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Quanto ao equipamento de proteção individual (EPI), julgue os itens subsecutivos.
I Cabe ao empregado usar o EPI exclusivamente para a finalidade a que se destina.
II O EPI, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser utilizado ou posto à venda com a indicação do certificado de aprovação (CA).
III O EPI não deve ser usado para atender a emergências.
IV A utilização de EPI pelo empregado configura uma opção para o empregador, que poderá dispensá-lo do uso.
Estão certos apenas os itens
Situação hipotética 48A1-II
Para elaborar a estatística de acidentes da empresa, relativa ao mês de novembro de 2021, com 14.000 horas-homem de exposição ao risco, o técnico de segurança do trabalho computou 7 acidentes sem lesões (que não causaram afastamentos) e 5 acidentes com lesões incapacitantes. Os acidentes com lesões foram assim distribuídos: o primeiro acidente provocou 10 dias de afastamento do empregado; o segundo acidente ocorreu no dia 8/11, às 15h, e o empregado ficou afastado de suas atividades laborais por 7 dias; o terceiro acidente ocorreu no dia 21/11 e o acidentado teve alta médica no dia 27; o quarto e o quinto acidentes totalizaram 6 dias de afastamento.
Situação hipotética 48A1-II
Para elaborar a estatística de acidentes da empresa, relativa ao mês de novembro de 2021, com 14.000 horas-homem de exposição ao risco, o técnico de segurança do trabalho computou 7 acidentes sem lesões (que não causaram afastamentos) e 5 acidentes com lesões incapacitantes. Os acidentes com lesões foram assim distribuídos: o primeiro acidente provocou 10 dias de afastamento do empregado; o segundo acidente ocorreu no dia 8/11, às 15h, e o empregado ficou afastado de suas atividades laborais por 7 dias; o terceiro acidente ocorreu no dia 21/11 e o acidentado teve alta médica no dia 27; o quarto e o quinto acidentes totalizaram 6 dias de afastamento.
Situação hipotética 48A1-I
Em uma carpintaria, o aquecimento por curto-circuito nos condutores de alimentação da máquina de prensar madeiras deu início a um incêndio. O fogo alastrou-se rapidamente pelas toras de madeira e pelos sarrafos. A equipe de manutenção desligou a energia e acionou a equipe do Corpo de Bombeiros, que chegou ao local em 20 minutos. O fogo foi extinto com água na forma de jatos compactos por duas viaturas autobomba tanque.
Situação hipotética 48A1-I
Em uma carpintaria, o aquecimento por curto-circuito nos condutores de alimentação da máquina de prensar madeiras deu início a um incêndio. O fogo alastrou-se rapidamente pelas toras de madeira e pelos sarrafos. A equipe de manutenção desligou a energia e acionou a equipe do Corpo de Bombeiros, que chegou ao local em 20 minutos. O fogo foi extinto com água na forma de jatos compactos por duas viaturas autobomba tanque.
Considerando-se os dados da tabela, infere-se que a estatística denominada risco relativo (relative risk) é igual a
Caso clínico 4A2-I
V. H.P, sexo feminino, 11 anos de idade, comunicativa, hígida. Mora com a mãe, o padrasto e seu irmão. As queixas da mãe são direcionadas para dificuldade acadêmica e excesso de tempo necessário para conclusão das atividades acadêmicas domiciliares. Pelo relato da mãe, é uma garota dócil e gentil. A realização das tarefas acadêmicas é o momento mais aversivo do dia para a criança e motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação harmoniosa que a genitora tanto preza com seus filhos. Consta que a paciente tem dificuldade tanto na atenção sustentada quanto na aquisição do conhecimento, porém com predomínio do primeiro aspecto. A mãe acrescenta que sua filha frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e, com frequência, é observada inclinação para omitir comportamentos e situações que possam desagradar os pais. Mas, no momento, as mentiras são o fator de maior preocupação da família, porque estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. Em reunião da equipe multiprofissional, o médico foi questionado acerca do diagnóstico de transtorno de déficit de atenção.
Caso clínico 4A2-I
V. H.P, sexo feminino, 11 anos de idade, comunicativa, hígida. Mora com a mãe, o padrasto e seu irmão. As queixas da mãe são direcionadas para dificuldade acadêmica e excesso de tempo necessário para conclusão das atividades acadêmicas domiciliares. Pelo relato da mãe, é uma garota dócil e gentil. A realização das tarefas acadêmicas é o momento mais aversivo do dia para a criança e motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação harmoniosa que a genitora tanto preza com seus filhos. Consta que a paciente tem dificuldade tanto na atenção sustentada quanto na aquisição do conhecimento, porém com predomínio do primeiro aspecto. A mãe acrescenta que sua filha frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e, com frequência, é observada inclinação para omitir comportamentos e situações que possam desagradar os pais. Mas, no momento, as mentiras são o fator de maior preocupação da família, porque estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. Em reunião da equipe multiprofissional, o médico foi questionado acerca do diagnóstico de transtorno de déficit de atenção.
O quadro clínico desse paciente reúne mais critérios para a hipótese diagnóstica principal de
Em relação ao caso clínico apresentado, o diagnóstico mais provável é de