam frios. Deixei de ouvir o que meus amigos falavam e só conseguia prestar atenção ao que estava sentindo. Respirava mais profundamente, sentia-me sufocado e pedi para abrirem as janelas do carro. Meu medo só aumentava e não sabia exatamente do que tinha medo. Pensei que fosse desmaiar ou que estivesse tendo um ataque de alguma coisa е que pudesse morrer. Não queria que meus amigos soubessem o que se passava comigo, mas finalmente e com muito esforço disse-lhes que não estava bem. Fomos a um pronto-socorro e enquanto esperávamos pelo atendimento comecei a sentir-me melhor, apenas um pouco tenso. O médico concluiu que meus sintomas se deviam a um excesso de sol. Episódios semelhantes voltaram a ocorrer e tornaram-se progressivamente mais frequentes. Começou a faltar muito ao serviço, com medo de ter crises. Deixou de sair com os amigos e passou a evitar passeios e atividades externas, passando seus períodos de lazer em casa, onde nunca teve crises. Fez inúmeras consultas e exames, tendo sido tratado com diversos benzodiazepínicos sem resultado satisfatório.


Zuardi, AW (2017). Medicina (Ribeirão Preto, Online.)
Durante o seguimento do caso, o paciente questionou o médico acerca do planejamento terapêutico de longo prazo. A resposta mais apropriada para o paciente neste caso é
Alternativas
Q3606068 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Comecei a ter problemas há nove meses, quando passava férias, com amigos no litoral. Numa tarde, depois de vários passeios, quando retornávamos ao nosso alojamento, no carro de um amigo, repentinamente e sem nenhum motivo comecei a sentir uma enorme insegurança. Meu coração disparou e o sentia martelando em meu peito. Sentia minha cabeça formigando, estava com muito calor e comecei a suar abundantemente. Ao mesmo tempo, minhas mãos e pés estavam frios. Deixei de ouvir o que meus amigos falavam e só conseguia prestar atenção ao que estava sentindo. Respirava mais profundamente, sentia-me sufocado e pedi para abrirem as janelas do carro. Meu medo só aumentava e não sabia exatamente do que tinha medo. Pensei que fosse desmaiar ou que estivesse tendo um ataque de alguma coisa е que pudesse morrer. Não queria que meus amigos soubessem o que se passava comigo, mas finalmente e com muito esforço disse-lhes que não estava bem. Fomos a um pronto-socorro e enquanto esperávamos pelo atendimento comecei a sentir-me melhor, apenas um pouco tenso. O médico concluiu que meus sintomas se deviam a um excesso de sol. Episódios semelhantes voltaram a ocorrer e tornaram-se progressivamente mais frequentes. Começou a faltar muito ao serviço, com medo de ter crises. Deixou de sair com os amigos e passou a evitar passeios e atividades externas, passando seus períodos de lazer em casa, onde nunca teve crises. Fez inúmeras consultas e exames, tendo sido tratado com diversos benzodiazepínicos sem resultado satisfatório.


Zuardi, AW (2017). Medicina (Ribeirão Preto, Online.)
Dentre os abaixo qual é o comentário mais conveniente acerca do tratamento instituído para o paciente?
Alternativas
Respostas
2121: D
2122: D
2123: A
2124: A
2125: B
2126: D
2127: B
2128: D
2129: A
2130: A
2131: A
2132: B
2133: D
2134: C
2135: D
2136: A
2137: B
2138: D
2139: D
2140: B