Questões de Concurso Para prefeitura de rio claro - sp

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Q3669477 Educação Física
Zona de treino por repetição é um intervalo que costuma ter três repetições (como 3-5, 8-10). Ao fazer as repetições numa zona de treino por repetição, a carga usada pode permitir que a pessoa realize a quantidade desejada de repetições com relativa facilidade, ou pode resultar em falha voluntária momentânea. Se a carga usada resultar em falha, o nome dado à zona de treino por repetição é zona de treino de:
Alternativas
Q3669476 Educação Física
Com relação ao agachamento, leia o excerto abaixo:

“A projeção dos joelhos à frente na sua flexão é importante para o recrutamento do quadríceps, mas deve ser controlada para que a barra sempre se mantenha alinhada com o meio dos pés.”

A qual ponto de correção do exercício o excerto está atentando?
Alternativas
Q3669475 Educação Física

Observe a imagem e indique o tipo de treinamento funcional demonstrado nela:



Q14.png (312×154)

Alternativas
Q3669474 Educação Física
Os treinadores precisam atentar-se para os erros de performance na realização do afundo. Uma boa posição inicial é ponto de partida para a execução correta. Sobre a posição, considere a alternativa correta:
Alternativas
Q3669473 Educação Física
Quando um peso está sendo baixado de maneira controlada, os principais músculos envolvidos estão desenvolvendo força e se alongando de maneira controlada, o que é chamado de ação muscular_____. Quando um peso está sendo levantado, os principais músculos envolvidos estão se encurtando ou realizando uma ação muscular _______.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto:
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Q3669472 Educação Física
Movimentos similares ao afundo aparecem em registros históricos desde a Roma antiga. Eles acabaram por influenciar as lutas de espada na Idade Média e o que se chama, hoje, de esgrima, guardando utilidade contemporânea em esportes coletivos de combate, no tênis e nos demais esportes de raquete. Sobre esse tipo de movimento, é incorreto afirmar que:
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Q3669471 Legislação Federal
Determinado pela Lei nº 9.615/1998, a exploração e a gestão do desporto profissional constituem exercício de atividade econômica sujeitando-se, especificamente, à observância dos seguintes princípios, EXCETO:
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Q3669470 Pedagogia
Nos moldes determinados pela Constituição Federal as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao seguinte princípio:
Alternativas
Q3669469 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme definido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o direito à liberdade compreende os seguintes aspectos abaixo consignados, EXCETO:
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Q3669468 Pedagogia
Define a Constituição Federal que a lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas para que seja conduzida as seguintes situações, EXCETO:
Alternativas
Q3669467 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Segundo as normas constituídas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, os pais, os integrantes da família ampliada, os responsáveis, os agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou qualquer pessoa encarregada de cuidar de crianças e de adolescentes, tratá-los, educá-los ou protegêlos que utilizarem castigo físico ou tratamento cruel ou degradante como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto estarão sujeitos, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, às seguintes medidas, EXCETO:
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Q3669466 Português
O termo em destaque na frase: “e agora o Dinho Ouro Preto/vai transformar sua cabeça em coreto encerra qual dos significados abaixo?
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Q3669465 Português
Assinale a alternativa em que o termo / expressão em destaque NÃO esteja empregado em seu sentido conotativo. 
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Q3669464 Português
Vida e morte das agendas


Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda.


Ruy Castro


Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos. 


É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.


De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular. 


Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?


Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Em “os números de telefones são anotados diretamente no celular”, o termo em destaque atua como:
Alternativas
Q3669463 Português
Vida e morte das agendas


Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda.


Ruy Castro


Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos. 


É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.


De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular. 


Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?


Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Assinale a alternativa em que o trecho transcrito expresse uma relação de concessão.
Alternativas
Q3669462 Português
Vida e morte das agendas


Começamos por cancelar os mortos. Depois, os telefones fixos. E, por fim, a própria agenda.


Ruy Castro


Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em anos, de acordo com o número de pessoas que entram e saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém. Nomes que, um dia, foram anotados porque tinham a ver com algo terrivelmente importante passam para a categoria do “quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória. Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os mortos. 


É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um registro macabro dessa fatalidade. Conheço gente que desenha uma caveirinha (com as tíbias cruzadas) ao lado dos nomes das pessoas que morreram. Pode ser prático, mas é cruel e, ao mesmo tempo, cômico — aquela fila de caveirinhas na margem das páginas faz da agenda um gibi de terror. Imagine se essa agenda cai em mãos de um parente dos falecidos.


De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos, de repente, passaram a dar aquele sinal diferente de ocupado — característico dos telefones que foram desativados, não existem mais. É terrível constatar que até os seus companheiros de geração reduziram-se ao celular. 


Para completar, as próprias agendas de papel estão em xeque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa — os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando, até por serem coroas, têm o celular roubado ou o esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno ensebado?


Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente no cérebro — no mísero cérebro humano, arcaico, analógico, que ainda é o nosso.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/11/vida-e-morte-das-agendas.shtml
Sobre o texto lido, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2116846 Pedagogia
Paulo Freire (1997), na obra Professora sim tia não – cartas a quem ousa ensinar, escreve que “ensinar é profissão que envolve certa tarefa, certa militância, certa especificidade no seu cumprimento enquanto ser tia é viver uma relação de parentesco. Ser professora implica assumir uma profissão enquanto não se é tia por profissão”. Freire esclarece que “recusar a identificação da figura da professora com a da tia não significa, de modo algum, diminuir ou menosprezar a figura da tia, da mesma forma como aceitar a identificação não traduz nenhuma valorização à tia. Significa, pelo contrário, retirar algo fundamental à professora: sua responsabilidade profissional de que faz parte a exigência política por sua 
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Q2116845 Pedagogia
Os artigos 92 e 93 do Estatuto do Magistério de Rio Claro dispõem, entre os direitos e os deveres dos profissionais do magistério, itens que dizem respeito a zelar pela qualidade do trabalho educativo, individual e coletivamente, incluindo-se aí sua formação continuada. A esse respeito, Weisz (1999) aborda o desenvolvimento profissional permanente e faz menção a mudanças no modo de concebê-lo, acompanhando mudanças ocorridas, desde meados dos anos 70, na concepção da aprendizagem e do ensino. De acordo com a autora, quando se trabalha com um modelo construtivista de aprendizagem e um modelo de ensino pela resolução de problemas, a formação continuada dos professores deve lhes possibilitar
Alternativas
Q2116844 Pedagogia
De acordo com a Resolução CNE/CEB 04/2010, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino destinada aos que se situam na faixa etária superior à considerada própria, no nível de conclusão do ensino fundamental e do ensino médio. Haddad e Di Pierro (2000) analisam como se constituiu, tanto para crianças em idade escolar quanto para adultos, o direito à educação e sua incerta efetivação, numa relação orgânica com contextos nos quais sempre pesou a desigualdade, herdada de séculos de colonialismo e trabalho escravo. Em decorrência dessa realidade desigual, muitos jovens não conseguem permanecer na escola regular e concluí-la, procurando, depois, os cursos da EJA, ocasionando um desafio a mais a seus professores pela dinâmica de sua convivência com as pessoas adultas e idosas. As diretrizes curriculares, apresentadas nos parágrafos e incisos do artigo 28 da citada resolução, orientam os sistemas de ensino, as escolas que mantêm cursos de EJA, assim como seus professores, a proporcionar a esses sujeitos, consideradas suas características, seus interesses, suas condições de vida e de trabalho, 
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Q2116843 Pedagogia
        O planejamento educacional no Brasil compreende vários níveis: o nível das decisões da política nacional, o das adequações regionais e locais, o da contextualização no projeto da unidade escolar e o do trabalho didático-pedagógico de cada professor. Por esse processo, as Diretrizes Curriculares Nacionais (DNC), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e outras determinações legais pertinentes podem alcançar todas as escolas do país para garantir, a todos os estudantes, o direito de aprendizagem dos conteúdos essenciais a seu desenvolvimento integral e à sua formação humana e cidadã. Os professores das séries iniciais do Ensino Fundamental, ao elaborar e colocar em prática seu planejamento de ensino, devem selecionar e organizar os conteúdos curriculares, observando sua sequência vertical (de um ano escolar para o seguinte) e sua tipologia (factuais, conceituais, procedimentais e atitudinais), cuidando de articulá-los, coerentemente, em situações de aprendizagem, com vistas à realização de seus objetivos. 
As aprendizagens essenciais, definidas para cada etapa da Educação Básica pela BNCC (2017), só se materializam mediante o trabalho docente que assume o conjunto de decisões que fazem a adequação das proposições curriculares nacionais à realidade local, levando em consideração “o contexto e as características dos alunos”, assim como o “compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global, em suas dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica.” No tocante a seu trabalho educativo com os conteúdos curriculares de Ciências da Natureza, os professores do ensino fundamental e também os do ensino médio têm sido provocados a refletir sobre o que seria a “alfabetização científica”. As pesquisadoras Sasseron e Carvalho, em artigo de 2011, fazem uma revisão bibliográfica ampla sobre o conceito de “alfabetização científica (AC), analisam as diversas concepções documentadas e destacam a pluralidade semântica subjacente às pesquisas e às ideias dos pesquisadores em relação à nomenclatura atribuída ao objetivo convergente de “preparar os alunos para a vida em sociedade, levando em conta sua atuação cidadã, crítica e responsável”. Sasseron e Carvalho expressam a opinião de que, na Educação Básica, se temos por objetivo dar início ao processo de Alfabetização Científica entre os alunos do Ensino Fundamental, deve se estruturá-la em três Eixos, criando oportunidades para ________, envolvendo a sociedade e o ambiente, discutindo, concomitantemente, os fenômenos do mundo natural associados a construção do entendimento sobre esses fenômenos e os empreendimentos gerados a partir de tal conhecimento.
Assinale a alternativa que completa a lacuna corretamente. 
Alternativas
Respostas
1041: A
1042: D
1043: C
1044: E
1045: B
1046: E
1047: A
1048: D
1049: B
1050: E
1051: D
1052: E
1053: C
1054: A
1055: D
1056: D
1057: C
1058: B
1059: B
1060: A